COMUNICAÇÃO E A PRÁTICA EDUCATIVA: a importância do processo de comunicação no ambiente escolar

16/06/2011 • Por • 5,428 Acessos

1 INTRODUÇÃO

O processo de comunicação exerce forte influência na sociedade. Desde os primórdios das civilizações, o homem tem feito uso de variadas técnicas de comunicação. A princípio eram os gestos e as pinturas nas paredes das cavernas. Após, com o passar dos tempos e mediante o surgimento das novas tecnologias, esse processo vem se intensificando a cada dia que passa. Com ele, os indivíduos são capazes de refletir, recriar e disseminar o que se torna importante socialmente tanto ao nível dos acontecimentos (processo de informação) como do imaginário (são os grandes contadores de estórias, atualmente, através de novelas, seriados).

Os meios de comunicação desempenham também um importante papel educativo, à medida constituem-se em processos eficientes de educação, porque ensinam de forma atraente, dinâmica e voluntária.

A escola necessita, pois, repensar urgentemente a sua relação com o processo de comunicação, ela precisa considerar a comunicação como parte fundamental para a melhoria dos processos de ensino e de aprendizagem, porque a sociedade atual, uma sociedade globalizada, pautada na informação e no conhecimento, em que é preciso aprender a aprender continuadamente, caracterizada pela velocidade na geração e distribuição de informações precisa estar conectada com o processo de comunicação, bem como com os meios de comunicação de massa, a fim de que se possa obter um processo educativo de qualidade, onde o aluno seja parte integrante de uma sociedade igualitária e democrática.

Levando-se em consideração as informações supra citadas, o presente estudo versará sobre a intensificação do processo de comunicação nas escolas, sobre o seu uso como ferramenta educacional, como forma de sistematizar as ideias no âmbito educativo, com vistas á instigação de atitudes que estimulem os professores e alunos para uma atuação mais dinâmica e participativa.

O interesse pela temática em questão constitui-se na busca da compreensão das relações que se estabelecem na interação dos itens educação e comunicação notadamente, tanto no que se refere à formação dos profissionais que trabalham nas instituições de ensino como na ação dos alunos, mediante o desenvolvimento de uma boa comunicação. Sendo necessário também, compreender quais os efeitos práticos no contexto educacional, considerando a dinâmica acelerada do desenvolvimento tecnológico e a sua influência na flexibilização do acesso ao conhecimento.

 

2 COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE

A conjuntura brasileira atual tem passado por profundas transformações em praticamente todos os seus segmentos, principalmente, no que tange ao campo social, político, econômico e científico, decorrentes do desenvolvimento tecnológico e da passagem para a denominada sociedade do conhecimento. As mudanças afetaram profundamente o comportamento das pessoas, no modo de pensar e atuar, nas relações sociais, no trabalho, enfim, em todos os aspectos da vida humana.

Levando-se em consideração o campo educativo, vale ressaltar que este não está à margem de todo esse processo evolutivo, à proporção que a escola necessita estar intrinsecamente ligada a todas as questões que envolvem as transformações que vêm ocorrendo na sociedade. As novas perspectivas para a educação requerem dos gestores e professores, segundo Libâneo (2002, p. 28), no mínimo: [...] uma cultura geral mais ampliada, capacidade de aprender a aprender, competência para saber agir na sala de aula, habilidades comunicativas, domínio da linguagem informacional, saber usar meios de comunicação e  articular as aulas com as mídias e multimídias.

Vale considerar que o processo de comunicação é de intensa relevância para a melhoria dos processos de ensino e de aprendizagem, à proporção que a proposta educacional de uma escola deve estar pautada em uma educação voltada para pensamentos críticos e proativos, em que os discentes tenham consciência do que falam, do que escrevem, do que pensam... Para isso, é de suma importância que haja um feed back entre docentes e discentes, onde o aluno questione e amplie às explanações / argumentações do professor, de forma que ele (o aluno) possa interagir de forma produtiva na exposição das informações.

É imprescindível que haja uma comunicação clara entre ambas as partes, ou seja, que o professor entenda o aluno e vice-versa, porque só assim o processo de ensino e o de aprendizagem podem se concretizar de forma eficaz. Uma comunicação, em que não há clareza na exposição das ideias, onde as informações ficam obscuras, havendo "ruído" nas mesmas, com certeza, ocasionará interferências na aquisição da aprendizagem, principalmente quando se têm em sala de aula alunos com dificuldades de aprendizagem.

As dificuldades de aprendizagem não são uma exceção no contexto escolar. O insucesso do aluno pode ser oriundo de diversos fatores, tais como a dislexia, ou pode ainda ser resultado de problemas sociais, políticos, econômicos, familiares, dentre outros. Para ratificar essa informação, Kirk (1962, p. 263) assevera que:

Uma dificuldade de aprendizagem refere-se a um retardamento, transtorno ou desenvolvimento lento em um ou mais processos da fala, linguagem, leitura, escrita, aritmética ou outras áreas escolares, resultantes de uma deficiência causada por uma possível disfunção cerebral e/ou alteração emocional ou condutal. Não é o resultado de retardamento mental, deprivação sensorial ou fatores culturais ou instrucionais.

E, o professor, precisa estar ciente dessas dificuldades e agir no sentido de que os alunos que as têm possam aprender da mesma forma que os outros. Necessita, então, fazer bom uso de todos os meios de comunicação que dispõe.

A exigência de mudanças de atitudes do professor para o desempenho satisfatório do papel do educador, em função das transformações que se operam na sociedade, advêm da criação desses cursos, mediante as necessidades do momento. Assim, a capacitação e habilitação de profissionais como agentes de mudanças planejadas que atendam às aspirações da sociedade em relação à educação.

A sociedade é constituída por comunicação, assim é formada por linguagens, que se referem às formas de se comunicar, vários meios de transmitir informação e conhecimento. A sociedade, pois, lida com fatos; fatos estes que são relatados a partir de uma linguagem específica. No que concerne à língua, esta consiste em um sistema de signos orais e gráficos que compõem um código que serve os indivíduos em suas necessidades de comunicação. A língua como veículo da comunicação, pode apresentar várias modalidades. Essa é a definição científica de língua. Mas antes disso, língua é um fator social. Ou seja, a língua é um fator que modifica e faz movimentar a sociedade.

A sociedade é também feita de cultura. A cultura produz sociedade, assim como a língua. Cultura é todo fazer humano que pode ser transmitido de geração a geração. A língua é, portanto, um elemento da cultura de um povo. Formam-se pessoas e, consequentemente, forma-se a língua. A sociedade tem poder, ele só pode ser exercido através da língua e da linguagem. Assim, a influência que a sociedade exerce sobre o ser humano é realizada não só com a língua, embora principalmente, mas também com a linguagem. Linguagem verbal, linguagem não verbal, linguagem visual… Enfim, a influência é exercida de várias maneiras.
A língua exerce forte influência sobre toda a sociedade, a medida que nenhuma sociedade sobrevive sem comunicação. Propaganda, interação interpessoal, levando em consideração que o ser humano é, por natureza, um ser social. A informação e até a própria sobrevivência do homem dependem da comunicação, que é realizada através da língua. A língua tem formação psicológica, antropológica, sociológica, como já foi dito, e também científica, por meio da linguística, portanto a língua é o meio de locomoção, formação, e desenvolvimento da sociedade, aliada a outros fatores como produção, economia, etc.

Hoje, vive-se num mundo globalizado, o mundo do desenvolvimento, a sociedade da informação e do conhecimento A sociedade da informação refere-se à consequência da explosão informacional, caracterizada, sobretudo pela aceleração dos processos de produção e de disseminação da informação e do conhecimento. Esta sociedade caracteriza-se pelo elevado número de atividades produtivas que dependem da gestão de fluxos informacionais, aliado ao uso intenso das novas tecnologias de informação e comunicação. Culturas e identidades coletivas são uma consequência dessa nova era, em que houve uma padronização de costumes; trata-se do processo de globalização. Toda essa ambiência fez emergir vários benefícios no que concerne ao uso das novas tecnologias de informação e comunicação. Mas também trouxe ao ser humano o dilema da saturação da informação. O computado transformou-se em forma prática e fácil de acumular e gerenciar dados. Este equipamento passou a auxiliar o homem no desenvolvimento de suas atividades rotineiras.

O desenvolvimento das novas tecnologias, nas últimas décadas, vem afetando todos os setores da atividade humana, proporcionando maior agilidade de comunicação, reduzindo esforços nas rotinas diárias e ampliando as possibilidades de acesso à informação em todo mundo.

Nesse panorama, a sociedade da informação baseia-se em um modelo de sociedade onde a informação encontra-se presente, de maneira intensa, na vida social dos povos. Porém, um dos mais importantes aspectos dessa realidade refere-se à a educação, à medida que um dos novos paradigmas da educação é aprender a aprender, é a construção de conhecimentos; isto é, adquirir habilidade para aprender, saber obter, utilizar e gerar nova informação; os sistemas de informação tornam-se extremamente importantes, pois podem contribuir para a sua democratização, ou seja, facilitar e aumentar o seu acesso e, mais ainda, contribuir para que a informação recebida transforme-se em conhecimento, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos.

Além de habilidade para aprender, a sociedade da informação exige dos cidadãos um processo contínuo de aprendizagem, porque a informação é cada vez mais efêmera e a sociedade está em processo permanente de mudanças. Conforme as diretrizes contidas no Livro Verde da Sociedade da Informação no Brasil:

Educar em uma sociedade da informação significa muito mais que treinar as pessoas para o uso das tecnologias de informação e conhecimento: trata-se de investir na criação de competências suficientemente amplas que lhes permitam ter decisões fundamentais no conhecimento, operar com fluência os novos meios e ferramentas em seu trabalho, bem como aplicá-los criativamente nas novas mídias, seja em usos simples e rotineiros, seja em aplicações mais sofisticadas. Trata-se também de formar os indivíduos para ‘aprender a aprender', de modo a serem capazes de lidar positivamente com a contínua e acelerada transformação da base tecnológica. (TAKAHASHI, 2000).

A comunicação é, pois, fundamental dentro do sistema educacional de um país, pois, como parte integrante do sistema de informação, pode colaborar consideravelmente para a adoção desses novos paradigmas, ou seja, o paradigma da informação e do conhecimento.

 

3 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NO ÂMBITO DO PROCESSO EDUCATIVO

A comunicação consiste na mola propulsora para o desenvolvimento de qualquer setor, seja social, econômico, político, cultural e até mesmo o pessoal. No que concerne ao contexto educativo, os meios de comunicação exercem poderosa influência. Refletem, recriam e difundem o que se torna importante socialmente tanto ao nível dos acontecimentos (processo de informação) como do imaginário (são os grandes contadores de estórias, atualmente, através de novelas, seriados). Os Meios de Comunicação desempenham também um importante papel educativo, transformando-se, na prática, numa segunda escola, paralela à convencional. Os Meios são processos eficientes de educação informal, porque ensinam de forma atraente e voluntária – ninguém é obrigado, ao contrário da escola, a observar, julgar e agir tanto individual como coletivamente. A escola precisa repensar urgentemente a sua relação com os Meios de Comunicação, deixando de ignorá-los ou considerá-los inimigos. A escola também não pode pensar em imitá-los, porque nos Meios predomina a função lúdica, de entretenimento, não a de organização da compreensão do mundo e das atitudes.

A escola pode e precisa estabelecer pontes com os Meios de Comunicação. Eles podem ser utilizados como motivação do conteúdo de ensino, como ponto de partida mais dinâmico e interessante diante de um novo assunto a ser estudado. Podem os Meios apresentar o próprio conteúdo de ensino (cursos organizados em vídeo, por exemplo), bem como ser, eles próprios, objeto de análise, de conhecimento (estudo crítico da televisão, do cinema, do rádio, dos jornais e das revistas). A escola pode combinar as produções escritas convencionais com as novas produções audiovisuais, principalmente em vídeo, que capacitam o aluno a se expressar de forma mais viva e completa. A escola pode preocupar-se não só com os Meios, mas também com a comunicação como um processo mais amplo e que envolve a própria comunicação tanto dentro da sala de aula como nas relações entre direção, professores, alunos e funcionários, procurando desenvolver processos de comunicação menos autoritários e mais participativos. A escola precisa, enfim, no seu Projeto Educativo, considerar a questão dos Meios de Comunicação e da comunicação como parte importante – e não marginal – do processo educativo integral do novo aluno-cidadão, visando construir uma sociedade realmente democrática.

No que tange às novas tecnologias, vive-se atualmente em uma época de rápido desenvolvimento das tecnologias informáticas, com o acesso às redes globais de computadores, ao correio eletrônico, a bases de dados, a bibliotecas virtuais, a CD-ROMs, a uma enorme oferta de software, etc. Esse progresso provoca, pois, mudanças enormes na organização da nossa vida e do nosso trabalho.

Tais mudanças têm grande influência nos processos de ensino e de aprendizagem. Ficamos confrontados com uma série de dúvidas, mas também adquirimos algumas certezas. Uma é que o aproveitamento otimizado destas novas tecnologias implica uma mudança bastante perceptível das nossas formas de ensinar e aprender. O uso de textos, vídeos e sons (talvez até o aproveitamento de outros sentidos) pode revolucionar os processos de ensino/aprendizagem. O que predomina é a questão da interatividade. Trata-se da mudança de um ensino onde é limitado o papel do aluno na busca de informação e em que ele se tenta adaptar à informação existente para um ensino em que a informação se adapta ao aluno, onde quer que este se encontre.

A escola necessita preocupar-se não somente com os meios de comunicação em si, mas, sobretudo, com esse processo de um modo mais amplo, ou seja, a relação existente entre alunos, professores, coordenadores, supervisores, direção e família. Até mesmo no que se refere ao uso dos recursos didáticos, que também constituem-se em sistemas de comunicação. Não basta apenas ter esses recursos disponíveis, porém, saber fazer uso dos mesmos, até porque educação, aliada à tecnologia, incrementa os processos de ensino e de aprendizagem.

A tecnologia, portanto, é caracterizada como agente de transformação, de maneira que a maioria das inovações tecnológicas pode resultar em uma mudança revolucionária de paradigma. A rede mundial de computadores a Internet é uma dessas inovações. Após influenciar a forma como as pessoas se comunicam e fazem negócios, a Internet também vem influenciando, significativamente, o modo como as pessoas ensinam e aprendem, fato este que irá implicar, consequentemente, em maior mudança e deverá estar associada à forma como os recursos educacionais serão projetados, desenvolvidos, gerenciados e integrados para serem disponibilizados aos discentes.

Dessa forma, o desenvolvimento das tecnologias e a ampliação dos modos de comunicação criam um contexto que propicia às escolas uma ampliação do alcance de seus objetivos, pela possibilidade de expansão do conhecimento. Nesse cenário, evidencia-se a necessidade de manter a qualidade do ensino e intensificar sua expansão e diversidade, trabalhando no sentido de um sistema de interatividade com reconhecimento e qualificações capazes de assegurar a ampliação efetiva de acesso e de conclusão com êxito no ensino.

Mediante apregoa Lévy (1993, p.75), "as tecnologias têm papel fundamental no estabelecimento dos referenciais intelectuais e espaço temporais das sociedades humanas; isto é, todas as formas de construção do  conhecimento estão estruturadas em alguma tecnologia". Ratifica-se, portanto, que o todos os componentes da comunidade escolar, como sujeitos do processo de ensinar e aprender tem uma função primordial, uma vez que o processo de incorporação das tecnologias está diretamente relacionado com a mobilização de todos, cujo apoio e compromisso para com as mudanças não se limitam ao espaço da sala de aula, mas se estendem aos diferentes aspectos envolvidos com a gestão do espaço e do tempo escolar, com a esfera administrativa e pedagógica.

 

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

No panorama em que impera a sociedade contemporânea, denominada sociedade do conhecimento, possibilita-se a reflexão acerca dos conceitos de educação e comunicação, de forma que se promova uma crescente inter-relação entre esses dois itens. A educação, aliada ao processo de comunicação, permitem responder às exigências do mundo do trabalho, que cada vez mais precisa de profissionais com melhores níveis de educação geral e profissional. Ao mesmo tempo, às instituições de ensino são atribuídas novas obrigações, devido à quantidade, diversidade e a velocidade na evolução do conhecimento, pois nunca antes foi tão maciça a necessidade por formação.

Assim, torna-se imprescindível repensar o processo educacional no contexto da sociedade da informação e do conhecimento, à medida que a escola apresenta-se como possibilidade de formação profissional de qualidade e em grande escala, e o sucesso dessa instituição depende muito da definição e implementação de uma metodologia de ensino e de aprendizagem apropriados à linguagem pedagógica, com suporte das diversas mídias disponíveis, com processos estruturados, objetivos definidos e, um desenho instrucional que contemple todas as etapas e agentes do processo, bem como suas avaliações. Além disso, nenhuma tecnologia isolada pode resolver todos os tipos de problemas, bem como o sucesso no aprendizado depende mais da forma como esta tecnologia está aplicada no curso, do que do tipo de tecnologia utilizada.

Em suma, o tríduo educação x comunicação x tecnologia pode efetivamente ampliar os horizontes, não só pela flexibilidade, mas acima de tudo por proporcionar novas competências e novas formas de aprendizado. Para tanto, as instituições que trabalham na formação e capacitação sujeitos devem contemplar nas suas estruturas curriculares conhecimentos pertinentes às mudanças, tornando-se flexíveis a elas. No mais, buscou-se refletir sobre a necessidade de uma organização administrativa e pedagógica destas instituições, no sentido de articular os componentes espaço escolar e cultura tecnológica, utilizando como ferramentas as tecnologias de informação e comunicação.

Educar é, portanto colaborar para que professores e alunos - nas escolas e organizações - transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem. É auxiliar e apoiar os discentes na formação da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional - do seu projeto de vida, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação que lhes permitam encontrar seus espaços pessoais, sociais e profissionais e tornarem-se cidadãos realizados e produtivos.

Na sociedade da informação todos necessitam estar reaprendendo a conhecer, a comunicar-nos, a ensinar e a aprender; a integrar o humano e o tecnológico; a integrar o individual, o grupal e o social.  Uma mudança qualitativa nos processos de ensino e de aprendizagem acontece quando se consegue integrar dentro de uma visão inovadora todas as tecnologias: as telemáticas, as audiovisuais, as textuais, as orais, musicais, lúdicas e corporais.

 

 

REFERÊNCIAS

 

KIRK, S.A. Educating exceptional children. [S.l: s.d].

 

LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na

era da informática. Tradução: Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Ed. 34,

1993.

 

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora?: novas exigências educacionais e profissão docente. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

 

NÓVOA, António (org.). Profissão Professor. 2 ed. Porto/Portugal: Porto Editora, 1995.

 

TAKAHASHI, T. (Org.) Sociedade da informação no Brasil: livro verde. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000.

 

 

 

 

 

 

Perfil do Autor

shirleidy de sousa freire

Pedagoga, especialista em Gestão do Trabalho Pedagogico: Supervisão e Orientação escolar, Educação Especial e Inclusiva , Metodologia do Ensino de Lingua Portuguesa e Estrangeira e atualmente cursando MBA em Gestão de Recursos Humanos. Trabalho como tutora em EAD.