A PROBLEMÁTICA DA EVASÃO ESCOLAR E AS DIFICULDADES DA ESCOLARIZAÇÃO

Publicado em: 01/07/2010 |Comentário: 1 | Acessos: 4,643 |

O problema da evasão escolar é uma questão que tem raízes históricas,  associando-se à uma política imposta pelas elites na qual pesam sucessivas intervenções do governo na mudança do sistema escolar. Este fato é patente quando se verificam na Constituição de 1824 vários princípios da Declaração dos Direitos do Homem, dentre os quais se destaca a garantia formal do ensino primário gratuito a todos os cidadãos. Em 1827, foi criada a lei que determinava a criação de escolas primárias em todas as cidades, vilas e vilarejos. No entanto, aos poucos, o Estado veio se desincumbindo do ensino primário, voltando suas atenções para o desenvolvimento do ensino secundário e superior, garantindo aos mais ricos o diploma como passaporte para os altos cargos públicos e prestígio social. A educação era privilégio de poucos e, quando da Proclamação da República "...menos de 3% da população freqüentava a escola em todos os seus níveis, e 90% da população adulta era analfabeta..." PATTO (1990: p.55).

O período de 1889 a 1930, que vai do Presidente Marechal Deodoro da Fonseca a
Mena Barreto foi marcado pela vigência da República Oligárquica. Nesse sistema, a manipulação de votos pelas elites dirigentes garantia o domínio dos coronéis, ao mesmo tempo em que alimentava a formação de grupos que se valiam da bandeira "escola para todos", tendo em vista não só alimentar a população votante para o domínio eleitoral, mas também enveredar uma política de idéias de educadores progressistas que vislumbravam a democratização de uma sociedade que avançava pelos caminhos da produção industrial capitalista.

Já a Constituição de 1937 atendia às intenções do ensino profissionalizante que era a prática dos discursos de Vargas, justificada pela política de industrialização do Brasil. Assim, surgiram os cursos de aperfeiçoamento profissional com a criação de um sistema de ensino profissionalizante paralelo à rede pública. Foram criados, então, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC.

Em 1946, com o Presidente Eurico Gaspar Dutra, é assinada a Lei do Ensino Normal que estabelece normas para habilitar o professor primário. Nesse mesmo ano, é elaborada e assinada a Lei do Ensino Primário que efetivou a participação do governo nesse nível de ensino.

Em 1955 o governo de Café Filho decide investir na educação, destinando-lhe mais verbas, ocasionando o aumento do ensino superior e a ampliação da rede escolar pública.

Paulo Freire deu origem às campanhas de alfabetização de adultos e o sucesso do seu sistema, que alfabetizava em 40 horas a um custo baixo, fezendo com que o Governo João Goulart o adotasse entre 1963 e 1964 para a efetivação do Plano Nacional de Alfabetização.Às vesperas do golpe militar de 64, João Goulart contrariou o movimento progressista pela reforma da educação e sancionou a Lei de Diretrizes Básicas da Educação Nacional – LDBEN, dando igual tratamento às escolas públicas e privadas, inclusive na questão da concessão de financiamentos. A partir daí, a rede escolar particular cresceu e tomou conta da educação no Brasil, enquanto que o ensino público entrou no processo de exclusão das classes populares à medida que as elites continuaram protegidas e adotaram o sistema de ensino proposto pelos Estados Unidos, devido à abertura do Brasil ao capital estrangeiro. Vieram os convênios MEC/USAID entre o Ministério da Educação(MEC) e a United States Agency for International Development (USAID) que tinham como objetivo implantar o modelo norte americano nas universidades brasileiras através de uma profunda reforma universitária. Enquanto isso, a educação pública regredia em conteúdos e incentivos.

Em 1967 no governo de Costa e Silva, foi criado o Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL, que iniciou suas atividades em 1970, cujo motivo era diminuir os altos índices de analfabetismo.

O advento do primeiro governo democrático, com o Presidente Tancredo Neves, substituído pelo Presidente José Sarney, nada introduziu de novo no sistema nacional de educação, ficando em segundo plano e priorizando a grave situação econômica do país: falta de emprego, volta da inflação, enfim, problemas que monopolizaram e tiraram a atenção do Governo.

Na década de 90, os problemas sociais se avolumaram na Era Collor. O país mergulhou no maior sistema inflacionário jamais visto no país até hoje, vindo em seguida a deposição do Presidente.

Assumiu no meio do caos político e social o Presidente Itamar Franco, herdando do seu  antecessor um quadro calamitoso: uma recessão que se instalou no País, a falta de emprego e o empobrecimento da população. O governo procurou disfarçar e amenizar os problemas instituindo programas sociais como a distribuição gratuita de leite a crianças carentes. Depois, surge o Programa da Merenda Escolar como forma de fixar os alunos das escolas publicas no seu local de estudo, oferecendo-lhes o que estava faltando em suas casas: alimentação.

Com a eleição do Presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1995, a educação permaneceu na mais absoluta imobilidade. O principal feito foi a meta do Avança Brasil, que ampliou em pelo menos 5% ao ano a oferta de vagas em creches e pré-escolas, sobretudo para a população de menor renda. Para o ensino fundamental foram lançados programas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério - FUNDEF e o Toda Criança na Escola que contribuíram para alavancar os indicadores quantitativos desse nível de ensino, porém a performance do governo deixou a desejar no ensino médio, nível em que poucas metas prometidas por FHC para a educação foram integralmente cumpridas. No seu governo, os recursos para o ensino superior diminuíram. Parte das metas prometidas foi executada de forma parcial. O governo FHC cometeu ainda um grave crime contra a juventude brasileira ao aprovar o projeto de lei nº 9.649/98, que proibia a expansão do sistema federal de educação profissional. "Essa lei foi um verdadeiro crime contra a democracia".

Em 2003, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, que não tem formação acadêmica, realizou diversos investimentos em educação com a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica - FUNDEB, prevendo um ensino integrado desde a educação infantil até o ensino médio e capacitação para professores da educação básica através da Rede Nacional de Formação Continuada de Professores. Houve aumento na oferta de cursos de graduação a distância, os alunos do ensino médio foram beneficiados pelo Programa Nacional do Livro Didático com a distribuição gratuita de livros, houve ainda ampliação do ensino universitário federal, o lançamento do Programa Universidade para Todos-ProUni que concede bolsas de estudo integrais e parciais a estudantes de baixa renda em cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior.

No entanto, o nosso sistema educacional tem sido e continua sendo altamente elitista. As classes economicamente desenvolvidas cursam o Ensino Fundamental e Médio em escolas particulares que oferecem – inexplicavelmente - ensino de melhor qualidade. As classes sociais menos favorecidas recebem, nas escolas públicas, ensino altamente deficitário. A grande maioria dessa população mal consegue terminar o Ensino Fundamental. Poucos conseguem concluir um curso em nível médio, e uma minoria chega ao ensino superior nas universidades públicas. Só lhes resta a opção pelas faculdades particulares. Tendo de estudar e trabalhar ao mesmo tempo, optam pelos cursos noturnos para conciliar estudo-trabalho, sabendo-se que não se pode comparar o rendimento de um aluno universitário que trabalha e estuda, com outro que está o tempo todo disponível para a escola.

Por conseguinte, vale resaltar que o sucesso ou fracasso vai depender das características de cada um, do esforço pessoal e interesse, sem levar em conta que nem sempre os que se esforçam vencem, e os que fracassam não se esforçaram. Mas na própria visão da educação, através dos educadores, das escolas, e até mesmo dos órgãos governamentais, simplistas por natureza, deram continuidade de que os alunos são portadores de todos os problemas, transformando-os em incapacitados, ocultando na realidade a incapacidade da escola, do professor, e do próprio sistema.

As ideias que dominam atualmente o Brasil a respeito das dificuldades da aprendizagem escolar atribuem o fracasso escolar a causas situadas intra-escola e extra-escola, as quais provocam no aluno a desmotivação, a desistência e o desinteresse pela escola e pela vontade de estudar.

No que tange aos aspectos intra-escolares se verificam fatores internos ligados às questões de infra-estrutura da escola, à falta de material didático adequado e de boa qualidade aos alunos, à escassez de recursos pedagógicos diversificados e limitado a um programa pobre em conteúdo onde pouco se ensina e muito pouco se aprende. A esses fatores, acrescenta-se ainda a distãncia entre gestores, professores e alunos. A soma de todos esses déficites tem contribuído para a elevação dos índices de evasão escolar.

Ao mesmo tempo que nascem fatores de indisciplina dentro do colégio, fortalecem-se condições inadequadas de trabalho, a falta de preparo do professor e sua baixa remuneração, são fatos relevantes e fatores agravantes da evasão escolar, pois atingem, no primeiro caso, o agente disseminador da educação.

A má qualidade do ensino e a forma como é conduzida as aulas é sem dúvida alguma outra causa do insucesso da escola. "... o ensino inferior despovoa as escolas pela infrequência, suscitando nos alunos a repugnância intelectual por ela...". CARDOSO (1949: p.29 a 35), e gera altos índices de repetência o que, por via de consequência, provoca a indiferença do aluno pela escola.

Nessa problemática da educação ainda se ressaltam a falta de currículos adequados a realidade do alunado, uma vez em sua maioria não estão de acordo com a necessidade do aluno por não obedecer a um plano de aula voltado a sua realidade.

Nesse mesmo contexto, a problemática extra-escolar nasce também o questionamento em torno da responsabilidade do professor quando considera seu  papel preponderante na relação com o aluno, podendo ser considerada como consequência dos seus problemas pessoais. O docente projeta nos alunos seus próprios complexos refletindo nessa relação os desajustamentos emocionais, conjugais, econômicos e sociais do seu ambiente doméstico, repetindo nas crianças suas próprias experiências e vivências decorrentes dessa educação equivocada e sofrida que põe em relevo a má qualidade do ensino, chegando a torná-lo ineficaz.

A vida na pobreza também contribui para o insucesso da escolarização. Os efeitos negativos dos problemas sócio-econômicos fazem com que os alunos se desinteressem pela escola. Ainda pode-se falar da necessidade que o aluno tem de trabalhar para ajudar a família, fato que provoca cansaço no período diurno, reduzindo o grau de aproveitamento escolar à noite. Todos esses fatores, associados à falta de perspectiva social, fazem com que a luta pela sobrevivência se sobreponha às questões educacionais.

Há ainda a interferência do meio familiar. No caso da "criança problema" se relaciona a idéia de "pais problemas". Na verdade, essa é a origem dos desajustes das crianças e do seu efetivo atraso em relação ao nível de escolarização, já que o aluno carece do apoio da família nos estudos. A visão estereotipada das relações familiares das classes pobres se contrasta por outro lado com o da criança mimada e superprotegida das classes abastadas. Ambos os casos, embora opostamente colocados, são causas de igual intensidade maléfica nas questões que envolvem as dificuldades da escolarização e baixo rendimento escolar.

Outro fato relevante diz respeito aos problemas pessoais aos quais destacam: aversão às aulas  ou ao professor; falta de vontade de estudar; falta de objetivos do aluno; por não ter vaga; necessidade de trabalhar para ajudar a família; avaliação negativa da escola; por não aprender como esperado ou ainda o conteúdo da  sala de aula não se relacionar com seu dia-a-dia; por motivo de doença ou por ter casado; por estarer fora da faixa etária adequada ao curso que frequenta; falta de formação básica e  de relacionamento recíproco entre professor, grupo gestor da escola e aluno.

Impedem como também interferem no êxito escolar do aluno problemas de organização administrativa, como alunos circulando livremente nos corredores fora das salas de aula, planejamento escolar burocrático e mecânico, salas superlotadas e ausência de ventiladores para minimizar o calor nas salas de aula, não cumprimento do horário das aulas e falta de acompanhamento pedagógico dos alunos, de material didático e xerocopiadora. Aulas sem motivação também provocam total desinteresse do alunado, assim como infra estrutura da escola precária, dificuldade de transporte escolar, indisciplina, falta de base escolar.

Apresentados as causas da problemática da evasão escolar e as dificuldades da escolarização, convém sugerir que medidas que poderiam ser tomadas para amenizar os problemas do abandono da escola  e assim, conter a evasão escolar. Devemos cuidar do aluno, motivando-o, assistindo-o e dando-lhe as condições básicas para que ele desperte o interesse e a conscientização de que o estudo é importante para seu presente e futuro.

Verifica-se que as famílias devem ser conscientizadas sobre a importância do estudo para os filhos. Não há duvida de que o meio em que o aluno vive é o familiar, cuidando dela, com certeza se aportarão benefícios à questão educacional. São necessárias ações governamentais que visem a melhoria do nível de emprego permitindo melhores condições financeiras para que os pais possam arcar com as despesas da educação dos filhos, sem necessidade destes terem de se preocupar com sua sobrevivência priorizando o trabalho em detrimento dos estudos.

Intimamente relacionados a esses aspectos está a necessidade de melhoria da parte física da escola para a satisfação dos alunos em estar dentro de um colégio de bom aspecto,  dotando-a de classes mais ventiladas, menos lotadas, com possibilidade de desenvolver esportes através de uma estrutura adequada. Vale ressaltar que para que uma escola possa atender toda a comunidade de estudantes e professores é preciso estar bem equipada. Hoje não se concebe uma escola, mesmo primária, sem equipamentos de informática, sem xerocopiadora, sem equipamentos audiovisuais ou auditório.

Vale resssaltar que o professorado é e sempre será um dos construtores importantes da questão educacional. É necessário proporcionar-lhe salários dignos, além de conceder cursos periódicos para aperfeiçoamento de seus conhecimentos e técnicas pedagógicas, fazendo com que eles prestem sua significativa parcela de contribuição na diminuição da evasão escolar, através de um trabalho parceiro e solidário.

Para o aluno deve-se dar maior incentivo e melhorar a motivação das aulas, além de conscientizar os pais de que devem ter maior participação na vida escolar dos filhos e mobilizar as famílias acerca  da importância dos estudos para eles, costumizar reuniões com os pais e professores e reinvindicar maiores recursos do governo para a melhoria do sistema de ensino e das estruturas escolares, propiciando meios para que o aluno estude e trabalhe ganhando dinheiro dentro do próprio colégio.

A aproximação entre alunos – professores - núcleo gestor das escolas é outro fator importante que, ao acontecer, proporciona a satisfação de todos que dela participam. Via integração, há maior colaboração, compreensão, fraternidade e consequentemente, o sucesso do coletivo escolar.

A causa do fracasso escolar enfatiza a necessidade de desviar a rota que culpabiliza ora o aluno, ora o professor, ora a família, e fazer emergir o papel das políticas públicas como protagonistas principais da escolarização. A partir daí, as análises sobre as causas do fracasso escolar são ampliadas e  o foco do insucesso continua sendo o próprio fracassado. Essas constatações, têm uma conseqüência: desalentar muitos educadores e inocentar o Estado.

No entanto, é através da mobilização de todos que fazem a escola que se poderá chegar aos órgãos que administram a educação no nosso Estado, conscientizando-os da necessidade de melhorar a estrutura escolar, viabilizando o entendimento das questões educacionais. É necessário que os órgãos estatuais condigam esforços para reduzir o nível de evasão nas nossas escolas, oportunizando as crianças de hoje o acesso a um futuro que se desenha difícil para as gerações vindouras, principalmente se estes não tiverem uma sólida formação educacional. A conscientização da importância do seu papel e de suas políticas no panorama educacional brasileiro gera o dualismo que a legislação consolidou: uma escola para as elites, e outra, de segunda categoria para o povo, enfocando um modelo de escola unitária, aquela que traduz numa só linguagem, a educação para todos.

Esses esforços devem centrar-se em políticas educacionais que ofereçam condições de trabalho pedagógico, não atentando somente para a conseqüência do problema: a evasão. Fracassaram o projeto político do Estado e da escola, mas não o aluno. Enquanto a questão estiver encoberta por soluções que visem a diminuir os índices do fracasso e evasão, numa escola sem condições, estaremos apoiando um Estado ausente e uma ordem social injusta.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/a-problematica-da-evasao-escolar-e-as-dificuldades-da-escolarizacao-2761092.html

    Palavras-chave do artigo:

    evasao escolar

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    Comentar sobre o artigo

    Antonio Cunha

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 27/03/2014

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 25/03/2014

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    Vania Regina do Prado Vieira 26/10/2011
    ENSINAR NÃO É TRANSFERIR CONHECIMEMTOS,MAS CRIAR AS POSSIBILIDADES PARA A SUA PRODUÇÃO OU A SUA CONSTRUÇÃO(fREIRE;S99,P25)cONCORDO COM FREIRE.
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