Relatos sobre docência em educação musical na sala de aula abordando assunto da apreciação musical

Publicado em: 30/10/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 277 |

OBJETIVOS GERAIS:

         Analisar uma experiência de docência musical em sala de aula, com intuito de construir saber, de aperfeiçoar as práticas pessoais em educação musical, através da análise, desconstrução e elaboração de aulas de música.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

         Analisar a imaginação e percepção sonora musical através de uma aula de musicalização infantil. Realizar uma experiência auditiva com crianças através da sonoplastia proporcionada pela apreciação de um desenho animado. Proporcionar a conscientização dos alunos da importância sobre a importância do saber escutar, através de uma atividade de Apreciação e Sonoplastia.

METODOLOGIA E MATERIAIS:

        Análise de uma aula de apreciação, realizada com a educação infantil, na escola Tomé de Souza, no município de Ijui – RS. O material utilizado para esta aula foi uma caixa de som, um notebook, um vídeo de desenho animado dos Três Porquinhos, e uma câmera digital para registro da aula, para que depois fosse possível analisar melhor a pratica. Baseado em uma das propostas metodológicas de K. Swanwick, que se refere à audição, proveniente do TECLA, a audição é uma das principais coisas dentro do processo de musicalização de uma pessoa. Sendo assim Leila Sugahara, comenta:

De acordo com SWANWICK (2003), "um dos objetivos do professor de música é trazer a consciência musical do último para o primeiro plano", isto é, trazer à tona a percepção da música assim que ela é tocada, bem como a sua compreensão a partir da intencionalidade de quem a faz. Dessa maneira, afirma que: "o método específico de ensino não é tão importante quanto nossa percepção do que a música é ou do que ela faz".[1]

O QUE É APRECIAÇÃO MUSICAL


         Segundo Thezolin, há muitos benefícios através da audição de músicas pelos alunos:

"a apreciação musical pode despertar nas pessoas o interesse em continuar a estudar música, em ouvir de maneira crítica e diferenciada e ao ter a música como referência qualitativa e crítica, melhorar a qualidade da audição, tornando assim sua vida mais rica."[2]

        Quando abordada conscientemente, há maior consciência auditiva, o que faz o indivíduo desenvolver uma maior atenção e concentração ao que ouve, transformando isto em uma escuta mais consciente. Moreira 2010, coloca a importância da música no cotidiano, sendo que ela está "nos rádios, na televisão, nos celulares, jogos eletrônicos, bares, salas de concerto, computadores", alem de a música e seus elementos fazerem parte também de ambientes e realidades diferenciados como "temos música no trabalho, na festa, no esporte, na sala de concerto, no show de rock, em casa, no carro". Visto isto, é importante falarmos do desenvolvimento do ouvido, da escuta e dos níveis de escuta num sentido de que se tenha uma maior "necessidade de diferenciar ouvir como MEIO e o ouvir como FIM em si mesmo", ainda comentados pela autora. Segundo França e Swanwick (2002):

"No primeiro caso, o ouvir estará monitorando o resultado musical nas várias atividades. No segundo, reafirma-se o valor intrínseco da atividade de se ouvir música enquanto apreciação musical. O status da apreciação enquanto ‘atividade' pode ser questionado: como ela não implica necessariamente um comportamento"externalizável", é freqüentemente considerada a mais passiva das atividades musicais. No entanto, a aparência de uma atitude receptiva não deve mascarar o ativo processo perceptivo que acontece, uma vez que a mente e o espírito do ouvinte são mobilizados (FRANÇA e SWANWICK, 2002; p.12, apud Moreira 2010 p. 282)[3]

        Este é um dos motivos pelos quais é importante começar a realização de trabalhos de audição desde a educação infantil, para que tenham desde cedo um maior desenvolvimento educacional e vivências musicais. Num futuro próximo serão melhores ouvintes, estarão mais atentos a paisagem sonora dos ambientes e realidades em que estiverem inseridos.

        Gohn, (2005) [4] fala da dificuldade de se tratar do assunto com os alunos em sala de aula, visto ser a apreciação musical um assunto complexo. Além disto, o juízo de valor e a questão do gosto em si não é uma coisa que pode ser explicado ou representado de maneira superficial, pois se questiona do seguinte:"Como explicar os critérios (se é que realmente tais critérios existem) para se avaliar música, algo tão subjetivo e efêmero, que desaparece depois de uma audição e deixa como rastros apenas as anotações sem sons em um caderno? Sendo assim, existem outras situações em que pode acontecer este juízo do gosto musical, impressões sobre o que se escuta em outros lugares, de diferentes formas:

As questões de julgamento de valor na música são mais usualmente colocadas nos corredores do que dentro das salas de aulas. É nas situações informais do cotidiano, ouvindo gravações com amigos ou discutindo opiniões sobre uma performance assistida, que procura-se justificar a preferência por este ou aquele intérprete, por determinado estilo musical, por uma canção. A formação musical de um indivíduo também ocorre nestes momentos, quando suas idéias e visões de mundo são confrontadas com a de outras pessoas, e quando deve-se defender seus pontos e encontrar formas verbais de justificativa. ( Gohn, 2005, p.618) [5]

        Tamanha a importância da audição consciente para que o escutador se desprenda do desengano de uma escuta voluntária e gratuita de automatismos e condicionamentos instintivos, predominantemente animalescos. É uma elevação de sua capacidade intelectual, uma forma de resgatar o ouvinte de um plano inferior de escuta, elevando suas condições de entrar em contato definitivo com um ato mais criativo e consciente, mais inteligente também, em seu ato de escutar.

Escutar não é uma ação instintiva ou automática, mas é o fruto de uma resposta consciente a um estímulo acústico, se bem que existem formas diferentes de ouvir, Podemos ouvir uma música com o nosso corpo quando respondemos com movimentos corporais (dança) a um estímulo musical. Podemos ouvir uma música com a nossa mente quando cantamos e prestamos atenção na letra ou na melodia. E podemos ouvir uma música com a nossa alma, quando sabemos que estamos estabelecendo uma comunicação, um discurso, em um nível que não é o verbal nem o físico. É esta audição que importa, pois é ela que nos conduz aos reinos arquetípicos da beleza. (Cornelissen, May 12, '05 1:32 PM)[6]

        Assim, é destacado também o princípio do valor da música pra vida dos sujeitos. Em Swanwick, encontramos esses fundamentos. Ele explica o valor da música pra uma sociedade. Se a música é importante pra sociedade, e dentro da música temos o assunto da escuta, da sensibilização do indivíduo para isto, e o desenvolvimento que isto causa para os mesmos, por que não pensar que no momento em que uma criança aprende a escutar conscientemente ela está amadurecendo socialmente. Música é um ato social. Em um grupo deve-se saber escutar e entender, por questões de sobrevivência. Por isto Swanwick, (1999 p.56), afirma:

Até esse ponto tenho tentado dar uma perspectiva sobre a natureza e o valor da música e seu papel na sociedade. Tenho dedicado atenção àquelas facetas do discurso que a música compartilha com outras formas e identificado três modos pelos quais a música funciona metaforicamente. Por meio do processo da metáfora, nós: 1. transformamos sons em "melodias", gestos; 2. transformamos essas "melodias", esses gestos, em estruturas; 3. transformamos essas estruturas simbólicas em experiências significativas. Quando tentamos descrever a terceira dessas transformações, termos como "experiência estética", "fluência" e "ponto culminante' parecem permutáveis. Esse forte senso de significado pessoal ocorre com freqüência para motivar muitas pessoas a se colocarem em buscas de experiências musicais. (SWANWICK, 1999 p.56) [7]

        Desta forma temos a certeza, que a música escutada pode interferir na maneira de como um ou outro ser humano possa se expressar, como no caso acima vimos, podendo ser através da dança, ao compreender as "melodias", e no montante final, se constrói o que é significativo para o sujeito, em termos de vivencia, relações sociais, interpretações da vida, do meio em que vive, bem como ele transforma e modifica este meio. A música interfere diretamente nestas experiências do ser humano, e além do sentido metafórico, pode resultar em motivação e inclinação para as experiências musicais, tanto buscadas por tantas pessoas e grupos de pessoas.

DESCRIÇÃO DA AULA DE MUSICALIZAÇÃO INFANTIL EM QUE FORAM REALIZADAS ATIVIDADE DE AUDIÇÃO E SONOPLASTIA.

        "Nesta aula, propus que as crianças assistissem um desenho animado, dos Três porquinhos sem o som. Então eles é que imaginavam o som e que reproduziam o som, pensando na imagem assistida. A idéia era explorar um universo sonoro, provocado pela imagem cinematográfica. Assim, os alunos seriam desafiados a perceberem, a se concentrarem bastante. Foi bem interessante a maneira que eles se dedicavam a olhar e reproduzir alguns sons. Conforme a historia ia passando as crianças iam pedindo pra ouvir. Eu dizia que era para eles fazerem os sons, imaginando, por exemplo, a risada do lobo, os porquinhos cantando, a casa voando e todas as situações que visualmente davam pra sonorizar. A Sonoplastia ficou a critério deles. Por exemplo, quando o lobo soprava, eu pedia pra eles imitarem, fazerem o som, imaginassem e tentassem fazer tudo o que produzisse som, barulhos, e situações sonoras apresentadas no desenho animado. Com o som eles então interagiam mais com a história e naqueles momentos enfatizados isto se percebia com mais clareza. Conclui que parecia ter mais sentido da vez escutada com a inserção dos sons. Conversamos ao final da aula sobre a importância de saber imaginar os sons, também como é importante se concentrar quando está se assistindo algo. Foi bem interessante esta aula. (Relato do Prof. Jair Gonçalves)

TRABALHAR COM O INTERESSE ESTÉTICO DOS EDUCANDOS, PARA APROXIMAR DE UM PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL

        Tentar entender por que pareceu que eles se sentiram bem ouvindo a historia do desenho animado, e depois mais a vontade quando assistiram e ouviram os sons reais sem ter que produzir os sons, é um desafio que foi proposto por este trabalho. Sobre a questão do gosto estético DINIZ (2005) comenta:

Ao longo de seu percurso histórico, leia-se; desde que constatamos que o homem se preocupa em avaliar o que lhe rodeia e buscar uma classificação e uma escala de valores, sempre há uma busca pela beleza, sempre há uma busca de um retrato de tudo que nos parece belo e que nos faz sentir bem, uma busca a deixar como lembrança tudo o que naquele momento nos chamou atenção como belo. Seja nas pinturas das cavernas, seja nos adornos das ferramentas, seja na organização de casas e vielas, seja na construção simétrica de edifícios, seja na aplicação de cores em obras plásticas, seja no que for. DINIZ (2005)[8]

        Tentei me aproximar mais deles com as audições, com o desenho animado, com a sonoplastia, que provocou um interesse maior, uma curiosidade diferente para o material substancial, que naquele momento transitava entre música, sons do ambiente imaginado para o desenho, como vento, batidas, desmoronamentos, instrumentos de trabalho, uivos, gritos, sons de árvores e frutos caindo, efeitos de situações de velocidade, água fervendo, explosões, sons de subir e descer, além de alguns instrumentos musicais como o piano, flauta e violino. Tendo eles imaginação, ludicidade pra dar e vender, foram produzindo os sons como podiam, como sabiam, como tinham em suas memórias. É certo que foram orientados a produzirem estes sons por um profissional em música, que não deixou que ficasse despercebido tão poderoso elemento que está agregado ao visual, que é o áudio. Por isto hoje se fala muito em audiovisual, onde temos os elementos fotografia e som, como base. Assim, a falta de um deles pode causar diferentes experiências estéticas, e foi isto que se buscou nesta atividade. A reação final, foi a mais interessante, como resultado uma maior proximidade com os sons, com a sonoplastia destes sons provocados pelo visual de uma história já conhecida por eles. Assim o interesse fluiu com mais exatidão, com mais perspicácia, pois a curiosidade foi a porta de entrada para a música e toda a paisagem sonora contida e escondida através do filme mudo.

CURIOSIDADES O DESENVOLVIMENTO DE UMA ATIVIDADE DE SONOPLASTIA COM CRIANÇAS

        Como uma Rádio Novela existiria sem sonoplastia? Como o som pode dar um sentido para uma cena, uma fotografia. Que sons se pode imaginar, por exemplo, com uma foto de um fundo com o pôr dos sol, ou talvez de uma amanhecer, de um pássaro voando sobre o oceano. E se escutarmos o som, podemos imaginar cenas também? Todas essas possibilidades de atividades musicais de audição, foram realizadas com a turma. Em outros momentos, foram levados os sons e eles foram quem fizeram os desenhos. Partimos de diversas idéias, geralmente histórias que inventamos na hora. A criação, como processo mental, a liberdade que estimulou nas crianças ao inventarem os sons, deu vazão a uma série de representações simbólicas que este ou aquela imagem carregava em si. Neste sentido, tentar construir uma sonoplastia com eles foi um ato inovador e desafiador, tanto pra mim, como para eles. A sonoplastia é o seguinte:

Sonoplastia é a comunicação pelo som. Abrangendo todas as formas sonoras - música, ruídos e fala, e recorrendo à manipulação de registos de som, a sonoplastia estabelece uma linguagem através de signos e significados. B. (do Lat. sono, som + Gr. plastós, modelado) ...surge na década de 60 com o teatro radiofónico, como a reconstituição artificial dos efeitos sonoros que acompanham a ação. Antes designada como composição radiofónica, tinha por função a recriação de sons da natureza, de animais e objectos, de ações e movimentos, elementos que em teatro radiofónico têm que ser ilustrados ou aludidos sonoramente. Incluía ainda a gravação e montagem de diálogos e a selecção, a gravação e alinhamento de música com uma função dramatúrgica na acção ou narração...Todo o som utilizado em uma construção sonora audiovisual tem o objetivo de ilustrar/destacar movimentos ou ações que ocorrem na sequência de uma cena, diálogo, locução, etc. (Wikipédia)[9]

         Podemos dizer então que as crianças articularam sons, imagindo-os conforme uma fonte de inspiração que foram os desenhos, e em seguida emitindo-os. Por que não dizer que trabalharam composição, sendo que todos os sons produzidos por eles eram de sua criação, oriundos de suas vivências sonoras em seu dia-a-dia? Pensando nisto, imagina-se que o som já criou outro sentido, o não mecânico e automático, mas um som pensado, refletido e buscado de um "banco de dados sonoro" vindos da memória das crianças. Esses sons são escutados desdo o feto. Já se nasce com a idéia do som. O som é algo muito primitivo e intrínseco ao ser humano, pois como todos sabem não existe silencio absoluto a não ser quando se está morto. Num processo de comunicação sabe-se que a ausencia de discurso é o silêncio. Na música o discurso é sonoro, de um colorido tímbrico, com intensidades e formas. Isto tudo enriquece uma experiência como a feita com as crianças onde tanto o educador como os educandos aprenderam, vivenciaram e socializaram conhecimentos. CONCLUSÃO Como se percebeu, foi possível proporcionar aos educandos estímulos e desafios para o desenvolvimento de sua imaginação e percepção sonora musical, através de recursos como o desenho animado, sendo que a experiência auditiva e criadora foi possível por parte das crianças. Além disto, notou-se um processo de educação, de conscientização dos alunos da a cerca da importância do saber escutar, compreender para depois reproduzir os sons. Não obstante, pode-se concluir que manipularam idéias que viraram sons, que foram provocados movimentos corporais na tentativa de reproduzirem-se os sons. Isto aconteceu de diversas formas, seja com a boca, com o corpo, ou com auxílio de materiais do ambiente em que se encontravam, gestos entre outras formas expressivas. Consolida-se assim, ainda mais a idéia da valorização da educação musical na escola.

BIBLIOGRAFIA

CORNELISSEN, Willy. Apreciação Musical – Disponível em: http://willycornelissen.multiply.com/journal/item/8/8 - acesso 26/06/2011 acesso em 26/06/2011.

DINIZ, Leandro - O que é Beleza - Publicado no Recanto das Letras em 08/07/2005 – Disponível em: http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/32243 Código do texto: T32243

GOHN, Daniel - Educação A Distância: Como Desenvolver A Apreciação Musical? - ANPPOM – Décimo Quinto Congresso/2005 - Disponível em: http://www.anppom.com.br/anais/anaiscongresso_anppom_2005/sessao12/daniel_gohn.pdf

MOREIRA, Lucia Regina - Representações Sociais: Caminhos Para A Compreensão Da Apreciação Musical? - Disponível em: http://www.unirio.br/simpom/textos/SIMPOM-Anais-2010-LuciaReginaMoreira.pdf SONOPLASTIA - Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonoplastia

SUGAHARA, Leila - O Que É Musicalização? Disponível em: http://www.rededuc.com/page_28.html SWANWICK, Keith. - Ensinando Música Musicalmente – tradução de Alda Oliveira e Cristina Tourinho – São Paulo – Moderna – 2003

THEZOLIM, Ronei A. - Apreciação Musical: Melhorando A Vida Com Música – Disponível em: http://www.unicamp.br/dgrh/informativo/005/apreciacaomusical.html

 

NOTAS: [1] Fonte: http://www.rededuc.com/page_28.html - O Que É Musicalização? Leila Sugahara [2] Fonte: http://www.unicamp.br/dgrh/informativo/005/apreciacaomusical.html - Apreciação Musical: Melhorando a vida com música - Ronei A Thezolim. [3] Fonte: http://www.unirio.br/simpom/textos/SIMPOM-Anais-2010-LuciaReginaMoreira.pdf - Representações Sociais: Caminhos Para A Compreensão Da Apreciação Musical? [4 e 5] Fonte: http://www.anppom.com.br/anais/anaiscongresso_anppom_2005/sessao12/daniel_gohn.pdf - Educação A Distância: Como Desenvolver A Apreciação Musical? - ANPPOM – Décimo Quinto Congresso/2005 [6] Fonte: http://willycornelissen.multiply.com/journal/item/8/8 - acesso 26/06/2011 [7] Fonte: Ensinando Música Musicalmente – K. SWANWICK, tradução de Alda Oliveira e Cristina Tourinho – São Paulo – Moderna - 2003 [8] Fonte http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/32243 - acessado em 11/05/2011. [9] Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonoplastia - Sonoplastia – acesso em 26/06/2011.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/relatos-sobre-docencia-em-educacao-musical-na-sala-de-aula-abordando-assunto-da-apreciacao-musical-5349612.html

    Palavras-chave do artigo:

    educacao musical desenho animado sonoplastia musica apreciacao

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    Esta uma breve reflexão sobre a rotina de vida de um professor, que já foi chamado de Che Guevara da música. Ele viaja serra acima, serra abaixo toda a semana para lecionar aulas de música no Município de Ijui - RS onde atua como Maestro de Banda Marcial em escolas da rede municipal de educação. A maestria é também a superação de dificuldades, pois estuda em Santa Maria RS, e viaja de motocicleta para chegar nas escolas na cidade onde trabalha. É uma Missão de vida, é uma lição de perseverança!!

    Por: jair dos santos gonçalvesl Educação> Ciêncial 28/01/2011 lAcessos: 101

    A música, esta maravilhosa arte, desponta agora novos horizontes e possíveis perspectivas para a educação básica. Nós músicos e educadores musicais fomos contemplados com a lei ordinária nº 11.769, de 18 de agosto de 2008, a qual altera a Lei 9.394, de 20 de Dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica. Discutir música e educação é um desafio para o qual os setores de ensino e a sociedade em geral devem despertar. Desde épocas remotas a música esteve presente permeando as relações da sociedade.

    Por: jair dos santos gonçalvesl Educaçãol 21/08/2009 lAcessos: 1,635
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