Resenha sobre Conceitos de Economia Rural

Publicado em: 13/12/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 129 |
OS PRODUTOS RURAIS E A TEORIA ECONÔMICA

Antigamente, era mais fácil compreender e definir produtos agrícolas, pois produziam o suficiente para abastecer a cidade e não ia muito além. Hoje, a produção no campo é bastante diversa e abrange também as indústrias e setores de serviço, porém no geral
mesmo sofrendo mudanças, ainda é direcionada a alimentação de pessoas e animais.
Os produtos atualmente são na sua maioria usados como insumos para atender indústrias de beneficiamento, principalmente na de alimentos,como por exemplo : rações , enlatados , pré cozidos, congelados, semi-pronto,etc. Segundo o autor um livro que aborda a questão dos agronegócios deveria se pontuar a produção rural, que abrange não só a atividade agrícola de fato como também bens, serviços turísticos culturais e lazer.Porque o campo e o espaço urbano proporcionam melhores condições de sobrevivência, pois tem muitas vezes a
tarefa de depurar o ambiente, e reciclar o lixo e a contaminação atmosférica e para Jacques é fundamental, pois permite a não sobrecarga e oferecer melhores oportunidades econômicas para o setor rural. Diante disso Ribemboim não ver muita coerência na denominação " produto agrícola."Na visão tradicional o produto agrícola possui muitas características tais como: avanço tecnológico agrícola , irrigação, melhoramentos genéticos, transporte  etc. Nota-se uma redução nas características fundamentais dos produtos agrícolas. Os produtos dispostos nas prateleiras dos supermercados passam por diversas etapas e até mesmo percorrem distâncias enormes dos seu lugar de origem. Com relação aos mercados agrícolas cita o autor que o leque de mercados disponíveis para os produtos agrícolas como para os demais o que diferencia são as exigências impostas para que os produtos sejam aceitos no mercado externo ( internacional), onde predominam os grandes produtores, pois os pequenos produzem apenas para o uso doméstico. Poucos conseguem atingir esse tão cobiçado mercado.Para compreender como funcionam esses mecanismos temos que recorrer as curvas de demanda, que em economia possibilita o equilíbrio entre
demandantes e ofertantes, dependendo das variáveis: clima, estrutura de mercado, concorrência perfeita, e monopolistica, oligopólio, etc. . As quantidades demandadas e as ofertadas dependem do preço e não o inverso , o que ocasiona confusão no sentido da relação funcional o autor salienta que devemos dar destaque a quando falamos de demanda e de oferta a um indivíduo, uma firma particular ou o mercado como um todo. Portanto a demanda de mercado é a soma de todas as demandas individuais.

Iniciamos entendendo o que é demanda: nome dado às necessidades ou desejo de  consumo, individual ou coletivo, de bens e serviços, enquanto a oferta: colocação à disposição do mercado de bens ou serviços. Por extensão: volume de bens e serviços colocados assim à disposição da demanda e demanda é um dos fatores determinantes de preços no mercado. Se a oferta for maior que a demanda, por exemplo, o preço tende a
cair. Já, se a oferta não der conta da demanda, o preço tende a aumentar. O autor nos fala que as demandas e ofertas são funções de várias variáveis, sendo o preço a mais importante. Cita que, com relação aos mercado agrícola, assim entendido como um grupo de
compradores e vendedores de um dado bem ou serviço, a demanda é uma função decrescente com preços, enquanto a oferta é crescente.  O autor nos fala sobre a Curva de demanda, assim compreendido, como o gráfico da relação entre preço de um bem e a
quantidade demandada e como Curva de oferta-  o gráfico representando a relação entre o
preço de uma mercadoria e a quantidade oferecida, concluindo que com relação à
demanda quando ocorre redução da renda disponível ocorrerá uma contração, enquanto após uma campanha publicitária divulgando os benefícios de um produto agrícola, acarretaria uma expansão da demanda. Sobre elasticidade, ou seja, medida da resposta da quantidade demandada ou da quantidade oferecida a variações em seus determinantes, conceitua elasticidade-preço de demanda como: medida da intensidade da resposta da quantidade demandada a alterações no preço do bem, e é calculada como a variação percentual da quantidade demandada dividida pela variação percentual do preço e elasticidade-renda da demanda: medida de quanto a quantidade demandada de um bem varia em relação às variações na renda dos consumidores,  portanto se dividirmos a variação percentual da demandas pela variação percentual do preço, teremos a elasticidade-preço da demanda, enquanto se dividirmos a variação percentual da demanda pela variação percentual da renda, encontraremos a elasticidade-renda.  Homogeneidade- o autor nos fala
que os produtos agrícolas apresentam homogeneidade, ou seja, como poucas variações de forma ou conteúdo, ocorrendo variação basicamente nas embalagens, citando o exemplo da tautologia: um ovo é um ovo e existe pouco a se mudar, além das exigências das  legislações, face tais produtos influenciar diretamente na saúde ou na doença da população consumidora. Segundo a teoria microeconômica, os mercados operam em concorrência perfeita ou imperfeita. O primeiro tipo caracteriza o modelo ideal: muitas empresas participantes (das feiras locais e semanais até mercados mundiais) , ausência de barreiras à entrada e saída do mercado, políticas de preços não-regulamentadas. O segundo tipo é formado pelo monopólio, quando uma única empresa atua isoladamente no mercado, normalmente impondo barreiras técnicas, econômicas ou burocráticas à entrada de novos players, praticando uma política de preços própria que precisa ser regulada por um órgão neutro; o oligopólio, que se diferencia do monopólio apenas pelo fato de haver mais de
uma companhia atuando no mercado, porém, não muitas; e a concorrência monopolística.  Cita o autor que os produtos agrícolas estão quase na sua totalidade no mercado de concorrência perfeita, face não existir barreiras para a entrada ou a saída de pessoas
comercializando os produtos e a lucratividade é bastante baixa. Comenta também,
que recentemente alguns produtos agropecuários, como banana ou frutas, já apresentam rótulos ou adesivos indicando a procedência e a marca do produtor. (c) Sazonalidade de oferta- o autor nos fala que a oferta de produtos agrícolas predominantemente é dependente das condições ambientais , ou seja, do clima, do solo, da água, da capacidade reprodutiva das especiais, entre outros. Ressaltando que no comércio internacional já se observa a desvinculação parcial das condições ambientais, como exemplo, na Europa e nos Estados Unidos, na entressafra da uva, o Brasil e outros países exportam esse produto. (d)
Susceptibilidade climática ( riscos climáticos)
- Cita que para o setor agropecuário ainda são predominante os riscos climáticos, tais como, estiagem prolongada, excesso de chuvas, praga de insetos sem controle por agrotóxicos ou biológicos, os quais provocam perda total ou queda na colheita da produção agropecuária, ressaltando que em pequena escala, face seus custos, observa-se o uso intensivo de tecnologia ( estufa, irrigação, mudas selecionadas, entre outros), visando o controle dessas variáveis climáticas. (e) Baixas
elasticidade da demanda-
O autor nos fala que a oferta e demanda de produtos agrícolas são relativamente inelásticas a preços, considerando que grandes variações de preços provocam poucas alterações na procura do produto, face o caráter prioritário e pouca variação na quantidade a ser consumida, portanto, gêneros de primeira necessidade apresentam elasticidade-renda e elasticidade-preço relativamente baixos. (f) Rigidez de oferta- O autor nos fala que a oferta é relativamente inelástica e rígida (no curto prazo), considerando o seguinte: 1) comportamento do produtor em utilizar o procedimento de quando cai o preço do produto, aumentar a oferta para manter a mesma renda; 2) os custos de produção são fixos e independem da quantidade ofertada; 3) o planejamento da safra e plantio ocorrem com meses de antecedência, portanto com pouca influência de mudança de preços na colheita. (g) Variabilidade de preços- Cita que havendo um súbito desinteresse da
população em consumir um alimento, a retração da oferta acarretará uma substancial decréscimo do preço, concluindo que se justifica a adoção de políticas públicas para esse setor por parte do Estado, como exemplo Programa de estoques reguladores,buscando-se evitar o efeito perturbador na mudança de preços por deslocamentos nas ofertas ou demandas.

 Aspectos sócio-econômicos

(a) Tendências de Declínio de Preços do Setor Agrícola

O autor nos fala que o desenvolvimento de novas tecnologias barateia os custos de produção, entretanto são acessíveis as médias e grandes empresas que podem absorver rapidamente essas tecnologias, enquanto as pequenas unidades familiares de produção permanecem utilizando tecnologias arcaicas e com maior custo de produção e ambas disputando o mesmo mercado consumidor que exige produtos melhores e mais baratos, forçando os pequenos produtores a reduzir sua renda que já é baixa, tendo como conseqüência social a saída de contingente de pequenos produtores do mercado de produtos agrícolas, gerando vários problemas sociais decorrente do êxodo rural para as
cidades.

 (b) Desenvolvimento no campo: o modelo dual de Lewis

Também conhecido como modelo dual com oferta ilimitada de mão-de-obra, acredita-se haver outros dois setores na economia, sendo um setor atrasado e outro moderno. Esse modelo desencadeou um desenvolvimento urbano em quase todo o Brasil. Devido o excesso  de população (mão-de-obra), no setor atrasado (rural, tradicional, desorganizado), todo trabalhador recebe o produto médio do seu trabalho, enquanto que no setor
moderno (urbano, industrial, organizado), há um crescimento fazendo com que os trabalhadores migrem para as cidades em troca de baixos salários e mantendo-os constantes. Segundo o autor, esta permanência se dá até o "ponto em que o produto marginal no setor industrial (salário real pago ao operário) não ultrapassar o produto marginal no campo (renda real marginal) mais um acréscimo que compense os custos da migração". A possibilidade de desenvolvimento industrial e urbano neste modelo, pode acontecer mesmo que não haja desenvolvimento e modernização no setor rural. "No gráfico abaixo, suponha que a população inicial que se encontra vivendo e trabalhando no campo seja LC. Note que a migração vai ocorrer até que a população remanescente no campo seja
LA. Neste momento, cessa a migração, pois o produto marginal do trabalhador rural excede o salário urbano. Note que desde C até B, o produto marginal do campo é zero e o produto médio vai decaindo e a migração fará com que os salários industriais se mantenham relativamente estáveis e baixos (não sobem porque está chegando na cidade, constantemente, novos trabalhadores do campo)".

 Políticas Públicas

 Os governos intervém nos mercados agrícolas tanto dos países mais ricos quanto nos países menos desenvolvidos ou em desenvolvimento, seja através de subsídios diretos, indiretos ou disfarçados programas de estímulos a demanda e à comercialização, programas de capitação e desenvolvimento de novas tecnologias, sistemas de quotas, políticas de preços mínimos etc.

Sistema de Preços Mínimos

 No sistema de preços mínimos, há a garantia do governo em manter os preços mínimos ao produtor através da aquisição de excedentes. Vez ou outra, o governo atua como regulador
de preços e de oferta, que, se havendo expansão na demanda, vende os estoques
durante a entressafra. Mas, não ocorrendo expansão de demanda, todo o estoque é
inutilizado.

                                        
Críticas à ajuda do Governo ao setor agrícola

O autor diz que os governos devem estar atentos ao setor agrícola e que a ajuda dada ao setor pode ocorrer devido à pressões de grupos lobistas que tem interesse no lucro privado e se aproveitam do discurso social para aumentar seus ganhos, o que faz o governo sofrer várias críticas, pois, ao invés de ele prestar socorro indistintamente ao setor agrícola, deve sim prestar mais atenção às questões sociais, ou seja, aos mais pobres. Existe uma discussão sobre o setor que deve mover a economia, onde alguns defendem que o setor
agrícola é que deve financiar os demais setores e não de forma contrária. Mas alerta para o fato de que a ajuda e o socorro não devem se perpetuar indefinidamente, pois corre o risco de estes setores se acomodarem gerando uma ineficiência e inibição na inovação.Mesmo em países ricos e desenvolvidos, os lobbies agrícolas são detentores de muito poder, e o setor agrícola para continuar a crescer e se desenvolver com justiça social precisa ser forte.

Arbitragem e dos especuladores

O preconceito negativo existente em relação ao papel dos especuladores está no fato de eles terem um papel de grande importância como estabilizadores de preços e reguladores de
estoques. "A arbitragem é o que realizam as firmas e indivíduos que trabalham observando tendências e preços entre as diversas regiões do globo e intermediando trocas de forma a capturarem parte dos lucros do comércio internacional". Já arbitragem e especulação regional e temporal são geralmente interessantes por apresentarem instrumentos de dessazonalização de preços e estoques, tanto local quanto mundial, mas alerta que o governo deve ficar atento, evitando o que se chama de especulação abusiva.

 Novas tendências e paradigmas

Um debate ocorrido no passado entre os meios acadêmicos, discutia sobre o papel dos países pobres no desenvolvimento geral do comércio e da riqueza internacional, onde o economista Paul Samuelson ficou conhecido ao defender a teoria das vantagens ricardianas (ipsis literis), donde "cada país deveria se especializar na produção de bens para a qual
possuísse vantagens naturais sobre as demais nações". Esta teoria causou uma grande reação na escola cepaçina, uma corrente de pensamento que tinha como líder o economista argentino Raul Prébisch e que condenava a teoria de Samuelson. Quem a seguisse estaria condenado ao subdesenvolvimento crônico devido a uma deterioração dos termos de trocas internacionais entre os produtos primários e manufaturados.

 2. Referências Bibliográficas 

  • Artigo sobre os Produtos Rurais e a Teoria Econômica de Jacques Ribemboiml.
  • www.unb.br
  • www.carreiras.empregos.com.br

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/resenha-sobre-conceitos-de-economia-rural-5481836.html

    Palavras-chave do artigo:

    economia rural

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