Educação A Distância , A Tecnologia Do Século !

Publicado em: 06/26/2008 | Comentário: 2 | Acessos: 1,312

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA,

A TECNOLOGIA DO SÉCULO

 

Equivocadamente muitos relacionam a tecnologia com a informática, pois de que serviria um notebook a um morador do sertão da Paraíba, onde não tem nem energia elétrica. Uma bomba manual, para tirar água do poço, seria uma tecnologia ideal, bem melhor aproveitada e aceita pelo morador do sertão da Paraíba.

            Mas não tenha duvida, depois do invento da roda e da escrita, a informática é a maior referência tecnológica, principalmente com o advento da internet em 1969. Esta tecnologia transformou nossas vidas direta ou indiretamente, facilitando o transporte, o trabalho, o lazer, propiciando mais moradias, saúde, segurança e principalmente na educação, onde gostaríamos de destacar os avanços tecnológicos.

            Desde o tempo das Redes Bitnet e Hipnet, onde as Universidades do Rio de Janeiro e São Paulo interligavam-se com os Estados Unidos, apontavam para uma futura democratização da grande rede. A partir de 1993, praticamente todo o território brasileiro, já estava interligado, apesar do morador do sertão da Paraíba, ainda continuar sem a tecnologia da energia elétrica.

            A tecnologia na Educação é muito abrangente, desde a climatização das salas de aula até catracas eletrônicas, que registram a entrada e saída dos alunos, mas sem dúvida o maior avanço tecnológico, foi a criação das Universidades de Ensino a Distância, que estreitaram virtualmente suas relações com os mais diversificados tipos de alunos.

Os desacreditados cursos por correspondência deram lugar as universidades virtuais, que receberam o aval do governo, até mesmo com a criação da TV escola, um canal de televisão do Ministério da Educação.

            A pioneira mundial foi a universidade de Athabasca, Canadá, com milhares de alunos espalhados por 67 países. A maioria nunca pôs os pés no campus, em Athabasca. (ROCHEDO, 2005).    Especialistas dizem que a partir de 2015, haverá uma explosão de universidades oferecendo cursos a distância. No Brasil, temos Katherine, ou simplesmente Kat, a caçula da Família Schurmann, mesmo navegando pelo mundo, estuda através dos módulos didáticos enviados pela instituição. Depois de fazer as provas, as redações e os trabalhos, envia via internet para a central da escola de Calvere –Baltimore, nos Estados Unidos, para correção.

            Mas nem todos concordam com o ensino a distância, o Sr. Valdemar Setzer, professor titular do departamento de ciências da computação da USP, não vê com bons olhos, um relacionamento, virtual entre alunos e mestres, ele acredita que ninguém aprende fora de um ambiente estruturado como a sala de aula.

            Gostaríamos de concluir, usando uma frase muito conhecida pelo povo brasileiro, que foi eternizada pelo presidente Lula, “Nunca na história deste país...”, houve tantos alunos universitários, esperamos que o ensino a distância, ganhe cada vez mais credibilidade. Instituições como a UNIASSELVI- Centro Universitário Leonardo da Vinci, vem cumprindo o seu papel, oportunizando às pessoas que ficaram a margem das universidades, devido ao alto custo, ou em virtude do ingresso prematuro no mercado de trabalho, uma chance de voltar. Nós, os universitários do ensino a distância, é que temos que provar, não apenas ao Sr. Valdemar Setzer, mas à nós mesmos, que o ensino ocorre de fato, independente da distância, e se chegou até nós também pode e deve chegar ao morador do sertão da Paraíba.

                                                                                                          

REFERÊNCIAS

ROCHEDO, A.Se Você não vai a Escola...Revista Super Interessante,Rio de Janeiro,Ed.209,p.48-51,mar.2005.

(Artigonal SC #463390)

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    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/educacao-a-distancia-a-tecnologia-do-seculo-463390.html

    Palavras-chave do artigo:

    paraiba

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    tecnologia

    ,

    educação a distância

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    Edevânio Francisconi Arceno

    O que fabrica um historiador? É a pergunta que norteia o trabalho do historiador Durval Muniz de Albuquerque Júnior. Quando Michel de Certeau fez o mesmo questionamento, obviamente estava tentando passar a visão de que o historiador é um construtor, alguém que cria a partir de algo, pois toda construção surgi a partir de algo, enquanto Marx diz que a própria História é a máquina de construção, ao historiador cabe apenas o papel de engrenagem.

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    Quem não desejou um dia atravessar a “Ponte para Terabítia” e viver as mais loucas aventuras em um mundo completamente imaginário. Quem quiser ousar, não precisa ir muito longe, pois este mundo pode estar a sua frente, talvez não tenha nem que atravessar o rio. Basta abrir um livro e viajar por reinos fantásticos, repleto das mais variadas culturas em qualquer tempo e espaço. Nesta viagem quem determina o tempo é o leitor.

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    Edevânio Francisconi Arceno

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    Edevânio Francisconi Arceno

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    Por: Edevânio Francisconi Arceno l Educação l 08/01/2009 l Acessos: 1,072 l Comentário: 2
    Edevânio Francisconi Arceno

    Quando começamos a captar literaturas para a composição deste trabalho, a primeira obra que analisamos foi a história sobre a colonização de Joinville, do autor Carlos Ficker. Depois de ler as quatrocentas e quarenta e cinco páginas deste livro, encontramos apenas quatro linhas mencionando os escravos. Então indagamos em um diálogo imaginário com o autor, tentando compreender o porquê um historiador tão renomado deixou de mencionar a presença negra em Joinville detalhadamente.

    Por: Edevânio Francisconi Arceno l Educação l 07/30/2009 l Acessos: 301

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    1. jorge April 05, 2009
    qual o meu qi
    0
    2. Raimundo Nonato Evangelista June 28, 2009
    Olá Pessoal,

    Gostaria de fazer um curso superior a distancia na area de tecnologia de energia. Eu encontrei o referido curso no CEFET SP, só que é presencial.
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