O conhecimento dos academicos de enfermagem sobre as hepatites

04/04/2011 • Por • 1,493 Acessos

1. INTRODUÇÃO:

As infecções causadas pelo vírus da hepatite B (HBV) e da hepatite C (HCV)são problemas mundiais de saúde pública. Mais de 2 bilhões de pessoas já foram infectadas pelo HBV em todo o mundo, com cerca de 350 milhões delas tornando-se portadoras crônicas do vírus. A cada ano ocorrem mais de 4 milhões de novos casos agudos da hepatite B, dos quais cerca de 25% (1 milhão de pessoas) morrem anualmente por hepatite crônica ativa, cirrose ou câncer . Em relação ao HCV, estima-se que cerca de 3% da população mundial foi infectada pelo vírus, com aproximadamente 170 milhões de portadores crônicos. A cada ano, surgem de 3 a 4 milhões de novos casos da doença. O HBV é transmitido por exposição parenteral, percutânea ou permucosa, pelo sangue contaminado ou por fluidos corporais. (1) O vírus circula em títulos elevados no sangue e em níveis mais baixos em outros fluidos orgânicos (saliva, sêmen ou fluido vaginal) e é, aproximadamente, cem vezes mais infectante que HIV e dez vezes mais que HCV . A transmissão do HCV ocorre principalmente por transfusão de sangue contaminado (incluindo preparações de imunoglubulina), uso de drogas intravenosas, tatuagens, body piercing e, secundariamente, por via sexual (2).

Os profissionais  e os acadêmicos de Enfermagem estão expostos a estes vírus através

de contato com fluídos corpóreos e manipulação de materiais perfuro cortantes onde

ocorre contaminação pela mucosa na primeira situação e por via cutânea na segunda

onde então entrarão na corrente sanguínea. As causas são variadas desde o não uso dos

equipamentos de proteção individual (EPIs) até o mal hábito de reencapar agulhas. (3;4;5;6).

Existem outros tipos de Hepatites como A e E de transmissão fecal-oral e ainda a Hepatite medicamentosa ou Hepatotoxidade.  Há casos em que a reexposição de indivíduos susceptíveis a fármaco, leva a hepatite aguda de curso fulminante (7).

Estudos comprovam que tanto profissionais de saúde como Acadêmicos de Enfermagem praticam a auto medicação. Essa prática pode ser favorecida por fatores tais como facilidade de acesso aos fármacos e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde (enquanto usuários), ora por falta de tempo ora dinheiro para planos de saúde ora pela dificuldade de acesso aos serviços de saúde ora pela dificuldade do cuidados de "si" (8). A prática de automedicação entre os acadêmicos de Enfermagem podem estar relacionado ou não a falta de informações sobre farmacologia e conhecimentos associados ou não (9). Estudos anteriores apontam o uso de antiinflamatórios e analgésicos como principais drogas consumidas na prática da automedicação, seguido do grupo de psicotrópicos (10).

O enfermeiro é responsável pelo acolhimento do usuário do serviço de saúde, considerando-o como sujeito das ações de prevenção e controle da doença e transformador do seu cuidado (11).

É preciso que o profissional em formação perceba o porquê da ocorrência desses acidentes com perfuro cortante, o porquê do uso da automedicação. Se for devido à falta de conhecimento sobre as Hepatites como se adquire, fisiopatologia, tratamento e prevenção e ainda se há conhecimento insuficiente dos efeitos colaterais das medicações, farmacocinética e farmacodinâmica e interações medicamentosas.

Então a proposta deste trabalho é realizar um levantamento de dados através de questões das disciplinas de Doenças Transmissíveis e Farmacologia entre os acadêmicos de Enfermagem do 5º e 6º semestre para saber qual o real conhecimento sobre as tais disciplinas citadas e ainda conscientizar para sermos bons Enfermeiros acolhedores dos usuários dos serviços de saúde é necessário ter conhecimento consistente sobre as doenças, tratamento e prevenção para prestarmos uma assistência no mínimo eficaz.

2 OBJETIVO:

Avaliar o conhecimento dos Acadêmicos de Enfermagem do 5º semestre sobre os tipos de Hepatites.

3 MATERIAL E MÉTODO:

Para o levantamento dos artigos científicos utilizados para a pesquisa, foram consultadas as bases de dados: Google acadêmico, BIREME (LILACS) e Scielo, utilizando os seguintes descritores: conhecimento, acadêmicos de enfermagem, hepatite, profissionais de enfermagem.

Foi realizada uma pesquisa de campo,qualitativa, tendo como objetivo conseguir informações ou conhecimentos acerca de um problema, para o qual se procura uma resposta, ou hipótese, que se deseja comprovar, ou, ainda, descobrir novos fenômenos ou as relações entre eles. O tipo de pesquisa de campo é exploratório, consistindo em investigações de pesquisa empírica cujo objetivo é a formulação de questões ou de um problema, com a tripla finalidade: desenvolver hipóteses, aumentar a familiaridade do pesquisador com o ambiente, fato ou fenômeno, para realização de uma pesquisa futura mais precisa ou modificar e clarificar conceitos. 12

Para a realização desta pesquisa, foi necessária a aplicação de um questionário com 10 perguntas fechadas de múltipla escolha, para facilitar o entendimento do assunto em questão. Local da pesquisa:  foi realizada no Campus da Universidade Nove de Julho, na unidade localizada na rua Vergueiro,nº235/249 , no período Diurno, Vespertino e Noturno, com graduandos do 5º semestre do curso de enfermagem. Critérios de inclusão/exclusão: acadêmicos do curso de enfermagem que estejam cursando o 5º semestre do curso; acadêmicos que estudem no campus da unidade Vergueiro no período diurno, vespertino e noturno; discentes que não estejam realizando dependência ou adaptação da disciplina de Doenças Transmissíveis (DT); discentes que queiram participar da pesquisa. Critérios de exclusão: Discentes do curso de enfermagem que não estejam cursando o 5º semestre do curso; acadêmicos que tenham ficando em dependência ou adaptação na disciplina de Doenças Transmissíveis;  discentes que esteja matriculado em qualquer outro curso da área da saúde, ou que não esteja devidamente matriculado na unidade Vergueiro.Discentes que não queiram participar da pesquisa. O participante da pesquisa teve o direito de conhecer as razões pelas quais foi incluído como sujeito da pesquisa. Informações: O voluntário teve e tem garantia que receberá respostas a qualquer pergunta ou esclarecimento de qualquer dúvida quanto aos procedimentos, riscos benefícios e outros assuntos relacionados com pesquisa. Também os pesquisadores supracitados assumiram o compromisso de proporcionar informação atualizada obtida durante o estudo, ainda que esta possa afetar a vontade do indivíduo em continuar participando.  Aspecto Legal: Elaborados de acordo com as diretrizes e normas regulamentadas de pesquisa envolvendo seres humanos atendendo à Resolução n.º 196, de 10 de outubro de 1996, do Conselho Nacional de Saúde do Ministério de Saúde – Brasília – DF.

Os resultados da pesquisa serão publicados e divulgados conforme autorização da Instituição estudada, através de apresentação oral, Banner e trabalho científico.

A pesquisa encontra-se cadastrada no Sisnep sob o nº 342961

RESULTADO E DISCUSSÃO

Conforme proposto foi realizado a coleta de dados com graduandos de Enfermagem do 5º semestre (3º ano) do campus Vergueiro nos períodos diurno, Vespertino e Noturno no total de 45 pessoas utilizando um questionário com 10 perguntas objetivas elaboradas baseado em Aguiar (13) onde:

Referente as Cirroses Hepática, Biliar e Pós necrótica 64,4% (29 graduandos) responderam que as principais causas são Hepatites B e C, consumo abusivo de álcool em excesso, obstrução de canais biliares por pedras ou tumores, uso de drogas, exposição a inseticidas, bactérias e outros; 13.3% (6 graduandos) responderam que as principais causas estão relacionadas a exposição a bactérias e inseticidas e outros produtos tóxicos, bebida alcoólica em excesso, abuso de cigarro, vida sedentária e obstrução de canais biliares, outros 13,3% responderam que as principais causas são Hepatites virais, medicamentosa, alcoólica e auto-imune; já 6,8% (3 graduandos( responderam nenhuma das afirmações anteriores eram corretas; e 2, 2% (1 graduando ) respondeu que a Cirrose Hepática é causada unicamente por bebida alcoólica, a Cirrose Biliar por Hepatites Virais e obstrução dos canais biliares e a Cirrose Biliar pela Hepatite Auto-imune. O resultado demonstra que mais da metade dos graduandos sabem relacionar as principais Cirroses a suas principais causas. Sendo que as Cirroses mais comuns e suas principais causas segundo Ida (14) a Hepática e a Pós necrótica e essas evoluem para Carcinoma Hepato-Celular (CHC).

Mas quanto aos principais tipos de Hepatites 35,6% (16 graduandos) responderam que são as  virais A B C D e E; 28,9% (13 graduandos) responderam que além das virais existe a medicamentosa, alcoólica e auto-imune; 33,3% (15 graduandos) demais respostas e 2,2%  (1 graduando) não respondeu. É perceptível que apenas 28,9% dos 100% pesquisados, conhecem os principais tipos de Hepatites é importante ressaltar que as Hepatites alcoólica, medicamentosa e auto-imune pode levar um indivíduo a óbito seja de forma gradativa ou fulminante conforme estudos anteriores. (Ida e Oliveira). (14,15)

A situação fica mais crítica quando se refere ao conceito de Hepatite 42,2% (19 graduandos) responderam que é uma doença do fígado e apenas 22,2% (10 graduandos) responderam que é qualquer processo inflamatório que resulta na morte dos hepatócitos, 33,4% (15 graduandos) demais respostas e 2,2% não responderam. Esta questão e a anterior referente aos principais tipos de hepatites estão correlacionadas. Não é possível conhecer as principais Hepatites sem saber o conceito de Hepatite. Um hepatócito é uma célula hepática logo se as células hepáticas morrem todo o órgão sofre e pode comprometer seu funcionamento. (14)

Interessante que 51,1% (23 graduandos) souberam responder que o período de incubação da Hepatite B é de 30 – 180 dias (em média de 60 – 90 dias) em comparação a 46,7% (21 graduandos) responderam que o período mínimo é entre 11 – 15 dias e o período máximo entre 45 – 150 dias e 2,2% não respondeu. Isso demonstra que um pouco mais da metade dos graduandos conhecem o período de incubação: Que é o período entre o contato do indivíduo com o vírus até a manifestação da doença. Além de ser necessário conhecer o período de incubação é importante saber o que fazer após a exposição ao vírus como colher sorologia, estar com a vacinação em dia e fazer a soroconversão o mais rápido possível. (1)

Quanto a das Hepatites B, C e D 40% (18 graduandos) responderam que é por via sexual, parenteral e vertical; 24,4% (11 graduandos) responderam além das citadas acima a via percutânea, 31,2% (14 graduandos) demais respostas e 4,4% (2 graduandos) não responderam. O resultado demonstra que a via percutânea é descartada como via de transmissão destas Hepatites, mas, na realidade é a via que os profissionais de saúde principalmente os de enfermagem e também estagiários estão mais expostos através de lesões por perfuro cortantes (agulhas, bisturi, vidraçarias). (6)

Dos 45 graduandos, 44,4% (20 graduandos) responderam que o risco da Hepatite B evoluir para cronicidade é de 60% a 90%, 24,4% (11 graduandos) responderam que é raro a Hepatite B evoluir para cronicidade, e apenas 20% ( 9 graduandos) responderam que pode evoluir 90% nos menores de 1 ano, 20% - 50% de 1 – 5 anos, e 5% - 10% nos adultos, e 11,2% (5 graduandos) optaram por outras respostas. É perceptível o conhecimento insuficiente sobre o risco de cronicidade da Hepatite B. Segundo Castelo (15) a estimativa de indivíduos contaminados pelo Vírus Crônico da Hepatite B (VCHB) é de 400 milhões e até 1 milhão morram anualmente por causa da doença. A Vigilância Epidemiológica (16) informa que a Hepatite B aguda normalmente tem um bom prognóstico: o indivíduo resolve a infecção e fica livre do vírus em cerca de 90% - 95% dos casos. As exceções ocorrem nos casos de Hepatite fulminante (< de 1% dos casos) e Hepatite B na criança (90% de chance de cronificação em crianças menores de 1 ano e 20% a 50% para aquelas que se infectam entre 1 e 5 anos de idade) e em alguns pacientes com algum tipo de imunodeficiência.

Na questão referente o cuidado que o profissional de Enfermagem deve ter ao lidar com pacientes infectados com a Hepatite B 35,6% (16 graduandos) responderam uso de todas as EPIs, 28,9% (13 graduandos) responderam precaução padrão e vacina, 22,2% (10 graduandos) responderam precaução de contato e vacina, 11,1% (5 graduandos) outras respostas e 2,2% não responderam. O resultado demonstra a preocupação dos graduandos em se proteger seja no uso de todas as EPIs, precauções padrão ou contato e vacinação. Mas segundo o Ministério da Saúde o uso correto da precaução padrão ou precauções universais e a vacinação em dia é o suficiente para garantir a proteção dos profissionais que lidam diretamente com esses pacientes.(6) Vilela (17) afirma que a identificação das vias de transmissão e de entrada determina quais medidas de proteção devem ser adotadas.

Na questão qual (is) Hepatite(s) é (são) considerada(s) DST (s) 51,1% (23 graduandos) responderam Hepatites B e C, 20% (9 graduandos) responderam Hepatites B,C e D, e apenas 15,6% (7graduandos) Hepatite B, 11,1% outras respostas e 2,2% não responderam. O resultado demonstra que um pouco mais da metade dos graduandos entendem que as Hepatites B,C e D são adquiridas por via sexual o que não deixa de ser verdade. Segundo o Ministério da Saúde as Hepatites virais B, C e D são transmitidas pelo sangue (via parenteral e vertical), esperma e secreção vaginal (via sexual), sendo esta última mais incomum para Hepatite C. O Departamento de DST e HIV (6) denomina a Hepatite B como DST; a Hepatite D está relacionada a Hepatite B Crônica onde o vírus da Hepatite D utiliza o envelope do VCHB, tornando viável sua sobrevivência e replicação conforme exposto no Protocolo de Tratamento das Hepatites (1).

Referente  a vacinação 48,9% (22 graduandos) responderam que só há vacina para Hepatite B, 28,9% responderam que não há vacina para Hepatite D, porém se o indivíduo for vacinado contra Hepatite B reduz a prevalência de Hepatite D, 22,2% outras respostas. O resultado demonstra que menos da metade dos graduandos sabem que existe vacina apenas para a Hepatite B para a população. Pelo Programa Nacional de Imunização (18) apenas a vacina para Hepatite B faz parte do calendário vacinal no território brasileiro.

Na questão referente a prevenção das Hepatites em geral, 73,3% (33 graduandos) responderam saneamento básico, uso de seringas e agulhas descartáveis uso de camisinha nas relações sexuais, uso correto das EPIs e consumo de medicamentos mediante prescrição médica, 15,6% responderam uso de EPIs e preservativo nas relações sexuais, 4,4% demais respostas e 6,7% (3 graduandos) não responderam. Percebe-se quanto ao conhecimento da prevenção eles demonstram ter para as Hepatites em geral, mas é necessário ressaltar no ensino acadêmico detalhadamente o uso de Equipamento de Proteção Individual e os tipos de Precauções em cada Hepatite.

CONCLUSÃO

Um pouco mais de 50% conhecem as principais causas das Cirroses e prevenção das Hepatites em geral, por outro lado, menos de 30% sabem as principais vias de transmissão das Hepatites B, C e D; não sabem o perigo de, por exemplo, uma hepatite B tornar-se crônica e não sabem que para cuidar de um paciente portador da Hepatite B basta precaução padrão e o profissional tem a obrigação de estar com a vacinação em dia. Era esperado que o acadêmico do 5º semestre tivesse ao menos 50% de aproveitamento da disciplina de Doenças Transmissíveis. Mas é necessário traçar melhor o perfil desses alunos os impediram de saber um pouco mais. É importante ainda ressaltar que amanhã serão Enfermeiros e terão de saber mais do que sabem hoje para prestar um cuidado adequado no mínimo.

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

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2. Livramento A do, Cordova CMM de, Spada C, Treitinger A. Avaliação do nível de conhecimento de Adolescentes a respeito da transmissão e prevenção das Hepatites B e C. Revista de Patologia Tropical.v.38 n.3 Goiânia jul-set.2009.

3. Chiodi MB, Marziale MHP, Robazzi ML do CC. Acidentes de trabalho com material biológico entre trabalhadores de unidades de saúde pública. Rev. Lat. Am. enferm. vol.15 no.4 Ribeirão Preto Jul./Ago. 2007 ISSN 0104-1169.

4. Gir E, Netto JC, Malaguti SE, Canini SRM da Silva, Hayashida M, Machado AA. Accidents with biological material and immunization against hepatitis B among students from the health área. Rev. Lat. Am. Enferm. Vol. 16 no.3 Ribeirão Preto May/June. 2008. ISSN 0104-1169.

5. Gomes AC, Agy LL, Malaguti SE, Canini SEM da Silva, Cruz ED de A, Gir E. Acidentes ocupacionais com material biológico e equipe de enfermagem de um Hospital-Escola. Rev. Enferm. Vol.17 no.2 UERJ.RJ 2009.

6. Ministério da Saúde. (BR) Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de atenção básica. Caderno de atenção básica no.18 HIV/AIDS, Hepatites e outras DST. Brasília (DF); 2006. p. 179-90.

7. Oliveira A, Rodrigues S, Jesus G, Jorge R. Hepatite Aguda tratada com corticosteróides. Revista da sociedade Portuguesa de Medicina Interna.Vol.12 no.1 Brasília Jan/Mar 2005.

8. Barros ARR, Griep RH, Rotemberg L. Automedicação entre os trabalhadores de enfermagem de hospitais públicos.. Rev. Lat. Am. enferm. Vol.17 no.6 Nov/Dez 2009 ISSN 01104-1169.

9. Gondim MCSM, Silva DS, Santos AT dos, Araújo MS, Azevedo DM de. A prática da automedicação entre estudantes de enfermagem do campus de Seridó-UERN. 61º Congresso Brasileiro de Enfermagem. Trabalho 1016. Dez 2009.

10. Baggio MA, Formaggio FM. Automedicação: Desvelando o descuidado de si dos profissionais de enfermagem. Rev. Enferm.UERJ. RJ Vol.17 no.3.

11. Felisberto LM, Batista DC, Gomes A da S, Brandão MD, Tavares M do CT, Freitas MI de F. Proposta de sistematização da assistência de enfermagem a portadores de hepatites virais no centro de treinamento e referência em doenças infecciosas e parasitárias. CTR/DIP Orestes Dinis. Anais do 8º. Encontro de Extensão UFMG BH – 03-08/10/2005

12. Lakatos EM, Marconi MA de. Fundamentos de metodologia científica. Editora Atlas S.A. 2005. p188 e 190 ISBN 8522440158.

13. Aguiar ZN, Ribeiro MCSR. Vigilância e controle das doenças transmissíveis. Editora Martinari 2006. 2ª Ed. P165 – 192. ISSN1676-2444.

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16. Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiologica. Guia de Vigilância Epidemiológica. 7ªed. Caderno nº6. (DF) 2009. P.26.

17. Vilela RBV. Riscos Biológicos Guia Técnico. Os Riscos biológicos no âmbito da Norma Regulamentadora Nº32. (BR) 2008. P.20.

18. Ministerio da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Imunizações 30 anos. Brasília. MS2003 p.19. ISBN 85-334-0751-3.

 

Perfil do Autor

Claudia Forlin

Enfermeira, Docente no Ensino Superior.Especialista na área da Saúde.Mestranda em Educação