Então É Natal E Ano Novo Também..
EDUCAÇÃO
Podemos fazer a diferença...
Autor desconhecido
A professora Rosa conta que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da 5ª série primária e, como todos os demais professores, disse-lhes que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um garoto chamado João Luiz.
Ela, aos poucos, notava que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.
Houve até momentos em que ela sentia um certo prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.
Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações.
Ela deixou a ficha de João Luiz por último, claro! Mas quando a leu teve uma grande surpresa...
Ficha do 1º ano:
“João Luiz é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.”
Ficha do 2º ano:
“João Luiz é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e está desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.”
Ficha do 3º ano:
“A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para João Luiz. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.”
Ficha do 4º ano:
“João Luiz anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e, muitas vezes, dorme na sala de aula.”
Ela se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada...
E ficou pior quando se lembrou dos lindos presentes de Natal que ela recebera dos alunos, com papéis coloridos, exceto o de João Luiz, que estava enrolado num papel de supermercado. Lembrou que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver que era uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião João Luiz ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume.
Relembrou, ainda, que ele lhe disse: A senhora está cheirosa como minha mãe!
E, naquele dia, depois que todos se foram, a professora chorou por longo tempo...
Em seguida, decidiu mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a João Luiz.
Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava.
E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava e aprendia.
Ao finalizar o ano letivo, João Luiz saiu como o melhor da classe.
Sete anos depois, recebeu uma carta de João Luiz contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera.
As notícias se repetiram, e ele também não esquecia as datas comemorativas como Natal, Ano Novo, Páscoa e aniversários. Até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. João Luiz de Almeida, seu antigo aluno, mais conhecido como João Luiz.
Mas a história não termina aqui...
Tempos depois recebeu o convite de casamento e a notificação do falecimento do pai de João Luiz.
Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de João Luiz anos antes, e também o perfume.
Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e João Luiz lhe disse ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.”
E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano seu! Depois que o conheci aprendi a lecionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando.
Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença.
Afinal, o que realmente faz a diferença?
É o fazer acontecer a solidariedade, a compreensão, a ajuda mútua e o amor entre as pessoas...
O resto vem por acréscimo...
É este o segredo do mais velho ensinamento.
“Tudo depende da Pedagogia do Amor, ensinando a criança o caminho que deve andar e, ainda, quando for velho, não se desviará dele”.
“Nisto todos saberão que sois meus discípulos: Se vos amardes uns aos outros como eu vos amei” (Jo 13, 34-35).
Um Feliz Natal e Um Ano Novo cheio de Paz e Bem!
(Artigonal SC #1608939)
Esse artigo foi desenvolvido para avaliação na disciplina Tópicos de Ensino em História, ministrada pela professora Regina Bitte no curso de Graduação em História da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. O texto busca discutir, a partir da dissertação “Criação e aprendizagem em ambientes virtuais livres por alunos e professores do ensino fundamental” de Doriedson Alves Almeida, o uso de micro-computadores em sala de aula e suas vantagens na transmissão de conhecimento para os alunos.
O trabalho tem por objetivo investigar fatores que provocam a indisciplina em sala de aula, na visão de alunos e professores de Ensino Médio em uma escola Estadual do Município de Alto Alegre. Partindo do pressuposto de que a educação é um processo em que os seres humanos organizam-se intencionalmente para se apropriarem dos avanços civilizatórios em benefício da coletividade humana e, que a disciplina é uma ordem consentida livremente ao funcionamento regular das organizações sociais. Realizou-
Neste artigo pretendemos discutir o ofício de professor. Suas mazelas na escola e busca por uma profissão e refletir, através de uma experiência, se nós mesmos estamos no lugar certo. Entendemos que o único meio de buscar essa afirmação é na luta diária contra todo tipo de infortúnio que parece tirar, dia após dia, o brilho que nos sustêm e impulsiona ao trabalho.
RESUMO: Atualmente, quando se dialoga com professores sobre questões didático-metodológicas, percebe-se claramente que quase todos eles se consideram “construtivistas”. No entanto, ao presenciarem-se algumas atividades e exercícios executados pelos alunos em sala de aula fica visível a grande confusão que reina no entendimento do que seja uma postura construtivista pelos docentes. Na verdade, ainda pode ser encontrada uma postura para a qual SAVIANI (1984) já alertava, ou seja, na cabeça o professor é escolanovista na prática, porém permanece tradicional. Esta contraposição entre o ser (o que pensa ser) e o fazer (o que faz) será o eixo para o que pretendemos expor mais detalhadamente e que é fruto de uma pesquisa realizada em escolas de Manaus no ano de 2005, sem, no entanto, ter a preocupação de encerrar o assunto.
Os conflitos entre crianças e adolescentes são inevitáveis. Cabe ao professor identificá-los e administrá-los.
Analise de um novo e nocivo mito: A importãncia do Não Saber, e de sua relação com o comportamento em sala de aula.
A transformação das instituições de ensino em locais de demonstrações de agressividade, como consequência da falta dos limites necessários impostos pela educação doméstica.
A Academia Brasileira de Letras afirma que tem como alicerce a divulgação da cultura da língua nacional. Entretanto, bem sabemos que são culturas escolhidas a dedo, são selecionadas, até porque sua capacidade é somente de quarenta vagas (depois foram atribuídas mais dez vagas após sua fundação feita por Machado de Assis), logo existe uma seleção natural. O que não entendemos são os critérios escolhidos, que não estão pautados nem no conceito literário, muito menos na qualidade que é alicerçada esse conceito ou até mesmo no próprio conceito de cultura.
O hábito da leitura deve ser começado pelo prazer de ler. Todo leitor deve estar envolvido pelo texto que lê. Logo, comece a desenvolver o hábito da leitura pelas leituras que lhe agrade. Faça do livro um companheiro de viagem. Tenha-o sempre em sua companhia durante o dia. Vários são os momentos livres e que você pode aproveitar para dar continuidade à sua leitura.
Muito se ouve falar e se ler que o Brasil deve investir pesadamente em educação, que o desenvolvimento de nosso país passa primeiro por ter um povo fortemente educado e muitas outras afirmações do tipo.
A Escola Superior de Educação Física de Jundiaí lança dois novos cursos de pós-graduação
A fusão das palavras tecnologia e pedagogia parece-nos formar uma boa dupla diante do mundo globalizado, ou quiçá, formam tal dupla pelo mundo globalizado. As tecnologias aplicadas nas escolas podem ser uma boa ferramenta de estímulos dentro do aprendizado, bem como um atrativo para os aprendizes, uma vez que o aluno do século XXI passa doze horas do seu dia ligado ao computador e muitas dessas horas conectado.
Relação entre exaustão da perspectiva da qualidade histórica distinta na indistinção nuclear do valor no código simbólico: um dilema "matrix" como metáfora ou o "fim da história" como desenvolvimento da qualidade (à letra de Baudrillard, outra vez!)
As gramáticas textuais surgiram com o intuito de dar significação aos textos redigidos. Assim, estas vêm trabalhar os aspectos de coesão e coerência dos textos.No entanto, com o passar do tempo criou-se um dilema quanto aos aspectos significativos dos textos.Será que seria suficiente somente a gramática que trata da ordenação de palavras e construção de paradigmas no texto? ou será necessário um novo instrumento de análise e construção para a compreensão do “contexto” dos textos?
Observa-se numa Instituição de Ensino Superior Particular, diversas “falhas” em todos os segmentos, como por exemplo: desperdício, limpeza, organização, capacitação profissional do corpo administrativo e docente, insatisfação de toda a comunidade acadêmica, processos de informação e comunicação, postura de atendimento e etc. Com a implantação de forma autocrática do Programa 5S majorado em 4 Sensos, é possível elevar o padrão de ensino e prestação de serviços de uma IES.
Entendo também que este grandioso projeto deveria ser lido, entendido e executado por todos os continentes de forma adaptada cada um às suas necessidades, afinal a idéia é de grande serventia humanitária. Dentro do projeto, Guião para os Professores, não somente encontramos conceitos e definições do tipo: pobreza, exclusão social, bem como se trabalhar em sala de aula com estes conceitos e percepções para tentar amenizar e tentar combater.
O hábito da leitura deve ser começado pelo prazer de ler. Todo leitor deve estar envolvido pelo texto que lê. Logo, comece a desenvolver o hábito da leitura pelas leituras que lhe agrade. Faça do livro um companheiro de viagem. Tenha-o sempre em sua companhia durante o dia. Vários são os momentos livres e que você pode aproveitar para dar continuidade à sua leitura.
A fusão das palavras tecnologia e pedagogia parece-nos formar uma boa dupla diante do mundo globalizado, ou quiçá, formam tal dupla pelo mundo globalizado. As tecnologias aplicadas nas escolas podem ser uma boa ferramenta de estímulos dentro do aprendizado, bem como um atrativo para os aprendizes, uma vez que o aluno do século XXI passa doze horas do seu dia ligado ao computador e muitas dessas horas conectado.
Entendo também que este grandioso projeto deveria ser lido, entendido e executado por todos os continentes de forma adaptada cada um às suas necessidades, afinal a idéia é de grande serventia humanitária. Dentro do projeto, Guião para os Professores, não somente encontramos conceitos e definições do tipo: pobreza, exclusão social, bem como se trabalhar em sala de aula com estes conceitos e percepções para tentar amenizar e tentar combater.
Disse, muitas vezes, aos meus alunos que ler era também igual a beijar, nem sempre beijamos bem, mas nem por isso deixamos de beijar, estamos sempre tentando melhorar o nosso beijo. E entre muitos beijos, encontramos os melhores beijos.
Quiçá, o entendimento à complexidade da Educação esteja na simplicidade do verbo amar. Mas falar de amor parece algo fora de qualquer contexto, quando tal fato é mencionado as pessoas se olham, se “cutucam”, comentam como se isto fosse um fato distante e isolado da convivência do homem.
Quando refletimos a respeito de não termos leitores ou quando nossa reflexão passa para o abandono escolar, sempre nos vem à mente a idéia que estas perdas estão relacionadas ao fato de que a escola não respeita as diversidades culturais existentes dentro dela, da mesma forma que pretende impor seus valores, via suas metodologias.
De um continente distante do meu, acompanho o noticiário de outro continente anunciando a morte do grande SER humano chamado Zilda Arns. Certa vez, escrevi um artigo que mencionava a Pastoral da Criança e seus salvamentos para o povo brasileiro.
Voltando um pouco às metodologias educacionais, usamos a citação do palestrante,“(…) Educar em todo o seu ser(…)” que vai ao encontro de toda abordagem educacional desde o último século e ganha uma ressalva, ampla e mais clara, no século atual, mas que na prática não se tem aplicado o tanto que se tem explorado sobre essas metodologias de ensinar, “no todo”, o ser humano.

