A Importância Dos Jogos Para O Processo De Ensino E Aprendizagem

Publicado em: 16/08/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 10,831 |

INTRODUÇÃO

A presente artigo, nasceu da necessidade de se investigar a importância dos jogos educativos pedagógicos nas aulas de Educação Física. A escolha de trabalhar este tema nasceu da necessidade de investigar a importância do jogo dentro do processo de ensino e aprendizagem nas aulas Educação Física.

A presente pesquisa tem como Objetivo Geral: levar-nos a refletir sobre a importância dos jogos, para o Ensino da Educação Física no Ensino Fundamental. E como objetivos específicos: Observar o valor Pedagógico do Jogo; Lançar um olhar Reflexivo sobre os jogos e a Educação Física. Analisar o Paradigma Quebra-cabeça e Educação Física.

Com o tema e os objetivos traçados a metodologia seguiu dois princípios norteadores; o primeiro de cunho bibliográfico onde à luz de Piaget(1978), Cória-Sabini (1986), Santos(1998), Grossi(2000), Chateau(1987) entre outros que fundamento esta pesquisa, a segunda vertente em forma de pesquisa de campo, onde o instrumento utilizado para a coleta de dados foi a entrevista. Foram entrevistados professores de educação física da Rede Pública de Ensino e analisamos como os mesmos trabalham as atividades que envolvem os jogos dentro das aulas de educação física e a sua contribuição para a aprendizagem, pois educação se faz com metodologias e estratégias que facilitam o processo de construção de ensino-aprendizagem.

O presente trabalho é antes de tudo um esforço de confirmação de minha convicção de que só a educação liberta, mais um esforço no sentido de transformar o cotidiano de sala de aula em momentos de lazeres e de construção do conhecimento, pois os jogos possibilitam que pequenas luzes se transformem em verdadeiros incêndios que a inteligência possibilita.

E na qual afloram aqui e acolá, pelo exercício de pensar constantemente, com lógica, tendo por bases inocentes propostas com soluções inocentes e divertidas dentro das aulas de Educação Física, passando por intrigantes desafios, com soluções criativas e culminando com problemas sérios que induzem o educando a pensar, refletir e realizar descobertas.

Como raciocínios de encadeamentos complexos e certezas,  ao aceitarmos o desafio de um quebra-cabeça estaremos situados entre o limite da diversão e dos raciocínios complexos.

Como se sabe, o cérebro humano é fecundo se devidamente motivado, é capaz de realizar prodígios, em virtude de se saber que dele somente utilizamos cerca de 5% do seu potencial. Onde, como e quando, para que e por que buscar domínio do potencial restante? As respostas pra mim são claras e cabe ao leitor deduzir que a resposta é óbvia. Depende do seu referencial evolutivo. E isto eu respeito. Aproveito também a ocasião, para sugerir a inclusão de jogos diários nas aulas de Educação Física, assim como também: enigmas, adivinhações e quebra-cabeças dentro da disciplina como procedimento didático por parte dos professores de Educação Física. Pode parecer estranho à inclusão dessa proposta, por exemplo, numa aula de Biologia, Geografia, ou ainda, Português, mas acredito ser de fundamental importância nas aulas de Educação Física.

Alguém já tentou? Nas minhas aulas de Educação Física foi possível. É gratificante.

O material a ser utilizado, quer seja para diversão, quer seja para fins didáticos, costuma ser de baixo preço, e em geral confeccionado pelo próprio professor ou aluno. O importante é que ele fique a disposição dos alunos, seja ele de fácil acesso e tenha tamanho que permita o transporte fácil à manipulação em ocasiões diferenciadas.

É evidente que esta idéia de trabalhar com jogos levará alguns anos para ser implantada e no meu entendimento, deverá conduzir os educadores e educandos a uma postura de fato positiva e nova, na arte de ensinar e aprender dentro da disciplina de Educação Física.

Quebra-cabeça e Educação Física

Para Grossi:

O jogo é uma provocação, mas não pode ocorrer o tempo todo. Aprende-se em um constante movimento de estabilização para confortar e desestabilização para aprender o novo; por isso nossas investigações didáticas precisam, nos momentos oportunos criar armadilhas capazes de gerar conflitos insustentáveis nos esquemas de pensamento de nossos alunos, mergulhando-os em uma rede de conceitos independentes, possibilitando aprendizagens mais fecundas, suprindo, assim as deficiências do raciocínio seqüencial. (2000.p 12)

Na sucessão de situações simples para outras mais complexas o jogo trabalhado dentro da educação física desenvolve o raciocínio do aluno, aguça os sentidos e o espírito sadio se inquieta e se ajusta a novas situações e a aprendizagem se torna melhor, bem melhor. Uma sociedade feliz, produtiva, além de outras necessidades, carece de educação, que é a nosso ver, impulsionada por mudanças de comportamento tais como: “Todos os filhos se sentirão filhos de todos os pais e todos os pais se sentirão pais de todos os filhos” como produto final de sua ação redentora.

Neste simples jogo de palavras, existe um quebra-cabeça simples ligado à responsabilidade que cada um de nós tem com relação à evolução e ao bem estar do próximo. A afirmação é na verdade enigmática e exige de saída que sejamos pais de um filho ao menos ou nos sintamos como tal, além de termos amor paternal. A expectativa fica com a extensão do amor, que por ser abrangente, se estende naturalmente aos filhos de todos os pais.

Uma forma complexa de ver o mesmo jogo de palavras (e de responsabilidade) diz respeito ao fato de que se eu chego a mim sentir pai de todos os filhos, eu passo a ser também, filho de todos os pais, vale dizer, irmão, pai e filho de mim mesmo.

Numa visão biológica isso é absurdo e até herético, entretanto numa visão filosófica, é real, embora utópico.

Voltando ao assunto. Pai de mim mesmo porque sou fruto agora de minhas ações passadas. Filho de mim mesmo porque o futuro é, portanto o que serei isto é quem estar por vir é, portanto meus filhos dependerão de mim agora.

O que foi colocado pode ser ainda ampliado, entretanto suponho ser suficiente para exemplificar de modo singelo, como se pode entender uma idéia e transformá-la em outra, criando, assim, outro quebra-cabeça mais complexo e que pode desenvolver a capacidade de pensar, refletir e analisar, um simples jogo de palavra como este utilizado pode ser tema de uma aula verdadeiramente produtiva e com objetivos significativos.

A lógica formal é uma excelente fonte de enigmas, sobretudo quando se confronta com a chamada “lógica humana”, sempre atrelada ao conveniente, ao circunstancial e à vaidade dos homens.

Em suma, nossa proposta básica na ampliação dos quebra-cabeças à educação embora aparente “curiosa”, é o de penetrar as intricadas vielas do cérebro humano, através de artifícios tais como objetos e propostas que, tendo o propósito e o objetivo de levantar raciocínios concretos e abstratos do desafiado, faça com que ele tenda uma situação de resposta (que pode ser até absurda).

Segundo Chateau:

Quem diz jogo, diz ao mesmo tempo esforço e liberdade, e uma educação pelo jogo deve ser fonte de dificuldade física da mesma maneira que a alegria moral. Repetimos ao longo desta obra, jogar é buscar um prazer que devemos transpor para a nossa educação, se queremos calcá-la natividade espontânea do jogo. (1987: 128)

Nesta mesma situação todo seu conteúdo intelectivo ou parte dele, serão projetados em nível desejado, advindo daí, novas atitudes ou enriquecimento. É conveniente lembrar que o uso do termo atitude é aqui utilizado, como resposta antecipada a qualquer situação de realidade. Um outro objetivo, talvez mais sutil, é o de levar o nosso aluno a uma postura mais crítica da realidade através do que existe de intrigante em cada proposta real.

Ao final de cada quebra-cabeça deverá existir uma avaliação e o pedido de sugestões sobre como aumentar o grau de dificuldade do mesmo. Ao chegar a esta fase, tere-se a certeza de que “algo ficou” e de que “algo foi modificado”.

A criatividade de todos os professores está, portanto, a partir de agora sendo posta à prova. Qualquer disciplina, em qualquer nível, permite a inclusão de proposições enigmáticas, como forma de posicionamento didático criativa e inteligentemente observada.

A palavra final caberá em cada caso, separadamente, aos professores da área de educação física e do seu julgamento, tenho certeza, dependerá a conveniência ou não, desta forma de atua na comunidade estudantil, de modo a dosar a carga de enigmas em cada conteúdo.

Com o passar do tempo, acredito que venhamos a ter um vasto branco informatizado de quebra-cabeças e enigmas, que poderão ser consultados, através de terminais colocados em lugares estratégicos.

Os quebra-cabeças e jogos que se seguirão, admitirão uma análise breve, de modo a ensejar uma forma de como utilizá-los educacionalmente. Eles estão mais comprometidos com a forma e a posição que com o número e as quantidades.

Não tive e não tenho a intenção de ser profundo em qualquer instante, afinal existem bons livros sobre o assunto, onde os autores dão a mostras de competência exagerada.

Jogo de Cubos “Soma”

O jogo de soma é o tipo de atividade lúdica que pode ser desenvolvida de forma cooperativa pois diversa atividades podem ser desenvolvidas com o auxilio do jogo dentro de pequenos grupos.

Para Brotto:

Jogando cooperativamente, podemos reconhecer que a verdadeira vitória não depende da derrota de outros, podemos compreendermos que ao participarmos do jogo e vivermos a vida, o principal valor está na oportunidade de conhecer um pouco melhor nossas próprias habilidades e potencias e, simultaneamente, cooperar para que os outros realizem o mesmo.( 1997 p.51)

Inventado por Piet Hein, um dinamarquês conhecido também por produzir poemas epigramáticos escritos sob pseudônimo de Kumbel.

Hein concebeu o jogo durante a leitura do livro de Werner Heisenberg sobre física quântica. Levado por sua perspicaz inteligência e por sua imaginação criadora, associou o conteúdo quântico ao teorema da geometria que diz: “a associação das formas poliédricas irregulares obtidas na combinação de no máximo quatro cubos iguais de tal modo que suas faces se coincidam, resultam em cubo maior”.

Piet Hein numerou os poliedros conforme a figura 6 e batizou o conjunto com o nome de SOME CUBE ou CUBOS SOMAM. Industrializou o conjunto e ao fazê-lo, tornou-o popular pelas possibilidades de mexer com a imaginação e a criatividade dos interessados em quebra-cabeças e jogos.

Para se ter uma idéia das aplicações e variações do jogo, é conveniente dizer que Richard K. Guy da Universidade de Malaya, em Singapura, tabulou cerca de 230 soluções diferentes para arranjos entre as peças.

O uso e a intimidade com os CUBOS SOMAM em qualquer fase do desenvolvimento da criança, acarretam uma vantajosa compreensão das relações espaciais e um melhor domínio do próprio espaço.

Percebem-se claramente diferenças acentuadas entre adolescentes que tivera ou não, em sua educação o uso de recursos como os CUBOS SOMAM e outros recursos, pela disposição e pela facilidade de percepção das formas e das posições, bem como das relações entre elas. Os adolescentes  que não tiveram em sua realidade de vida, a oportunidade de acesso de recursos como este, é lento no entendimento, por exemplo, de disciplinas como a geometria e o desenho técnico.

Quando o professor de educação física trabalha atividades com o jogo de cubos, o mesmo passa a desenvolver atividades voltadas a interdisciplinaridade, pois além de está trabalhando as atividades lúdicas, o professor de educação física pode trabalhar com este jogo a noção de espaço, unidade, dezena, centena, unidade de milhar, a somo etc. O que tornará a atividade física muito mais produtiva, onde o objetivo da aula passa a ser o desenvolvimento do próprio conhecimento.

Os Labirintos

O labirinto é o tipo de jogo simbólico, onde pode ser construído com ricos de fiz ou tinta no chão, há ainda modelos emborrachados, onde o professor pode locomover para qual quer lugar, sendo um jogo simbólico pois as regras do jogo consiste em não ser apanhado pela pessoa que dentro do labirinto representa  o minotauro.

Para Soler,

O jogo simbólico é a representação corporal do imaginário, predominando muita fantasia, mas estabelecendo uma relação com o mundo real através da atividade psicomotora,  que prende a criança a realidade. Ela cria muitos mundos, mas quando realizada os movimentos precisa respeitar sua realidade concreta, e as relações que tem com o mundo real. Ao brincar de faz de conta, a criança aprende a criar símbolos. Os jogos simbólicos consistem na representação de m elemento ausente e numa representação fictícia. Se no jogo de exercícios havia apenas ação, enquanto o esquema sensório motor, o símbolo pressupõe um significante diferenciado do significado. (2003, p.54-55)

O jogo simbólico do labirinto, onde as crianças e adolescentes brincam na escola foi inspirado no labirinto que continha o Minotauro em Creta, foi mandado construir pelo rei Minos, diz a lenda, e foi projetado por outro que não Dédalus, aquele mesmo que inventou um par de asas, cujas penas presas em cera, se soltaram quando o candidato a pássaro se aproximou do sol, resultando a aventura, num recorde de mergulho em pleno mar Egeu. Fora as lendas e mitos gregos, o que interessa a final é a realidade dos labirintos que intrigavam nossos antepassados. Na antiga Roma e tosa da Idade Média, os muros e os pisos de muitas catedrais da Europa, foram decorados com desenhos de labirintos. Seriam os grafiteiros da Antigüidade?

Na velha Inglaterra, os labirintos sairiam dos pisos e dos muros, para se instalar nos jardins. Diz-se que até o ritual de entrada em algumas igrejas, incorpora o trajeto obrigatório pelo labirinto.

Os labirintos são muito usados educacionalmente em alunos que tenham problemas de concentração, pois, dependendo do grau de dificuldade, trabalham de forma eficaz tal deficiência. Atualmente, os labirintos são empregados por psicólogos nas pesquisas de comportamento em aprendizagem com homens e animais.

Segundo Soler:

O jogo simbólico também é uma poderosa ferramenta para a criança se preparar para o futuro, abrindo-lhes uma variedade de possibilidades. Também exercita e desenvolve seus processos mentais, desenvolvendo seu pensamento. O jogo simbólico é de fundamental importância para a criança, pois atua sobre o seu desenvolvimento intelectual, motor, afetivo, social e psíquico, por ele passam as alegrias, as tristezas, as esperanças, as angústias, enfim tudo que permeia o cotidiano da existência.

O jogo simbólico auxilia a criança, auxiliando a diminuição da atividade centrada em si mesma, permitindo a aquisição de uma socialização crescente.(2003 p.55)

O jogo simbólico como o labirinto desenvolve no educando além das estratégias mentais para não ser apanhada pelo “minotauro”, também a atividade física, pois o aluno ao percorrer as linhas representativas do labirinto passa a desenvolver movimentos corporais que são de fundamental importância para o seu desenvolvimento físico, sendo assim, constitui esta atividade simbólica um importante instrumento pedagógico para o desenvolvimento intelectual, físico e moral quando o aluno cumpre com as regras do jogo.

O Caça-Palavras

Para Oliveira:

O jogo que nos interessa no momento desta análise , não podo ser reduzido a idéia de “bola “ jogada. Jogando mais do que qualquer outra atividade, as pessoas tem oportunidade de se reconstituírem como tais, reintegrando o cognitivo, psicomotor e afetivo-social num todo que muitos teimam em negar.

Seguramente o jogo traduz a mais autêntica manifestação do ser humano. A pesar de não ficar restrito ao âmbito da Educação Física, nela, o jogo tem oportunidade de se manifestar em toda a sua plenitude. Por intermédio do jogo, as pessoas aprendem a se relacionar, utilizando normas que emanam do próprio convívio, identificando espontânea e democraticamente a necessidade da elaboração de um código de direitos e deveres.(1994, p.72)

Trata-se de um divertimento sério e como as palavras cruzadas e os outros jogos, mexem com a astúcia e a atenção do leitor. Nele as palavras já chegam impresas e distribuídas pelas quadrículas, letra por letra, com uma sucessão que pode começar na horizontal e continuar a vertical, começar embaixo e terminar na horizontal depois de um trecho obliquo, etc.

O jogo é completado por uma lista de indagações, conceitos ou sinônimos que estão em correspondência com as palavras que devem ser caçadas no quadro fornecido.

Na versão mais comum, um texto é editado e algumas palavras são sublinhadas ou destacadas, palavras estas, que devem ser localizadas no texto, donde o nome do jogo.


METODOLOGIA

A metodologia utilizada para o desenvolvimento desta pesquisa segue dois princípios norteadores: o primeiro de cunho bibliográfico, onde a pesquisa foi fundamentada à luz de Piaget (1978), Cória-Sabini (1986), Santos (1998), Grossi (2000), Chateau (1987), entre outros que contribuíram para a fundamentação desta pesquisa. O segundo em forma de pesquisa de Campo, onde o instrumento utilizado para a coleta de dados foi a entrevista com professores de Educação Física que atuam no município de Canindé em Escolas Públicas.

Concepções da pesquisa

Quando se fala em pesquisa o primeiro pensamento que vem à mente é de gráficos de jornais, de pessoas nos laboratórios bem equipados, dados probabilísticos.

Buscando a definição no dicionário encontramos a palavra pesquisa como busca minuciosa para averiguação da realidade, indagação, investigação, inquirir, informa-se a cerca de, investigar, como também significa um estudo sistemático com o fim de descobrir ou estabelecer fatos, princípios, relativos a um dado do conhecimento. Toda pesquisa, ao ser realizado tem um ou mais objetivos a serem alcançados. Esse objetivos variam de acordo com a necessidade ou interesse do pesquisador. Martins e Santos (2003. p. 07)

A pesquisa surgiu da necessidade de se estudar a utilização do jogo como um recurso pedagógico dentro das aulas de Educação Física, a importância do ato de brincar, a utilização das atividades lúdicas como o jogo dentro do processo de ensino-aprendizagem.

A entrevista foi desenvolvida com três professores que atuam na rede pública de ensino do município de Canindé, mesmo com a participação espontânea dos entrevistados preservaremos os seus nomes e para facilitar a analise os trataremos pelas letras do alfabeto.

Na primeira pergunta se questionou: Você acha importante o uso de jogos pedagógicos para o desenvolvimento da aprendizagem do aluno nas aulas de Educação Física? Por quê?

O professor A respondeu que:

Desperta no educando o interesse pela disciplina, como também o raciocínio lógico do mesmo.

O professor B respondeu que:

Sim, porque desenvolve a aprendizagem do aluno.

O professor C respondeu que:

Sim, por mais difícil que seja conscientizar o aluno da importância da aprendizagem através dos jogos pedagógicos é necessário investigar essa percepção.

Analise das respostas dos professores entrevistados referentes à primeira pergunta: Você acha importante o uso de jogos pedagógicos para o desenvolvimento da aprendizagem do aluno nas aulas de Educação Física? Por quê?

Os professores de forma unânimes responderam que acham de fundamental importância, pois entende-se a partir de suas respostas que é através do lúdico que a criança interage com o seu meio, e com os outros desenvolvendo assim as interações grupais, o senso de participação, o desenvolvimento do raciocínio lógico etc.

Trabalhar os jogos dentro das atividades físicas pedagógicas leva o educando a desenvolver o processo cognitivo com maior facilidade, tornando a aula prazerosa, onde o aluno pode exercer a construção do conhecimento de uma forma diversificada, onde o mesmo irá aprender brincando.

Na segunda pergunta se questionou: Os professores de Educação Física que trabalham em sua escola trabalham as atividades lúdicas na disciplina?  Por quê?

O professor A respondeu que:

Sim, as atividades lúdicas são importantes na escola, para que os alunos se sintam mais motivados, para as outras disciplinas.

O professor B respondeu que:

Sim, porque é fundamental para a aprendizagem das outras disciplinas e que facilita a aquisição dos conhecimentos.

O professor C respondeu que:

Sim, em se tratando de uma educação física inovadora, todo profissional da área tem que se enquadrar em um só propósito, trabalhar com o lúdico.

Analise das entrevistas referentes à segunda pergunta: Os professores de Educação Física que trabalham em sua escola trabalham as atividades lúdicas na disciplina?  Por quê?

Todos os entrevistados responderam que os educadores de educação física das escolas em que atual desenvolvem atividades voltadas a prática das atividades lúdicas.

A atividade lúdica é um importante recurso pedagógico que desenvolve o raciocínio, a noção de convívio social, os direitos e deveres quando as regras dos jogos são cumpridas etc.

Na terceira pergunta se questionou: Que tipo de atividades lúdicas você costuma utilizar em suas aulas de Educação Física?

O professor A respondeu que:

Atividades que movimentem além do corpo do educando também a mente.

O professor B respondeu que:

Trabalho sempre movimentando o corpo, cultura corporal que abrange além dos aspectos fisiológicos do corpo do ser humano.

O professor C respondeu que:

Brincadeira de rodas, jogos recreativos, jogos pré-desportivos.

Analise das respostas dos professores referentes à terceira pergunta: Que tipo de atividades lúdicas você costuma utilizar em suas aulas de Educação Física?

Os professores entrevistados responderam que utilizam os jogos pedagógicos nas mais diferentes atividades realizadas pelos mesmos, dentre as quais gostaríamos de ressaltar: Brincadeira de rodas, jogos recreativos, jogos pré-desportivos, corporal e o de raciocino lógico.

Quando o jogo passa a ser desenvolvido de uma forma pedagógica, ele passa a representar simbolicamente não só a vida. “Quando jogamos estamos praticando, diretamente e profundamente, um exercício de coexistência e de re-conexão com a essência da vida da vida”(BROTTO, 1999, p.49).

Na quarta pergunta se questionou: Os seus alunos acham importante as atividades com jogos pedagógicos no Ensino da Educação Física? Por quê?

O professor A respondeu que:

Sim, os mesmos adoram os jogos pedagógicos, até pelo fato de muitas vezes se destacarem durante as mesmas.

O professor B respondeu que:

Sim, porque os alunos têm possibilidade de desenvolver com autonomia seu potencial nas atividades.

O professor C respondeu que:

Por mais inovador que seja, não é fácil conscientizar os alunos em um todo, quanto dos jogos pedagógicos, tenho obtido algum avanço.

Analise das respostas dos professores referentes à quarta pergunta: Os seus alunos acham importante as atividades com jogos pedagógicos no Ensino da Educação Física? Por quê?

Os professores A e B responderam que os seus alunos acham importante o desenvolvimento de jogos pedagógicos dentro das atividades esportivas, e ainda afirmam que muitos alunos gostam porque se destacam em suas práticas.”antes de mais nada o jogo é uma atividade voluntária”.(Huizinga, 1996, p.10)

O professor C respondeu que os alunos gostam, mas que ainda é muito difícil conscientizar os alunos sobre a importância das atividades lúdicas dentro da construção dos aspectos cognitivos referentes ao conteúdo de educação física que está sendo ministrado.

Na quinta pergunta se questionou: Em que conteúdos dentro do processo de ensino-aprendizagem costuma utilizar as atividades lúdicas?

O professor A respondeu que:

Durante todas as atividades que trabalham o corpo e a mente do aluno.

O professor B respondeu que:

Atividades esportiva  e corpo humano.

O professor C respondeu que:

Educação física escolar, seja prática ou teórica.

Analise das respostas referentes à quinta pergunta: Em que conteúdos dentro do processo de ensino-aprendizagem costuma utilizar as atividades lúdicas?

Os entrevistados responderam que costumam trabalhar os jogos dentro da educação física prática e teórica, o que consideramos muito importante para o desenvolvimento da aprendizagem dos conteúdos de educação física.” O uso do jogo  a criança a se desenvolver em sua parte afetiva,psicológica, social espiritual e motora.  “(SOLER, 2003, p.49)

Uma breve analise crítica das entrevistas

Com as entrevistas analisamos questões referentes ao uso das atividades lúdicas nas aulas de educação física, onde observa-se que na atualidade os professores que atuam nesta área estão bastante preocupados em diversificar o processo de ensino e aprendizagem.

As atividades lúdicas dão ao professor um suporte de fundamental importância para o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, pois é através do jogo que a criança interage com o seu mundo imaginário e liga as suas criações fictícias ao mundo real a situações que ela vivencia, proporcionando assim, uma aprendizagem voltada para o desenvolvimento cognitivo de uma forma prazerosa, onde a aprendizagem é o foca principal.

Observa-se nas entrevistas que o professor de educação física não trabalha mais somente com o desenvolvimento corporal, contudo, procura desenvolver também as atividades mental do aluno, proporcionando assim um desenvolvimento tanto corporal como cognitivo. O que constitui uma ação muito importante, pois a pratica da educação física passa a trabalhar o educando como um todo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os jogos utilizados na prática da Educação Física são atividades que proporcionam a construção do conhecimento, ou seja o desenvolvimento do processo cognitivos e o desenvolvimento dos aspectos corporais. É através da ação de jogar que o educando exerce as noções de regra e cidadania quando desenvolve as regras com os seus direitos e deveres.

É durante a infância que o educando vivencia com maior freqüência as atividades voltadas as experiências com o lúdico e os mesmos passam a vivenciar situação observadas e vivenciadas no seu cotidiano, criando situação muitas vezes que envolvem problemas e procurando soluções para o mesmo.

O que se observa durante a pesquisa bibliográfica é que muitos pesquisadores educacionais estão cada vez mais desenvolvendo pesquisas sobre os impactos dos jogos na construção dos aspectos cognitivos, pois é através da interação dos conteúdos ministrados de forma teórica e prática que o educando vivencia situações decorrentes de aprendizagens do seu cotidiano e usam os conteúdos ministrados nas aulas como forma de interação e construção de soluções para os problemas. Portanto, o desenvolvimento humano não pode ser centrado somente pela prática formal de exercícios físicos, ou seja, a supervalorização do corpo, mas liga  também ao desenvolvimento cognitivo do educando.

Na pesquisa de campo observa-se que as atividades lúdicas estão ganhando espaços e estão sendo trabalhadas em parceria das atividades físicas, os professores entrevistados nos relatam que o lúdico é trabalhado dento das atividades físicas, afirmam ainda que os alunos gostam deste tipo de atividades e que muitos se destacam no desenvolvimento das mesmas.

Conclui-se nesta pesquisa que o ato de brincar não significa simplesmente uma forma da criança distrair-se, que o jogo é a forma mais completa que ela tem de comunicar-se com o mundo e consigo mesma. Jogando ela desenvolve seu pensamento, sua flexibilidade corporal, seus movimentos, cria estratégias, resolve situações problemas, além de gerar canais de comunicação. A educação física não pode ser trabalhada apenas como modalidade esportiva sem se dá sentido a mesma, mas como uma ação conjunta o professor trabalhe o aluno como um todo corpo e mente, só assim teremos uma educação física voltada para o desenvolvimento completo do aluno.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BROTTO, Fábio Otuzi. Jogos Cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar. São Paulo. Cepeusp, 1995/Santos: Projeto Cooperação. Ed. Renovada.1997

CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Sumus. 1987. p. 142.

CORIA-SABINI,Maria Aparecida. Psicologia Aplicada à educação, São Paulo:EPU,1986.

GROSSI, Esther Pilar. Um novo jeito de ensinar Matemática começando pela divisão. Câmara dos Deputados. Brasília ,2000

HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: O jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1996.

MARTINS, Jaqueline Pinto & SANTOS, Gilberto Pinheiro, Metodologia da Pesquisa Científica, Rio de Janeiro: Grupo Palestra 2003.

OLIVEIRA, Vitor Marinho de. O que é Educação Física?São Paulo: Editora Brasileira. 11ª Edição 1994

PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Zarar. 1978.

SANTO, Luiz Carlos dos. O professor e o rendimento escolar de seus alunos. São Paulo: EPU, 1987.

SOLER, Reinaldo. Educação Física Escolar. Rio de Janeiro: Sprint, 2003.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/a-importancia-dos-jogos-para-o-processo-de-ensino-e-aprendizagem-1131490.html

    Palavras-chave do artigo:

    jogos ensino aprendizagem

    Comentar sobre o artigo

    Rosilene Coimbra Costa Pinto

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    Edjar Dias de Vasconcelos

    Uma deusa da mitologia grega. Mãe do planeta terra. Toda poderosa. Protetora da natureza. Retrata o livro. James de Lovelock. Renomado cientista. Defensor do meio ambiente. Defende como hipótese. A seguinte tese. Gaia a deusa Terra.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 20/12/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Antes apenas o vazio. Indefinido por essência. O que se entende por natureza. Em uma acepção imemorial. Portanto, o significado do nada. A existência do mistério. Na morfologia cristã. Mesmo no ateísmo. A etimologia agnóstica. Completamente incompreensível. A incausabilidade. Mas, com efeito, apenas tal perspectiva.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 19/12/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Uma gotícula da sopa primitiva. Bilhões e bilhões de anos. Resultaram em diversidades. Das formas de vida. Do mesmo núcleo. Resultou a nossa existência. Tudo remonta ao único princípio. O fundamento da célula reprodutora. Muita sorte de sermos o que somos. Duas categorias de primatas. Prossimios e antropoides.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 19/12/2014

    Como se estruturou historicamente a Psicomotricidade na cidade de Uberlândia/MG nas décadas de 90 até os dias atuais e quais os principais avanços e dificuldades enfrentadas? Este artigo tem como objetivos conhecer a historia da Psicomotricidade na cidade de Uberlândia/MG.

    Por: JOSE BRAGA GUIMARAES NETOl Educação> Ensino Superiorl 17/12/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A concentração é natural, não da forma que está sendo efetivada nesse momento histórico do capitalismo. Com maior evidência no século XXI. O que poderá de algum modo ameaçar a democracia.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 17/12/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A respeito do saber. Em referência a possibilidade do conhecimento. Um gênio da Filosofia Iluminista alemã. Kant. Relata em sua principal obra. Crítica da Razão da Pura. A maior revolução acadêmica. Sua acepção morfológica da teoria do conhecimento. A natureza do sujeito e do objeto. Mecanismo de cognição. Determinando a metodologia do conhecimento. Em suas divisões epistemológicas. Aos diversos campos aplicativos.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 15/12/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A identidade representativa artística funciona a coerência lógica por intermédio da ação fundamental do entendimento, o princípio contraditório. Com efeito, não poderá ser compreendida pelo caminho fenomenológico da redução indutiva.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 14/12/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Venho das Famílias. Vasconcelos, Machado, Batista, Bonito, Dias e Silva da Costa. Meu terceiro avô. Por parte do meu pai. Nicomedes Costa de Vasconcelos. Filho de Cristino Costa e Silva. Primo Machado de Vasconcelos. Casado com Belica Batista de Vasconcelos. Irmã do meu outro bisavô. Manoel Batista.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 12/12/2014 lAcessos: 12

    Geralmente visto como uma arte menor, os quadrinhos não costumam receber a mesma atenção de linguagens como a literatura, a fotografia, o cinema e o vídeo, por exemplo. O trabalho busca um olhar sobre este tipo especifico de produção imagética. As ferramentas teóricas utilizadas na construção desse olhar vêm da Semiótica e dos Estudos Culturais.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 7,559 lComentário: 2

    As Histórias em Quadrinhos originalmente surgidos na Inglaterra, na década de 1950, e trazendo na bagagem forte influência do estruturalismo francês, o interresse dos Estudos Culturais voltou-se primeiramente para os problemas da sociedade e da linguagem. Na década de 1980, com o surgimento do conceito de pós-moderno, ultrapassam as fronteiras da Grã-Bretanha, chamando a atenção de estudiosos de outros paises, sobretudo dos Estados Unidos da América.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 7,428

    É através da brincadeira que o ser humano interage com os outros e com o seu meio. Essa interação proporciona o conhecimento da própria realidade. Considerando o anteriormente exposto, pode se concluir que a brincadeira contém as tendências do desenvolvimento intelectual de descobertas e relações.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 16/08/2009 lAcessos: 11,188

    Ler é essencial. Através da leitura, testa-se os próprios valores e experiências com as dos outros. No final da leitura de cada livro, fica-se enriquecido com novas experiências, novas idéias, novas pessoas. Eventualmente, fica-se conhecendo melhor o mundo, e um pouco mais de si mesmo.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 15,867 lComentário: 4

    Esta pesquisa, analisou a leitura do livro paradidático desenvolvida na Escola de Ensino Fundamental Senador Carlos Jereissati, tanto no seu significado quanto a sua aplicabilidade. O presente estudo foi desenvolvido a fim de se entender como lidar com o conhecimento através do livro paradidático, necessário e indispensável à formação dos alunos. A escolha de trabalhar com o tema surgiu por se observar que a maioria dos educadores trabalham a leitura de forma mecânica e desvinculada da realidade

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educaçãol 16/08/2009 lAcessos: 12,155 lComentário: 2

    O objetivo primordial deste texto é lançar um olhar reflexivo sobre a importância da ação pedagógica do professor que atua nas salas de aceleração da aprendizagem. Onde iremos refletir um pouco sobre o abismo que separa as aulas planejadas sem significado para a vida do educando e a importância dos paradigmas: ação docente, conteúdo e realidade. O texto abaixo foi desenvolvido a partir das experiências educacionais de pesquisadores em salas de Aceleração da Aprendizagem.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 03/10/2008 lAcessos: 29,543

    Neste relato de experiência exitosa lançou-se um olhar reflexivo sobre a avaliação da aprendizagem como parte do processo ensino aprendizagem que tem por fim, garantir a qualidade, verificar a fidelidade da execução dos pressupostos pedagógicos e dos objetivos que determinam a proposta metodológica, verificar o conhecimento que está sendo produzido e assimilado pelo aluno, na sua intensidade e na maneira que isso ocorre. Diante dessas observações que transitam em torna de avaliação educacional.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 03/10/2008 lAcessos: 1,388

    RESUMO Neste artigo lançou-se um olhar reflexivo sobre O Papel da Avaliação da Aprendizagem Aplicada na Região da CREDE 07, nas escolas que compõem os municípios de Canindé, Caridade, Paramiti, Itatira e Santa Quitéria. A presente pesquisa surgiu da necessidade de refletirmos sobre a importância da avaliação no processo de ensino-aprendizagem, onde avaliar seja um ato desenvolvido de forma processual, contínuo e diário.

    Por: Walderclaudio Nascimento Santosl Educação> Ensino Superiorl 03/10/2008 lAcessos: 93,440 lComentário: 3

    Comments on this article

    0
    paula fernandes 13/07/2011
    que otimo tudo isso eu que sou cantora amei isso.

    kiss:de sua amiga paula fernandes
    1
    Lucas 27/09/2010
    AMEI!!!!!!!!!!!!!!!
    ISSO AJUDARA MUITAS PESSOAS
    MUITO BEM!!...
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