As Diferenças Entre Os Métodos De Custeio: Custeio Direto E Custeio Por Absorção

Publicado em: 02/07/2009 |Comentário: 1 | Acessos: 33,423 |

1.      INTRODUÇÃO

O artigo tem finalidade de contribuir para o entendimento de alguns conceitos e ferramenta gerencial aplicada á analise de custos e preços de venda de diversas empresas. A abordagem escolhida evidencia que as ferramentas gerenciais apresentadas aplicam-se perfeitamente nas empresas, independentemente do porte, ou atuação, com adaptações consideráveis.

Parte do trabalho discorre a respeito dos métodos custeio de acordo com alguns autores, onde são apresentadas vantagens e desvantagem entre os dois métodos abordados, e outros assuntos envolvendo custos. A contabilidade de custos desenvolve uma identificação na estrutura de custos da empresa, contribuindo de forma estratégica com a empresa demonstrando fator diferencial de competitividade entre elas.

As empresas produzem matérias-primas ou prestarem serviços, esperando atingir seus objetivos. Adotam vários métodos e procedimentos no dia-a-dia unindo recursos produtivos, por exemplo: capital, diversos materiais, setor recursos humanos dentre outros. Nesse contexto, durante o processo de produção da empresa ocorrem variações patrimoniais, proporcionando à transformação de alguns direitos somando valor para chegar ao seu processo final, ou seja, a venda do produto. Entre várias funções da contabilidade de custos, uma delas seria direcionar, de maneira eficaz, as variações patrimoniais das empresas, independentes da sua natureza ou razões de sua ocorrência, que acontecem no seu ciclo operacional interno.

O sistema de custeio variável objetiva na separação dos gastos em variáveis e fixos, isto é, em gastos que variam de acordo com volume de produção/venda e gastos que permanecem estáveis perante volume vendas que variam com certo limite. A margem de contribuição é uma importante informação que provem desse sistema, onde proporciona informações para tomada de decisão das empresas. Porém é um método de custeio não aceito nas demonstrações externas, não é de acordo com as normas contabeis aceito na legislação.

A principal diferença existente na utilização do custeio por absorção é entre custos e despesas. A separação é importante porque as despesas vão diretamente contra o resultado do período, enquanto que apenas os custos pertencentes aos produtos vendidos serão tratados da mesa forma. Os custos em relação aos produtos que ainda estão sendo elaborados e aos produtos acabados e não vendidos vão para estoque desses produtos. O método direto ou variável é recomendado pela legislação tributária brasileira.

2.      QUAL MELHOR MÉTODO A SER ADOTADO?

Na escolha do sistema mais adequado, se é por Absorção ou Variável, primeiramente, a primeira pergunta a ser feita é para qual fim quer o sistema, se é para controle, fornecimento rápido de informações para fins de decisões rotineiras, que não demandam tanta rapidez de dados ou ainda para simples apuração de Estoques e Resultados?

Para decidir qual modelo usar, vai depender de quem irá receber as informações e o que fará com elas. È necessário definir, junto ao usuário final da informação, o que ele necessita. Muitas vezes é preciso informar esse usuário para deixar claro o que sistema pode e o que não pode fornecer, e isso terá um custo. Definindo os objetivos, fica fácil determinar o tipo de Sistema usar, bem como nível de detalhamento.

Qualquer que seja sistema implantado, sempre existirão problemas com resistências das pessoas, principalmente, quando solicitados diversos dados a elas. A primeira reação é de estar sendo controlada, fiscalizada, e toda pessoa que trabalhou sem correto controle tem natural predisposição contrária. Nenhum sistema de Custos, consegue eliminar a curto prazo, pessoas e gastos como muitos pensam. Ocorre justamente o contrário, e se o objetivo for redução custos, o efeito poderá ser ainda maior, pois implantação sistemas poderá exigir acréscimo de pessoas e equipamentos. Além disso, existe problema da burocracia.

3.      MÉTODOS DE CUSTEIO POR ABSORÇÃO

Custeio por absorção é o método que segue os Princípios Fundamentais de contabilidade, portanto é o sistema legal aceito e exigido no Brasil. Este método trabalha com sistema de rateios na apropriação dos custos de dois ou mais produtos. O procedimento é fazer com que cada produto ou serviço absorva parte dos custos diretos e indiretos da fabricação.

A separação entre custo e despesa é essencial, porque neste caso as despesas vão diretamente contra o resultado do período, enquanto os custos dos produtos não vendidos vão para o estoque. A finalidade deste critério é ter o custo total (direto e indireto) de cada objeto produzido.

Para Crepaldi (2004, p. 223)

Custear significa acumular, determinar custos. Custeio ou custeamento são métodos de apuração de custos, maneiras segundo as quais procederemos à acumulação e apuração dos custos.”

Um aspecto importante, é que em nosso país, há exigência de se fazer o custeio dos estoques pelo critério de absorção, não se permitindo a adoção de outro critério. Portanto, a comparação entre os métodos fica prejudicada pela impossibilidade de aplicação de outro critério.

Contabilmente se utilizarmos custeamento por absorção para os estoques, o lucro de um ano realmente ficará diferente caso adote outro método. Entretanto, considerando a soma dos lucros dos anos de vida da empresa, o resultado será igual, mesmo considerando métodos diferentes para apuração estoques. Dessa forma pode-se afirmar que independentemente do método utilizado pela empresa, não se altera o lucro total.

Oliveira/Perez Jr. 2000 p. 117 diz:

“No custeio por absorção, todos os custos de produção são alocados aos bens ou serviços produzidos, o que compreende todos os custos variáveis, fixos, diretos ou indiretos. Os custos diretos, por meio da apropriação direta, enquanto os custos indiretos, por meio de sua atribuição com base em critérios de rateios.“

3.1.   VANTAGEM DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO

  • Pode melhorar a utilização dos recursos, absorvendo todos os custos produção permitindo apuração do custo total de cada produto;
  • Entre algumas vantagens, Padoveze (2000, p. 50) “considera que a mais óbvia vantagem do custeamento por absorção é que ele está de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade (PFC) e as leis tributárias”.
  • Outra vantagem citada pelo autor é que ele pode ser menos custoso de programar, pois ele não requer a separação dos custos de manufatura nos componentes fixos e variáveis.

3.2.   DESVANTAGENS DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO

  • Os custos, por não se relacionarem com este ou aquele produto ou a esta ou aquela unidade, são quase sempre distribuídos à base de critérios de rateio, quase sempre com grande grau de arbitrariedade;
  • O custo fixo por unidade depende ainda do volume de produção; pior de tudo isso, o custo de um produto pode variar em função da alteração de volume de outro produto.
  • Os custos fixos existem independentes da fabricação ou não desta ou daquela unidade, e acabam presentes no mesmo montante, mesmo que ocorram oscilações (dentro de certos limites).
  • Segundo Martins (1998), a desvantagem deste método está no aspecto gerencial, já que todos os custos deverão se incorporar aos produtos, inclusive os fixos. Deve-se utilizar algum critério de rateio para alocação destes custos. Assim, mesmo que o critério de rateio seja o mais ideal, haverá certo grau de arbitrariedade na alocação de custos.

Um problema na utilização do método de custeio por absorção esta na fixação dos preços sem conhecer a margem real de cada produto vendido e de forma menos eficaz visando resultado global.

4.      CUSTEIO DIRETO OU VARIÁVEL

Leone (2000 – p.323) descreve:

As próprias leis da Contabilidade prescrevem o emprego do custeio por absorção. A idéia que sempre valeu era a de que os produtos devem absorver todos os custos necessários para fabricação e se possível comercialização. As despesas e custos indiretos deveriam ser carregados aos custos produtos vendidos, mesmo que esse exercício fosse realizado por meio de alguns critérios de apropriação arbitrários.

 

Em razão de algumas divergências no método sistema de absorção, surge o sistema custeio variável, onde apenas os custos variáveis são aplicados aos produtos e os custos fixos lançados diretamente ao resultado como se fossem despesas. Esse sistema também é conhecido como método custeio direto, devido custos variáveis ser como regra, direta.

Se num determinado período for vendido toda produção acabada o lucro bruto por este método será maior do que o apurado pelo método custeio por absorção, devido apropriar apenas os custos variáveis. Na mesma hipótese o lucro líquido será igual, pois o custo fixo integrado aos produtos vendidos no método absorção estará em despesas operacionais no variável.

Partindo do princípio de que os custos da produção em geral, são apurados mensalmente e de que os gastos incorporados aos custos devem ser aqueles incorridos e registrados na contabilidade, esse sistema de custo depende de um suporte do sistema contábil, de forma que o Plano de Contas separe, já nos registros dos gastos, os custos variáveis e custos fixos de produção rigorosamente. O termo custos fixos, quer dizer que não sofrem oscilações ao volume da produção, quando convertido em custos por unidade torna-se variável.

4.1.   ALGUMAS VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DO CUSTEIO VARIÁVEL

Os defensores da utilização deste método argumentam como vantagem que os custos fixos, existem independentemente da fabricação ou não de um produto, os custos fixos podem ser vistos como encargos necessários para que a empresa tenha condições de produzir, e não como encargo de produto específico.

Os custos são distribuídos aos produtos por rateios, que contém em maior ou menor grau a arbitrariedade. Todavia, para a tomada de decisão, o rateio, por melhores que sejam os critérios pode fazer um produto não rentável, e é claro, isto não é correto.

Por essas razões e para aperfeiçoar decisões, o custeio variável tende a ser mais utilizado, lembrando que não é um sistema aceito legalmente, sua utilização limita-se à contabilidade para efeitos internos da empresa, chamada Contabilidade Gerencial.

Padovezze (2003 - p. 170) descreve:

a)           Os custos dos produtos são mensuráveis objetivamente, pois não sofrerão processos arbitrários ou subjetivos de distribuição dos custos comuns;

b)           O lucro líquido não é afetado por mudanças de aumento ou diminuição de inventários;

c)           Os dados são necessários para a análise das relações custo-volume-lucro são rapidamente obtidos do sistema de informação contábil;

d)           É mais fácil para os gerentes industriais entender o custeamento dos produtos sob o custeio direto, pois os dados são próximos da fábrica e de sua responsabilidade, possibilitando a correta avaliação de desempenho setorial.

e)           O custeamento direto é totalmente integrado com o custo padrão e o orçamento flexível, possibilitando o correto controle de custo.

4.2.   ALGUMAS DESVANTAGENS DO CUSTEIO DIRETO

De acordo com Padovezze (2003 p. 170):

a)           A exclusão dos custos fixos indiretos para valoração dos estoques causa a sua subavaliação, fere os princípios contábeis e altera o resultado do período;

b)           Na prática, a separação de custo fixos e variáveis não e tão clara como parece, pois existem custos, semivariáveis e semifixos, podendo o custeamento direto incorrer em problemas semelhantes de identificação dos elementos de custeio;

c)           O custeamento direto é um conceito de custeamento e análise de custos para decisões de curto prazo, mas subestima os custos fixos, que são ligados à capacidade de produção e de planejamento de longo prazo, podendo trazer problemas de continuidade para a empresa.

Após citar algumas vantagens, do custeamento variável ou direto, Benedicto – 1997 p. 142 assim se expressa:

“Em linhas gerais, pode-se inferir que o custeio direto/variável oferece mais informações úteis e relevantes para a tomada de decisão do que as demais abordagens do método de custeio, principalmente por evidenciar, de forma clara e objetiva, a margem de contribuição que a instituição precisa ter para suportar determinado volume de atividade, de modo a absorver os seus custos fixos e gerar resultados favoráveis. Em síntese, o método do custeio variável oferece condições para os gestores”:

  • Avaliarem os impactos de redução ou aumento de custos nos resultados da entidade, tornando-se um instrumento relevante ao planejamento e controle das atividades;
  • Avaliarem o desempenho de forma mais significativa dos centros de resultados do que aquela proporcionada pelo custeio por absorção, uma vez que os centros de resultados absorvem custos fixos e sua rentabilidade fica prejudicada com os rateios efetuados, tornando ás vezes um centro de resultado produtivo em não-produtivo ou vice-versa.

5.      REVISÃO DE LITERATURA

Quanto ao Custeio por Absorção, Martins (2003, p. 37) afirma que: “consiste apenas na apropriação de todos os custos de produção aos bens elaborados, e só os de produção são distribuídos para todos os produtos ou serviços feitos”.

Crepaldi (1998, p. 83) afirma que: “O Custeio por Absorção ou Custeio Pleno consiste na apropriação de todos os custos (sejam eles fixos ou variáveis) à produção do período. Os gastos não fabris (despesas) são excluídos”.

A forma de custeio esta ligada à questão de que tipo de mensuração monetária deverá ser dado aos recursos que formam o custo dos produtos e serviços, portanto a forma é variada, pode-se aplicar qualquer forma de custeio ao método adotado. Os custos diretos ou variáveis têm uma identificação clara e pode ser mensurado diretamente a uma unidade de produto, serviço ou atividade, enquanto os custos indiretos ou fixos não têm essa mesma possibilidade e só podem ser atribuídos ao custo dos produtos, serviços ou atividades por critérios de distribuição ou alocação de custos (chamados de critérios de rateio ou absorção de custos indiretos). Dessa maneira classificam-se duas opções de método de custeio: Direto ou variável e custeio por absorção, conforme segue algumas características e vantagens a seguir.

6.      METODOLOGIA

A metodologia deste trabalho é apresentar o instrumental de custos com adoção de um enfoque gerencial, dentro de uma abordagem seqüencial que permita a compreensão dos conceitos básicos de custos e sua aplicabilidade.

Padoveze (2003) diz: “O custo se transforma em despesa quando o bem ou serviço que representa é consumido.”.

Em outras palavras, o custo se transforma em despesa quando o bem ou serviço, que estava estocado, sai da empresa e é entregue ao cliente. Portanto, a saída do produto ou serviço é uma perda para a empresa, uma despesa, e afeta a riqueza dos sócios.

A dificuldade de formar preço de venda pode atingir todos os setores de produção, desde o fornecedor da matéria-prima, passando pelo fabricante, distribuidores, varejistas até o consumidor final. Desta forma, são diversos fatores que influenciam a determinação do preço de venda, tais como, custos, concorrência entre outros.

7.      RESULTADOS ESPERADOS

Analisando os dois métodos, percebe-se cada um satisfaz necessidades empresariais diferentes e importantes. As informações de cada método é uma complementação para satisfazer as necessidades das empresas. O método do custeio variável, trás para a empresa informações importantes para tomada de decisão, facilitando na elaboração de relatórios gerenciais internos e/ou na utilização da margem de contribuição. Já o método de custeio por absorção, a empresa estaria de acordo com a legislação fiscal, podendo utilizá-lo na elaboração dos demonstrativos contábeis externos.

O processo de custeamento dos produtos e serviços exige uma estrutura de informações analíticas, tanto para a obtenção das quantidades e dados físicos, quanto para os preços unitários e outros dados de valores. A maior parte das informações necessárias ao desempenho das diversas atividades existentes na empresa e constam dos sistemas de informações operacionais que apóiam essas atividades. Caso, algumas informações necessárias não constem nos diversos sistemas operacionais existentes, é tarefa do responsável pela área de custo a implantação de sistemas ou subsistemas para obter essas informações que faltam dentro, é óbvio, de uma adequada relação custo-benefício.

8.      CONCLUSÃO

Conclui-se que diante de um ambiente competitivo em que empresas buscam diferentes formas de reduções de custos e diferenciações em serviços e produtos, torna-se indispensável à adoção de um sistema de custo que melhor atende a realidade da empresa. Para o desenvolvimento de estratégias é necessário que conheçam os custos e despesas em detalhes, bem como os fatores que causam suas variações.

Analisando a utilização dos dois métodos, verifica-se que não existe o melhor método de custeio, pois as informações geradas por cada sistema seria um complemento das necessidades de cada empresa, portanto é preciso avaliar em conjunto qual sistema será mais objetivo para aquela empresa. Pelo custeio por absorção, a empresa estaria de acordo com as exigências da Legislação Fiscal, podendo utilizá-lo na elaboração dos demonstrativos contábeis externos. Pelo custeio variável, a empresa teria informações importantes para tomadas de decisão, com a utilização da margem de contribuição e elaboração de relatórios gerenciais internos.

 REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT. NBR 6022. Artigos. Rio de Janeiro, 2003.

ABNT. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003.

ABNT. NBR 6027: sumário. Rio de Janeiro, 2003.

ABNT. NBR 6028: resumo. Rio de Janeiro, 2003.

ABNT. NBR 10520: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2002.

ABNT. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro, 1989.

ABNT. NBR 14724: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006.

BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio José – Gestão de Custos – São Paulo: Saraiva 2005.

CREPALDI, Silvio Aparecido – Curso Básico de Contabilidade de Custos – São Paulo: Atlas, 2004.

LEONE, George Sebastião Guerra – Curso de Contabilidade de Custos – São Paulo: Atlas – 2000.

MALHEIROS, Profª Márcia Rita Trindade Leite Malheiros, Os trabalhos acadêmicos e as normas ABNT, 2006.

MARTINS, Eliseu, Contabilidade de Custos - 9ª edição – São Paulo: Atlas, 2003.

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    Mário Rocha 25/10/2009
    Gostei do seu artigo, logo quero seu nome de referencia.
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