Os Conflitos Interpessoais No Interior Da Escola

01/10/2009 • Por • 3,077 Acessos

CONCEITUANDO A GESTÃO ESCOLAR...

O Ministério da Educação e Cultura-MEC (1996), no documento intitulado Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma em seu artigo 1º:

“A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar,

na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos

movimentos sociais, e organizações da sociedade civil e nas manifestações cul-

turais.”

O MEC (1996) no documento supracitado afirma que a educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e á prática social.

Apesar do documento do MEC afirmar que a educação deve preparar para a prática social e o mundo do trabalho, (SANTOS, 2003) afirma:

“Na educação, o padrão de ensino tem sido o de não questionar, acatar passiva-

mente a autoridade acreditando-se na certeza da verdade professada” (p 33)

Neste contexto a escola se perde, pois tem uma finalidade precípua, segundo                    (FREITAS, apud SANTOS, P 255):

“Os objetivos reais da escola estão “impressos” na organização do trabalho pedagó-

gico global da escola e nas suas práticas avaliativas, as quais, reciprocamente, sus-

tentam a própria organização da escola”.

Uma escola precisa ser dirigida, direcionada para uma finalidade, que deve ser:

“O lugar geográfico da construção e do dialogo crítico” (GHEDIN, 2005, p146).

Assim a Escola promove o crescimento das pessoas no constante exercício da ação-reflexão-ação.

Se a escola precisa ser dirigida, precisamos saber o que é gestão. Segundo (BARBOSA & SAMPAIO, 2008) a principio gestão provém do verbo latino gero gessi, gestum, gerere e significa levar sobre si, carregar, chamar a si, entenda-se como ato de gerir, gerenciar, administrar, entretanto é muito amplo o conceito de gerenciamento, sobretudo porque pode ser aplicado a várias situações da administração.

Entende-se que no contexto escolar a gestão ainda é carente de referência, contudo apresenta grande potencial de aplicação no sentido de promover na organização escolar a mobilidade e a articulação de todas as condições materiais e humanas.

É na gestão escolar que o estabelecimento e direcionamento e mobilidade dos aspectos relevantes da escola tais como: ensino, aprendizagem, cultura, conhecimento são considerados.

É fácil perceber que os problemas existentes na escola apresentam interdependência,

“Assim considerando, não se pode desconsiderar a necessidade de atualizar-se, sobretudo usando a comunicação escrita e falada como acessórios de promoção do entendimento”.

O PERFIL DO GESTOR.

Deve-se neste contexto considerar o perfil do gestor como um maestro, um articulador (BARBOSA & SAMPAIO, 2008), entretanto sua atuação para ser de união e consistência deve ser localizada, no sentido de promover a formação segura dos alunos e atuação consistente dos professores.

Segundo (KLINK apud BARBOSA & SAMPAIO, 1993),

“O diretor da escola em seu trabalho deve prestar atenção a cada evento”,

circunstâncias e atos, como elementos de um conjunto de eventos considerando-os

globalmente, de modo interativo e dinâmico. Tal atitude garante a possibilidade de

que pense no grande e aja no pequeno. “(p58)”.

Os gestores de escola são como verdadeiros maestros operantes estimulando seus professores a serem planejadores, implementadores e avaliadores dos objetivos propostos tendo por base o paradigma do entrelaçamento de objetivos, e devem ser verdadeiros artífices ou construtores de uma educação integradora.

No Brasil a Escola encontra suporte na constituição que institui “democracia participativa” e cria instrumentos que possibilitam ao povo exercer o poder “diretamente”        (art.1º), no que se refere à educação, a constituição de 1988 estabelece como princípios básicos o “pluralismo de idéias e concepções pedagógicas” e a “gestão democrática do ensino público” (art. 206), isso pode ser considerado como fundamentos constitucionais da autonomia da Escola.

Entretanto, segundo Cornelius Castoriadis, filósofo grego contemporâneo, opõe autonomia à alienação. Para ele “Autonomia seria o domínio do consciente sobre o inconsciente” (A instituição imaginária da sociedade, 1982.), em que o inconsciente é o “discurso do outro”. A alienação se dá quando um discurso estranho que está em mim me domina, fala por mim, (idem).  Portanto, a educação, enquanto processo de conscientização (desalienação), tem tudo a ver com autonomia. (apud ROMÃO & GADOTTI, 2001).

Neste contexto fica difícil conciliar os interesses da Secretaria de Educação, com os interesses da Comunidade escolar bem como a comunidade inserida na escola, o que traz muitos conflitos.

A COMUNICAÇÃO NA ESCOLA.

Sabemos ser a comunicação fator fundamental no entendimento entre as pessoas, principalmente em casa, no trabalho, nas relações sociais, etc.

Segundo (BARBOSA & SAMPAIO, 2008) distinguimos dois tipos de comunicação, o

interpessoal[1]e o intrapessoal [2]ambas formas particulares de comunicação.

Etimologicamente comunicação vem do latim e significa comum, a primeira noção que se tem do significado da comunicação é de que aquilo que é comunicado deve ter um significado comum para quem emite e para quem recebe a mensagem, nesse sentido entendemos ser fundamental o meio em que essa comunicação se dá.

O conceito de comunicação hoje é tão amplo que apresenta muitas dimensões e isso constitui muitos modelos de comunicação, cada um referente à ciência geradora. São eles físico, psicológico, sociológico, antropológico, sócio-psicológico, semiológico e sistêmico. (BARBOSA & SAMPAIO, 2008)

Comunicação não se dá somente falando ou escrevendo, na verdade as máquinas de ensinar como computadores, vídeos-cassetes, aparelhos DVD dentre outros são grandes auxiliares na comunicação, neste universo o tempo e o espaço tornam-se mais relativos, neste contexto a internet passa a apresentarem-se como bases estruturantes de uma nova comunicação que passa a ser mais interativa, envolvente e que permite aos seus usuários maior possibilidade de buscar informações que favoreçam a produção de novos conhecimentos, assim,

Dominar a tecnologia da informação refere-se a computadores, softwares, internet,

correio eletrônico, serviços e outros que vão muito além do aprender a digitar,

Conhecer o significado de cada tecla do teclado ou usar um mouse. Precisa-se

dominar  a tecnologia para que, além de buscar a informação, seja capaz de extrair

conhecimento ( PEREIRA,2005:17).

Assim, considerando, faz-se necessária qualificação dos profissionais da educação, sobretudo na escola para que estejamos mais próximos da inclusão e socialização dos recursos disponíveis.

Então devemos prestar mais atenção nos sinalizadores que nos mostram a tendência nos modelos que estão sendo criados para atender as exigências do mercado atual...

“Assim a formação profissional, hoje, exige capacidade de lidar com incertezas e

novidades, tomar decisões rápidas em situações inesperadas e, além disso, é preciso

considerar as dimensões ética, política,social, qualitativa e produtiva. Ao mesmo

tempo exigem-se novos comportamentos, em decorrência de novas formas de

organização do trabalho, que passa de individual para coletivo, compartilhando

responsabilidades” ( FRÒES & LIMA, 2006, p.18).

Assim, considerando, precisa-se maior flexibilização e maior domínio de suas atribuições, o que pode ser traduzido por competência no exercício da profissão.

OS PROBLEMAS DE COMUNICAÇÃO NA ESCOLA.

É o que acontece, por exemplo, em sala de aula, quando o aluno não entende as aulas do professor que muitas vezes tem domínio do conteúdo, entretanto não consegue codificar esse conteúdo ao nível dos alunos, sem contar a questão semântica que é, por exemplo, uma palavra apresentar dois significados, o que invariavelmente confunde as pessoas.

Outro problema a considerar é a degradação de uma mensagem, chegando à média de 20% de perda durante o processo de comunicação, é o que chamamos mensagem distorcida que sempre ocorre na comunicação entre duas pessoas, porque cada pessoa recebe de um modo particular, que decorre de suas crenças e valores.

Neste contexto, os problemas mais comuns de comunicação são:

  • As distorções
  • As filtragens
  • Os ruídos
  • O efeito de halo
  • As interferências propositais
  • A questão semântica

Começaremos nossa análise pelo problema da distorção, que ocorre quando a mensagem é desviada de sua finalidade real.

O emissor envia sua mensagem, entretanto, o receptor não consegue assimila-la em sua totalidade e logicidade.

Dentro da Escola, esses problemas costumam atrapalhar muito, sobretudo, quando o gestor constrói regras que devem ser seguidas para o bom desempenho das atividades, e muitas vezes não são cumpridas.

A filtragem é um problema característico de pessoas que ocupam posições hierárquicas privilegiadas.

Dentro da escola são aquelas pessoas destacadas pelo diretor que por um processo não bem compreendido, funcionam como verdadeiros entraves, isto é, não passam à informação na integra, filtrando parte da mensagem, o que invariavelmente leva a muitos problemas para o diretor e a comunidade educativa.

Sabemos que os ruídos são sinais indesejáveis, na transmissão de uma mensagem. Eles

dificultam a comunicação, interferem na transmissão e perturba a recepção ou a compreensão da mensagem.

Dentro da Escola, isso costuma acontecer quando os alunos na algazarra não compreendem as orientações do professor ou o professor não compreende as orientações do gestor, o que invariavelmente leva a muitos problemas para gestores e comunidade educativa.

O efeito halo, é aquela aureóla que aparece em fotografias em torno do objeto alvo. No campo da comunicação pessoal e na Escola podemos comparar com aquelas pessoas que parecem falar sempre a verdade, entretanto, fofocam, espalham boatos por motivos particulares ou políticos.

Nas interferências propositais, pessoas modificam mensagens propositalmente, isto é, fazem de tudo para que a mensagem não chegue ao receptor na integra. A fofoca e o boato fazem parte desse ruído intencional. Ambos são capazes de descentralizar relacionamentos pessoais, grupais, institucionais e causar sérios problemas de caráter biopsicossocial.

A semântica como ciência do significado apresenta também problemas, por exemplo, uma palavra ter dois ou mais significados, levando invariavelmente a problemas de ordem interpessoal.

A COMUNICAÇÃO E SEU GERENCIAMENTO NA ESCOLA.

Ter controle da comunicação é uma das atribuições de qualquer pessoa, para se relacionar bem consigo mesma e com os outros.

Nosso foco é o gestor de Escola, até porque, esse profissional costuma se perder pelo caminho, por vários motivos, dentre eles o da comunicação.

Para que isso não ocorra, o gestor terá que promover uma política de comunicação bem delineada. O correto seria ter bons profissionais lhe assessorando, como, pedagogos, secretário, auxiliares e estagiários em geral e na falta destes, é dever do gestor:

  • Cuidar para minimizar as falhas, os ruídos, as distorções que ocorrem no processo de comunicação,
  • Primar por um ambiente onde o diálogo possa fluir, para que haja verdadeira integração e seja rompida a cultura do silêncio que camufla a hipocrisia abrindo espaço para boatos, fofocas e a criação de um ambiente instável, eivado de conflitos interpessoais, que dificultam a fluência do trabalho, afetando a qualidade dos serviços,

O gestor deve estar atento para outras questões, principalmente para o bom atendimento e para o redesenho dos cargos, tendo cuidado de sempre comunicar as mudanças antes que elas sejam concretizadas, pois isso demonstra respeito pelas pessoas e seus cargos.

A sociedade de um modo geral e, sobretudo atualmente vem reproduzindo determinados comportamentos, insalubres, às vezes, insano, decorrência direta da cultura capitalista vigente, podemos considerar que,

“[...] a cultura tem sido considerada, além de produção material e externa ao homem

também como processo contínuo e dinâmico de orientação e significação que os

homens empreendem o tempo todo, um processo de manipulação simbólica.”

(Schwengber, 2005, p.107).

A partir desta perspectiva, sendo a cultura algo manipulável, e tendo a linguagem como produtora de práticas sociais dando sentido, a vida das pessoas poder-se-ia através da linguagem propor novas possibilidades.

A ESCOLA NO CONTEXTO ATUAL.

Não é de se admirar que tanto se reclame do papel da escola na formação da pessoa. O problema não é que a escola de hoje está ruim, na verdade, a escola, não é escola de hoje, mas a escola do ontem. [3] Fez-se uma pesquisa numa escola municipal da cidade de Manaus. A escola tem uma área total construída de 2.259 metros quadrados, tem 10 salas de aula com uma demanda de atendimento nas diversas séries, sendo maior na Educação Infantil que se divide em Maternal e 1º período.

O número total de alunos é de 535 com 18 professores e 33 funcionários que auxiliam na administração e trabalhos pedagógicos. A escola funciona em dois turnos, não apresenta índices consideráveis de repetência, com 4% de alunos evadidos, 1% dos alunos apresentam distorção série/idade.

Um dado interessante é que 15% dos alunos atingem o nível mínimo de aprendizagem considerado aceitável. As avaliações ditas sistemáticas são em torno de 20%.

Com relação ao ambiente escolar, foi proposta perguntas que mostrasse o ambiente escolar...

Como os professores descrevem a escola?

Segundo alguns professores entrevistados, vêem a escola positiva e acolhedora...

Como os professores explicam o fracasso e o sucesso de seus alunos?

Os professores apontaram à desestruturação da família como um dos principais fatores para o fracasso, além de falta de acompanhamento dos alunos pelos responsáveis e doenças, etc. E para o sucesso apontaram o interesse manifesto pelo aluno, além de um bom acompanhamento por parte dos responsáveis e o acesso dos alunos aos vários meios de comunicação disponíveis na escola.

Que reclamações são feitas e quais os elogios para escola?

Os professores reclamam da falta de recursos didático-pedagógicos que são bons auxiliares no desenvolvimento das aulas e atividades propostas. Os professores elogiam a compreensão daqueles que estão diretamente relacionados ao trabalho desenvolvido pelos professores.

Como é o relacionamento do pessoal auxiliar e os alunos?

Pelas respostas obtidas, o relacionamento é tido como normal, levando-se em conta, cada grupo obedecer às regras de convivência dentro da escola.

Os alunos descrevem a escola como grande, bonita, merenda boa, sentem alegria e dizem que querem continuar estudando nela.

Segundo os alunos, a professora é legal, inteligente, bonita, engraçada.

De um modo geral, a escola oferece muitos amigos e os funcionários são legais, brincalhões com gravidade. Os alunos descrevem a escola como um shopping, pois para eles, a escola é agradável e divertida e mesmo quando estão doentes querem vir à escola.

Para os alunos, as professoras são como mãe, dá até vontade de dormir na escola, dizem. Os pais dizem que gostariam que a escola fosse integral.

É interessante o resultado desta pesquisa, porque, a primeira impressão que passa é de uma escola sem problemas, entretanto, não é bem assim.

E o gestor, onde fica nesta história?

O bom diretor hoje domina as questões administrativas, sabe ser um líder, conhece as políticas públicas, estimula a participação dos pais e da comunidade, ajuda a formar professores e funcionários...

Tudo com um único objetivo maior: garantir que os alunos aprendam... Entretanto,

[...] Na educação atual, o que prevalece é a pedagogia de resultados e conteúdos,

fragmenta-se o conhecimento, nas aulas expositivas, os alunos fazem exercícios tra-

duzidos em leituras e cópias, obediência e submissão são sinônimos de bom com-

portamento, ignorando a função formativa do conhecimento.(SANTOS,2004).

Paradoxalmente, percebe-se pela pesquisa que escola, alunos, gestor e comunidade já estão doutrinados a aceitar a imposição do sistema neoliberal infelizmente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS.

No desenvolver de reflexões sobre os conflitos existentes na escola, percebe-se muitas dimensões neste universo.

A gestão escolar exige de quem a exerce muito preparo, mas, sobretudo conscientização do que se pode fazer e o que não se deve fazer.

Na proposta pedagógica de uma escola, é preciso levar em conta os espaços físicos disponíveis e os valores implícitos nas relações interpessoais. Embora se considere os professores e alunos como muito importantes na escola, o jeito como os funcionários interagem com os estudantes e os professores e a forma de usar as áreas de convivência devem ser pensados sob um filtro pedagógico, pois, se falamos tanto em formar cidadãos, o primeiro passo é permitir que todos vivenciem a cidadania enquanto freqüentam a escola.

Outro aspecto importante em nossa análise, está no fato de o gestor não ter autonomia política, o que significa alienação. A escolha do diretor normalmente se dá por critérios verticais por trata-se de um cargo de confiança. Então o secretário de educação tem a prerrogativa de colocar ou tirar o diretor no momento que ele quiser sem justificativa. Sabe-se muito bem que o produto final desse tipo de procedimento é a transformação da escola naquilo que politicamente chamaríamos de curral eleitoral.

Considerando os conflitos decorrentes da comunicação interpessoal, chamamos atenção para o problema dos desentendimentos, quase sempre terminam nos tribunais desgastando gestores, gerentes, e muitas vezes o próprio  secretário de educação.

Diante de tantos pontos importantes, consideramos de vital importância o aperfeiçoamento pessoal constante bem como a aplicabilidade dos princípios norteadores de uma boa administração.

Se a escola é tão importante para a sociedade, por que não transformar o diretor da escola num verdadeiro executivo, capaz de defender os interesses da comunidade em que está inserido, como fazem os vereadores?

Por que o diretor de escola não tem o mesmo poder de um vereador, de modo que possa criar emendas o fazer decretos, como se a escola fosse uma Subprefeitura?

REFERÊNCIA:

BARBOSA, Irecê & SAMPAIO, Eliana Santos. Comunicação e Marketing na Gestão Escolar. Ed. UEA. 2008 Manaus-Amazonas.

BRASIL, Lei nº. 9394/96 de 20 de dezembro 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional: e Legislação correlata da. -2ª edição-Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de publicação, 2001. P. 102.

COSTA, Rosane Marques Crespo. FILHO, Francisco Liberato Povoa; BRANDÂO, Leonor Cordeiro & PEREIRA, Nanci Camponezi. Escola Solucionando Problemas, Melhorando Resultados, Fundação Cristiano Ottoni- 2ª edição, 1996, Belo Horizonte.

FROES, Davi José Vasconcelos & LIMA, Osmarina Guimarães. Teoria e Prática na formação: O profissional Químico no Mercado de Trabalho. Revista Água Doce, Conselho Regional de Química XIV Região, 2006, Manaus-Amazonas, p.18.

GADOTTI, Moacir & ROMÃO, José (Org.). Autonomia da Escola. Princípios e Propostas, lª ed. - São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire. 2001. ((Guia da Escola Cidadã), vol. 1).

GHEDIN, Evandro. Professor Reflexivo no Brasil: Gênese e Crítica de um Conceito/ Selma Garrido Pimenta (Org.) 3ª ed. São Paulo. Cortez, 2005.

SANTOS, Akiko. Didática sob. A Ótica do pensamento complexo/ Porto Alegre: Sulina, 2003 124 p.

SCHWENGBER, Maria Simone Vione. Dicionário Crítico de Educação Física/ Org. Fernando Jaime Gonzáles, Paulo Fensterseifer. - Injuí Ed. Unijui, 2005-424 p. (Coleção Educação Física).

PEREIRA, João Thomaz. Educação e Sociedade da Informação. In: Coscarelli, Carla; Ana Elisa (Org.). Letramento Digital: Aspectos Sociais e Possibilidades Pedagógicas. Belo Horizonte: Ceale Autêntica, 2005.

[1] Comunicação de pessoa para pessoa.

[2] Comunicação de uma pessoa com ela mesma.

[3] A.Vieira (2003) lembra: “as aulas de 50 minutos, o pensar e o fazer dissociados, professores e coordenação/direção não compartilhando os mesmos objetivos, as salas com carteiras enfileiradas, a concepção da disciplina com classes em total silêncio, as relações de troca e o individualismo entre professores, ou seja, a estrutura organizacional ainda não mudou, ou melhor, mudou muito pouco, na tentativa de superar seu passado de reprodução acrítico das relações socioeconômicas existentes.”.

Perfil do Autor

Luzanira Ferreira de Aguiar

Luzanira Ferreira de Aguiar Licenciada em Letras pela Universidade Federal do Amazonas, com pós-graduação em gestão escolar pela Universidade Estadual do Amazonas 360 horas,exerceu o cargo de gestora pela Secretaria Municipal de Educação do Amazonas, nas Escolas Gov. Plínio Ramos Coelho(2005 -2007), Francisco Maia de Amorim (2007), Guilherme Barbosa Barker( 2008-2009),é certificada pelo Programa de Capacitação a Distância para Gestores Escolares. Email: luzaniraaguiar@hotmail.com- tel: 91298138 (Texto informado pelo autor)