As Principais Características Históricas E Filosóficas Da Educação Brasileira Do Período Colonial A Primeira Republica

Publicado em: 22/03/2010 |Comentário: 7 | Acessos: 12,478 |

As principais características históricas e filosóficas da Educação Brasileira do período colonial a primeira republica

 

Robson Stigar

robsonstigar@hotmail.com

 

 

Introdução

 

O presente texto tem por objetivo refletir sobre a Educação Brasileira do período Colonial a Primeira Republica. Vamos procurar analisar os seus fundamentos históricos e filosóficos contribuindo assim para o entendimento da história da Educação do nosso Pais, permitindo com isso que entendamos parte da conjuntura atual, uma vez que somos frutos de uma determinada construção histórica de exploração e desigualdade que infelizmente ainda não conseguimos romper.

 

Educação Brasileira no Período Colonial

 

Segundo Volpini para que possamos compreender os primórdios da Educação Brasileira, a vinda dos Padres Jesuítas e a Educação no Período Colonial é necessários conhecermos dois fatos históricos: a contrareforma Católica e o surgimento da Companhia de Jesus e por fim compreender a razões pelo qual Marques de Pombal expulsou os Jesuítas do Brasil.

            O surgimento do Protestantismo trouxe inúmeros questionamentos sobre o modo de vida na Idade Media, bem como na educação Medieval. A riqueza deixa de ser um produto da Igreja e passa a circular em outros grupos sociais e toda uma conjuntura social como o sistema capitalista, o individualismo, fortalecimento do Estado, entre outros.

            Historicamente, como se sabe, a escola pública no Brasil se inicia com os jesuítas que aqui chegaram com Tomé de Sousa, para o primeiro Governo Geral A Companhia de Jesus fundada por Inácio de Loyola é considerado um marco na igreja Católica, que viu nesta instituição religiosa a possibilidade de desenvolver uma grande missão catequética pelo mundo. No Brasil em especial esta instituição religiosa vai construir vários colégios dando inicio a educação formal no Brasil, posteriormente estes Padres Jesuítas foram expulsos do Brasil pelo Marques de Pombal.

No século XV para o século XVI a Europa investiu em novas rotas marítimas tanto para a África como para a Ásia. Os Portugueses encontram novas terras como a América Latina. Surpreendem-se ao encontrar pessoas desconhecidas, até então. Portugal estava a frente desse grande movimento de colonização juntamente com a Igreja, Portugal julgando estar contribuindo para a formação do reino de Deus, eles entendiam que sua função era salvar esses povos desconhecidos e infiéis.

Assim podemos dizer que a história do Brasil se entrelaça com a história da Igreja Católica. A catequese institucionalizada foi implantada no Brasil, a partir de 1549, com a vinda do primeiro governador geral do Brasil, sendo que com ele veio um grupo de jesuítas. Novas levas de missionários jesuítas chegaram ao Brasil nos anos seguintes.

O catolicismo chegou ao Brasil juntamente com a Coroa Portuguesa, devido a um acordo selado, algumas décadas após o seu descobrimento, entre o papado e a coroa. O Regime de Padroado[1], assim chamado o acordo, consistia em recompensar o Estado Português na conversão de "infiéis" e assim o Papa concederia à Coroa o poder de controlar as Igrejas nas terras conquistadas.

Nos primeiros anos, o Brasil dependia dos reis de Portugal. Eram eles que nomeavam os párocos e propunham a criação de dioceses. Eram eles que nomeavam os bispos e os enviavam para cá. O rei governava o Império e a Religião. Nessa época, o catolicismo era obrigatório e a catequese era baseada no catecismo, através  de perguntas e respostas.

Na época da colonização do Brasil, período colonial[2], a Igreja estava num período chamado cristandade, no qual todos tinham que ser cristãos e para tal todas as pessoas, querendo ou não, tinham que ser batizadas. Esse Ensino Religioso que vigorou no Brasil desde os seus primórdios da sua colonização era na verdade um ensino com ênfase na doutrina da religião Católica Apostólica Romana, que era a única permitida no Brasil naquela época, que visava à reprodução da sua doutrina religiosa, ou seja, o Ensino religioso era concebido como confessional.

            No período colonial os Jesuítas iniciam a educação através do catecismo e do ensinamento da língua portuguesa, ação especial aos Índios, que eram mais fácies de serem "educados" e aos brancos, porem só para os meninos, as meninas eram excluídas, raras as vezes era aplicado a elas a catequese. Posteriormente os índios foram deixados de lado e os brancos beneficiados, seguindo uma tendência educacional da européia, conhecido como escolástica, que tinha como objetivo educar os bárbaros, tendo uma grande tendência a formação moral.

            As reformas de Pombal incluíram a expulsão dos Jesuítas, uma vez que Pombal bebeu do Iluminismo e buscava um Estado livre das trevas Medievais, bem como emancipar o Brasil de Portugal. Tais reformas deram outro rumo a educação no Brasil no qual o interesse pelos estudos ganharam força, uma vez que a principio o Estado assumiria a função de educar no lugar da igreja.

Os Jesuítas estavam dispostos a cumprir uma tríplice missão: a catequização dos índios, que, apesar de estarem envoltos com o paganismo, eram suscetíveis da salvação; oferecer uma formação básica (ler e escrever) para os filhos dos colonos que aqui chegaram para desbravarem as terras brasileiras, mantendo-os dentro da hegemonia da Igreja; e, por fim, a missão de manter todos afastados da influência protestante, que começava a se alastrar por outras colônias deste continente. E a melhor forma de prevenir para que isso não ocorresse era através da educação.

Coube aos representantes eclesiásticos da Companhia de Jesus, por delegação da Coroa Portuguesa, a educação dos habitantes do território em processo de conquista pelo exercício da Catequese. Sua pedagogia caracterizou-se pelo apego à autoridade, pela transmissão disciplinada de uma cultura literária, retórica, enciclopédica e mnemônica que inibia a criatividade e toda a atividade inovadora, esta ação foi fortemente apoiada pelo governo, vez que era necessário manter o povo numa condição de submissão.

No Brasil Colônia, temos a catequização dos índios, dos colonos e negros, não há Ensino Religioso propriamente e sim uma concepção equivocada deste componente curricular. Essa catequese tem um caráter disciplinador, objetivando a conquista de novos fieis e civilizá-los. Assim a catequese era um instrumento de manipulação, era utilizada para dominar, explorar e evangelizar os índios e os escravos, modificando a sua concepção de mundo, sua mentalidade, desenvolvendo assim atitudes de submissão.

 

Em suma o surgimento dos Jesuítas se da por conta da contrareforma, sendo a educação brasileira caracterizada pela presença dos Jesuítas, seu modo de estudos era baseado na escolástica medieval e pelo catecismo. As conseqüências eram tidas como positiva, uma vez que esta educação moral garantia a ordem e a sociabilidade entre as pessoas. Porem com ao novos ideais de Pombal, espelhados no Iluminismo e o fortalecimento do Estado, fez com que Pombal expulsa-se os Jesuítas do Brasil, tendo como conseqüência uma nova visão educacional no qual o leigo assume o papel de professor e mestre, sendo a educação mais um serviço do Estado.

           

A Educação Brasileira no Período Imperial

 

O Brasil tornou-se independente de Portugal em 1822, porém a forma de governo continuou sendo a mesma, a Monarquia. Neste período conhecido como império[3] o catolicismo continua a ser a religião oficial do Brasil, entretanto a Igreja estaria neste período submissa ao Estado, servindo de instrumento ideológico, principalmente quanto a questão da escravidão negra, uma tentativa de confortar os negros na sua condição de submissão.

No período imperial o Estado e a Igreja católica formaram uma pareceria indissociável, parceria na qual a Igreja católica foi bastante favorecida, e em troca continuou a influenciar a educação brasileira em favor do regalismo[4], fomentando assim uma sólida base religiosa em favor da educação moral.

A Igreja Católica passou a exerceu a função de instrumento político do Estado, consolidando o regalismo, na verdade a igreja Católica acaba sendo vitima do regalismo. A Religião torna-se um dos principais aparelhos ideológicos do Estado, aumentando assim a dependência da Igreja em relação ao Estado.

A escola pública tem início com o Colégio Dom Pedro II no Rio de janeiro, e a partir deste momento começa a expansão de novas escolas religiosas. Os assuntos da Igreja Católica mantinham interferência do monarca e os líderes religiosos prestavam obediência ao rei, as demais religiões eram proibidas. Durante o período imperial surgiram as chamadas escolas imperiais e uma incipiente rede de escolas públicas para atender os filhos da elite brasileira. A educação era um privilegio de poucos, o índice de analfabetismo era alto.

No segundo reinado, com o aumento das influências liberais, a relação da Igreja-Estado vai se enfraquecendo, a igreja percebe tal enfraquecimento, porém não consegue agir em tempo hábil, pois não tem mais aliados. Alguns anos mais tarde, por uma série de fatores favoráveis ao Brasil, o país recebe um grande contingente de imigrantes, que na grande maioria não eram católicos em sua essência religiosa, esses imigrantes foram apoiados pelo próprio império, pois tinha interesse na vinda do imigrante, como forma de ajuda ao desenvolvimento econômico e social do país.

O sistema de ensino passou a ser unificado e centralizado, permitindo que o educando aprenda o mesmo conteúdo em qualquer lugar do Brasil, tais conteúdos seriam transmitidos por um professor que estaria sob tutela do Estado e não mais da Igreja. Assim o Estado passa efetivamente a cuidar dos assuntos educacionais, uma vez que este se separou oficialmente da Igreja, permitindo ainda que a educação seja de fato efetivada e não mais o velho modelo catequético.

 

A Educação Brasileira na Primeira Republica

 

Com os ideais do iluminismo e do positivismo, surge a República. Inicia-se assim um novo período onde o pluralismo religioso e a diversidade cultural começam a se destacar na sociedade brasileira, de forma que o Ensino Religioso terá que ser repensado na sua estrutura para poder acompanhar os ideais republicanos.

Com a proclamação da República[5] em 1889, é estabelecida a separação oficial entre Igreja e Estado, a laicidade do ensino, a liberdade de culto e o reconhecimento da diversidade religiosa, inspirados nos princípios do Estado plural e moderno. Neste período as chamadas tendências secularizadas existentes no Império foram assumidas pelo novo regime, organizado a partir dos ideais positivistas que, na área da educação, estimularam a defesa da escola leiga, gratuita, pública e obrigatória.

A separação do Estado frente à Igreja foi confirmada pelo Decreto 119 A, de 07 de Janeiro de 1890, de autoria de Rui Barbosa[6], separou a Igreja Católica do Estado, extinguiu o padroado, proibiu os órgãos e autoridades públicos de expedir leis, regulamentos ou atos administrativos que estabelecessem religião ou a vedassem e instituiu plena liberdade de culto e religião para os indivíduos e todas as confissões, igrejas e agremiações religiosas.

Neste período também houve o interesse de se aniquilar todo o pensamento imperial reinante até então, através da inserção do positivismo. No discurso daqueles que implantou, no Brasil, o novo regime político, era preciso, além da justificação racional do poder, a fim de legitimar a República, construir uma nação pautada em valores que mostrassem estar em definitivo sintonizado com as mudanças que o mundo moderno apresentava.

Surgem, então, dois segmentos paralelos na educação brasileira; o público, que, apesar de estar sob o controle do Estado, ainda não possuía estrutura desenvolvida para ministrar uma educação consistente, deixando a desejar, por não ter uma política educacional sustentável; e o particular, de caráter quase que exclusivamente confessional, e este dividido em dois sistemas: o católico, para os de religião cristã católica, e o protestante, para os de diversas denominações protestantes (metodistas, presbiterianos, luteranos, anglicanos, batistas, adventistas), que se fortalecia com a grande quantidade de imigrantes que procuravam manter seus filhos sob a guarda da fé que professavam.

O texto para a Assembléia Constituinte, no início da República, foi elaborado pelo Jurista Rui Barbosa e visto que o país seguisse os princípios da Constituição Americana, favorecendo ao estado Brasileiro a livre opção religiosa e permitindo que as tradições religiosas pudessem organizar suas próprias identidades. Pretendeu-se ainda que esse ensino fosse para todos, universalização da educação, mas tal fato só foi possível após a revolução de 30, com o apoio do Manifesto de 1932 e pela Constituição de 1934 que sugeriu um Plano Nacional de Educação.

Gustavo Capanema[7] foi o responsável pela elaboração da Lei orgânica do Ensino Secundário e do capítulo sobre a educação na Constituição de 1946, ele propôs nesta lei que as famílias ou os responsáveis dos educandos teriam que indicar no ato da matrícula a participação ou não nas aulas de Ensino Religioso. Na verdade não mudou praticamente nada, apenas a redação sofreu mudanças, sem alterar a essência da idéia principal.

 

Considerações Finais

 

O presente texto não tem a pretensão de esgotar o assunto, se trata de um pequeno ensaio, onde procurei estudar sobre a Educação Brasileira no período colonial, imperial e primeira republica. Tomei a liberdade de avançar um pouco mais na republica a fim de apresentar o que tivemos de avanço.

Concluímos que a Educação Brasileira passou por inúmeras mudanças ate os dias atuais, porem destaco que a mudança radical foi a partir do período republicano, onde tivemos oficialmente a separação da Igreja e Estado. Podemos afirmar que a Educação torna-se Laica a partir dos ideais do Estado Moderno, do positivismo e de autonomia diante da Igreja.

 

Referencias Bibliográficas

 

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna, 1989.

MENDES, Durmerval Trigueiro. Filosofia da educação brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.

RIBEIRO, Maria Luísa Santos. História da educação brasileira: a organização escolar. 13. ed. São Paulo: Autores Associados, 1993.

ROMANELLI, Otaíza. História da educação no Brasil. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 1991.

SILVA, Francisco de Assis. História do Brasil. São Paulo: Moderna, 1992.

 

 

 

[1] Segundo a legislação canônica, o padroado era o direito de conferir benefícios eclesiásticos. Fundamentalmente, significa o direito de protetor, adquirido pelo benfeitor que fundou ou adotou uma igreja. O Padroado foi criado através de um tratado entre a Igreja Católica e os Reinos de Portugal e de Espanha. A Igreja delegava aos monarcas destes reinos ibéricos a administração e organização da Igreja Católica em seus domínios. O rei determinava, nomeava os padres e os bispos.

[2] Denomina-se Brasil Colônia período da história entre a chegada dos primeiros portugueses em 1500, e a independência do Brasil em 1822, neste período o Brasil estava sob domínio socioeconômico e político de Portugal. A economia do período colonial é caracterizada pela monocultura, latifúndio e mão-de-obra escrava.

[3] Brasil Império é o período da história do Brasil que se estende da independência do Brasil em 1822, até a proclamação da república Brasileira em 1889. Costuma-se dividi-lo em primeiro reinado e segundo reinado (sendo o período regencial parte deste último).

[4] O Realismo era uma teoria que propunha a interferência do chefe de Estado em questões religiosas. Era um sistema político que sustentava o direito que tinham os reis de interferir na vida interna da igreja.  Foi o regalismo que orientou as relações entre a Igreja e o Estado em Portugal, na Espanha e em suas colônias como o Brasil.

[5] A Proclamação da República Brasileira instaurou o regime republicano no país, derrubou a Monarquia, depôs Dom Pedro II. o Brasil deixa de ser um Império e passa a ser uma republica.

[6] Ruy Barbosa (1849 - 1923), foi jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro.

[7] Gustavo Capanema formou-se em direito, militou na política brasileira desde a juventude, foi ministro da educação e saúde publica do Brasil durante o governo de Getulio Vargas, onde se deparou com o grande debate travado em 1935, nos meios culturais e políticos do país.

Avaliar artigo
5
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 9 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/as-principais-caracteristicas-historicas-e-filosoficas-da-educacao-brasileira-do-periodo-colonial-a-primeira-republica-2029241.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao brasileira

    ,

    historia

    ,

    principios filosoficos

    Comentar sobre o artigo

    Com o intuito de analisar a formação docente a partir da construção social e histórica do conhecimento que necessariamente perpassa por esta formação, opta-se por fazer um recorte no período compreendido entre as décadas de 70, 80 e 90 do século XX, desenvolvidas nas universidades e institutos de formação docente para as práticas utilizadas pelo professor em sala de aula.

    Por: Priscila Milano Correal Educação> Ciêncial 14/02/2011 lAcessos: 7,781

    Quando se fala em educação, há algo que não pode ser esquecido: o indivíduo, quando nasce, é único, original, tem potencialidades individuais, além daquelas comuns a toda espécie humana. A educação especial sempre foi vista de maneira dissociada e ou separada, e sem digno de preocupação, da Educação Geral. Porém, a Educação Especial deve ser vista no contexto da Educação Regular, ou seja, o portador de necessidades especiais deve ter a mesma atenção e ser atendido no mesmo ambiente d

    Por: EMMANUELA SUZY MEDEIROSl Educação> Ensino Superiorl 22/05/2011 lAcessos: 4,355
    Verônica Carreiro

    O presente trabalho tem como objetivo ser uma contribuição para o debate acerca da importância das brincadeiras para o desenvolvimento infantil. Nesse intuito o trabalho busca explorar as posições mais correntes acerca das atividades lúdicas e sua importância para a Pedagogia e a sociedade em geral. Para ampliar a discussão buscou-se embasamento teórico sobre o desenvolvimento da criança.

    Por: Verônica Carreirol Educação> Educação Infantill 22/02/2012 lAcessos: 761
    SUZYMAIRE RODOVAL SUSANA

    Este estudo trata sobre o Perfil Anarquista da Educação no Brasil. Tem por objetivo principal descrever o movimento anarquista e suas conseqüências para a educação em nosso país. Para tanto, utilizou a metodologia de estudo descritivo com abordagem qualitativa dos dados e por meio da revisão da literatura que trata a temática. Concluiu-se que a escola deve ter a preocupação de exercer a capacidade de readaptação do educando as condições de vida e desenvolver seus aspectos intelectuais.

    Por: SUZYMAIRE RODOVAL SUSANAl Direito> Doutrinal 02/08/2010 lAcessos: 776
    Alinne do Rosário Brito

    A escola no exercício de suas atividades dissemina a ideologia capitalista seja a favor da sua manifestação hegemônica ou contra hegemônica, o que traduz o seu papel de simples reprodutora ou de resistente questionadora desse sistema. A nova configuração mundial atualmente representada pela relação de interdependência entre as nações aciona um novo desenho curricular.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 18/06/2014

    A história da Educação Especial no Brasil iniciou-se no século XIX e foi inspirada por experiências norte-americanas e européias. Desde então, seu modelo assistencialista e segregativo e a condução de suas políticas estiveram quase sempre nas mesmas mãos, as de pessoas ligadas a movimentos particulares, beneficentes, de atendimento as deficiências que até hoje detém muito poder sobre as famílias e a opinião pública brasileira

    Por: Lecy Aparecida Martinsl Educaçãol 30/07/2014
    Aline Pereira Dutra Santana e Sabrina Celestino Soares, Orientadora: Profª. Ms. Josiane Fujisawa Filus

    Este artigo faz uma reflexão sobre a história da educação escolar de pessoas em condição de deficiência no Brasil. Analisamos o final do século XVIII até as atuais discussões sobre o processo inclusivo. Observamos que os conceitos de deficiência e a ênfase na limitação da pessoa acompanharam os educadores no decorrer dos anos e têm influenciado a prática deles até hoje. Concluímos que uma educação de qualidade a todos ainda não é uma realidade, mas é preciso o trabalho de todos para que aconteça

    Por: Aline Pereira Dutra Santana e Sabrina Celestino Soares, Orientadora: Profª. Ms. Josiane Fujisawa Filusl Educaçãol 04/11/2009 lAcessos: 2,741 lComentário: 6
    Douglas Barraqui

    O presente artigo vem apresentar a história ambiental – sua origem, métodos, conceitos, temas e fontes –; traçar um panorama de como ela está sendo feita no Brasil e; enquanto disciplina produtora do conhecimento histórico, destacar sua importância como uma ferramenta fundamental e necessária para trazer a natureza de volta aos braços do homem, tanto em termos de formação de uma consciência ecológica quanto em termos de tomada de ação propriamente dita.

    Por: Douglas Barraquil Ciênciasl 29/10/2009 lAcessos: 1,258
    Jaqueline Claudete de Oliveira

    A cultura surda, os métodos e todas as concepções que envolvem os indivíduos no processo de construção de uma identidade e que possibilitam a verdadeira integração do surdo na sociedade.

    Por: Jaqueline Claudete de Oliveiral Educação> Línguasl 13/11/2010 lAcessos: 1,895

    RESUMO Este artigo trata da comunicação dentro das organizações de recreação, pretende demonstrar a importância que tem esta forma de comunicação, como também subsidiar clubes de lazer na projeção e implementação de uma política de comunicação interna, gerando melhorias e satisfação na realização dos trabalhos executados tanto por colaboradores como gestores. Para um melhor conhecimento foi realizada uma pesquisa exploratória, em forma de questionário com perguntas abertas e fechadas, de livre

    Por: Francisca Leidiana Freitasl Educação> Ensino Superiorl 15/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    O que foi. Ato Institucional AI 5. Medida jurídica de exceção. Contra o Estado de Direito. Com a finalidade de preservar. O Regime Militar. Evitar a redemocratização da nação. Portanto, um ato de natureza fascista.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 14/10/2014 lAcessos: 15

    O 7º Congresso Paranaense dos [e das] Jornalistas, realizado entre 07 e 09 de março, foi uma oportunidade para levantar inúmeras discussões sobre os principais desafios e perspectivas da categoria profissional na contemporaneidade. E o estágio em jornalismo certamente esteve entre os temas mais aflorados no encontro que reuniu uma gama de profissionais, professores e estudantes de jornalismo de todo o Paraná, além de convidados de outros estados.

    Por: Central Pressl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2014
    Maria Elena Guimarães Regiani

    Relação Professor Aluno Tem-se detectado resultados de formandos universitários com um nível não suficiente para sua formação profissional – problema este, que justifica o tema escolhido, pois é sabido que as relações interpessoais em docentes e discentes podem fazer a diferença de um bom ou mau aprendizado. Desta feita se definiu como objetivo central deste estudo, identificar a relação professor/aluno no ensino superior, embora a maior dificuldade na elaboração tenha sido a escassa literatura

    Por: Maria Elena Guimarães Regianil Educação> Ensino Superiorl 12/10/2014 lAcessos: 49
    Edjar Dias de Vasconcelos

    As sombras despontam no ar. São nuvens pesadas. Um pesadelo, um pesadelo, um pesadelo. Acepção da conspiração. As luzes serão apagadas. O universo inteiro congelará. O brilho do hidrogênio. Transfará em brasa. Eles serão queimados.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 11/10/2014

    Vejamos casos de proporções em equações: (2,1) 2x+3y=7 3x+2y=8 Somasse as igualdades.7+8=15 Em seguida divide-se com a soma da equação . 15:5:2=6 será o cruzamento do 2. 15:5:3=9 será o cruzamento do 3.

    Por: Edvaldo moraisl Educação> Ensino Superiorl 09/10/2014 lAcessos: 12
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Gemidos perdidos. Amanha o sol vai descer. Entre as montanhas. As árvores ficarão coloridas. A energia provocará a primavera. Mas das flores não nascerão. O encantamento das pétalas. Apenas o desabrochar contínuo. De cada estação. O murmúrio perturbador. Da mais doce ilusão.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 08/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    No século XI havia nas Ilhas Britânicas, quatro reinos, denominados: Escócia, país de Gales e Irlanda. Composta por celtas, a Inglaterra, propriamente formada por povos anglo saxões.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 06/10/2014 lAcessos: 15

    O referido livro faz parte da Coleção Temas do Ensino Religioso lançado pela Editora Paulinas em 2007. A obra tem o objetivo de divulgar as legislações em níveis nacional e estaduais sobre o Ensino Religioso, colaborando assim para a compreensão deste componente curricular como área de conhecimento junto à educação brasileira

    Por: Robson Stigarl Religião & Esoterismo> Religiãol 25/03/2010 lAcessos: 1,214

    Este artigo pretende apresentar as principais diferenças entre Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, aborda as principais tendências de Gestão de Pessoas com ênfase nos estudos e nas experiências desenvolvidas no âmbito da gestão

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 23/03/2010 lAcessos: 6,754

    Principal religião da Índia, o Hinduísmo é um tipo de união de crenças com estilos de vida. Sua cultura religiosa é a união de tradições étnicas

    Por: Robson Stigarl Religião & Esoterismo> Religiãol 22/03/2010 lAcessos: 1,326

    O presente texto não tem a pretensão de esgotar os conhecimentos sobre a relação Estado-Sociedade, bem pelo contrario, tal tema é bastante amplo e complexo, sendo impossível conceituar o mesmo em poucas palavras, ate mesmo por que se trata de pontos de vistas distintos sobre o mesmo assunto

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 22/03/2010 lAcessos: 3,791

    Não é novidade que a presença dos jovens nas igrejas têm crescido surpreendentemente no mundo atual. Uma pesquisa inédita do instituto Bertelsmann Stifung revela que 95% dos jovens brasileiros se dizem religiosos e buscam novas formas de expressar sua fé.

    Por: Robson Stigarl Religião & Esoterismo> Religiãol 22/03/2010 lAcessos: 817

    A palavra Filosofia remete o imaginário popular a pensar em diferentes sentidos e significados. Para entendermos seu real significado é precisar buscar a origem etnológica da palavra a cerca de 2400 a.C. na Grécia clássica.

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 22/03/2010 lAcessos: 6,082 lComentário: 1

    O presente artigo se propõe a abordar o que são Direitos Humanos, fazendo uma breve retrospectiva histórica. Comentando que é possível constatar que ainda é tímida a introdução da temática da educação em Direitos Humanos na formação de professores e educadores em geral, na formação inicial e continuada.

    Por: Robson Stigarl Educaçãol 28/01/2010 lAcessos: 559

    Nos dias atuais a discussão sobre a cidadania e Educação em Direitos Humanos tornou se aguçada diante do desafio levantado pelas transformações sociais e culturais sofridas pelo desenvolvimento desenfreado do consumismo e da desigualdade social.

    Por: Robson Stigarl Educaçãol 28/01/2010 lAcessos: 549

    Comments on this article

    1
    Gerardo de Andrade Bezerra 27/10/2011
    Educação é a busca do conhecimento durante a vida toda, tentando aprimorar o saber do indivíduo, culto perante esta sociedade implacavel que cobra cada vez mais a eficiencia do indivíduo. É por isso que os ineficientes de saber cada vez mais tem dificudade na sociedade.
    0
    M.C.X. 21/03/2011
    gostei muito, uma leitura bem compreensível, leve, explicativa e interessante. Útil, nas minhas aulas de História da Educação- quesito Pesquisa= várias fontes as quais são analisadas, refletidas e discutidas. Onde cada aluno terá o seu resumo, com base nos textos lidos.
    Uma látima no Brasil, pessoas dar comentários com palavrões. Isto significa total falta de educação, ética e respeito consigo próprio.
    Filosofando= *ninguém precisa elogiar se não gostou (livre arbítrio).
    *elogiar se gostou é algo de espíritos, mentes elevadas; procure por onde passar, mesmo virtualmente, deixar marcas ou palavras que propicie o bem estar para quem se deu o trabalho de escrever e para os que estão a ler.
    0
    carla 22/10/2010
    esse artigo é uma merda... melhor melhorar isso...
    -3
    jjjjjjjjjjjjj 30/08/2010
    -2
    yyyyyyyyy 30/08/2010
    vai da o cú
    -1
    nnnnnn 30/08/2010
    merda
    1
    jose 30/08/2010
    merda
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast