O Papel do Educador, diante dos desafios na sala de aula; contextualizando a realidade

13/05/2010 • Por • 4,603 Acessos

O Papel do Educador, diante dos desafios na sala de aula; contextualizando a realidade.

Jorge Rocha Gonçalves

j.rocha60@yahoo.com.br

Resumo: Os conteúdos em sala de aula, originar da vida, conscientizando os sujeitos da escola, das reais situações de sobrevivência.

 

Palavras Chaves: diversidade, currículo, contextualização

 

A nova face trazida para a escola, devido aos novos padrões sociais, culturais e econômicos da comunidade global, onde as interações humanas derivadas dos convívios sem fronteiras através das informações, revelando hábitos e formas de comunicação diferentes das trazidas pelo educador, que diante da sala de aula, recebe de forma diferenciadora a realidade trazida pela coletividade. (Leite, p, 128, 2005). Demonstra a importância do papel do educador para na garantia e desenvolvimento dessa nova sociedade estudantil diante do currículo a ser aplicado na escola.

Por isso, os pontos em torno dos quais se desenvolve o texto focam: as mudanças curriculares  ocorridas na transição do século; o currículo e o seu desenvolvimento face às características sócio – culturais dos alunos; papel dos professores numa estratégia de mudança; a renovação de um currículo que caracterize o principio de " escola para todos".

O direcionamento dos conteúdos voltados à aprendizagem é necessário se utilizado na vida e originado dela.  A diversidade existente na forma de como a coletividade se expressa em sua busca por satisfações, traz um conhecimento passivo de ser compreendido, analisado e estruturado, com o procedimento claro de introduzir nos processos da coletividade de se organizarem e preparar – se para a vida, não só as experiências, mais atitudes e valores renovados através da participação em aula, comparado o que se aprende no dia-a-dia, com o que este inscrito nos livros didáticos e nos discursos do academicizas e dos lideres que existem e surgiram através dos tempos e fixação no espaço.

A vontade de inovar não se encontra na busca de imitar algo que acreditamos ser melhor do que o vivenciado, mais sim, em buscar incessantemente a melhor condição de se conviver em grupo e fazer em equipe.

Nesta perspectiva, a nova abordagem curricular, passa a ter credibilidade e dimensão para não ser só algo acontecendo.  A mudança do currículo consiste em transformações no comportamento social, cultural do educador (a), hoje restrito ao espaço a ele (a), determinado e por ele aceito. (Morin. 2002. p.19). Faz a relação entre as modificações necessárias a outra ação pedagógica na escola, com uma nova forma de pensar.

A reforma necessária do pensamento é aquela que garante retirada de um pensamento de contexto e do complexo. O pensamento contextual busca sempre a relação de inseparabilidade e as inter – relações entre qualquer fenômeno e seu contexto, e deste com o contexto planetário.

O penamento complexo, se quer permite a possibilidade de capitar as relações e as inter – relações, implicações mutuas, fenômenos solidários e conflitivos (como a própria democracia que é o sistema que se nutre de antagonismos e, que, simultaneamente os regula), que respeite a diversidade, ao mesmo tempo em que a unidade adquira um carater unico, um pensamento organizador que concebe a relação recíproca entre todas aspartes.

O modelo dominante de pensar e agir de acordo com o que se pode dominar encontra - se avesso do sentimento e prosseguimento atual de modificar uma estrutura decadente e cheia de armadilhas na confecção das desigualdades e estímulos as formações do distanciamento a um conjunto mais solidaria e atuante em uma vida mais igualitária, onde as oportunidades não sejam voltadas a defesa da etnia, credo ou pensamentos políticos, mais em evolução do ser humano, portador das garantias subjetivas de sobreviver, garantindo ao outro a circulação de buscar e encontrar o que de melhor lhe serve, obedecendo naturalmente, as regras de convívio e de envolvimento das partes da sociedade como espaço ocupado, sem transgredir as normais postas pelo coletivo ou pela própria característica intrínseca da natureza mostrada por ela aos nossos passos e busca na superação das carências oferecida ao homem, mulher pelo avanço do acúmulo da riqueza e desvaneios da efemeridade dos desejos de quem porta esses domínios.

A interpretação da contextualização das produções sociais como elementos de ensino, formação, conscientização e aprendizagem, vem trazendo a realidade vivenciada pelo atores sócios – comunitário na escolar, a compreensão do mundo, bem como sua subjetividade como pessoa humana.

Diante da conscientização, (Leite, 2005, p p, 129130.). Enfatiza a importância da vivencia a ser estimulada na nova opção pedagógica.

A conscientização desta concepção de currículo enfatiza a importância das vivencias dos alunos e dos problemas reais que ocorrem na comunidade em que se desenvolve o currículo, na crença, de que esta prática estimule os educandos a refletir sobre o mundo que os rodeia, a estabelecer relações entre o saber escolar e a intervenção social e a perspectiva formas para positivamente atuarem.

Corresponde, pois, a uma opção pedagógica e curricular que, em vez de impor a cultura do silencio, tem como grande intenção conduzir a libertação dos "oprimidos", porque se rege por princípios e atitudes democráticas.

A relevância de enfatizar as produções realizadas pelas relações entre as pessoas no seu convívio, na busca de estabelecer a relação entre o saber produzido na sala de aula, com a intervenção no espaço ocupado e constantemente modificado pela sociedade, além da renovação inacaba dos educadores, a confecção de um currículo nacional servindo como referencia de um fazer.

Os homens se educam a partir das suas interrelações, sendo assim, um currículo nacional como  um referencial a partir do qual cada escola e cada comunidade educativa buscaria fazer as adequações necessárias dentro de um formato unificado, garantindo assim a integridade pedagógica diante de um composto norteador e proferido de um  processo de gestão curricular mesmo diante das diversificados e peculiaridade existentes na territoriedade político e administrativo.

Direcionar ao fazer um conjunto, não configuraria a homogeneização dos ambientes de ensino, mais facilitaria a articulação concreta do recebimento dos resultados aplicados em qualquer local.

Incentivar a expressão diante de uma opção pedagógica, contrapondo – se a inibição das atitudes e perpetuação do silêncio de dentro de uma prática antidemocrática e opressora, voltada a transferir obrigações e culpas. (Freire, 1983, p, 93). Faz a relação entre o silencio e ação – reflexão diante da perspectiva enfrentada entre os homens

Não é no silencio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação – reflexão.

Mas, se dizes a palavra verdadeira, que é trabalho, que é práxis, é transformar o mundo, dizer a palavra não é privilégio de alguns homens, mas direito de todos os homens.

Precisamente por isto, ninguém pode dizer a palavra verdadeira sozinho, ou dizê – Lo para os outros num ato de prescrição, com o qual rouba a palavra aos demais. O dialogo é este encontro dos homens, midiatizados pelo mundo, para pronuncia – lo, não se esgotando, portanto, na relação eu – tu

O envolvimento coletivo no alcance de um objetivo traçado coletivamente, vem a demonstrar uma dinâmica de aprendizagem, onde o individual e a impossibilidade, dar lugar ao possível, coletivo e solidário, onde o fazer em grupo vem desenvolvendo habilidades de compreensão do vivenciado de acordo com a peculiaridade que se estar em contato.

Não havendo a intromissão de elementos ferozes de dissipação ente o vivido e o estudado que irão fazer parte um do outro sem a provocação de atos desleais ou dispersão do envolvimento, apesar das possíveis insatisfações derivadas dos interesses adversos a um novo olhar na leitura do mundo.

Limitar a percepção e análise da paisagem em volta as suas composições, é instituir limites ao avanço social e permitir a precariedade das condições temáticas e de como a qualidade das ferramentas disponíveis está inserido nessa jornada e a pré-disposição dos educadores e educandos de se unirem para iniciar a caminha rumo à transformação desejada.

As modificações viram de acordo com a disposição de ir e voltar quantas vezes for necessário para saber, a saber.

A construção pessoal do saber, provoca uma dimensão social fora dos padrões estimuladores, na determinação do que se quer intervir. (Leite, 2005, p.130.). Descreve a essa dimensão como um processo de melhoria da qualidade de vida, assim descrito:

Por outro lado, para além desta dimensão social no que à concepção de aprendizagem diz respeito, essa pratica curricular segue os princípios das correntes que valorizam os processos de autoconstrução dos saberes, na crença de que esse procedimento permite uma aprendizagem de melhor qualidade, ao mesmo tempo em que torna as pessoas conscientes de suas decisões e responsáveis pelos seus actos.

A colocação do currículo numa perspectiva de busca e formação, levando o usuário ao contato com as variáveis existentes, na circulação entre os seres e a particularidade constate existentes na vida e da vida.

A riqueza das nações vincula – se, ao que essa instituição governamental, social, educacional, possui e oferece para a formação dos seus compatriotas de todas as idades e classes sociais.

Ao demonstrar essa situação, (Epple, p p.35–36, 2006), remete essa organização com resultados melhores, ao nível de desenvolvimento das pessoas e de como se faz a  produção de riquezas.

Em termos gerais, a abordagem que acho mais proveitosa e busco " explica os reflexos manifestos e latentes ou codificados dos modos de produção material, dos valores ideológicos, das relações de classes e de estruturas de poder social-racial, sexual e também político – econômicos obre o nível de consciência histórica ou socioeconômica". Essa é uma frase um pouco complexa, eu sei, mas a problemática subjacente é mesmo bastante complicada. A frase busca demonstrar as maneiras concretas por que os sistemas estruturais prevalecentes (e eu diria alienantes), as maneiras fundamentais pelos quais as instituições, as pessoas e os modos de produção, distribuição e consumo são organizados e controlados – dominam a vida cultural.

Elevar a condição ideológica do currículo para a de centralização no desenvolvimento do homem em si e com os outros, no privilegiar a condução da condição antológica da criação com o criador, ativando sua posição de sujeito e não de objeto. (Freire. p. 43, 1983). Fazendo referencias as relações humanas e seus resultados no mundo, mostra – nos.

A partir das relações do homem com a realidade, resultantes de estar com ele e de estar nele, pelos atos da criação, recriação e decisão, vão eles dinamizando o seu mundo. Vai dominando a realidade. Vai humanizando – a. Vai acrescentando a ela algo de que ele mesmo é o fazedor. Vai temporalizando os espaços geográficos. Faz cultura. E é ainda o jogo dessas relações do homem com o mundo e do homem com os homens, desafiando e respondendo ao desafio,

O isolamento proposto e aceito, apesar das tentativas constantes de ultrapassar as barreiras, deslocando – se numa alternativa voltada ao melhor desempenho e confecção de outro perfil do educador, transformador e testemunhador de educandos de uma postura revigorada e determinada a transgredir parâmetros definhadores de sentimentos e aprisionadores da renovação.

A construção de uma conduta mais alargada diante da prática de ensino voltada ao estudo dos elementos que nos rodeiam, desprendendo – se do hábito de não perceber e compreender as novidades diante das manifestações variadas dos sujeitos migrantes do local de aprendizagem, ou de passagens a serem alcançadas e entendidas como veias de emissão de informações, a serem compreendidas como compositoras dos costumes dos habitantes locais ou de passagem. A atenção a ser dada aos fatos  decorrente das relações humanas não podem ser futilizadas.

O rompimento com o conservadorismo, que se instalou na concepção de ensino, na aplicação de currículo voltado a atender as exigências econômicas e culturais das classes predominantes, vem através da práxis, onde a profissionalização despreende os procedimentos no avançar, (Perrenoud. Introdução. 1º parágrafo). Citando Meirreau, descreve o novo perfil do profissional da educação.

Prática reflexiva, profissionalização, trabalha em equipe e por projetos, autonomia e responsabilidade crescentes, pedagogias diferenciadas, centralização sobre os dispositivos e sobre a situação de aprendizagem. Sensibilidade à relação com o saber e com a lei delineia um roteiro para um novo oficio.

O  novo oficio é o novo perfil do educador neste momento histórico, onde a busca de ampliar e estabelecer inovações, através da formação e informação continua, aparelhando – se, na tentativa de diminuir as desigualdades de aprendizagem e de escolaridade, atreladas a programas oficiais de ensino, que no estado de Pernambuco identifica – se como correção de fluxo.

O novo patamar de atendimento ao educando, que busca a escola como refugio as suas deficiências ou de acreditar que nela ainda se tem meios, para uma mudança na sua maneira de pensar, sentir e caminhar, encontra campo nesta esperança, torna – se um compromisso multidimensional do educador.

O relacionamento em sala de aula, não se da apenas como um fenômeno cognoscível, mais ultrapassa ao gnosticismo pedagógico, onde as partes envolvidas, a partir da interação no convivo, passar a fazer parte de uma comunidade, onde cada um dos participantes possui um objetivo e varias formas de atender as exigências de alcançar o pré-estabelecido.

As ações organizadas para esse fim, regras e metodologia necessárias para que os fins justifiquem os meios. Da tática a prática, venha a envolver todos os integrantes diante de uma finalidade em comum.

A influencia do currículo ultrapassa as paredes da  escola, diante  dos  resultados humanos que esta venha a possuir. A configuração de uma sociedade depende diretamente do que se é trabalhado nas unidades de ensino, dessa forma, compreendemos que o currículo não um ser neutro e inanimado.

Citando (Morreira e Silva), Reconhecendo as relações de poder embutido na aplicação do currículo nas atividades da escola, ((Leite, 2005, p,132.), descreve que.

Reconhecendo que "o currículo não é um elemento inocente e neutro de transmissão desinteressada do conhecimento social" (Moreira e silva. 1975. O. 7-38) e que, pelo contrário, esta fortemente comprometida com relações de poder que distribuem desiguais oportunidades de sucesso, aos diferentes grupos sócio-culturais, tem vindo a ser questionado o papel dos agentes educativos locais na configuração de processos que intervenham ao nível das condições de seleção, transmissão e avaliação do conhecimento.

O propósito seletivo de aprender diante das condições seletivas, derivada a partir das aplicações dos agentes educativos, estabelecidos no método curricular, pode ser modificado seus efeitos, mediante ao envolvimento consciente das partes sujeita a esse comando.

As variáveis existentes na aplicação de estimulo, são constantes e com características imutáveis, mais a humanização e crescente  e inacabada, desde que se disponha a busca – la, torne – se um propósito e não só uma meta.

Os educandos e educadores venham a firmar um compromisso a si mesmo, para em determinado tempo, alcançar resposta a sua determinação. Conseguir alcançar suas metas faz parte do atual planejamento humano, na obtenção de uma conquista, sendo flexível o tempo determinado para que atinja o que se quer alcançar.

O importante diante dessa conquista, não é os meios rigorosamente determinado, mais como chegar aos fins sem a existência de cicatrizes deixadas por outras reações as diferentes da de conseguir educa – se continuamente.

O modo de vida na sala de aula encontra – se atrelado a prática de ensinar e a vontade de aprender, tanto do professor como do aprendiz, pois ninguém ensina nada ao outro, o grupo em si, aprendem mediante o mundo. (Freire, 1983, p, 79).. Descreve sobre a comunhão na aprendizagem.

"Já agora ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém si educa a si mesmo: os homens se educam em comunhão, midiatizados pelo mundo. Midiatizados pelos objetos cognoscíveis que, na pratica "bancaria", são possuídos pelo educador que os descreve ou os deposita nos educandos passivos".

A confecção de valores voltados a atender as necessidades vigentes do capital em qualquer época tem no currículo a sua força ideológica. (Apple, 2006 p. 88). Relata como as forças presentes nas atividades da escola, atuam através do mesmo.

a relação entre ideologia e conhecimento escolar, entre significados e controle, tendem a ser todas muito vagas, a não ser que as vejamos como força presentes nas atividades de quem trabalha na escola e dos alunos, no que diz respeito ao modo de como levam suas vidas nas salas de aula.

Como os pesquisadores do currículo oculto e outros observam os modos concretos pelos quais o conhecimento é distribuídos nas salas de aula, juntamente com as práticas do senso comum de professores e alunos, podem iluminar as conexões entre a vida escolar e as estruturas de ideologia, poder e recursos econômicos dos quais as escolas são parte integrante.

A omissão ou atuação diante das etapas que se passa em sala de aula, depende da interpretação da leitura do mundo. Optar pela culpa da centralização política e da administração interna ou externa da escola, pelos resultados obtidos, torna – se um discurso sem efeito.

A bipolarização do direcionamento critico entre educadores e gestão escolar, tem sido as reais motivações da demonstração da insatisfação com o que se estar executando no conjunto da escola. (Leite.2005, p.134). Revela o comportamento existente não ambiente escolar, diante da contradição entre a situação profissional e a opção curricular.

uma analise geral dos papeis que tem sido atribuído aos professores no sistema escolar, ou por eles assumidos, revela, no entanto, que estes nem sempre tem sido estimulados a envolverem – se na configuração do currículo nem os próprios professores tem reinvidicado esse papel, limitando – se, muitas vezes, a tecer algumas criticas a opção da administração por um currículo centralizado.

Por outro lado, existindo no sistema educativo português, a tradição da centralização, os/as professores/as, são muitas vezes chamados a cumprirem uma tarefa minuciosamente definida pelas estruturas do Ministério da Educação, e não a configurarem um projeto específico para as situações sociais e humanos com que se confrontam no dia-a-dia profissional.

A implantação do que fazer escolar, na sala de aula, vinda das esferas maiores da administração educacional, não deveria se um empecilho ao trato e manipulação dos conteúdos com os educandos.

Referencia Bibliografia

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- FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um encontro com a pedagogia do oprimido. 13 ed. São Paulo. Paz e terra. 2006.

- FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 14 ed. Paz e terra. Rio de Janeiro. 1983

- LEITE, Carlinda. Cotidiano escolar, formação de professores (as) e currículo / Org. Carlos Eduardo Ferraço. São Paulo. Cortez. 2005.

- MOREIRA, Antonio Flavio. Currículos e Programas no Brasil.13 ed. Campinas. Papirus. 2006.

MOREIRA, Antonio Flavio. Currículos Política e Praticas. 13 ed. Campinas. Papirus. 2006.

- PERRENOUD, Phillipe. As 10 Novas Competências no Modo de Ensinar. Artmed. Porto Alegre. 2000.

 

 

Perfil do Autor

Jorge Rocha Gonçalves

Sou professor técnico da secretaria estadual de Educação de Pernambuco. se preparando para terminar o mestrado em Ciências da Educação e...