Exame histórico sobre a teoria do conhecimento

Publicado em: 04/11/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 115 |

INTRODUÇÃO

Trabalho apresentado na disciplina de Prática de Teoria do Conhecimento, para a obtenção do Titulo em Licenciatura Plena de Filosofia, do Centro Universitário Claretiano de Rio Claro (CEUCLAR).  O texto  deu-se através de uma Pesquisa bibliográfica documental sobre a busca da educação para o pensar, através da reflexão e da discussão sobre a filosofia, sua utilidade, seus métodos e seu desenvolvimento na prática do pensar humano.

DESENVOLVIMENTO

Para apreender o problema do conhecimento dentro da História da Filosofia. Faz-se necessário estudar as correntes que influenciaram o próprio ato de conhecer, Procuramos então fazer uma pequena reflexão sobre os pensamentos que influenciaram a historia da filosofia.

O problema da fonte ou origem do conhecimento coloca as seguintes questões: Qual será a origem do conhecimento? A experiência? A razão humana? A esta questão dão resposta correntes como o Empirismo, o Racionalismo, o Racionalismo transcendental (ou Apriorismo) e outras posições intermédias.

Racionalismo e Empirismo são doutrinas filosóficas que respondem à questão acerca da origem do conhecimento. Se na perspectiva do Empirismo este deriva da experiência, não havendo no nosso espírito dados independentes desta, na perspectiva racionalista, o conhecimento tem a sua origem na razão, tendo estes princípios ou idéias independentes da experiência.

Descartes é um dos principais vultos do Racionalismo. Este filósofo foi revolucionário no século XVII quando defendeu que, utilizando o método certo, só através da razão, a que ele também chama "luz natural", era possível chegar à verdade. Este método é minuciosamente explicado numa das obras deste racionalista: "O Discurso do Método". Assim, através de regras como o percorrer o caminho para o conhecimento sempre "do mais simples para o mais complexo,..." e o dar prioridade às idéias que, com mais clareza e distinção, se apresentam ao nosso espírito, porque são inatas, já nasceram conosco, a razão humana pode independentemente da experiência, chegar ao verdadeiro conhecimento.

Em oposição ao racionalismo cartesiano está o empirismo de Hume. Este filósofo inglês foi um crítico do designado "racionalismo dogmático" do século XII, dando um especial destaque à experiência, o que veio a influenciar, mais tarde, o racionalismo transcendental de Kant.

Assim, Hume vai defender que todo o conhecimento começa com as percepções que temos da experiência sensível. Nesta temos as impressões, que são mais nítidas, e as idéias, que são percepções enfraquecidas. Toda a nossa atividade mental consiste em fazer associações de percepções derivadas da experiência.

Mesmo o Princípio de Causalidade, em Hume, não passa de uma associação de idéias. Eu espero que o efeito surja depois da causa porque me habituei a que isso acontecesse, mas não há nenhuma lei da razão que a isso obrigue.

Por sua vez, Kant propõe o Apriorismo, que é um modelo que vem colmatar insuficiências dos dois modelos citados. Isto porque o Racionalismo defende, grosso modo, que todo o nosso conhecimento é derivado da razão humana, que o dado da experiência é dispensável. Nesta teoria temos diferentes perspectivas, de diferentes autores, que se consideram racionalistas, mas com grandes variantes. Descartes é um exemplo forte de racionalismo, pois para ele a mente humana, com um bom método, pode chegar a todo o conhecimento através das "idéias inatas", que são os conhecimentos que já nascem conosco. Aqui temos o sujeito do conhecimento com um papel ativo, que até dispensa a experiência.

O Empirismo descreve a nossa mente como uma "tábua rasa", termo de J. Locke, onde são impressas as várias impressões sensíveis, isto é, vindas da experiência e captadas pelos nossos sentidos. Podemos verificar que se trata de um modelo em que o sujeito é passivo.

A forma de superação kantiana surge como uma conciliação. Isto porque Kant defende o apriorismo, isto é, são as nossas estruturas a priori, independentes da experiência sensível, que configuram todo o conhecimento; mas, por outro lado, como Kant afirma na sua obra, "Crítica da Razão Pura", "não resta dúvida que todo o nosso conhecimento começa com a experiência." No entanto, é só porque dispomos de formas e conceitos a priori, que esse conhecimento pode ser universal e necessário. Nas palavras de Kant, na referida obra: "Se, porém, todo o conhecimento se inicia com a experiência, isso não prova que todo ele deriva da experiência...".

Outro problema do conhecimento é o da possibilidade, que coloca a questão: poderá o sujeito realmente conhecer o objeto, ou será o conhecimento apenas uma ilusão humana?

As principais correntes que procuram responder a esta questão são o Cepticismo e o Dogmatismo, porém outras correntes como o Subjetivismo, o Pragmatismo e o Criticismo fazem parte desta história.

O ceticismo que é a dúvida no sentido radical sobre o conhecimento verdadeiro. O ceticismo metodológico trata-se de um procedimento necessário para que o conhecimento seja legitimado, o ceticismo universal preocupa-se com as contradições insolúveis do conhecimento, com a relatividade do conhecimento sensorial e com a falta de um critério suficiente de verdade (Brugger, 1987).

O termo ceticismo terminou por designar atualmente, na linguagem comum, uma atitude negativa do pensamento. O cético é visto, freqüentemente, não somente como um espírito hesitante ou tímido, que não se pronuncia sobre nada, mas como aquele que, sobre qualquer coisa que é avançada, ou sobre qualquer coisa que possa dizer, se refugia na crítica. Da mesma forma, acredita-se ainda que o ceticismo é a escola da recusa e da negação categórica.

Na realidade, e por sua própria etimologia (skepsis em grego significando "exame"), o ceticismo vetaria qualquer posição decidida, a começar até pela que consistiria em afirmar, muito antes de Pirro e como Metrodoro de Abdera, que somente sabemos uma coisa: que nada sabemos. Os céticos qualificam a si mesmos de zetéticos, isto é, de pesquisadores; de eféticos, que praticam a suspensão do juízo; de aporéticos, filósofos do obstáculo, da perplexidade e dos resultados não encontrados.

Além disso, os historiadores latinos e gregos da filosofia cética, como Aulo-Gélio, Sexto Empírico e Diógenes Laércio, mantêm uma distinção muito rigorosa entre os acadêmicos, que sustentam a impossibilidade de conhecer, e os céticos, que tomam a vida e a experiência por critérios de suas condutas. O ceticismo grego é bem conhecido, principalmente pelo testemunho dado por Sexto Empírico através de obras que expõem minuciosamente sua intenção e seus argumentos. Aparece com os céticos. conceito epoché.

O Cepticismo tem como princípio a dúvida relativamente ao nosso poder de conhecer a verdade e a realidade. O Cepticismo afirma que nada podemos conhecer com certeza, pois não existe nenhum critério seguro da verdade. Assim, é necessário que se suspendam todos os juízos, quer afirmativos quer negativos, pois todo o saber depende das verdades gerais que não podemos conhecer com certeza.

Relativamente a esta doutrina, podemos distinguir o cepticismo metódico e o cepticismo teórico. O primeiro põe em dúvida as afirmações dogmáticas porque não conseguiu encontrar princípios de pensamento seguros. O segundo põe radicalmente em dúvida os pressupostos em que assenta toda a filosofia.

A primeira questão que acompanha o debate epistemológico do conhecimento na filosofia refere-se ao dogmatismo. O Dogmatismo opõe-se ao Cepticismo e afirma a possibilidade de conhecer com certeza. O Dogmatismo é uma atitude em que se afirmam absolutamente certas posições sem as justificar por razões intrínsecas, mas recorrendo apenas ao princípio da autoridade.

Os racionalistas são, muitas vezes, dogmáticos, pois acreditam que a razão tudo pode conhecer com certeza, desde que devidamente orientada. Assim como o realismo, o dogmatismo é a atitude natural do homem face ao mundo onde a percepção de um objeto o leva a crer na existência do mesmo, sem dúvida. Ele corresponde à atitude de todo aquele que crê que o homem tem meios para atingir a verdade não se confrontando com a dúvida e não problematizando o conhecimento.

Ao longo da história o desenvolvimento de dogmas e doutrinas tem afetado as tradições, instituições e práticas religiosas. Na antiguidade, o termo dogma de origem grega significava aparência e expressava uma opinião, crença ou algo que parecia ser, mas, já existiam filósofos dogmáticos como Parmênides, Platão e Aristóteles que se recusam a crer nas verdades estabelecidas.

A problemática central diz respeito á possibilidade de conhecimento é a seguinte: podemos conhecer a realidade? O conhecimento pode ser alcançado?

Através destas perguntas a teoria do dogmatismo propõe a não discussão destas questões, pois a resposta é positiva a ela. Com esta postura, a rigor desqualifica-se a própria existência do problema. Seus defensores retomaram á Grécia Antiga, já os filósofos eleáticos e jônios quando nos primórdios da filosofia, a atividade de filosofar não era em si questionada quando suas possibilidades, tendo-se como suposto a plena capacidade do homem para tal. Os dogmáticos não têm benefício da dúvida.

O dogmatismo para se sustentar precisaria pressupor e admitir como verdade juízos fortes tanto com respeito ao sujeito como quando ao objeto. Com relação ao primeiro, precisaria crer na ampla possibilidade de o sujeito aprender o objeto de não haver erros de observação, de enfoque, de circunstância ou de ilusão dos órgãos do sentido. O sujeito a rigor precisaria ser infalível – atributo possível só para os deuses. E mesmo que o sujeito alcançasse este grau de perfeição, ainda precisaria o objeto apresentar constância e regularidade.

Platão foi dos primeiros críticos ao dogmatismo ao argumentar que o conhecimento não é inato, mas precisa ser adquirido, alcançado.

O dogmatismo filosófico pode ser entendido como a possibilidade de conhecer a verdade, a confiança nesse conhecimento e a submissão a essa verdade sem questionamento. No século XVIII, o dogmatismo racionalista prega confiança na razão a fim de se chegar a verdades. Em crítica à razão, o filósofo Immanuel Kant faz oposição entre o criticismo, o dogmatismo e o empirismo que se diferencia por reduzir o conhecimento à experiência. Para ele o dogmatismo é toda atitude de conhecimento.

Outra doutrina importante para a filosofia e o subjetivismo que é a crença de que a realidade não é firme e absoluta, mas um reino fluído, plástico e indeterminado, que pode ser alterado pela consciência de quem a percebe. O Subjetivismo nega que exista algo que possa ser "a verdade". Segundo sua visão, a verdade varia de consciência para consciência. A mesma sentença pode ser verdadeira numa consciência e falsa em outra. O subjetivismo de Kant sustenta que não é a consciência do indivíduo que cria a realidade, mas a de grupos. Isso trouxe à luz o subjetivismo social. Grupos distintos devem competir por suas verdades.O Marxismo e sua luta de classes são descendentes diretos dessa visão de mundo. O subjetivismo é a doutrina filosófica que afirma que a verdade é individual. Cada sujeito teria a sua verdade. A idéia do sujeito é que projetaria o objeto.

O Pragmatismo aborda o conceito de que o sentido de tudo está na utilidade - ou efeito prático - que qualquer ato, objeto ou proposição possa ser capaz de gerar. Uma pessoa pragmática vive pela lógica de que as idéias e atos de qualquer pessoa somente são verdadeiros se servem à solução imediata de seus problemas. Nesse caso, toma-se a Verdade pelo o que é útil naquele momento exato, sem consequências. É basicamente dizer: "Os fins justificam os meios", em uma forma mais popularizada de colocação. Posto deste modo, o Pragmatismo espalhou-se com facilidade pela cultura americana, e foi além até outras culturas e povos. Sustenta que tudo que funciona é o padrão da verdade. O Pragmatismo nega a validade dos princípios e dos conceitos.

Atribui-se a criação da filosofia do pragmatismo a três pioneiros estadunidenses, Charles S. Peirce (1839-1814), William James (1841-1910) e John Dewey (1859-1952). A idéia inicial do pragmatismo era a eliminação dos dualismos característicos da metafísica, como realidade e aparência, corpo e mente, sujeito e objeto, etc., por meio da noção de experiência, ou seja, de interação ou relação. Mas Peirce, James e Dewey compreenderam de um modo relativamente diferente o que denominavam de experiência.

Estabelecida pelo filósofo alemão Immanuel Kant, a partir das críticas ao empirismo e ao racionalismo. O criticismo, encontra-se exposto, sobretudo, na Crítica da razão pura. Kant diz desenvolver uma "filosofia transcendental" na qual expõe a crítica a que há que submeter a razão humana a fim de indagar as condições que tornam possível o conhecimento a priori. Com a sua filosofia Kant conciliava as disputas entre empiristas e racionalistas. Para isso considera que existem duas faculdades que operam na aquisição de conhecimentos: a sensibilidade e o entendimento.

O Criticismo, de um lado aceita a possibilidade do conhecimento, está convencido de que há uma verdade, por outro lado desconfia de todo conhecimento determinado, sustenta que o conhecimento não é possível, que não se pode ter certeza de coisa alguma. Não possui posição é dogmática, nem cética, mas reflexiva e crítica. Consiste no método de filosofar no qual investigar as fontes das próprias afirmações e objeções e as razões em que as mesmas se baseiam método da esperança de se chegar à certeza.

O criticismo une a confiança na razão em conhecer a realidade (e esta se apresenta como una e cognoscível) com a desconfiança do ceticismo frente ao conhecimento já determinado, não aceitando nada despreocupadamente. Desse modo, seu comportamento não é nem dogmático nem céptico e sim, crítico e reflexivo. Já o intelectualismo é uma doutrina que pretende justificar pela razão os fins últimos do ser humano, o predomínio, de um sistema ou de um tipo de cultura, dos elementos racionais, da inteligência e da razão; está intimamente ligado ao racionalismo.

CONSIDEAÇÕES FINAIS

Conclui-se que, nas várias correntes existentes na teoria do conhecimento, a busca pela verdade absoluta é constante. Estas correntes teóricas nos fazem perceber que o conhecimento não é nada simples, pelo contrário é complexo, e que para chegar a este conhecimento deve-se partir do principio de que tudo é de uma forma ou de outra "conhecimento". Quanto mais se questiona e observa o mundo, mais conhecimento se adquiri.

Portanto pode-se diz que a filosofia é a essência de todo o nosso pensar e conseqüentemente de nosso agir, não podendo assim estar fora de nosso cotidiano. A reflexão filosófica está presente em todos os atos de decisão que tomamos, mesmo que inconscientemente, mesmo que não percebamos. Qualquer atitude que tomamos é baseada em decisão que por sua vez levou em consideração nosso poder de pensar, refletir, ponderar, ou seja, filosofar. Ela está presente em nosso dia-dia e é de suma importância para o exercício da cidadania, pois sem reflexão filosófica nossas atitudes podem ser direcionadas por regras impostas e sem sentido.

BIBLIOGRAFIA:

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    teoria do conhecimento

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    filosofia

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