O Papel Da Avaliação Da Aprendizagem No Ensino Fundamental Aplicada Na Região Da Crede O7

03/10/2008 • Por • 93,638 Acessos

INTRODUÇÃO

Para as crianças que ingressam no ensino fundamental, a escola é um mundo novo, uma novidade em todos os aspectos. Do ponto de vista da psicologia geral, sabemos que é na escola que a criança passa a sistematizar os seus conhecimentos que, em principio, eram livremente adquiridos e passa a fundamentá-los sobre um certo número de regras de aprendizagem. Do ponto de vista afetivo, a ída à escola implica na separação do meio familiar, ao mesmo tempo que acontecem novas formas de adaptação social ( em razão da necessária integração a um grupo novo ), distinto do meio parental.

Entre os sete e dez anos, as necessidades e desejos próprios, afloram de forma mais enfática e a motivação inicial da criança muda de foco, para satisfação do amor – próprio, desejo de agradar e curiosidades. A criança se liga mais ao grupo do que à escola em si; aceita-a, seja por interesse, pela necessidade de uma certa autonomia ou em função de um espaço que possibilita novas amizades. Ela está mais concentrada em si, mais suscetível a ações e reações do meio para com sua auto-imagem e auto-estima.

Durante o período de avaliação escolar, nesta faixa etária, observamos grande contingente de crianças que apresentaram sintomatologia devido as modificações de comportamento ( ansiedade, cefaléia, tensão, excitabilidade, esquecimento, dentre outros ); portanto é necessária a observação desses sintomas.

Como já é de conhecimento de todos, as reações citadas acima, aliada ao alto nível de tensão psicológica, geradas pelas avaliações alteram o estado emocional dos indivíduos, interferindo na atenção, percepção e no desenvolvimento do raciocínio. Como obter resultados reais demonstrando o conhecimento global do aluno ? Como desenvolver uma avaliação que seja reflexiva e formativa? Que aspectos devem ser considerados na elaboração do instrumental avaliativo? Que concepções os professores têm sobre a avaliação?

Iniciamos então, a questionar a forma pela qual avaliamos os alunos, utilizando testes, provas, notas exames etc..., onde é atribuído conceito ou nota.

Esta avaliação, com uma abordagem quantitativa, conduz a escola e a família a estimularemos alunos à obtenção de resultados elevados nos exames escolares.

O presente trabalho vem mostrar a relação entre a avaliação escolar em decorrência da utilização tradicional, como forma de mensuração dos conhecimentos adquiridos, como também, possibilitar a busca de formas alternativas, para que o processo de avaliação escolar, transcorra num clima de tranqüilidade, isento de tensões, numa perspectiva de modelo de avaliação transformadora, mediante uma abordagem reflexiva, formadora, onde a mesma seja desenvolvida de forma processual, contínua e diagnóstica.

 

UM OLHAR REFLEXIVO SOBRE A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

A escola existia antes do capitalismo, mas seu papel muda substancialmente a partir daí, em função da mão-de-obra para a indústria. De fato, mais do que capacitar tecnicamente as classes populares para o trabalho, a grande finalidade da escola foi a de disciplinadora, ajudando a preparar o sujeito para a ordem, o controle, a hierarquia, caracterizada pela era industrial.

A avaliação escolar colabora com este processo de dominação. O problema central da avaliação, hoje, é o seu uso como instrumento da discriminação e seleção social na medida em que assume, no sistema educacional brasileiro, a tarefa de separar os “aptos” dos “inaptos”, os “capazes” dos “incapazes”.

 Sabe-se que a reprovação não é algo novo. Exames existem desde de 2000 anos antes de Cristo. No entanto, no caráter que tem hoje, sua história é relativamente recente. Objetivamente no sistema educacional, a avaliação é hoje o instrumento de controle oficial, o “selo” do sistema, o respaldo legal para a obtenção do diploma, o qual se tornou mais importante que a aprendizagem.

A avaliação dentro de uma visão de uma mundo globalizado está cada vez mais desigualitária, principalmente com os que não tiveram oportunidades de estudar ou de fazerem cursos tecniocos ou profissionalizantes, porém

precisamos contribuir para criar a escola que é aventura, que marcha, que não tem medo do risco, por isso que recusa o imobilismo. A escola em que se pense, em que se atua, em que se cria, em que se fala, em que se ama, em que se adivinha, a escola que apaixonadamente diz sim á vida. (FREIRE, 2002, p.36 )

A escola do presente deve trabalhar com a avalição educacional como um processo formativo, processual e contínuo, onde o processo de avaliar seja uma via de mão dupla, onde o professor esteja analisando a sua capacideade de provocar a construção dos aspectos cognitivos dos educandos e que os alunos analisem a aquisição da aprendizagem construida de forma significativa, como pressuposto básico de nosso estudo, utilizamos como fonte de pesquisa, as quatro principais correntes, segundo estudiosos e especialistas: tradicional, comportamentalista, humanista e cognitivistas e nelas deteremos nos aspectos processo avaliativo.

Segundo SAVIANI (apud MIZUKAMI, 1986, p.26), “o professor, nesta abordagem, se caracteriza pela garantia de que o conhecimento seja conseguido, indepedente do interesse e vontade do aluno”. Logo, avaliação é realizada visando a exatidão do conteúdo comunicado em sala de aula, o aluno é medido pela quantidade de informações que consegue reproduzir através de teste, provas, exames, etc.

Os comportamentalistas consideram a experiência como a base do conhecimento, ou seja, o conhecimento é o resultado direto da experiência. O conteúdo transmitido visa objetivos e habilidades que levam à competência. A avaliação consiste em constatar se o aluno aprendeu e atingiu os objetivos propostos, quando o programa foi conduzido até o final de forma adequada.

Na abordagem humanista encontramos dois enfoques predominantes: ROGES & NEILL (apud MIZUKAMI, 1986). Ambos enfatizam o papel do aluno, como principal colaborador do conhecimento humano, o ensino é central no aluno. O professor faz papel de facilitador.

Na abordagem cognitivosta a avaliação tem como fundamentação teórica a abordagem piagetiana, para qual o conhecimento é considerado uma construção contínua, onde a mudança de comportanmento pode configurar a construção de uma nova aprendizagem. A aprendizagem verdadeira só se dá no exercício operacional da inteligência, só se realiza quando o aluno elabora o seu conhecimento.

Segundo Cória-Sabini:

...o comportamento é inteligente e interacional. Comporta-se inteligentemente é agir procurando realizar alguma coisa, assim sendo, o comportamento não é controlado por estímulos externos, e sim, pelos propositos da pessoa que se comporta. (1986, p.14)

 

O rendimento do aluno é avaliado de acordo com sua aproximação a uma norma qualitativa, o controle do aproveitamento é apoiado em diversos critérios, considerando-se principalmente a assimilação e aplicação em situações variadas, onde na interação dentro e fora da sala de aula o aluno desenvolverá comportamentos desejados e será provocado a desenvolver os seus aspectos cognitivos.

 

 

AVALIAÇÃO ESCOLAR NUMA ABORDAGEM REPRODUTORA: TESTAR E MEDIR

 

Testar e medir está sendo usado como o sinônimo de avaliação. Segundo HOFFMAN (1996), existem equívocos estabelecidos em relação a termos pertinentes à prática avaliativa: A expressão MEDIDA, em educação, adquiriu uma conotação ampla e difusa.

O teste é usado para verificar se o aluno aprendeu, forma de mensurar o conhecimento. Os testes são tarefas avaliativas, tendo a nota como atributo dado pelo professor. Lembramos que não há “receita” para a avliação ideal, mas queremos ressaltar alguns pressupostos que fundamentam a avaliação transformadora.

Avaliação transformadora é aqula que contribui para o desenvolvimeto dos aspectos cognivos do aluino e que deve ser:

·     Dinâmica, não é estática;

·     Contínua, não é terminal;

·     Integrada, não é isolada do ensino;

·     Progressiva, não é estanque;

·     Voltada para o aluno, não para os conteúdos;

·     Abrangente, não é restrita a alguns aspectos da personalidade do aluno;

·     Cooperativa, não realizada somente por professores;

·     Versátil, não se afetiva da mesma forma.

 

METODOLOGIA

Para viabilização do presente trabalho, usou-se como procedimento metodológico a pesquisa qualitativa, visto que a mesma se aplica satisfatoriamente aos objetivos da investigação. Além do mais, envolve o “acontecer natural” no estudo do fenômeno, defendendo uma visão holística, ou seja, considerando todos os componentes da situação em suas interações e influências recíprocas.

O tipo de pesquisa qualitativa utilizada para a coleta de dados foi o questionário estruturado, onde foi feita  observação, onde o instrumental era composto de cinco perguntas dirigido aos alunos, pais e professores. Delimitou-se o trabalho em termos de amostragem, feita de forma aleatória, realizada com 18 alunos, 18 pais e 06 professores, em um universo de 90 alunos de escolas que compõem a região da CREDE 07 (Canindé, Caridade, Paramoti, Santa Quitéria)

Fez-se analogia entre o que as teorias propagam e a oprática do cotidiano, no exercício constante de soluções para a melhoria do processo avaliativo e da aprendizagem do aluno. Estudou-se a aplicabilidade das teorias levantadas, num universo limitado de crianças do ensino fundamental, suficientes para a sustentação da fundamentação acerca do tema. Utilizou-se como base, enfoques das correntes interacionista, cognitivostas, humanista e comportamentalista dentre outras, para sustentação teórica do trabalho apresentado.

 

ANALISE CRÍTICA E REFLEXIVA DA COLETA DE DADOS

Quando dá apuração dos resultados, optamos inicialmente por uma análise sintética dos resultados coletados nas entrevistas e avaliados separadamente por grupos. Passaremos a seguir à demonstração dos resultados obtidos nas entrevistas que realizamos.

A)    Resultado das entrevistas realizadas com os pais.

Na primeira pergunta questionou-se: Você orienta seu filho(a) nas atividades escolares, diariamente, ou somente, na semana de avaliações? Justifique:

Constatamos que a maioria dos pais, orienta diariamente os filhos, para que possa ser facilitada a revisão de conteúdos na semana de avliações, também como, forma de criar hábito de estudo e identificar eventuais dificuldades.

A participação dos pais é de fundamental importância para que o processo de ensino e aprendizagem ocorra de forma significativa, pois quando os pais interagem no processo de construção dos aspectos conitivos dos seus filhos a aprendizagem se torna significativa e a avaliação diária e processual passa ser uma prática contínua, onde o educando está a cada dia avaliando os seus conhecimentos.

Na segunda pergunta questionou-se: Para você, a nota que seu filho(a) obtém, é um reflexo de aprendizagem? Justifique:

Observa-se que a maioria dos pais acredita, que a nota é o reflexo real do aprendizado do aluno. Outra parte dos pais acredita que a nota não reflete a aprendizagem total, apenas parte daquilo que retido no momento da avaliação. Já que vários fatores emocionais podem interferir na hora da avaliação.

A avaliação não deve constituir apenas um momento, mas deve ser desenvolvida em sala de aula de forma processual e contínua.

Na terceira pergunta questionou-se: Que tipo de sentimento/ emoção, você experimenta por ocasião da semana de avaliações do seu filho(a)?

Percebemos que a maioria dos pais expressa sentimento de tensão, preocupação e expectativa, com o resultado das notas dos filhos. Observamos que alguns pais têm preocupação com a auto-estima do filho em relação aos colegas.

No entanto, os pais devem incentivar os seus filhos a estudar diariamente para chegar nos dias de prova de forma tranquila e sabedores  dos conhecimentos construidos em sala de aula, assim, a aprendizagem será um processo significativo para professores, alunos e pais.

Na quarta pergunta questionou-se: Qual a sua reação, em relação ao seu filho(a), diante do resultado das avaliações?

Segundo os pais, servem como forma de avaliare o conteúdo aprendido, incentivando-os na obtenção dos resultados satisfatórios e estabelecendo cobranças mais rígidas, pela falta de atenção, quando os resultados não são satisfatórios. Os resultados positivos geram bem-estar e tranqüilidade e os negativos levam muitas vezes à repreensão.

Na quinta pergunta se questionou: Na sua percepção, o estado emocionalo de seu filho(a) modifica-se na semana de avaliações? Caso sua resposta seja afirmativa, caracterize-o:

A maioria dos pais não percebe alteração no estado emocional dos seus filhos na semana da avaliação. Outros verificam pequenas como: preocupação com horário de prova, com os resultados e com o tempo de execusão.

B)    Análise das entrevistas realizadas com os professores

Na primeira pergunta questionou-se: Qual a relação entre a nota obtida pelo aluno(a) e sua aprendizagem?

Os professores acreditam que as notas não refletem o nível de aprendizagem do aluno, mas apenas refletem a reprodução do conhecimento ( memorização) e/ou saber momentâneo, que a verdadeira avaliação ocorre no cotidiano de sala de aula em resolução de exercicios e trabalhos.

Na segunds pergunta questionou-se: Existe alguma relação entre a família e o resultado obtido, pelo aluno(a), na avaliação? Explique:

Os professores afirmam que a família tem uma grande participação no processo avaliativo, normatizando, estabelecendo regras para as terefas e do estudo para as avaliações. O processo de aprendizagem, assim como, o processo avaliativo, sofrem interferências oriundas do meio familiar.

Na terceira pergunta questionou-se: Cite fatores que influenciam no bom aproveitamento dos alunos nas avaliações.

Os professores afirmam que o bom aproveitamento ocorre mediante o dinamismo das aulas, com a utilização dos mais variados recursos, contextualizando a teoria com a realidade vivenciada pelos alunos, despertando, desta forma, o interesse dos mesmos. É citado ainda, o acompanhamento da família, o favorecimento por parte do professor no desenvolvimento do auto-estima, do auto-confiança, como fatores essênciais para uma boa aprendizagem.

Na quarta pergunta questionou-se: Cite fatores que contribuem para o baixo rendimento dos alunos nas avaliações.

Observamos que a ansiedade e a pressão exercida por pais e professores, são fatores preponderantes para a obtenção de resultados desfavoráveis, bem como, a falta de empatia por parte dos professores para com os alunos ou dos aluno com as matérias lecionadas.

Na quinta pergunta se questionou: Existe correlação ao nível comportamental, entre o aluno “bem sucedido” e o “mal sucedido’? Justifique:

Não obtivemos nenhum resultado que correlacionasse a conduta do aluno com o sucesso ou fracasso no processo de aprndizagem, talvez, por não considerarem esta relação de forma estanque, imóvel e fechada. No entanto, o aspecto emocional, interfere no processo de aprndizagem e conseqüentemente no processo avaliativo.

C)    Análise das entrevistas realizadas com os alunos.

Na primneira pergunta questionou-se: Você gosta do tipo de avaliação aplicada na escola? Por quê?

 A maioria dos alunos se manifestou a favor das avaliações a que submetem por acreditar que as mesmas possuem o conteúdo que é dado na sala de aula, favorecendo uma maior aprendizagem e que são compatíveis com o seu nível cognitivo.

Na segunda pergunta questionou-se: Você estuda todos os dias ou somente na semana das avaliações? Por quê?

Sentimos dificuldade em analisar os dados coletados, em função de não termos conseguido distinguir o estudar, da realização diária das tarefas. A maioria dos alunos relaciona o fato de estudarem diariamente, à imposição de normas e regras pelos pais e pela escola, assim como, a obtenção de bons resultados nas avaliações. Em raras respostas, verificamos a percepção de que o estudo diário conduz a uma aprendizagem mais eficaz.

Na terceira pergunta questionou-se: Você sente alguma coisa diferente na hora de fazer avaliação? O quê? Por quê?

A grande maioria dos alunos, no período que antecede e durante a própria avaliação, apresentam pelo menos uma ou mais manifestações de sintomas característicos dos fatores intervenientes. Observamos ainda, que alguns demonstraram auto-confiança, por perceberem a avaliação como uma tarefa diária.

Na quarta pergunta questionou-se: Você se sente pressionado em apresentar um bom resultado nas avaliações? Por quem?

A maioria dos alunos alegam que os familiares são os principais responsáveis pela cobrança destes resultados e outros relatam apenas que lhe são impostas regras e normas, com a utilização, algumas vezes, de aspectos ligados ao sistema de esforço-recompensa, que são percebidas como uma atitude natural por parte dos alunos.

Na quinta pergunta questionou-se: O que seus pais fazem quando você obtém uma “nota alta ou baixa”?

 diante dos resultados das avaliações, pertence basicamente a três categorias distinta entre si, a saber: alegria e descontentamento; alegria, descontentamento e punição; dentre os resultados satisfatório e insatisfatório.

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

          Com a pesquisa bibliográfica refletimos sobre a importância da avaliação educacional em diferentes contextos e tendencias educacionais, porém, observa-se que avaliar não consiste apenas em criar um instrumento de avaliação, mas transformá-lo em um instrmento de crecimento, reflexão para professores e alunos, onde o professor refleita sobre a sua capacidade de provocar o processo de construção dos aspectos cognitivos dos seus alunos e onde os educandos possam refletir sobre o processo de construção da aprendizagem desenvolvida diariamente em sala de aula.

          Com a pesquisa de campo tivemos a oportunidade de refletirmos sobre a visão de pais, professores e alunos sobre as diferentes concepções da avaliação da aprendizagem e a sua importância para a aquisição e desenvolvimento da aprendizagem.

          Portanto, a avaliação educacional é um instrumento de fundamental importância para professores, pais e alunos, pois nos provoca a refletir sobre os diferentes processos de avalições que devem ser formativa, reflexiva, diagnóstica, processual e contínua.

          Essa pesquisa não é uma obra plenamente acabada e concluida, pois a mesma pode ser inriquecida com outros olhares e questinamentos, espera-se que essa pesquisa sirva como subsidio para estudos e o desenvolvimento de novas pesquisas sobre o papel da avaliação educacional.   

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

CORIA-SABINI, Maria Aparecida. Psicologia Aplicada a Educação. São Paulo:EPU,1986.

 

FREIRE, Paulo. A importância do Ato de Ler. Em três artigos que se completam, 40ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2000.

 

HOFFMAN, Jussara Mari Lerch. Avaliação Mediadora: Uma prática de construção da pré-escola à universidade, Porto Alegre, RS. 8ª ed. Mediação Editora.1996

 

KUPFER, Maria Cristina. Freud e a Educação. O mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1989. (Série pensamento e Ação no Magistério).

 

MIZUKAMI, Maria das Graças Nicolette. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.

 

MOREIRA, Marco Antonio. Ensino e Aprendizagem: enfoques teóricos. São Paulo: Moraes, 1983.

 

OLIVEIRA, VB. Avaliação psicopedagógica da criança de sete a onze anos. Petrrópolis: Vozes, 1994.

 

PÁDUA, Elizabete. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. São Paulo: Papirus, 1991.

 

RAPPAPORT, Clara Regina. As teorias do desenvolvimento: modelo pscicanalítico, piagetiano e de aprendizagem social., São Paulo: EPU, 1981.v.1

 

SANT’ANNA, Elza Martins. Por que avaliar?: Como avaliar?: critérios e instrumentos. Petrópolis: Vozes, 1995.

 

WERNECK, Hamilton. Prova, provão, camisa de força da educação: uma crítica mordaz aos sistemas de avaliação crivada de humor e proposta> Petrópolis: Vozes, 1995.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

APÊNDICES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Formulário de pesquisa aplicado aos pais

 

 

Sexo:

Idade:

Estado Civil:

Profissão:

 

 

1 – Você orienta seu filho(a) nas atividades escolares, diariamente, ou somente, na semana de avaliações? Justifique:

 

 

2 – Para você, a nota que seu filho(a) obtém, é um reflexo de aprendizagem? Justifique:

 

 

3 – Que tipo de sentimento/ emoção, você experimenta por ocasião da semana de avaliações do seu filho(a)?

 

 

4– Qual a sua reação, em relação ao seu filho(a), diante do resultado das avaliações?

 

 

5– Na sua percepção, o estado emocionalo de seu filho(a) modifica-se na semana de avaliações? Caso sua resposta seja afirmativa, caracterize-o:

 

 

 

 

 

 

 

Formulário de entrevista aplicada aos professores

 

Sexo:

Idade:

Estado Civil:

 

 

1 – Qual a relação entre a nota obtida pelo aluno(a) e sua aprendizagem?

 

 

2–Existe alguma relação entre a família e o resultado obtido, pelo aluno(a), na avaliação? Explique:

 

 

3 – Cite fatores que influenciam no bom aproveitamento dos alunos nas avaliações;

 

 

4– Cite fatores que contribuem para o baixo rendimento dos alunos nas avaliações:

 

 

5– Existe correlação ao nível comportamental, entre o aluno “bem sucedido” e o “mal sucedido’? Justifique:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Formulário de entrevista aplicado aos alunos

 

Sexo:

Idade:

 

 

1 – Você gosta do tipo de avaliação aplicada na escola? Por quê?

 

 

2 – Você estuda todos os dias ou somente na semana das avaliações? Por quê?

 

 

3 – Você sente alguma coisa diferente na hora de fazer avaliação? O quê? Por quê?

 

 

4 – Você se sente pressionado em apresentar um bom resultado nas avaliações? Por quem?

 

 

5 – O que seus pais fazem quando você obtém uma “nota alta ou baixa”?

 

 

 

 

 

Perfil do Autor

Walderclaudio Nascimento Santos