O Gestor Educacional e a Relação Famìlia/Escola

Publicado em: 13/11/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 553 |

O GESTOR EDUCACIONAL E A RELAÇÃO FAMÍLIA/ESCOLA

Erica Campos de Souza

Pós-graduanda da Univás/Pouso Alegre/MG

e-mail: erica_csouza@hotmail.com

RESUMO

A política educacional recente vem cobrando uma maior participação da família no âmbito escolar por entender que esta, aliada às práticas pedagógicas, poderá auxiliar nas aprendizagens dos sujeitos. A participação da família no contexto da escola desperta nos alunos mais interesse nas atividades e compensação tanto nas dificuldades individuais quanto nas deficiências escolares. Porém, nem sempre isso ocorre, existem famílias que por vários motivos não se mostram presentes na escola de seus filhos, e o diálogo entre ambas acaba por não acontecer de modo satisfatório, seja por falta de informação do quanto é importante esta divisão de responsabilidades, ou pelo fato de não falarem a mesma linguagem. Esta pesquisa bibliográfica abordou o papel do gestor educacional e sua relação com a família e escola, destacando a importância da escola para que o aproveitamento escolar dos educandos seja bem sucedido e de modo dialógico sejam ampliadas as expectativas de novos saberes. O gestor educacional assume papel importante nessa família-escola.

Palavras-chave: Avaliação. Confiança. Diálogo. Parceria. Sociedade.

ABSTRACT

The recent educational policy has been charging a higher family participation in schools to understand that this, coupled with pedagogical practices, it may assist in the learning of the subjects. Family participation in the school context arouses more interest in student activities and compensation both in individual difficulties as deficiencies in school. But not always the case, there are families who for various reasons do not appear in the school for their children, and the dialogue between the two ends up not happening satisfactorily, either for lack of information is important as this division of responsibilities, or because they do not speak the same language. This literature has addressed the role of the educational manager and his relationship with family and school, highlighting the importance of school for the academic success of students to be successful and so dialogical be expanded expectations of new knowledge. The educational manager assumes important role that family-school.

Keywords: Assessment. Trust. Dialogue. Partnership. Society.

1 INTRODUÇÃO

Ao longo da história brasileira, a família vem passando por transformações muito importantes que se relacionam com o contexto sócio-econômico-político do País e isto reflete, sem dúvida, no cotidiano escolar que vê nesta aliança, família e escola um caminho para tornar possível o diálogo entre seus sujeitos na equalização das situações presentes, cabendo a cada setor cumprir seu papel.

À família cabe ação direta e indireta nesse processo, tomando providências para que seus filhos frequentem a escola efetivamente, e isto se inicia pela matrícula, o acompanhamento e a avaliação do trabalho realizado pela instituição e execução do Projeto Político Pedagógico.

No entanto, sabe-se que o entendimento do conceito de participação que as formas de participar são diversos e vale notar que esta participação serve para democratizar as relações no interior da escola e garante melhoria na qualidade de ensino. A qualidade se manifesta no desempenho escolar dos alunos, uma vez que esta interação produz melhor compreensão dos trabalhos realizados e maior compromisso no desenvolvimento das aprendizagens.

Nesse sentido, o objetivo dessa pesquisa é analisar a responsabilidade e a participação do gestor com relação ao envolvimento da família na escola e sua ajuda no desenvolvimento das aprendizagens dos alunos, bem como identificar ações que possibilitem a concretização dessas aprendizagens e as dificuldades existentes na relação escola/família.

A justificativa e a importância desta pesquisa se traduz na urgência em melhorar a qualidade da aprendizagem dos alunos, o que implica em estimular a participação dos familiares no ambiente escolar é relacionar a importância da família como parceira na disponibilização das aprendizagens. Tudo isso justifica este trabalho.

Para alguns autores tal relação só se concretiza com o diálogo e a divisão de responsabilidade. Para Padilha (2001, p. 57), "A construção do Projeto Político Pedagógico da escola exige a definição de princípios, estratégias concretas e principalmente trabalho coletivo, onde a família deva estar sempre presente".

2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Escola e família: união necessária

Segundo Perrenoud (2002), a família e a escola devem atuar juntas no processo de formação dos sujeitos, para que estes se sintam reconhecidos no projeto educativo e social a qual fazem parte. Esta união torna-se necessária, embora nem sempre isto ocorra, o que reforça a idéia de que tudo deve ser feito para que ambas as parte procurem estar interligadas, a fim de que muitos avanços venham ocorrer para o bem dos educandos.

Relações de cooperação e apoio, principalmente, nas tomadas de decisões tornarão possíveis que a escola e a família se unam e assim venha concretizar formas de beneficiar as aprendizagens, as construções e a quebra de barreiras presentes na escola que impedem os educandos de caminhar, aprender. Portanto, não resta dúvida de que a família e a escola devam se unir, dividir responsabilidades perante as aprendizagens dos alunos.

Sabe-se que o que dificulta a união da família com a escola vem a ser:

  • fala da escola não compreendida pela família,
  • falta de interesse por parte de algumas famílias em relação ao que ocorre com os filhos,
  • a falta de tempo dos pais,
  • questões culturais, sociais e políticas.

Pais e professores devem caminhar juntos no processo de formação dos educandos, pois têm o mesmo objetivo, que é preparar as crianças para a vida. Daí a importância de compartilhar idéias, compreender o que acontece no dia a dia sem julgar e sim buscar soluções, pois tudo que se refere ao filho tem a ver com a família, assim como tudo que se refere ao aluno está ligado à escola.

Estimular a participação constante da família com a escola deve ser meta de toda a sociedade, pois se sabe que desta união poderão surgir experiências concretas de vida, reflexão e aprendizagens. Neste sentido muitos são os benefícios produzidos pela interação escola e família, uma parceria que permite o diálogo, pois se sabe que sem ele não há encontro entre sociedade e escola ou qualquer segmento da sociedade.

Cabe à escola, então, procurar meios diversos para conquistar a família, convidando-a para as inúmeras promoções por ela oferecidas, seja para as reuniões de conselhos, para entregar notas, eleições, culminância de projetos, atividades culturais.

Afirma-se a necessária aproximação entre a escola e a família em todos os aspectos, pois é através dela que se estruturam os avanços das relações e a criação de estratégias de promoção do sucesso escolar.

Contudo, a educação tem um papel fundamental na produção e reprodução cultural e social e, portanto, nada conseguirá sem a ajuda daqueles que a compõe. Sabe-se das dificuldades enfrentadas por muitas famílias sejam financeiras, emocionais, para atenderem ao chamado da escola, mas estas sabem que para que seus filhos sejam promovidos socialmente, culturalmente necessitam estudar.

A universalização da escola básica significou a democratização (limitada) da cultura formal, mas também uma uniformização cultural; ou seja, em gênero, raça, classe e tudo isso acaba por influenciar a relação entre escola e família, e quando isso não ocorre quem perde são os educandos e muitos acabam por evadir da escola ou fracassam nos estudos.

Portanto, trazer a família para o contexto educativo significa ampliar novas formas de aprender e trocar experiências. A bandeira da educação deve ser empenhada pela escola, família e o Estado que em suas políticas públicas deverá fornecer meios para que os sujeitos aprendam e tenham acesso à cultura e possam se tornar cidadãos no contexto da sociedade.

Assim, é o papel do Estado democrático, facilitar o acesso à educação, investir na escola para que esta possa desempenhar e bem o papel de ensinar.

A educação dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (BRASIL, 1996, LDB nº. 9.394, artigo 2).

Vê-se que a aproximação entre escola e família deve ter objetivos definidos que venham apoiar nas diversas fases da vida e em suas necessidades. Tais vínculos deverão ser baseados no diálogo existente em todo processo, visando o conhecimento, a disponibilização dos saberes.

A qualidade de ensino também é melhorada, quando a família passa a fazer parte da escola, porque a partir daí os educadores se sentem mais envolvidos e mais compreendidos em suas práticas e projetos educativos

2.2 A relação família e escola

Faz-se urgente uma nova conscientização sobre a necessidade da família e a escola estarem unidas e repensarem as relações existentes. A iniciar pelos comportamentos a procura de uma interação verdadeira, com a participação efetiva dos alunos. O discurso formal e autoritário não contribui para a aproximação de ambas, além disso, vem inibir questionamentos e respostas afastando cada vez mais os pais.

A interação entre família e escola torna os trabalhos possíveis e fazem ocorrer mudanças de valores, atitudes, hábitos, comportamentos que são sempre redefinidos por influências exteriores do mundo. No processo interação família e escola, outro ponto de fundamental importância é a linguagem usada pelos pais que variam linguisticamente e dificultam a comunicação para com a escola. Por sua vez, é frequente que a escola reconheça apenas a norma culta, utilizando um discurso inibidor. Este tipo de dificuldade é provavelmente da diversidade sócio-cultural dos sujeitos. Portanto, torna-se fundamental que a escola inicie uma verdadeira interlocução com os pais, ou com seus representantes, mostrando que todos podem dizer o que estão pensando para poderem discutir, participar.

Se quisermos uma escola democrática, se estamos investindo em uma educação para a vida com dignidade e esperança e se defendemos uma educação baseada na cultura da paz e contra a discriminação, torna-se necessário mudar a relação da família com a escola (UNESCO, março/1990).

Contudo nem só a família e a escola são relevantes no processo de socialização da criança. É preciso considerar, cada vez mais, a importância de outros fatores que influenciam esse processo, como a mídia, a religião, os movimentos e as organizações sociais.

Para facilitar sem dúvida a interlocução da família com a escola se faz importante que ambas se respeitem e experimentem idéias tentando cada um valorizar as vivencias do outro. Sentindo-se respeitadas e valorizadas, as pessoas começam a participar e se desdobram em idéias, contribuições, e percebem que a forma de participar não importa tanto, o que se torna fundamental é o conteúdo da mensagem. Aos poucos todos passam a perceber que no processo de elaboração coletivo, o conhecimento vai sendo construído com a ajuda uns dos outros.

2.3 Gestor em relação à família/escola

A organização necessária é aquela que assegura os meios mais eficazes para atender aos objetivos e funções da escola. A principal razão para que as escolas sejam mais bem organizadas e administradas é a melhoria da qualidade das aprendizagens escolares dos alunos.

Uma escola bem organizada e gerida é aquela que cria e assegura as melhores condições organizacionais, operacionais e pedagógico-didáticas de desempenho profissional dos professores, de modo que seus alunos tenham efetivas possibilidades de serem bemsucedidos em suas aprendizagens.

2.3.1 Áreas de atuação do gestor escolar

Segundo Libâneo(2008),as seis áreas de atuações que, articuladas asseguram o apoio pedagógico e operacional ao trabalho escolar, ajudando os professores em seu exercício profissional na escola e na sala de aula são:

a) Planejamento;

b) Organização e desenvolvimento do currículo;

c) Organização e desenvolvimento do ensino;

d) Práticas de gestão técnico-administrativas e pedagógico-curriculares;

e) Desenvolvimento profissional;

f) Avaliação institucional e da aprendizagem.

Essas áreas de atuação são de responsabilidade direta dos educadores que desempenham funções de direção e coordenação pedagógica das escolas. Para isso necessitam ter domínio teórico e prático do conteúdo dessas áreas e competências correspondentes. Elas estão articuladas entre si formando três blocos.

O primeiro é formado pela organização e desenvolvimento do projeto pedagógicocurricular, do currículo e do ensino, centrado nas finalidades e funções básicas da escola. O segundo bloco refere-se às práticas de gestão e desenvolvimento profissional, centrado nos meios e instrumentos de ação. O terceiro corresponde às práticas de avaliação institucional e de aprendizagem, articulada com os outros dois blocos, voltada para a verificação entre os objetivos e resultados.

Permeando os três blocos, a cultura organizacional constitui o espaço físico, psicológico e social em que todas essas áreas se realizam, mediante o papel articulador e agregador da direção e da coordenação pedagógica da escola, que atuam mediante as práticas de gestão e de desenvolvimento profissional.

Para essa área de atuação destacam-se: fornecer elementos para a formulação dos objetivos e do papel da escola em face das necessidades mais gerais da sociedade e das necessidades locais; ajudar na elaboração dos planos de ensino no que se refere aos  objetivos por disciplina, à adequação dos conteúdos à realidade concreta da escola e às necessidades específicas dos alunos.

Para Libâneo (2008), a efetivação da democracia e da justiça social na escola depende não apenas do exercício da democracia, da gestão participativa, da introdução de inovações tecnológicas, mas da qualidade cognitiva e operativa das aprendizagens, propiciada a todos os alunos em condições iguais.

As práticas da gestão dizem respeito a ação de natureza técnico-administrativa e de natureza pedagógico-curricular, que se constituem em meios, instrumentalidades, da ação educativa e docente. Elas se dividem em: ação de natureza técnico-administrativa e ações de natureza pedagógico curricular.

Os dirigentes escolares precisam ocupar-se de outros dois aspectos das práticas de gestão sendo a intermediação entre a escola e as instâncias superiores do sistema escolar e as relações da escola com os pais, com a comunidade, com os sindicatos e associações civis, partidos políticos.

A direção da escola tem atribuições pedagógicas e administrativas próprias e entre as mais importantes estão a organização, administração e gestão do processo de tomada de decisões por meio de práticas participativas e a execução das decisões tomadas. Em geral, ele atua mais diretamente nos aspectos administrativos, delegando os aspectos pedagógicoscurriculares à coordenação pedagógica.

Para Libâneo (2008), o desenvolvimento profissional, como eixo da formação continuada de professores, precisa articular-se, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento pessoal e com o desenvolvimento organizacional. Como se trata de compreender a escola como organização educativa, as condições materiais, a conduta de professores e funcionários da secretaria, a limpeza e a conservação etc, as ações de desenvolvimento profissional não podem estar separadas das práticas de gestão e da cultura organizacional.

Destaca-se dentre as competências profissionais para essa área de atuação identificar necessidades de formação nos docentes e promover ações de desenvolvimento profissional por meio de reuniões, encontros de estudo e de aprimoramento profissional, promover momentos de análise e de reflexão sobre as orientações pedagógicas e as práticas docentes em seu contexto concreto, por meio da troca de experiências e da cooperação entre todos os docentes.

Uma escola comprometida com a transformação social precisa lançar mão de princípios, métodos e técnicas adequados à especificidade dos seus objetivos e à especificidade do processo pedagógico escolar. O exercício de práticas de gestão democráticas e participativas a serviço de uma organização da escola que melhor atenda à aprendizagem dos alunos requer determinadas ações bem como conhecimentos, habilidades e procedimentos práticos.

Em relação a ações a serem desenvolvidas na escola com esse propósito sugerem que haja formação de uma boa equipe de trabalho, em que as pessoas trabalhem juntas, de forma colaborativa e solidária, tendo como meta comum a formação e a aprendizagem dos alunos. Que construa uma comunidade democrática de aprendizagem entre os pedagogos e os professores, de modo que a escola se constitua em lugar de aprendizagem para todos; promoção de ações de formação continuada visando ao desenvolvimento pessoal e profissional do pessoal docente e dos funcionários administrativos, instituição de formas de associação e participação dos alunos que possibilitem envolvê-los em processos de solução de problemas e tomada de decisões; implementação de iniciativas e ações visando à presença e ao envolvimento dos pais na vida da escola; criação e manutenção de práticas comunicativas de modo a melhorar, sistematicamente, as relações interpessoais na escola; estabelecer e aprimorar procedimentos e instrumentos de avaliação do sistema escolar, da escola e da aprendizagem dos alunos.

3 CONSDERAÇÕES FINAIS

Compreende-se que a escola e a família devam caminhar sempre juntas no processo ensino-aprendizagem dos educandos, porém não cabe à escola acentuar significadamente toda a responsabilidade do aproveitamento desses educandos sobre a família, caso isso ocorra a escola estará revertendo o projeto de educação pública que vem a ser de ensinar e não de transferir responsabilidades a outros.

O que pode acontecer é a união entre as partes e juntas conduzirem o processo de educação num clima de confiança. Sabe-se que os pais de classe pobre, em sua maioria, não têm qualificação para ensinar seus filhos e a concepção de lar não existe, desta forma as atividades escolares dos alunos são realizadas por eles mesmos, ou não são, por falta de ajuda.

Muitas são as formas de aproximação utilizadas pela escola para atrair os pais ao seu meio, contudo ainda há um bom caminho a ser percorrido para que isto de fato ocorra e visando elevar a produtividade escolar, num ambiente harmonioso. A escola sabe que a única forma de fazer com que o aluno avance nas aprendizagens, na questão social, vem a ser trazendo para si a família, sua cultura, sua vivência e que cabe a ela fortalecer na dinâmica da sala de aula a aquisição do conhecimento por parte do aluno. E ainda entender que deve estar aberta a todas as famílias e não somente a de classes favorecidas, aquelas cujo modelo é perfeito. Assim, torna-se importante que escola e família se unam para o desenvolvimento humano dos alunos.

A pesquisa permitiu observar que muitos pais têm procurado a escola somente em reuniões de entrega de notas e não no dia a dia, mesmo sendo convidados nas culminâncias de projetos, comemorações como Dia das Mães, dos Pais ou Dia da Família na Escola. Percebe-se então que mesmo sabendo da importância desta relação, mudanças devam ocorrer neste sentido, ou seja, família e escola precisam estar sempre juntas para o melhor desempenho escolar dos alunos.

A escola sabe que a única forma de fazer com que o aluno avance nas aprendizagens, na questão social vem a ser trazendo para si a família, sua cultura, sua vivência e que cabe a ela fortalecer na dinâmica da sala de aula a aquisição do conhecimento por parte dos alunos. E ainda entende que deve estar aberta a todas as famílias e não somente às de classes favorecidas, aquelas cujo modelo é considerado perfeito. Assim, torna-se importante que escola e família se unam para o desenvolvimento humano dos alunos. Percebe-se que somente juntas os sujeitos se sentirão apoiados para continuar buscando novos caminhos de aprendizagem rumo à cidadania tão importante para todos.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9.394. Lei das Diretrizes e Bases da Educação. Brasília: 1996.

LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola. São Paulo: Alternativa, 2008.

PADILHA, A. O mundo e a escola. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

PERRENOUD, P. As dez competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.

UNESCO. Educação para todos. Jomitien, Tailândia, mar. 1990.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/o-gestor-educacional-e-a-relacao-familiaescola-6300463.html

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