Artigonal.com - Leia e Publique Artigos
Diretório de Artigos Gratuitos
30.11.2008 Login Cadastro Olá
E-mail:
Senha:
Salve meus dados neste computador 


Gestão E Organização Do Trabalho Escolar: Novos Tempos E Espaços De Apendizagem

Por: SANDRA VAZ DE LIMA Ranking do Autor Ouro Autor nos TOP 100 | Publicado em: 17-08-2008 | Comentários: 2 | Acessos: 2,695 | Avaliação:  (1,409) Ranking do Artigo Ouro Artigo nos TOP 100 (?)

1. INTRODUÇÃO

O planejamento escolar não pode ser conduzido de forma autoritária e centralizadora, uma vez que se pretende instituir uma cultura mais democrática e participativa nos processos desenvolvidos na escola.

A escola precisa elaborar planos de trabalho ou planos de ação onde são definidos seus objetivos e sistematizados os meios para a sua execução bem como os critérios de avaliação da qualidade do trabalho que realiza.

Sem planejamento, as ações da comunidade escolar  irão ocorrer nas circunstâncias com base no improviso,  ou na reprodução mecânica de planos anteriores e sem avaliar os resultados do trabalho. A falta de planejamento leva a equipe gestora a se especializar em apagar incêndios, mas, nem todos os incêndios podem ser apagados sem que haja sérios prejuízos.



Uma gestão democrática não se constrói sem um planejamento participativo, que conte com o envolvimento dos segmentos representativos da comunidade escolar nos processos de tomada de decisão, bem como na definição de metas e estratégias de ação. A participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar nesse processo é fator relevante para o seu sucesso, pois agrega ao planejamento o compromisso e a co-responsabilidade na consecução de metas e objetivos definidos.

 

 

2. NOVOS CONTEXTOS, NOVAS DIFICULDADES, GRANDES DESAFIOS

 

Mais que uma atividade burocrática, mais que o zelo de normas legais preestabelecidas é uma atividade essencialmente política e pedagógica ou político-pedagógica, como nos afirma Freire.

As transformações que o mundo em geral, a sociedade brasileira e a escola em particular têm vivenciado apontam para o aguçamento dessas dimensões e desconhecê-las pode ser além de um grave erro político pedagógico, um entrave real ao avanço da escola e do processo de ensino-aprendizagem por ela desenvolvido.

Essas transformações são de toda ordem: econômicas, políticas culturais e atingem os mais diversos sujeitos.

As estatísticas apontam que a grande maioria das crianças em idade escolar está dentro da escola, porém apontam inicialmente a repetência e evasão e posteriormente as “dificuldades de aprendizagem” das nossas crianças e adolescentes.

Professores queixam-se de que não sabem como trabalhar com essas dificuldades, caracterizando que essas crianças apresentam déficits culturais, desestruturadas emocionalmente, etc.

Com isso, faz-se necessário a escola refletir sobre seus alunos, sendo uma premissa essencial para uma direção que se pretende democrática na radicalidade total do termo: reconhecimento dos alunos enquanto sujeitos socioculturais e retira-los da subumanidade a que muitas vezes estão submetidos. Além disso assumir uma atitude democrática radical implicada em não retirar-lhes o estatuto da cidadania do ser humano. São diferentes, sim, mas não inferiores.

 

Resumamos. Não há sujeito de saber e não há saber senão em uma certa relação com o mundo, que vem a ser, ao mesmo tempo e por isso mesmo uma relação com o saber. Essa relação com o mundo é também uma relação consigo mesmo e relação com os outros (Charlot, 2000:63)

 

 

No ato de educar, estabelecer um diálogo entres saberes e não repetir a velha tradição da educação bancária tão denunciada por Paulo Freire que intenta inculcar saberes previamente dignificados nos alunos. E dialogar não significa não apresentar-lhe outros saberes, mas partir, como diz Freire, “do saber da experiência feita”

Arroyo (2000b: 131) aponta que o direito à educação e à cultura tem de superar a lógica do mercado e da sobrevivência. (...) O campo do mercado não é bom conselheiro para enfrentar problemas que tocam o campo dos direitos.

Não há como falar de cultura de uma forma singular, mas de culturas. E, se há diferentes culturas, o respeito, o reconhecimento e a troca devem fazer parte do cotidiano escolar.

Cotidiano esse que deve se transmudar, que não reconhecerá a cultura do negro, do índio, do nordestino, dos habitantes da área rural apenas em datas comemorativas, concretizando aquilo que, no jargão educacional, chamamos de currículo turístico. E ainda buscará a explicitação, a contribuição, a participação de toda a comunidade escolar, em especial dos alunos em atividades diversas.

As estratégias são várias e diversos educadores têm buscado fazê-las: de entrevistas com os pais e integrantes da comunidade a perfis dos alunos, de dinâmicas de apresentação a verdadeiros teatros, shows, etc., onde os educandos apresentam o cotidiano da sua vida, suas expectativas, seus gostos, suas artes. Além de atividades onde os sujeitos falam, tem voz e vez e não onde se sintam silenciados e silenciosamente ou agressivamente reagem à negação da sua expressão e do seu ser.

Se os alunos são sujeitos do saber, também o são os professores. E, assim como seus alunos, constroem e adquirem saberes em diversos espaços e tempos, especialmente no trabalho. E quanto a isso é preciso constatar – mesmo sob controle intenso, o professor, se não incorporar a necessidade da mudança prática docente, continuará repetindo aquilo que julga eficaz e suficiente para aprendizagem dos alunos.

A questão do diálogo, do clima de troca e a cumplicidade se fazem importante numa escola radicalmente democrática. Reconhecer os docentes como sujeitos do processo de ensino-aprendizagem, como educadores em toda a dimensão do termo, é essencial.

Assim, deve-se levar em conta os saberes docentes, a sua experiência, inserí-los mesmo na gestão político-pedagógica da escola é vital para uma organização mais dinâmica, mais rica do trabalho escolar.

O ponto central do trabalho pedagógico é o conteúdo escolar e a organização central para trabalha-lhos é a sala de aula. Cada docente é responsável por um conteúdo ou disciplina e os espaços de interação interdisciplinares são escassos e empobrecidos.

A organização da instrução pública funcionava sob outra lógica: os professores lecionavam para alunos, num mesmo ambiente, em estágios diferentes de conhecimento sobre determinado conteúdo escolar.

Com a industrialização e consolidação da sociedade capitalista ocorre a demanda por uma força de trabalho mais escolarizada. E as escolas isoladas vão sendo identificadas com o atraso e pouca eficácia da escola.

Ribeiro destaca que é preciso ousar formas de enturmação e de organização do tempo escolar, mais condizentes com uma educação enquanto processo de humanização, menos humilhante e desgastante para o aluno.

Se os ciclos se centram no sujeito, na sua formação por inteiro, é mais compatível com uma educação capaz de valorizar e incorporar outros espaços em tempos de aprendizagem, portanto, de dialogar com outros saberes para além dos saberes sistematizados ou saberes escolares.

 

 

3. GESTÃO DA SALA DE AULA: O “MANEJO DE CLASSE” COM NOVA ROUPAGEM?

 

...à “gestão “ da sala de aula

O momento histórico que convivemos é de crucial importância para a educação brasileira, educação para o indivíduo e para o país, o desempenho de nossos alunos, constatado em testes nacionais e internacionais, tem sido lamentável.

As transformações decorrentes dos esforços de construção de um Projeto Político Pedagógico para cada unidade escolar, são já bastante significativos, mas a sala de aula ainda é uma célula cuja organização interna ainda é muito dependente da competência (ou incompetência) do professor.

Quando os professores se queixam das dificuldades encontradas na recuperação de sua autoridade frente aos alunos, não o fazem sem razão: ninguém, concordaria que se pode fazer educação sem um mínimo de ordem e harmonia dentro da sala de aula.

O desafio é restaurar a autoridade do professor, sem que recorra a métodos autoritários de condução do ensino e que se considere a necessidade de bem gerenciar todos os conflitos que estão instalados em qualquer instância de exercício de poder.

Resta ao professor exercer a sua liderança de forma democrática como acontece em uma escola que se pretende democrática também. A liderança democrática implica negociação, acordo, estabelecimento coletivo de normas, regras, padrões. Implica delegação de responsabilidades e atribuição de tarefas.

Uma boa maneira de fazer educação é ouvir os clássicos, que deixaram marcas notáveis num campo do saber.

Uma gestão democrática supõe acordos, negociações, participação, na construção de projetos coletivos como garantia de sucesso dos mesmos.

É preciso prover para que os laços de dependência entre aluno e professor se tornem cada vez mais tênues, pensando nas transformações da relação professor aluno, numa trajetória que se iniciou no jardim da infância e caminha até pós- graduação.

Um grande auxiliar do professor na criação deste ambiente rico – desafiador, desencadeador de aprendizagem, são os métodos e técnicas de ensino ativo. O ensino por projetos, por exemplo, é uma metodologia  que vem oferecendo ótimas oportunidade de aprendizagem a estudantes em qualquer nível de ensino, pela possibilidade de significação e contextualização.

Técnicas como a exposição dialogada, a demonstração, a observação, a experimentação, a entrevista, as excursões, o trabalho em grupos homogêneos ou diversificados, o seminário, o painel são algumas das enumeras técnicas que podem tornar a sala de aula mais atraente, auxiliando o professor na tarefa de conseguir o engajamento dos alunos em atividades educativas.

 

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Uma escola democrática não é aquela em que todos fazem o que querem, mas sim aquela em que todos fazem o que é bom para todos, gerindo democraticamente uma sala de aula e criando condições de respeito mútuo de aprendizagem para todos os alunos, respeitando-lhes as diferenças e trabalhando-as em benefícios deles mesmos.

Cabe a escola colocar ao alcance de todos o patrimônio cultural da humanidade, uma escola democrática inclusiva que se proponha formar cidadãos lúcidos, críticos , honestos, competentes, cônscios, de seus direitos e seus deveres.

Percebemos que o estudo das práticas de organização e de gestão da escola é indispensável para a construção de uma escola democrática e participativa, que prepare os alunos para a cidadania plena. Bem como as  formas de gestão e de tomada de decisões, as competências e procedimentos necessários à participação eficaz na vida da escola, incluindo a elaboração e discussão pública do projeto pedagógico.

 

5. BIBLIOGRAFIA

 

ARANHA, Antônia Vitória Soares. Gestão Educacional novos olhares – novas abordagens. Petrópolis: Editora Vozes, 2005.

Avalie este artigo: Current: 4 / 5 stars - 20 vote(s).

Fonte Artigos Gratuitos Online - Artigonal.com

Imprima este Artigo Imprimir artigo   Envie o Artigos a um amigo Enviar a um amigo   Publique este Artigo no seu site Publique este Artigo   Mande mensagem ao Autor Mensagem ao autor  
SANDRA VAZ DE LIMAPerfil o autor:

Graduada em Letras/ Inglês

Especialista em Educação Especial e Psicopedagogia Clinica/institucional

Submeter artigos se tornou um dos meios os mais populares de gerar links de qualidade e tráfego para o seu site. CADASTRE-SE JÁ, É DE GRAÇA!

Comentários

Comente este artigo Comente este artigo
Nome
E-mail:
Comentário
Digite o código de segurança: Captcha

+1
1. Kau (09:41, 07.10.2008)
Nossa, ao ler o texto fiz uma contextualização com a prática. Mt bom, gostei mesmo.
+1
2. Andreia (09:39, 07.10.2008)
Oi, gostei mt deste artigo, as informações sçao calras e objetivas. Parabéns e mt sucesso.

Artigos Relacionados

Gestão Democrática Da Escola Publica: È Preciso Educar Todos
Por: Prof.Raimundo Ferreira dos Santos | 28/10/2008 | Educação Online
Esse artigo foi elaborado com a pretenção de proporcionar um visão mais abragente da gestão da escola pública em seus detrimentos com a sociedade.Qual o pérfil dos técnicos pedagógicos,se ainda a educação está voltada a exclusão e que politicas públicas estão sendo trabalha na busca incessante por cidadania.

Arquitetura Da Marca
Por: Nori Lucio Jr | 02/09/2008 | Marketing Internacional
A arquitetura da marca, na prática, funciona como tratado que determina a sinergia ou o relacionamento entre a “proposta de valor” da empresa para o mercado, formada pela ofertas de produtos e serviços, e o próprio mercado constituído pelo “ecossistema” entre clientes, parceiros e fornecedores

A estratégia da comunicação na implementação do planejamento estratégico
Por: José Carlos Maron Jr. | 26/02/2008 | Negócios
A importância da comunicação para o sucesso de um planejamento estratégico empresarial.

Elasticidade Da Marca
Por: Nori Lucio Jr | 02/09/2008 | Marketing Internacional
Como o próprio termo telegrafa, a marca tem limites que, quando não observados, rompem o tratado documentado na arquitetura comprometendo a CONSISTÊNCIA na forma de como seus clientes percebem a empresa. A equação imagem versus identidade começa a ficar comprometida juntamente do posicionamento.

Descontinuidade Das Exportações Do Distrito Federal Entre 2001 E 2005
Por: Mayana Ramos Machado | 03/03/2008 | Marketing Internacional
A internacionalização de empresas é um processo que não se resume apenas a venda de um produto ou serviço para o exterior. É um trabalho que exige da empresa observar questões como estratégias de marketing internacional, aspectos culturais, barreiras à exportação, logística, entre outros. O artigo tem o objetivo de apresentar as razões que contribuíram para que as empresas do Distrito Federal tivessem suas exportações interrompidas.

Evolução Da Marca
Por: Nori Lucio Jr | 02/09/2008 | Marketing Internacional
Awareness é quando o público-alvo da empresa a reconhece ou lembra da marca de alguma forma, não necessariamente articulada. Nesta fase este reconhecimento é volátil, ou seja, fica numa área da memória chamada de STM (short-term memory), que tem como característica desaparecer depois de segundos, dando lugar a outras memórias geradas por estímulos mais recentes.

Sua Empresa Ainda Não Tem Um Plano De Carreira?
Por: Ronaldo Cruz da Silva | 21/03/2008 | Carreira
Um plano de desenvolvimento que beneficie o aprendizado do colaborador, é isso que a maioria das pessoas querem, mas se a organização não oferece oportunidades de crescimento, cabe o profissional procurar ferramentas que possam auxiliar no autodesenvolvimento.

Personalidade Da Marca
Por: Nori Lucio Jr | 02/09/2008 | Marketing Internacional
Independentemente de segmento, as empresas participam de um mercado muito dinâmico de uma forma geral. Precisam adaptar rapidamente as suas mutações para aproveitarem as novas oportunidades. Diferentemente do passado onde os ciclos de amadurecimento de produtos e serviços eram mais espaçados, hoje a “comoditização” é quase que instantânea, conseqüência do impacto das várias mídias.

Últimos Ensino Superior artigos

Fraude Acadêmica
Por: Públio Athayde | 25/11/2008
Temos que conviver que uma universidade que aceita a fraude em todos os seus aspectos nefastos?

Manual Para Redação Acadêmica
Por: Públio Athayde | 21/11/2008
Este artigo apresenta o meu Manual para Redação Acadêmica, cujo objetivo é subsidiar a produção de textos científicos, fornecendo elementos para que os aspectos lingüísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Espera-se que aqui se encontrem algumas indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados.

O Ensino De História E Suas Contribuições
Por: Rafael Francisco Bensi | 19/11/2008
O presente artigo tem como objetivo levantar questões acerca do Ensino de História na formação dos alunos e alunas do Brasil tendo em vista a criação dos novos Parâmetros Curriculares Nacionais após a inserção do país no chamado neoliberalismo, além de analisar as condições encontradas para a execução desse ensino em vários aspectos da sociedade, tendo como pano de fundo a questão da cultura de massas no Brasil.

Defendendo O Texto
Por: Públio Athayde | 18/11/2008
No momento da defesa da tese ou da dissertação, o autor precisa estar tranqüilo quanto aos aspectos externos ao conteúdo do trabalho, texto, formatação e composição. Para isso existem os revisores acadêmicos.

Trabalho Acadêmico
Por: Públio Athayde | 18/11/2008
Trabalho acadêmico é o texto resultado de algum dos diversos processos ligados à produção e transmissão de conhecimento executados no âmbito das instituições ensino, pesquisa e extensão, formalmente reconhecidas para o exercício dessas atividades.

O (Des)Compromisso Dos Orientadores
Por: Públio Athayde | 18/11/2008
A fraude acadêmica grassa por todas as instituições de ensino superior. Tamanha afronta ao saber só pode se dar pela cumplicidade ou omissão culposa dos orientadores.

O Perfil Do Contabilista Que Deseja Ingressar Num Órgão Público Federal
Por: Lilian Aparecida Aranha da Silva e Nathalia Menezes dos Santos | 06/11/2008
O artigo “O Perfil do profissional Contabilista que deseja ingressar num órgão público federal”, é dedicado àquele profissional atuante na área contábil e que tem vontade de prestar concursos públicos. Este foi realizado na tentativa de auxiliar o candidato a estudar as matérias necessárias, mostrando que essas foram ensinadas na universidade com uma ênfase de 80% do que os concursos exigem, apresentando ao interessado qual seu mercado no âmbito público, podendo trabalhar na empresa, com indepen

Diferentes Espaçamentos E Níveis De Nitrogênio Sobre A Germinação De Milho Pipoca
Por: Ana Débora Mascarenhas | 05/11/2008
O presente trabalho foi realizado com o objetivo de verificar a influencia de diferentes espaçamentos e crescente nível de adubação nitrogenada na qualidade de germinação e no índice de velocidade de germinação do milho pipoca. A metodologia utilizada seguiu as normas das regras para Analises de Sementes, foram feitos o teste padrão de germinação e índice de velocidade de germinação. Os resultados obtidos mostraram que o espaçamento adensado implica em sementes com maior poder de germinação que as sementes geradas em espaçamentos maiores. A adubação nitrogenada também apresenta influencia significativa com relação a germinação das sementes de milho pipoca. Conclui-se que os dados obtidos confirmam os diversos estudos realizados por pesquisadores sobre a adubação e o espaçamento e sua influencia sobre o poder germinativo das sementes de milho.

Mais artigos de SANDRA VAZ DE LIMA

'Aprender a Aprender' - Sociedade do Conhecimento
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 17/08/2008 | Ensino Superior
A educação é um direito de todos, o conhecimento não deve ser fragmentado, é necessário desenvolver o gosto pela pesquisa e o conhecimento científico, tendo assim autonomia intelectual para expor suas idéias. Ensinar a pensar é a finalidade fundamental da educação, cabe ao professor incentivar o aluno para que ele seja mais pró-ativo e criativo, levar o aluno a refletir sobre a realidade, as mudanças e as transformações do mundo globalizado, respeitando as diversidades, aprendendo que aprender é uma competência que exige esforços e capacidade. Numa sociedade competitiva do capitalismo é preciso buscar caminhos que levem a soluções para o conhecimento do aprender a aprender.

A Municipalização do Sistema Educacional Brasileiro
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 17/08/2008 | Ensino Superior
Este trabalho tem o objetivo de apresentar as políticas públicas de descentralização e desconstrução do sistema educacional brasileiro da gestão e de municipalização da educação básica no país. As mudanças na política educacional brasileira têm emprestado um papel significativo às instâncias municipais, quando princípios como os da descentralização, da democratização e da participação têm justificado novos arranjos no reordenamento das estruturas e funcionamento dos sistemas de ensino.

A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 25/02/2008 | Educação
O artigo a seguir trata sobre a importância da motivação no processo de aprendizagem, uma vez que este processo é desencadeado a partir da motivação, que se dá no interior do sujeito, estando intimamente ligado às relações de troca que o mesmo estabelece com o meio, principalmente, seus professores e colegas. Nas situações escolares, o interesse é indispensável para que o aluno tenha motivos de ação no sentido de apropriar-se do conhecimento.

TRABALHO EM GRUPO COM ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 24/02/2008 | Educação
O trabalho em grupo deve promover vínculos verdadeiros com os colegas, ampliando cooperação e colaboração, favorecendo relações de confiança entre os educandos. Assim sendo, torna-se imprescindível que o professor possibilite atividades socializadoras e interativas nos trabalhos em grupo. A escola e o professor devem estar em busca de um constante aperfeiçoamento, revendo suas políticas e práticas pedagógicas, uma vez que a qualidade do ensino depende do exemplo de professor.

O CÉU DE OUTUBRO
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 23/02/2008 | Educação
Filme que mostra a persistência dos jovens para criar um foguete e não se intimidaram diante dos obstáculos encontrados, ao contrário, arrumaram uma maneira de atingir seus objetivos. Essa determinação nos traz uma lição de vida, pois eles queriam criar e lançar o foguete, e apesar das grandes dificuldades eles ficaram firmes e lutaram por seus ideais.

ANTONIO GRAMSCI
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 23/02/2008 | Educação
O presente trabalho visa apresentar um estudo sobre Antonio Gramsci e sua relação com a realidade brasileira, é perpassado por inúmeras inquietações, uma vez que a história presente, está permeada de novas cargas de sentido.

O JOGO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 23/02/2008 | Educação
O ato de jogar é tão antigo quanto o próprio homem, o jogo é necessário ao nosso processo de desenvolvimento, tem uma função vital para o indivíduo principalmente como forma de assimilação da realidade. Na concepção piagetiana, os jogos consistem numa simples assimilação funcional, num exercício das ações individuais já aprendidas gerando, ainda, um sentimento de prazer pela ação lúdica em si e pelo domínio sobre as ações.

A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Por: SANDRA VAZ DE LIMA | 23/02/2008 | Educação
A Psicomotricidade caracteriza-se por uma educação que se utiliza do movimento para atingir outras aquisições mais elaboradas, como as intelectuais. Por meio do desenvolvimento dos elementos corporais, proporcionando a criança o desenvolvimento/ aprimoramento das qualidades físicas, do esquema corporal da estruturação espaço temporal, além de uma conscientização dos movimentos apresentados pelo seu corpo, sendo a base indispensável dos exercícios individuais e de conjuntos.

Categorias do Artigo





Webmasters

Leitor de RSS
RSS
Links

Business Info

Anunciar