O Direito e sua relação com o trabalho do assistente social

Publicado em: 13/10/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 493 |

O Direito e sua relação com o trabalho do assistente social

 

 

Introdução

 

 

O presente trabalho, enquanto acadêmica do curso de serviço social consiste na reflexão em três questionamentos norteadores com o intuito de abordar a relação do direito e o serviço social: a interdependência entre o direito e a sociedade? O Serviço social como meio de apaziguamento das relações sociais e proteção dos indefesos (crianças e adolescentes), e por último a importância e relevância do assistente social perante a legislação.

O papel do profissional do serviço social na implementação de medidas para a solução dos problemas sociais é desafiador, face aos novos paradigmas democráticos decorrentes da Constituição de 1988 e a necessidade de exercer a mediação ente a população demandatária, as Instituições e o Estado. 

O profissional do Serviço Social, precisa ultrapassar a mera prestação de serviços sociais, com uma efetiva atuação no campo do direito, gestão e execução de políticas, programas, projetos e serviços sócio assistenciais.

 

 

A interdependência entre o direito e a sociedade

 

 

 

O direito não tem uma conceituação única. O conceito de direito ocorre justamente por ele ser indissociável para a sociedade, assim como a sociedade está para o direito. O direito e sociedade são um para outro causa e conseqüência. É o meio pelo qual toda sociedade pode desenvolver-se. É uma das formas de regulação da vida social de alto grau de rigor impositivo e complexidade técnica.

Nesse sentido, se o direito é fato social, é facilmente constatável que sua importância tenha variado ao longo dos tempos. Algumas sociedades segregam o direito, enquanto outras o integram.

 

Direito é fato (pois o acontecimento social se caracteriza no seio da sociedade); o direito e valor (pois a letra da lei não é  suficiente para se aplicar e alcançar a justiça); o direito é norma (pois as regras sociais são importantes para manter o grupo coeso que depende para a própria sobrevivência da espécie). (REALE,  2007).

 

É na sociedade que o individuo ao ingressá-la terá que adaptar-se às normas que a mesma impõe.  Na vida em sociedade sempre existiu regras e costumes para manter a disciplina e a ordem de seus membros e a paz entre os povos sempre dependia dos acordos e tratados firmados.

Para Perlingieri (2002), "o Direito é fenômeno social que precisa de cada vez maiores aberturas; necessariamente sensível a qualquer modificação da realidade, entendida na sua mais ampla acepção". Portanto, a leitura da realidade leva em conta a praxe de que o direito deve atender as necessidades de seu tempo, ao passo que esse mesmo direito seja moldado pelos acontecimentos sociais. Novas demandas geram novos direitos, que são frutos da ação humana.

As normas ou regras impostas podem ser de acordo com a moral social ou com a lei, divergindo com relação ao tipo de conduta. O direito e moral sendo instrumentos de controle social ambos não se excluem, mas se complementam e se moldam.

O direito pode ser classificado em direito público e privado; nacional e internacional.  Todos compostos por normas próprias.

 

O todo sem a parte não é todo,

A parte sem o todo não é parte,

Mas se a parte o faz todo, sendo parte,

Não se diga que é parte, sendo todo.

( MATOS, 1998, p.27)

 

Como disse o poeta, o sistema de direito é indivisível, mas essas classificações são indispensáveis para a compreensão do sistema jurídico brasileiro.

A sentença "o direito está para a sociedade, assim como a sociedade está para o direito" do latim – ubi societas, ibi jus. Ubi jus, ibi societas,  mostra claramente que  sem a presença da sociedade não há como ter regras de direito. Assim, o direito e sociedade são interdependentes, não havendo um sem o outro.

O Serviço social como meio de apaziguamento das relações sociais e proteção dos indefesos (crianças e adolescentes)

Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como humanidade.       (Herbert de Souza – Betinho)

Os assistentes sociais atuam diretamente onde há violação dos direitos. Constitui assim, porém, a importância do profissional de Serviço Social frente às questões sociais da criança e do adolescente.

A Constituição Federal de 1988, no art.227, vem resgatar os direitos da criança e do adolescente, onde se afirma:

 

É dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar a criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, a saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência família e comunitária, além de colocá-la a salvo  de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão (BRASIL,1988, p.110).

 

Os avanços da democracia brasileira, consagrados na Constituição Federal fez surgir o Estatuto da Criança e do adolescente – ECA (1999), considerada uma das mais avançadas lei brasileira que vem garantir direitos da infância integralmente, o pleno exercício da cidadania, compreendendo a criança como prioridade absoluta.

As crianças de0 a12 anos e adolescentes de12 a18 anos passaram a ser reconhecidos como pessoas em desenvolvimento que devem ter seus direitos assegurados pela sociedade por meio da formulação de políticas públicas, destinação de recursos e amparo da família, da escola e da comunidade. No entanto, a realidade de nosso país é preocupante no tocante aos direitos que de fato não são efetivados.

É importante frisar que O ECA  em seu artigo 103 e seguintes disciplinam a respeito da prática de ato infracional cometidos pelas crianças e adolescentes, desfazendo a falsa idéia na qual dizem  não haver  punições na legislação.

É fundamental perceber-se, que os direitos das crianças e adolescentes não representam apenas convenções legais, mais sim a conquista geral da sociedade brasileira para o pleno exercício da democracia, buscando a transformação histórica e um novo pensar sobre o ser social, onde os direitos preconizados no ECA, só se consolidam através da construção de sugestões e alternativas que confrontem as práticas autoritárias, punitivas, assistencialistas que caracterizam a trajetória histórica das políticas públicas voltadas para o atendimento de crianças e adolescentes no Brasil.

Na atualidade, mesmo mediante as conquistas preconizadas no ECA, a política social voltada para a criança e adolescente ainda é segundo CUNHA(1998), "projeto e processo(...) engajado e comprometido com a realidade de onde ele brota(...) acompanhando as contradições da realidade concreta e de suas condições materiais".

Os problemas sociais enfrentados pela criança e o adolescente são muitos e não se limitam apenas a classe popular ou certa etnia, ou qualquer outro fator pré estabelecido. As dificuldades e ameaças podem ser provenientes de qualquer lugar: da condição sócio-econômica, dos meios de comunicação; do capitalismo selvagem, da negligência do Poder Público; e até mesmo da própria família.

O enfoque de situação de risco não está só na criança que está fora da escola para perambular e trabalhar nas ruas, mas também naquela sentada em frente à televisão alienada às imposições de consumo, alvos fáceis da banalização do erotismo e da violência gratuita, das que ficam em casa e que sofrem com a violência doméstica (física e sexual) muitas das vezes velada por longos anos.

Segundo Pinheiro(2006), há um abismo entre a lei; avançada na garantia de direitos,  e a realidade;  que demanda soluções urgentes às mais diversas questões.

A violação dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes, é visível ainda no alto índice de mortalidade infantil, na exploração do trabalho infantil, nos incontáveis casos de abuso sexual, no grande índice de violência praticados contra as crianças e adolescentes e no aumento da violência praticada por adolescentes e a consequente pressão de alguns setores sociais para a redução da maioridade penal e o recrudescimento das medidas repressivas.

A sociedade como um todo sofre com seus agravantes: violência, exploração, trabalho infantil, prostituição, drogas,  dificuldades de aprendizagem etc. São inúmeros os casos de crianças e adolescentes em situação de risco, em abandono, onde o cenário da rua se constitui na sua família e seu contexto social. Perambulam pelas ruas em situação de completa exclusão social.

A rua e o risco são os fatores que desencadeiam reflexões para garantia da proteção Integral das crianças e adolescentes em situação de risco, trabalho e vulnerabilidade social.  A lei é bem clara no sentido de proteger a criança e adolescente, e programas sociais destinados para essa clientela também não faltam.

Neste contexto, desde a década de 90 os profissionais de serviços sociais atuam no sentido de garantir os direitos de crianças e adolescentes, como agente facilitador na compreensão de fatos presentes na questão social da criança e do adolescente contribuindo no processo da constituição de um olhar atento às múltiplas demandas trazidas pelo público infanto-juvenil, reconhecendo os serviços destinados a este segmento, bem como a sua eventual ausência.

Tão importante quanto garantir e preservar os direitos de acordo com a lei é imprescindível a estimulação do protagonismo juvenil, para que os jovens aprendam tanto a desenvolver a cultura da defesa de seus direitos como a responsabilidade para com seus deveres de cidadãos.

Assim, dentro desse processo o assistente social para responder a estes desafios em sua práxis deverá dispor de uma conduta competente, comprometida e, sobretudo, vigilante no sentido de mudar a sociedade em sua conjuntura e estrutura com a implantação de redes integradas de atendimento que congregam tanto os serviços básicos e de proteção especial à infância e juventude, quantos os voltados para a família, enfatizando as alternativas de geração de emprego e renda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Importância e relevância do assistente social perante a legislação

 

 

A Constituição Federal de 1988 estabeleceu novos conceitos como o de seguridade social, incluindo aí o tripé saúde, previdência e assistência social.  Em seu artigo 1º  define a " assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas".

A assistência social tem por objetivos:

"A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente da contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:
I – a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e àvelhice;
II – o amparo às crianças e adolescentes carentes;
III – a promoção da integração ao mercado de trabalho;
IV – a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;
V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei". CF, 1988, artigo 203)

 

 

Portanto, é ampla a área de trabalho do assistente social de acordo com a legislação. E a profissão é disciplinada em suas ações também de acordo com regras estabelecidas na Constituição Federal, na LOAS e na legislação do assistente social.

A estrutura organizacional do profissional assistente social é formada pelo Conselho Federal de Serviço social (CFESS) e os Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS), constituídos juridicamente em órgãos de disciplina e defesa da profissão.

Atualmente a assistência Social possui uma Lei Orgânica específica (Lei 8.742 de 07/12/93). Através da LOAS foi introduzido uma nova forma de discutir a questão da Assistência Social, substituindo a visão centrada na caridade e no favor, estabelecendo uma nova ordem na política de assistência social. É a consagração dos direitos sociais no País.

Historicamente, a assistência social tem sido vista como uma ação tradicionalmente paternalista e clientelista do poder público, associada às primeiras Damas, com um caráter de "benesse", transformando o usuário na condição de "assistido", "favorecido" e nunca como cidadão, usuário de um serviço a que tem direito. Da mesma forma confundia-se a assistência social com a caridade da igreja, com a ajuda aos pobres e necessitados. (JOVCHLOVITCH, 1993)

Assim, é imprescindível diferenciar assistência social de assistencialismo. A Assistência Social é um conjunto de práticas utilizadas para garantia de direitos e promoção da vida dos seus usuários dos vários segmentos desfavorecidos onde esses direitos são violados ou sonegados. É uma prática emancipadora, visando a produção de sujeitos livres e críticos, conhecedores de seus direitos. Já o assistencialismo, é uma prática de caridade, de ajuda, sem a perspectiva de emancipação do cidadão e sim contribuindo para sua submissão e dependência onde são manipulados para troca de favores.

Ao conferir à assistência social, o conceito de política pública, a LOAS propicia o surgimento de uma nova forma de atuação social voltada para o campo dos direitos, avançando qualitativamente para a mudança de uma prática assistencialista para uma política social pública.

É um novo posicionamento. É discutir sobretudo, eticamente, o que precisamos fazer no campo dos direitos sociais e da cidadania. Ultrapassar a discussão de que a Lei Orgânica da Assistência Social é uma lei dos pobres ou que propõem um conjunto de benefícios que envolve a organização do Estado e medidas administrativas. Até porque, a pobreza e a miséria não se resolvem com um conjunto de benefícios. (JOVCHLOVITCH, 1993)

O assistente social tem como uma de suas atribuições, cumprir o disposto legislamente, com uma prática voltada para a promoção social e garantia de direitos fundamentais, comprometido, juntamente com os vários segmentos da sociedade brasileira, principalmente o poder judiciário. Em seu espaço de trabalho estabelece formas de agir interligada com o poder, atuando com intervenções na vida de pessoas que vivem situações limites e buscam proteção na tentativa de resolverem seus conflitos.

Segundo Fávero (2003), O serviço social, enquanto participante das práticas judiciárias, se utiliza do inquérito e do exame para, no atendimento que realiza pesquisar a "verdade". Assim, o assistente social é solicitado pelo Judiciário como sendo o elemento neutro perante a ação judicial para trazer subsídios, conhecimentos que sirvam de provas, de razões para determinados atos ou decisões a serem tomadas.

Portanto, como adverte Bobbio (1992), o problema não é apenas justificar os direitos sociais como direitos humanos, mas sim garanti-los. Afinal, conhecer o  Direito é um instrumento de transformação do meio em que vivemos.

 

 

Conclusão

 

 

 

A importância deste trabalho consistiu na constatação da relação do serviço social e sua relevância para a aplicabilidade do direito bem como sobre as legislações especiais abordadas no texto como a LOAS, o ECA e a legislação do assistente social. Assim, estes conhecimentos permite articular o serviço social ao direito, formando um campo de  atuação de integração com o indivíduo e suas interações, que em muitas situações são conflituosas.

Ficou evidente que não basta apenas criar normas para efetivar o direito. É necessária a compreensão dos fatos sociais como forma de aplicar o direito.

É nosso dever ético encarar a política social em suas especificidades, na luta constante pela garantia dos direitos fundamentais à vida.

A questão da criança e do adolescente nos leva a refletir enquanto acadêmicos  do curso de Serviço Social sobre  a atenção necessária, para que a concepção de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos não fique apenas nas convenções,  mas que se concretize com práticas condizentes com a mesma.

Daí, a necessidade do profissional de Serviço Social para atuação frente a questão da criança e do adolescente ensejando alternativas que não retorne para a concepção dos mesmos como objetos dos adultos,  num trabalho articulado com a sociedade e instituições públicas e privadas destinadas à garantia dos preceitos contidos no ECA.

 

 

REFERÊNCIAS:

 

ADORNO, Rodrigo dos Santos. A violação dos direitos fundamentais da criança e do adolescente. Disponível no site: www.uj.com.br/.../A_VIOLACAO_DOS_DIREITOS_FUNDAMENTAIS_DA_CRIANCA_E_DO_ADOLESCENTE _NO_ BRASIL. Acesso em 26 demaio de 2009.

BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Trad. Carlos Nelson Coutinho. 10.ed. Rio de Janeiro: Campus: 1992. p.49.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. Ed. Atual. Em 1998. Brasília: Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas, 1998.

CAVALIERI Filho, Sergio. Programa de sociologia jurídica (você conhece?)-Rio de Janeiro: forense, 2002.

DOWBOR,Ladislau. Gestão social e transformação da sociedade.
Disponvel em: http://dowbor.org/8_gestaosocial.asp, acesso em 24 de maio de 2009.

EINSENSTEIN, Evelyn; SOUZA, Ronald P. (1993).Situações de Risco à Saúde de Crianças e Adolescentes. Petrópolis: Cenespa.

FÁVERO,ET. Serviço Social práticas judiciárias poder. São Paulo: Veras, 1999.

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

JOVCHLOVITCH, Marlova. Assistência Social como Política Pública. Disponível no site: http://www.rebidia.org.br/noticias/social/assispol.html. acesso em 22  maio de 2009.

LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - LOAS. Lei 8742, de 07.12.1993

HOFLING, Heloísa de Mattos. Estado e políticas (públicas) sociais. Cadernos Cedes, ano XXI, nº 55, novembro de 2001.

PINHEIRO, Ângela. Criança e Adolescente no Brasil: Porque o Abismo entre a Lei e a Realidade? Fortaleza: Editora UFC, 2006.

 

REALE, Miguel. Lições preliminares de direito. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2007

 

SOLCI, Silvia Maria. O Estatuto da Criança e do Adolescente: do reconhecimento à prática dos direitos. São Paulo, 1996. Dissertação de Mestrado - PUC/SP.

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 1 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/o-direito-e-sua-relacao-com-o-trabalho-do-assistente-social-5303074.html

    Palavras-chave do artigo:

    direito

    ,

    trabalho

    ,

    servico social

    Comentar sobre o artigo

    Ivan Dionizio: Sociologo.

    Ministério da Previdência e Assistência Social, ao Ministério do Trabalho e Emprego e à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, recebi apoio traduzido na inserção de manifestações oficiais dos titulares das respectivas pastas: Ou seja, os Ministros. Então optei por dividir a difícil tarefa de decidir por uma ou por outra com os nossos autores, na esperança de chegar a um consenso ou, no mínimo, a uma maioria. E ficamos surpresos com um resultado que dividiu em três.

    Por: Ivan Dionizio: Sociologo.l Educação> Ensino Superiorl 28/02/2014 lAcessos: 61

    O texto faz um breve análise sobre as estratégias de gestão das Políticas Sociais na prática profissional do serviço Social

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 1,527

    Este artigo aponta que é possível desenvolver Políticas Públicas na efetivação da garantia dos direitos da população LGBT. A impossibilidade da população LGBT de participar da vida ativa da cidade é negar o direito à igualdade de oportunidades. As cercas sociais existentes na cidade demonstram a falta de conhecimento do quanto ela não está adaptada ao homem. O caminho percorrido pelo Serviço Social é remeter a discussão ao âmbito da profissão, mas sem cometer o chamado messianismo profissional.

    Por: Solange Massaril Direitol 31/08/2009 lAcessos: 1,414

    O presente texto aborda a questão da inserção da mulher nas escolas de Serviço Social e seu papel na sociedade a partir da década de 50 até os dias atuais.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 663
    Ana Paula Pinto

    o Serviço Social apropia das s ciencias sociais uma bagagem do conhecimento científico que estuda os aspectos sociais do mundo humano e num dado momento a profissão se inova a fim de contribuir na construção de alternativas, de superação da ordem do capital. entretando, as mudanças ocorridas em níveis ideológicos afetaram diretamente as diferentes profissões, e até as ciencias sociais foi contaminado. A reflexão parte do pluralismo surgido mo meio de uma das bases teoricas do Servoço Social.

    Por: Ana Paula Pintol Educação> Ensino Superiorl 28/02/2011 lAcessos: 3,305

    Este trabalho tem como objetivo reconhecer os acontecimentos sócio-político brasileiro e o contexto político da América Latina, nas décadas de 60 e 70, visando contextualizar o profissional do Serviço Social no âmbito da realidade brasileira e constatar os fatores que foram determinantes para mudanças na prática profissional.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 5,224

    Este artigo tem como objetivo principal abordar alguns pontos chaves a respeito da intervenção do profissional de serviço social junto a usuários de drogas, relatando metodologia de atendimento como a elaboração de um plano de intervenção profissional , que possui como meta a reinserção do usuário na sociedade, pontuando passo a passo da metodologia e as atividades para o próprio usuário como para seus respectivos familiares.

    Por: Thiago Agenor dos Santos de Limal Educação> Ciêncial 03/04/2011 lAcessos: 2,520

    O Serviço Social como profissão teve suas origens no desenvolvimento do sistema capitalista e no agravamento da questão social, atrelada à ideologia dominante e à doutrina social da Igreja Católica. Surge no Brasil, na década de 1930, pois neste período o País passava por uma intensificação do processo de industrialização e um avanço significativo rumo ao desenvolvimento econômico, social, político e cultural.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 15/10/2011 lAcessos: 1,962

    INTRODUÇÃO A cada dia que se passa surgem novas industrias, se produz mais carros, constroem-se mais casas, desmatam se mais em fim as cidades crescem e com esses crescimentos desordenados surgem fatores que prejudicam a população e o meio ambiente. Estudar o meio ambiente,o serviço social consequentimente se fará necessario estudar a educação ambiental, como conscientizar a população quanto ao real quadro em que se encontra o meio ambiente. Estudar o meio ambiente requer um estudo só

    Por: Ralianal Educação> Ensino Superiorl 11/11/2010 lAcessos: 5,492

    A questão da cientificidade do Serviço Social vem sendo abordada ao longo do tempo e mesmo com diversas posições não se chegou há um consenso sobre o um paradigma científico próprio. Porém, o conhecimento objetivo e metodológico do trabalho profissional do Serviço Social vem se destacando ao longo das ultimas décadas.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 15/10/2011 lAcessos: 441

    Este artigo trata da importância da postura do professor universitário no desenvolvimento do aluno e como uma Filosofia Confessional influencia neste propósito. Para isso verificamos o papel das Instituições confessionais protestantes no processo da Educação Universitária do país. Para melhor conhecimento foi realizada uma pesquisa exploratória em forma de entrevista com alunos de uma Instituição confessional Protestante com o objetivo de saber qual a relação que eles têm com seus professores.

    Por: JACKSON ROBERTO DE ANDRADEl Educação> Ensino Superiorl 22/10/2014

    RESUMO Uma só palavra ou teoria não seria capaz de abarcar todos os processos e experiências históricas que marcaram a formação do povo brasileiro. Marcados pelas contradições do conflito e da convivência, constituímos uma nação com traços singulares que ainda se mostram vivos no cotidiano dos vários tipos de "brasileiros" que reconhecemos nesse território de dimensões continentais. A primeira marcante mistura aconteceu no momento em que as populações indígenas da região entraram em

    Por: Joiciane de Sousa Santosl Educação> Ensino Superiorl 21/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Dado ao caráter emergencial da fome generalizada, povos africanos têm que se alimentar de animais portadores de tais vírus, que são mortais ao organismo humano, como cobras, ratos, morcegos e o chimpanzé.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 20/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Motivado pelo conflito contra os ingleses com objetivo de controlar o norte da França, o referido monarca, formou um grande exercito, sustentados por impostos cobrados no território nacional.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 20/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Em toda minha vida. Apenas sonhei. Em não ser. O que sou. Não teria nem mesmo preposição. Axiomática. Desejo ser diferente. O que de fato não sou. Serei todos os meus sonhos perdidos. Esquecidos no mimetismo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 19/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    O que vejo no mundo político. Uma guerra indelével. Na defesa de duas tendências. Ambos as forças políticas. Defende o mesmo modelo. Fundamentado no liberalismo econômico. Nao existe ideologia de esquerda no Brasil. Apenas uma acepção imperscrutável. Ao silêncio da ignorância nacional.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 18/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Ver e perceber. Apenas a parcialidade da compreensão. E que poderá ser sempre a distorção. Como de fato costuma ser. Dado a natureza do mundo representativo. Significando o desejo do engano. As fantasias dos sonhos.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 17/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A respeito da teoria da evolução formulada por Charles Darwin 1809-1882, quem melhor organizou a ideia de como as espécies evolui a partir uma das outras, na superação de elos inferiores, criando as diversidades das mesmas.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 17/10/2014

    A questão da cientificidade do Serviço Social vem sendo abordada ao longo do tempo e mesmo com diversas posições não se chegou há um consenso sobre o um paradigma científico próprio. Porém, o conhecimento objetivo e metodológico do trabalho profissional do Serviço Social vem se destacando ao longo das ultimas décadas.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 15/10/2011 lAcessos: 441

    A educação cada vez mais alimenta ideais de reformulação na práxis educativa, rompendo com os erros cometidos no passado.Há quem diz que o ensino a distância ainda se baseia em práticas antigas. Assim sendo, requer a superação da questão da mentalidade do "quadro e do giz", com uma estrutura organizacional que possibilite garantir as condições necessárias para que os objetivos de uma educação de "qualidade", vista pela ótica dos antigos modelos, possam se concretizar.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Educação Onlinel 15/10/2011 lAcessos: 217

    O Serviço Social como profissão teve suas origens no desenvolvimento do sistema capitalista e no agravamento da questão social, atrelada à ideologia dominante e à doutrina social da Igreja Católica. Surge no Brasil, na década de 1930, pois neste período o País passava por uma intensificação do processo de industrialização e um avanço significativo rumo ao desenvolvimento econômico, social, político e cultural.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 15/10/2011 lAcessos: 1,962

    O presente texto aborda uma análise das condições sociais da escravidão no período imperial e faz uma associação às situações de exclusão social e discriminação racial.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 2,564

    O planejamento é importante estratégia para alcançar os objetivos. Podemos entender que estratégia é, basicamente, uma maneira de construir viabilidade para um plano, elaborado visando a alcançar determinados objetivos.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 3,543

    O presente texto aborda a questão da inserção da mulher nas escolas de Serviço Social e seu papel na sociedade a partir da década de 50 até os dias atuais.

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 663

    Fala-se tanto em ética e diante de tantos acontecimentos, escândalos, revisão de leis, CPI's, cassação de mandatos, que nos perguntamos onde ficam os princípios éticos e morais?

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 142

    Este trabalho visa analisar a questão: a experiência chilena pode servir de modelo para os vizinhos, inclusive o Brasil?

    Por: Mirian Bartassonl Educação> Ensino Superiorl 13/10/2011 lAcessos: 315
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast