Formação Do Gestor Escolar: Da Inicial À Continuada

Publicado em: 24/04/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 12,154 |

Pensar a formação do gestor escolar, nos remete a pensar como ocorre a formação inicial do professor na academia, pois, entendemos que ele é antes professor, depois administrador, e é nesta direção que caminharemos ora, nos referindo a formação primeira, ora à permanente.
A formação do professor, tem se tornado, uma das preocupações dos sistemas educacionais e constitui-se segundo Nóvoa num “eixo estratégico fundamental” (1991, p. 68) de desenvolvimento de homens e organizações.
Enquanto definição, encontramos na palavra formar (formare) a equivalência a dar forma a criar, que esta se distingue lexicamente de educar, ensinar e instruir.
Educar recebe provavelmente a influência de educare, significa alimentar, criar, fazer sair, aproxima-se a idéia de subida de nível, “é a prática mais humana, considerandose a profundidade e a amplitude de sua influência na existência dos homens” Gadotti (2001, p. 11) diante dos demais seres vivos. Ensinar vem do latim insignare, associa-se a ministrar o ensino. Instruir, têm origem em instruere, que significa transmitir conhecimento.
A palavra formação, no sentido pedagógico surge relacionada à questões militares em 1908, porém é a partir dos anos 60 que passa a ser utilizada na educação com uma vasta gama de significados, abrangendo tanto o curso (habilitação acadêmica), o sistema (o plano de formação dos formadores) quanto o processo (a formação como resultado). O termo formação, entendido como ensino, surge provavelmente da necessidade, que as pessoas sentem de atualizar os próprios conhecimentos constantemente, em razão das transformações sociais observadas, as quais a escolarização formal já não consegue dar respostas somente com a estrutura institucional básica.
A formação em questão, fica permeada pela associação entre a teoria e a prática, em que, os envolvidos atendem aos objetivos dos diferentes níveis e modalidades de ensino e às características de cada fase do desenvolvimento daquele que está em formação é que precisa continuar aprendendo e compreendendo os fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos e educacionais.
Autores como Behrens (1996), Brito e Purificação (2006), Nóvoa (1991), Almeida (2002, 2005) entre outros, defendem que a formação do professor não deve ser concebida como algo acabado tendo em vista que há um conjunto de atividades que ocorre geralmente após a formação inicial e têm como objetivo o desenvolvimento do conhecimento, de competências. É um processo que não se desenvolve à margem dos projetos das escolas, ao contrário, se apóia a implementação desses.
Estar em formação é considerar ”...a valorização das formações informais, desde os processos de auto formações até ao investimento educativo das situações profissionais e a articulação com os projetos educativos da escola...” Nóvoa (1991, p. 70) implica, que não se ignore a forma como ocorre a aprendizagem, suas necessidades, motivações e pesquisas acerca métodos inovadores.
Outro aspecto relevante na formação do professor é que, não basta que ele queira implementar novas técnicas e métodos, é preciso que este alimente diuturnamente a sua vontade de construir algo novo, de compartilhar os momentos de dúvidas, questionamentos e incertezas, de encorajar o seu processo de reconstrução para novas práticas.
A contemporaneidade revela que a dificuldade do professor em formação é reconstruir a sua práxis, tendo em vista que nem sempre ele está atuando em sala de aula, portanto alheio à orientação e utilização das tecnologias com viés pedagógico que difere da concepção de ensino e aprendizagem embasada na racionalidade técnica presente na atual estrutura curricular vigente.

É um processo que se desenvolve ao longo da carreira profissional, pode se prolongar por toda uma vida, portanto, não se evidencia a dicotomia formação inicial e formação continuada, aplicada de diferentes formas, varia conforme a região e ou local do evento. Representa um desafio à pedagogia tradicional, porque significa introduzir mudanças no processo de ensino e aprendizagem, nos modos de estruturação e funcionamento da escola e nas relações com a comunidade.

Na formação inicial, os educadores adquirem competências para desempenhar a atividade profissional, e a dinâmica da formação destes, articula-se na dialética entre formação básica ou inicial e formação continuada ou permanente.
A noção de formação continuada está relacionada à idéia de como se concebe a que lhe está subjacente pois, vários são os fatores que diferenciam uma formação de outra, e podem estar relacionadas à insuficiência da formação inicial, à disponibilidade de verbas, aos planejamentos ou ao quadro de formadores, tendo em vista a heterogeneidade na formação inicial.
A formação continuada é mais que formação, é também compreendida como formação permanente, pessoal e profissional, pois cria espaços de discussões, e investigação das questões educacionais experimentadas, abre um canal de diálogo com as dificuldades de ser educador num contexto social em veloz transformação. Visa à formação de sujeitos, pensa na mediatização dos conteúdos e no caminho percorrido pelo aprendiz para se apropriar das informações e construir seu conhecimento. No plano nacional, as atividades de formação continuada para os profissionais das redes estadual e municipal de ensino é coordenada pelo Programa Nacional de Informática na Educação - (PROINFO) numa iniciativa do MEC/SEED - Portaria de nº 522 de 09/04/97, e suas diretrizes estabelecidas pelo MEC/CONSED.
Esta formação, na maioria das vezes, ocorre por meio de cursos de pós-graduação (lacto-sensu, strictu-sensu), cursos de sensibilização, de extensão e ou aperfeiçoamento.
Desenvolvem-se na própria instituição de ensino, universidades, centros ou núcleos de formação e apresentam carga horária diferenciada presencial ou a distância e podem ocorrer em duas fases distintas.
Na primeira, as universidades federais, estaduais ou particulares viabilizam cursos de especialização lato sensu a professores graduados da rede estadual e municipal que passam a atuar nos respectivos Estados como professores-multiplicadores nos núcleos.

Numa segunda fase, os professores das escolas estaduais e municipais recebem a formação continuada dos professores-multiplicadores em seus próprios Núcleos de Tecnologia Educacional denominados (NTE's) onde a carga horária é diferenciada de acordo com cada estado da unidade federativa.
No Estado do Paraná a formação para os profissionais que atuam na rede pública é ofertada pela Secretaria de Estado da Educação - (SEED) que gerencia por meio da Diretoria de Tecnologia Educacional – (DITEC), desde o ano de 1998, a demanda de recursos bem como as diretrizes que a norteiam.
Além de “propiciar a capacitação de recursos humanos da rede estadual na utilização da informática educativa” (Resolução 3.527/98) especificamente à professores de 1º e 2º graus e técnicos das escolas a DITEC tem entre seus objetivos, prestar assessoria pedagógica à quem atua na educação, e que se propõem a utilizar nos espaços educativos os recursos tecnológicos disponíveis com vistas à ampliar a aprendizagem de seus estudantes. Há que se convir, embora os cursos de formação continuada estejam sendo efetivados, e sejam extremamente importantes e necessários ao desenvolvimento de novas metodologias, nem sempre são suficientes em termos de propiciar mudanças reais no contexto da prática docente.
Embora, o Estado proporcione formação continuada para os profissionais da educação, é visível e necessário que, o gestor escolar seja contemplado com uma formação específica, para poder atuar com eficiência na gestão e uso dos recursos tecnológicos em seus espaços de trabalho.

...Evidencia-se a importância de se desenvolver programas de formação voltados para as especificidades do trabalho dos gestores, alicerçados na articulação entre as dimensões administrativas e pedagógicas, na integração entre tecnologias e metodologias de formação, tendo as tecnologias como artefatos que favorecem os encontros entre pessoas, valores, concepções, práticas e emoções (ALMEIDA, 2005).

É pois preciso, que o gestor seja formado para perceber as diversas redes que compõem o conhecimento, é um processo que envolve muito mais do que “controlar” o uso e o acesso às tecnologias disponíveis, já que na formação, ele também aprende a buscar os caminhos possíveis para desempenhar o seu papel. O desempenho do papel de gestor escolar, requer comprometimento, liderança, capacidade administrativa sobretudo, ações permeadas pela liberdade, autonomia, responsabilidade e atitudes democráticas.

ALMEIDA, M. E. B de. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática
democrática. In: Salto para o Futuro. Série Integração de tecnologias, linguagens e
representações. Rio de Janeiro: TV Escola, SEED-MEC, 2005.Disponível
em:<http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/itlr/tetxt2.htm>Acesso:22.mai.08.

GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 2001. 319 p.

NÓVOA, Antonio. Formação contínua professores: realidades e perspectivas.
Aveiro/Portugal: Universidade de Aveiro, 1991.

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