O PAPEL DA AVALIAÇÃO NO ATUAL CONTEXTO EDUCACIONAL ESCOLAR

Publicado em: 14/10/2010 | Acessos: 4,299 |

O PAPEL DA AVALIAÇÃO NO ATUAL CONTEXTO EDUCACIONAL ESCOLAR

A AVALIAÇÃO SEGUNDO OS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL – PCNEF - (1998)

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN 9394/96 – constitui-se em uma referência inicial para que se buscassem estabelecer reestruturações no sistema educacional brasileiro, quando inúmeros aspectos foram (re)discutidos, (re)avaliados e (re)formulados, sendo que toda essa discussão acabou culminando na publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental – PCNEF - (1998), documento no qual se apresenta a proposta pedagógica para o Ensino Fundamental – EF -, considerando que importa que: "os mais variados valores humanos não fiquem abstraídos ao aprendizado científico e [prescrevendo] que o ensino e aprendizagem devem inter-relacionar as questões metodológicas com as demais questões sociais e ambientais" (Brasil, 1998, p. 22).

Porém, com toda essa inovação, pode-se ainda assim questionar: Qual o papel da Avaliação na Escola de hoje? Estará a avaliação intimamente relacionada com os objetivos mais amplos da educação escolar, pois os critérios de análise do rendimento do aluno serão conseqüência desses objetivos, ou seja, "a avaliação escolar está relacionada a uma concepção de homem, de sociedade (que tipo de homem e sociedade se pretende formar?), ao Projeto Político Pedagógico da Instituição" diz Gadotti (1993, p. 46).

Hoje, os objetivos da educação são muito mais amplos, exigindo-se um novo papel social para a instituição escolar formal: a de formar os cidadãos do amanhã. Neste novo contexto, a avaliação tem a finalidade de colaborar para que os alunos construam o contexto e assimilem as aprendizagens necessárias ao seu desenvolvimento englobante.

Nesse sentido, consideram Davis e Espósito (1990, p. 75) que as avaliações devam ser encaradas com outros olhares, permitindo-se entender que: "(…) o erro deve ser encarado como resultado de uma postura de experimentação, onde o aprendiz levanta hipótese, planeja uma estratégia de ação e a põe à prova. Cabe ao professor ajudar seus alunos a analisarem a adequação do projeto selecionado, encaminhando-os na busca de conduta mais ricas, complexas e diversificadas. Esta é uma alternativa de combate ao fracasso, ao alcance dos professores".

Dessa forma, a avaliação estará a serviço da formação de sujeitos emancipados, crítico-reflexivos e na condição de exercitar sua cidadania. Um sistema de avaliação assim proposto deverá permitir que, na medida em que sejam detectadas lacunas ou déficits na aprendizagem possam ser propostas e executadas atividades didático-pedagógicas que auxiliem a sanar essas dificuldades. É necessária a avaliação constante e processual para fazer as retificações e retro-alimentações daqueles pontos sobre os quais a ação não foi eficaz.

 

Para que, o que e como avaliar?

Uma avaliação que não é questionada, refletida, analisada e consensualmente adotada, onde não são questionados seus objetivos e finalidades, pode perder seu próprio sentido de um processo avaliativo. Assim, precisa ser coerente com a forma de ensinar do professor em sala de aula, bem como a que se destina.

Partindo desse pressuposto, entende-se que a avaliação possui várias finalidades ou funções. Segundo Antunes (2002, p. 37), algumas das funções presentes no projeto de avaliação do rendimento escolar devem abrigar:

- identificar pontos fortes e pontos fracos nos programas curriculares, visando seu aperfeiçoamento e progressiva adequação às mudanças tecnológicas e sociais que constantemente ocorrem;

- identificar métodos de ensino, material escolar utilizado e recursos empregados no processo educativo, proporcionando bases para a melhoria crescente e continuada do currículo.

- identificar necessidades e capacidades dos alunos quanto as suas competências e inteligências visando uma orientação individual;

- identificar pontos específicos do programa educacional e que exigem maior cuidado para alguns alunos ou grupos de alunos;

- informar aos alunos e a sua família os diagnósticos colhidos, transformando-os em agentes no sentido de seu aperfeiçoamento;

- fornecer bases para que a equipe docente localize deficiências na estrutura do ensino e tome decisões no sentido de aperfeiçoamento do trabalho visando a eficácia de seus esforços instrumentais, na melhor capacitação de cada processo ensino-aprendizagem;

- fornecer a todos os elementos relacionados com o processo de educação – estudantes, pais, professores, funcionários administrativos, representantes da comunidade – conhecimentos da ação educativa desenvolvida, para que ajudem decidir quais práticas devem continuar e quais modificar, tendo em vista a obtenção dos objetivos do ensino;

- favorecer os alunos no sentido de aprenderem a auto-avaliar, de maneira independente, seus próprios resultados da aprendizagem.

Assim, se pode dizer que se avalia para situar professor e aluno no percurso escolar, aperfeiçoar o ensino, acompanhar a aprendizagem do aluno, regular a aprendizagem do aluno e informar ou para formar.

Com relação à finalidade da avaliação, é necessário ter claro o que deve ser avaliado, quais são os dados relevantes e, conforme explicita Luckesi (1996), deve-se avaliar para verificar:

- o que o aluno sabe ou o que aprendeu;

- o que o aluno ainda não sabe ou ainda não aprendeu;

- o que deveria saber;

- o ensino na sala de aula;

- as suas experiências anteriores.

Mediante o exposto, a avaliação é pode ser entendida como um ato preventivo, sendo para tanto essencial que o professor conheça o nível de desempenho do aluno em cada etapa do processo educativo e compare essa informação com as competências e habilidades relevantes a serem desenvolvidas, em relação aos conteúdos trabalhados e, finalmente, tomem as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados, pois seja a avaliação diagnóstica, formativa, somativa ou emancipatória, ela deverá necessariamente contribuir para o desenvolvimento do educando, não se limitando apenas como instrumento para formalizar e legitimar uma nota classificatória. Avaliar somente pelas respostas de uma prova inclui uma grande distorção no processo de aprendizagem, pois avaliar não é tarefa simples, e como afirma Luckesi (1996), mas pode ser um ato de coragem, responsável e amoroso.

 

O perfil dos professores frente às mudanças na educação

A História da Educação tem seguido um caminho que, até hoje, de certa forma, acabou gerando um comodismo por parte dos educadores, no sentido de simplesmente seguirem posturas pedagógicas impostas pelos responsáveis pelo sistema educacional, em seu contexto macro-estrutural. Vivemos, até agora, dentro de um sistema onde o erro por parte do aluno deve ser punido com um castigo. Evidentemente, os tempos mudaram; não se usa mais a régua escolar ou a chamada palmatória, nem a prática de colocar o aluno de castigo em cima de grãos de milho ou feijão; como a educação, também o castigo evoluiu, vindo a se manifestar de outras maneiras, como quando o aluno não responde corretamente a uma pergunta e é exposto ao ridículo perante os colegas pelo professor, criando assim um "clima" de tensão dentro da sala de aula. (…) esse modo de conduzir a docência manifesta-se com um viés mais grave ainda, porque o professor normalmente não está interessado em descobrir quem sabe o que foi ensinado, mas sim quem não aprendeu, para poder expor publicamente aos colegas a sua fragilidade. O professor, usualmente, prossegue a chamada até encontrar o fraco, aquele que não sabe. Este, coitado, treme de medo e de vergonha. O ‘forte' na lição é elogiado e o ‘fraco', ridicularizado. (Série Idéias, 1990, p. 134).

Talvez o professor possa pensar que sua metodologia não chegue a expor o aluno tão radicalmente assim, mas a questão é que o sistema de avaliação empregado hoje, em que para o aluno a "nota" é o mais importante porque, para passar para um próximo estágio, tem que se atingir uma média mínima exigida é conseqüência da prática pedagógica que se vem adotando há anos, em que o professor tem função de "transmitir os conteúdos e fiscalizar a absorção do transmitido", cabendo à avaliação servir como fonte de controlo dentro deste processo.

Porém, não é mais essa função controladora que a avaliação deve desempenhar no processo educativo. Os PCNEF (1998) propõem que a finalidade da avaliação seja a de garantir a construção do conhecimento e a aprendizagem efetiva e significativa por parte dos alunos, com as pertinentes mediações do professor.

Para que esse entendimento sobre as mudanças da função da avaliação seja adotado e implantado é preciso que os professores redirecionem suas formas de avaliar e que os procedimentos e técnicas pedagógicas, não mais se embasem na simples transmissão dos conteúdos, mas sejam focadas sim nas reais possibilidades de aprendizagem do alunado.

Para tanto é preciso uma mudança na maneira de ensinar, de buscar entender de que forma o aluno aprende; dessa maneira, o educador mudará a sua forma de trabalho em sala de aula, passando a atuar de uma forma mais interativa no desenvolvimento da aprendizagem, passando a adotar uma nova metodologia no sentido de buscar fazer com que o aluno aprenda e buscando sempre a melhor maneira de fazê-lo; assim, o aluno passa a ver o professor como um aliado, que está ali para ensiná-lo, para ajudá-lo a aprender e para o apoiar na superação das suas dificuldades.

Um dos fatores da ação pedagógica diretamente ligado ao fracasso ou ao sucesso é o processo avaliativo. Muitos alunos abandonam a escola porque não têm mais capacidade de enfrentar um fracasso; outros perdem a coragem de lutar, perdem o interesse por aprender por conta de inúmeros fracassos. Muitas vezes, os próprios professores "tiram" a esperança de sucesso, enfatizando seus erros e demonstrando seu descrédito em relação à sua capacidade.

É importante destacar que para melhorar a qualidade da educação no Brasil,

principalmente na rede de ensino do Estado de Pernambuco é preciso, antes acima de tudo, fortes investimentos na melhoraria dos processos de formação inicial e continuada dos professores, gestores e profissionais da educação, focando o estatuto social e as condições de desenvolvimento do trabalho pedagógico escolar, pois estes profissionais somente poderão responder ao que deles se espera se possuírem os conhecimentos e as competências, as qualidades pessoais, as possibilidades profissionais e as motivações requeridas para acompanhar os atuais desdobramentos dessa mesma educação, porque estes aspectos influenciam na prática cotidiana dos educadores e nos desempenhos dos alunos.

A própria avaliação escolar pode ser um fator gerador de fracasso. Ela envolve tanto o aspecto emocional como o técnico. Melchior (2001, p. 15) afirma que: "O medo que o aluno tem da prova é um fator influente no seu desempenho. Se o professor utiliza a nota do teste como determinante do resultado final da avaliação, o aluno sofre uma pressão muito grande, porque o resultado da sua atuação vai ser considerado, apenas naquele momento".

Neste caso, também a qualidade dos instrumentos de avaliação poderá exercer

influência nos resultados obtidos, principalmente quando o professor e seu "fazer" são inquestionáveis, e considera que tudo faz parte da avaliação, até mesmo a compreensão de questões incompreensíveis ou com respostas dúbias. Quantos alunos podem ser (re)provados, por errarem uma questão que não estava clara, quando o professor aprova ou reprova, apenas com a nota do teste!

Uma das questões colocadas para entender a ação pedagógica é a de qual deve ser o papel do professor: "cumprir o programa ou comprometer-se com a aprendizagem do aluno?" diz Gadotti (1993, p. 47). O peso sobre o cumprimento do programa é alto; porém, o essencial da escola e "o maior objetivo do professor não deve ser o de saber o quanto o aluno sabe, mas sim o de garantir a aprendizagem do todos" (id, ibid, 1993, p. 49).

Isso exigirá um novo perfil do professor e uma nova didática de trabalho a mobilizar, em que a atualização constante e a troca de experiências entre os professores de diferentes disciplinas terão que ser contínuas, pois os professores terão que estar sincronizados e muito bem entrosados, com os pontos da matéria a serem dados, no sentido de dar ao aluno uma visão mais ampla e mais clara da realidade em que estamos vivendo.

Aparentemente, a função do professor parece clara, mas não é, pois todos terão que procurar pontos comuns às disciplinas, sendo que, para isso, um professor terá que se aprimorar não só no domínio da disciplina que leciona, mas também nas outras disciplinas.

Além disso, hoje a velocidade com que as informações chegam até as pessoas através da internet (comunicação virtual) é muito maior, e isso exigirá uma mudança na maneira de trabalhar do professor, que terá de estar atento, cada vez mais, para que sua metodologia de ensino não fique obsoleta e ineficiente.

Assim, pode-se dizer que o perfil do trabalho profissional do professor será cada vez mais mutante e que as características básicas de seu trabalho (por exemplo, a visão do professor como transmissor de conhecimentos ao aluno), no futuro, exigirão, cada vez mais, que se torne num auxiliador do aprendizado do aluno.

 

A avaliação e os problemas sociais enfrentados na escola Brasileira

Mesmo hoje vivendo dentro de uma enorme modificabilidade na educação escolar, não é mais possível agir pela simples condução ideológica e/ou demagógica e esquecer qual é a realidade da escola brasileira de ensino fundamental e médio dentro do contexto social em que se encontra o País, com a caracterização de fortes reformas e modificações nas práticas escolares formais, a partir das influências dos organismos financeiros internacionais que patrocinaram e patrocinam mudanças e reformas nos sistemas escolarizados no país e no mundo, a partir da década de 90.

Nesse contexto de reformas e mudanças legais na educação brasileira foi editada a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN 9394/96 – e mais recentemente os PCNEF (1998), mas entendemos que ainda falta muito para se atingir um ponto ideal de uma política educacional mais voltada para os interesses das classes populares pois, existe o problema da má distribuição de verbas, da corrupção, da falta de avaliação das políticas públicas e a ineficiência na utilização dos recursos.

A própria escola não consegue se identificar com o proposto pelos PCNEF (1998), nomeadamente com as práticas interdisciplinares preconizadas; não consegue definir um projeto pedagógico, não tem a autonomia necessária, sendo que a escola particular depende da mensalidade paga pelos pais dos alunos e, em muitos casos, como em qualquer comércio, busca a satisfação do cliente, independente de primar por uma linha pedagógica imparcial. Já a escola estatal (pública) é totalmente dependente da vontade do poder público, cuja burocracia aumenta ainda mais a ineficiência na gestão da escola.

Além disso, existem os problemas sociais enfrentados tanto pelo aluno como pelo professor, que afetam diretamente a avaliação e a educação escolar como um todo.

Tem-se hoje, apesar das modificações legais e estruturais dos sistemas escolares, muitos alunos totalmente desinteressados, que não conseguem ver qual é o sentido que a escola tem para a sua vida. Vivemos dentro de um capitalismo consumista, em que os alunos estão acostumados a ter tudo pronto e a não fazer nada; vemos alunos sem esperança em relação ao futuro, além de problemas afetivos e emocionais que, muitas vezes, acabam levando os alunos ao submundo das drogas e do alcoolismo, de uma forma cada vez mais assustadora; e, conseqüentemente, a violência é levada para dentro das escolas, acabando por vermos alunos portando armas de fogo e provocando tragédias, como é o caso do crescente número de assassinatos de professores e alunos dentro das escolas brasileiras.

Muitos destes problemas sociais enfrentados pelos alunos dentro das escolas, são decorrentes da falta de estrutura das famílias brasileiras, em que muitos pais estão muito distantes da escola, apenas as usando como uma forma de transferência de responsabilidade, se demitindo da real função que devem exercer sobre os seus filhos; não conseguem impor-lhes limites, vivem sempre esgotados, devido à carga excessiva de trabalho, à falta de condições dignas de emprego, à falta de uma boa remuneração, de uma habitação digna e, conseqüentemente, acabam não dando o apoio necessário ao desenvolvimento do filho em sua vida escolar.

Apesar de todos estes problemas sociais que envolvem o aluno, ainda é possível que o professor consiga mudar esta realidade; mas como, Se é possível ver professores sem condições dignas de trabalho (recursos didáticos e espaço físico adequado). Vasconcellos (1998, p. 97) caracteriza a situação da educação brasileira, apontando alguns aspectos cruciais da questão educacional: "péssima remuneração, necessidade de sobrecarregar a jornada de trabalho, muitas aulas, várias escolas, muitos alunos. Falta de tempo para estudo, para preparação das aulas, para confecção do próprio material didático, para reciclagem, falta de material de apoio, falta de recursos para aquisição de livros e revistas ou participação em cursos de atualização profissional".

Mas também, não se pode esquecer, da grande resistência do professorado em mudar a suas metodologias e práticas cotidianas na escola, pois estão acostumados à elas há anos e são resistentes às inovações e as modificabilidades que se exige para enfrentar a proposta educacional das novas práticas interdisciplinares propostas nos PCNEF (1998).

Mesmo com todos estes problemas, impõe-se compreensão por parte dos professores, é necessária uma postura dialética transformadora, que venha a interferir no processo educacional, de forma a (re)direcioná-lo com vista à alteração que se propõe. Mesmo não sendo as condições sociais favoráveis às mudanças, o professor precisa recuperar a sua dignidade e assumir o seu papel transformador. Hoje, ao contrário de antigamente, temos pelo menos um parâmetro educacional definido, que demonstra como deve ser educado e avaliado o cidadão de amanhã.

A avaliação, em seu sentido amplo, apresenta-se como atividade associada à experiência cotidiana do ser humano. Freqüentemente nos deparamos analisando e julgando a nossa atuação e a de nossos semelhantes, os fatos de nosso ambiente e as situações das quais participamos. Esta avaliação procedida de forma assistemática, por vezes inclui uma apreciação sobre adequação, eficácia e eficiência de ações e experiências, envolvendo sentimentos e podendo ser verbalizado ou não. Essas ações avaliativas diferem, no entanto, daquelas que se está acostumado a vivenciar e executar no cenário educacional. Estas costumam ter um caráter deliberado, sistematizado, apóiam-se em pressupostos explicitados em maior ou menor grau, variam em complexibilidade e servem a múltiplos propósitos, considera Saul (1994).

Assim sendo, o processo avaliativo não tem finalidades em si mesmo, não pretende uma melhora só da aprendizagem, mas da racionalidade e da justiça nas práticas educativas.

Portanto, avalia-se não só para cumprir com uma das funções do professor, de manter atualizado o currículo do aluno, mas fundamentalmente, se faz a avaliação para conseguir a melhora do processo educativo como um todo no seu sentido mais amplo.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANTUNES, Celso. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

________________. Trabalhando Habilidades: construindo idéias. São Paulo: Scipione,

2003.

BRASIL – MEC - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB. Curitiba: APPSINDICATO/ CUT-CNTE, 1997.

 

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:

Apresentação dos Temas Transversais/Secretaria de Educação Fundamental- Brasília: MEC/SEF, 1998, p. 436.

 

DAVIS, Claúdia e ESPÓSITO, Yara L. Papel e Função do Erro na Avaliação Escolar.

Cadernos de Pesquisa (74), agosto de 1990. Fundação Carlos Chagas.

 

GADOTTI, Moacir. Concepção Dialética da Educação: um estudo introdutório. 9 ed. São Paulo: Cortez, 1993.

 

LUCKESI, Cipriano C. Prática Docente e Avaliação. Rio de Janeiro: ABT, 1990.

__________________. A Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1996.

 

MELCHIOR, Maria C. Avaliação Pedagógica – função e necessidade. Porto Alegre, RS:

Mercado Aberto, 1994.

 

_________________. O Sucesso Escolar Através da Avaliação e da Recuperação. Porto

Alegre: Premier, 2001.

 

SAUL, Ana M. Avaliação Emancipatória: desafio à teoria e prática de avaliação e reformulação de currículo. São Paulo: Cortez, 1988.

 

VASCONCELLOS, Celso dos S. Para Onde Vai o Professor?: resgate do professor como sujeito de transformação. São Paulo: Libertad, 1995.

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/o-papel-da-avaliacao-no-atual-contexto-educacional-escolar-3476100.html

    Palavras-chave do artigo:

    avaliacao parametros mudancas educacionais

    Comentar sobre o artigo

    A educação é uma pratica mediadora das praticas reais de nossa existência histórica, o ensino por sua vez, pratica formal mediadora da educação. E a sua implementação implica necessariamente a pratica da avaliação.

    Por: Rosângela L. da Silva Mirandal Educação> Educação Infantill 18/11/2014
    Clecia Pacheco

    O presente trabalho busca fazer uma demonstração dos aspectos teóricos da avaliação no processo de ensino e aprendizagem, destacando sua evolução ao longo dos tempos, o fator nota na avaliação, os princípios básicos e finalidades da avaliação, bem como as suas funções no processo de ensino e aprendizagem.

    Por: Clecia Pachecol Educação> Ensino Superiorl 12/10/2010 lAcessos: 6,497
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    O artigo destaca a avaliação, tema esse voltado às séries do ensino fundamental. Consiste nas interrogativas sobre o que é avaliação da aprendizagem, avaliação do rendimento e auto-avaliação e sua eficácia. Apresentamos também os critérios para uma avaliação qualitativa, buscando mostrar através das concepções dos autores pesquisados a importância do preparo do educador.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 22/05/2011 lAcessos: 3,471

    Este texto tem por objetivo mostrar ao professor que não se deve apenas aprovar ou reprovar o aluno mas sim servir como base para o professor descobrir as dificuldades do aluno e procurar técnicas diferenciadas para ajudar o aluno na aprendizagem.

    Por: João do Rozario Limal Educaçãol 11/04/2008 lAcessos: 96,199 lComentário: 7
    marlucia pontes gomes de jesus

    O texto discute a recomendação do Conselho Nacional de educação de que os alunos do ensino fundamental não sejam retidos nos dois primeiros anos de estudos, principalmente levando em consideração a grande rejeição da progressão continuada por professores e até mesmo pela população. Nesse contexto, faz uma distinção entre progressão continuada e progressão automática, procurando demonstrar a importância da recuperação contínua para que a sua adoção tenha sucesso.

    Por: marlucia pontes gomes de jesusl Educaçãol 25/07/2011 lAcessos: 1,807

    Este artigo teve como finalidade investigar as dificuldades dos docentes do IFAC no tocante à avaliação do ensino-aprendizagem na modalidade PROEJA, como forma de auxiliar na orientação da prática pedagógica. Estuda os critérios avaliativos utilizados em sala de aula e sua relação com o planejamento de ensino global da Instituição. A pesquisa foi enriquecida com o trabalho de campo através de entrevistas semi-estruturadas e análise documental do projeto político-pedagógico dos cursos técnicos.

    Por: Gilmara Amorim de Moraesl Educação> Ensino Superiorl 01/12/2012 lAcessos: 147

    O presente artigo pretende identificar, discutir e entender as principais questões que envolvem o papel do professor, currículo e avaliação dentro de uma perspectiva de pedagogia antiautoritária e autônoma ancorada nas teorias de Paulo Freire.

    Por: Júlio César Dias do Nascimentol Educação> Ensino Superiorl 27/07/2011 lAcessos: 1,063 lComentário: 1
    DAILTON SIDNEI PICHININ

    Alguns princípios devem ser considerados, afinal as conseqüências da avaliação comprometerão a todos (escola e comunidade). Deste modo, esse trabalho visa esclarecer qual é o papel da avaliação no processo de ensino e aprendizagem das escolas.

    Por: DAILTON SIDNEI PICHININl Educaçãol 03/08/2013 lAcessos: 60

    A presente pesquisa foi elaborada tendo por objetivo estudar o fenômeno assédio moral nas relações de trabalho educacional em face de sua relevância na sociedade. Desta forma pretende-se conhecer, analisar e compreender este mal que atinge as instituições de ensino, buscando contribuir para o esclarecimento do fenômeno, como preveni-lo e reprimi-lo.

    Por: Arianal Educação> Ensino Superiorl 02/04/2011 lAcessos: 1,269

    A descoberta dos números surgiu através de estudos sobre a humanidade e como se processa a aprendizagem da matemática em nosso cérebro.

    Por: ANA MARIA LIBARDIl Educação> Ensino Superiorl 16/11/2014

    O uso do computador e internet para realização de trabalhos escolares e acadêmicos tornou-se prática cotidiana. A internet é, atualmente, uma fonte quase que inesgotável de informações e referências. Isso gerou algumas situações características...

    Por: Valter Ribeirol Educação> Ensino Superiorl 16/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Da cosmologia grega. As não substancialidades. Das essências. Tudo flui. Nada persiste o mesmo. Nem mesmo a mudança. O ser não é mais. O que virá a ser. Apesar de ser o futuro. A negação do eterno presente. Do mesmo modo o mundo. E todas as formas de movimento. A vida é uma eterna transformação. Nada se sustenta em si mesmo. Acepção do entendimento.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 16/11/2014

    O termo reciclagem em geral, quer dizer, o retorno da matéria-prima, sendo usado pela população para indicar o conjunto de operações envolvidas no aproveitamento dos dejetos/detritos e seu futuro reaproveitamento. A intenção principal este projeto foi conscientizar e sensibilizar os alunos de que a participação efetiva é indispensável para a obtenção de um meio ambiente saudável, que promova o desenvolvimento sem destruir os recursos naturais.

    Por: Patrícia Maria Barros Piovezanl Educação> Ensino Superiorl 14/11/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    A indiferença do povo brasileiro, em relação à Segunda Guerra Mundial, o governo de getulista desenvolve a compaixão popular, como forma de sustentação no poder, com o objetivo de ter em mãos o Estado.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 14/11/2014
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    Certa vez disse Einstein. A respeito da epistemologia. É necessário desenvolver centenas. De análises. Para que algum pensamento. Possa ter fundamento. Mas de certo modo, o conhecimento profundo. É apenas intuitivo. Desse modo pude chegar à natureza. Da essência do fundamento do mundo.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Ensino Superiorl 13/11/2014

    A Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), publica documento de análise e construção de um marco quantitativo destinado ao setor educacional privado, de extrema utilidade para estudiosos e pesquisadores educacionais, tanto dos setores privado quanto público.

    Por: Central Pressl Educação> Ensino Superiorl 13/11/2014
    Zilda Ap. S. Guerrero

    Nessse artigo nossa abordagem será em torno da alfabetização das crianças de escolas públicas e a adoção do construtivismo enquanto metodologia e não como concepção de Piaget, face a exposição das crianças no campo da observação e experimentação.

    Por: Zilda Ap. S. Guerrerol Educação> Ensino Superiorl 11/11/2014
    Clecia Pacheco

    Objetiva discorrer, através de uma busca à história, sobre a escravidão afro-indígena no Brasil

    Por: Clecia Pachecol Educação> Ensino Superiorl 13/12/2010 lAcessos: 749
    Clecia Pacheco

    Este artículo trata sobre gestión educativa y la evaluación del aprendizaje, centrándose en la necesidad de cambios en los paradigmas evaluativos tradicionales y señalando los retos cotidianos de la escuela brasileña.

    Por: Clecia Pachecol Educación> Universidades&Academias;l 22/10/2010 lAcessos: 268 lComentário: 1
    Clecia Pacheco

    O presente resumo pretende analisar a importância da avaliação no processo de ensino e aprendizagem, suas definições e objetivos gerais, buscando expor alguns mecanismos e técnicas de avaliação.

    Por: Clecia Pachecol Educação> Ensino Superiorl 14/10/2010 lAcessos: 8,617
    Clecia Pacheco

    O presente trabalho busca fazer uma demonstração dos aspectos teóricos da avaliação no processo de ensino e aprendizagem, destacando sua evolução ao longo dos tempos, o fator nota na avaliação, os princípios básicos e finalidades da avaliação, bem como as suas funções no processo de ensino e aprendizagem.

    Por: Clecia Pachecol Educação> Ensino Superiorl 12/10/2010 lAcessos: 6,497
    Clecia Pacheco

    O presente artigo objetiva fazer uma breve explanação acerca da integração existente entre a gestão da educação e o processo de avaliação da aprendizagem, enfatizando a importância da interdisciplinaridade na educação.

    Por: Clecia Pachecol Educação> Ensino Superiorl 12/10/2010 lAcessos: 993
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