Responsabilidade Socio Empresarial

Publicado em: 08/12/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 1,666 |

 

                                    ADMINISTRAÇÃO – COMEX

 

RESPONSABILIDADE SOCIO EMPRESARIAL

Ademar Schakofski Santos

 

RESUMO

 

Da mesma forma que as empresas crescem economicamente, também aumenta a responsabilidade sobre as mesmas para que sejam éticas e para que se relacionem com as partes interessadas, disseminando o conceito de responsabilidade social, a fim de que façam a gestão dos seus negócios de forma sustentável.

As empresas têm a consciência de que os recursos naturais são limitados, e por isso vem buscando o equilíbrio econômico, ambiental e social em suas atividades, surgindo assim, o conceito de sustentabilidade.

Palavras-chave: Responsabilidade Social. Sustentabilidade. Desenvolvimento.

  

INTRODUÇÃO

Neste artigo argumentamos que novos valores vêm sendo impostos pelo mundo globalizado e isso faz com que a idéia de uma empresa que busca somente o crescimento econômico se torne inadequada. Esses novos valores ambientais e sociais impõem às empresas privadas a responsabilidade social, pois a partir do momento em que empresários despertaram para o fato de que problemas sócio-ambientais prejudicam seus negócios, começaram a perceber que para suas empresas terem sucesso, o meio onde estão inseridas precisa ter sucesso também.

Com isso, as empresas estão passando de um paradigma filantrópico, onde o foco era apenas a ação social, para o paradigma do desenvolvimento sustentável, onde a relação da empresa com seu ambiente passa a ter destaque. Com essas mudanças impostas pela globalização o próprio conceito de empresa está mudando, uma vez que antes o foco era apenas no lucro e na melhoria de seus processos e, atualmente,. com a perda de poder do Estado, a sociedade civil mais presente e informada, a carga de responsabilidade das empresas com as partes interessadas que envolvem o seu negócio aumentou.

  

RESPONSABILIDADE SOCIAL

 Na visão de Ashley (2002) responsabilidade social é a característica que melhor define essa nova postura das empresas. Resumindo, está se tornando hegemônica a visão de que os negócios precisam ser feitos de forma ética, seguindo rigorosos valores morais, de acordo com comportamentos cada vez mais universalmente aceitos e apropriados.

As atitudes e atividades que as empresas precisam, desse ponto de vista, caracterizam-se por:

  • preocupação com atitudes éticas e moralmente certas que afetam todas as partes interessadas do negócio;
  • promoção dos valores e comportamentos morais, que respeitem os direitos humanos, de cidadania e participação na sociedade;
  • respeito ao meio ambiente e contribuição para o desenvolvimento sustentável como um todo;
  • maior envolvimento das comunidades onde se insere a empresa, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social dos indivíduos ou até atuando diretamente na área social.

Na visão de Dias (2008) responsabilidade social é promover um comportamento empresarial que integre elementos éticos, sociais e ambientais que não necessariamente estão contidos na legislação, mas que atendam as necessidades da sociedade em relação à empresa.

Na análise de Ashley (2003) responsabilidade social pode ser definida como o compromisso que uma instituição deve ter perante a sociedade, expresso por meio de atitudes e atos que a afetem positivamente, de modo abrangente, ou a alguma comunidade, de modo específico, agindo proativamente e eticamente no que diz respeito ao seu papel na sociedade e a sua prestação de contas para com ela. A organização, nesse sentido, assume responsabilidades de caráter moral, além do que está previsto na legislação, mesmo que não diretamente vinculadas às suas atividades, mas que possam de alguma forma contribuir com o desenvolvimento das comunidades. Assim, numa visão expandida, responsabilidade social é toda e qualquer ação que venha contribuir para o crescimento e melhoria da qualidade de vida da sociedade.

Segundo a concepção de Daher (2006), pode-se concluir que responsabilidade social inserida em um cenário socioeconômico contemporâneo faz parte do planejamento estratégico das organizações que exercem suas atividades além das fronteiras.

Ainda, para Karkotli (2007) Responsabilidade social é o comportamento ético e responsável na busca de qualidade nas relações que a organização estabelece com todas as suas partes interessadas, associada direta ou indiretamente ao negócio da empresa, incorporando a orientação estratégica da empresa e refletindo em desafios éticos para as dimensões econômica, ambiental e social.

 

Impacto da responsabilidade social nas empresas

O estudo do impacto da responsabilidade social nas empresas aumentou nos últimos anos, de modo que autores como Almeida, Daher e Karkotli consideram que questões relacionadas a sustentabilidade, ética e responsabilidade são fatores crucias para as empresas se manter no mercado.

Segundo Almeida (2007) os novos valores impostos pelo mundo globalizado, exigem cada vez mais que as empresas privadas façam responsabilidade social, ou seja, exerçam o seu papel em busca do desenvolvimento social e não busquem apenas o crescimento econômico.

Ainda Almeida (2007) o conceito de responsabilidade social começou a se despertar nos empresários quando eles próprios perceberam que os problemas sócio-ambientais prejudicavam o desenvolvimento dos seus negócios.

Conforme Daher (2006) diante da impossibilidade dos Governos em exercerem seu papel na busca de soluções inovadoras para os problemas, os empresários, mais confiantes em suas capacidades de agir, chamaram para si o exercício da responsabilidade social.

Segundo Karkotli (2007) ao desenvolver ações sociais, mesmo sob a forma assistencialista e filantrópica, as empresas começaram a registrar ganhos expressivos e imagem e competitividade. Aos poucos, foram migrando para um patamar mais alto de ações sociais. Evoluíram de apenas práticas assistencialistas e filantrópicas e começaram a adotar modelos de responsabilidade social.

Na concepção de Almeida (2007) as empresas conscientes do seu papel, e que antes praticavam apenas ações filantrópicas e assistencialistas, hoje procuram exercer seu papel social buscando a promoção da cidadania e o desenvolvimento social.

Conforme a visão de Ashley (2003) o desenvolvimento da produtividade em função do avanço da tecnologia e de novos conhecimentos levou a um aumento da concorrência entre as empresas. Dessa forma, elas buscam investir cada dia mais em inovadores processos de gestão visando obter o desenvolvimento sustentável. Para dar uma resposta ao mercado, governos, empresas, ONGs e sociedade estão se organizando para obter novas respostas visando um desenvolvimento sustentável que englobe os aspectos econômicos, sociais e ambientais.

Na concepção de Barbosa e Rabaça (2001 apud TENÓRIO, 2006, p. 25) a responsabilidade social surge de um compromisso das empresas com a sociedade, em que seu compromisso vai além do que apenas gerar empregos, lucros e pagar impostos. O equilíbrio da organização dentro do ambiente onde está inserida depende basicamente de uma atuação responsável e ética em todas as frentes, com equilíbrio ambiental, com crescimento econômico e com desenvolvimento social.

 

A nova postura empresarial

Nesta seção apresentaremos a visão dos principais de alguns autores que abordam a nova postura empresarial face aos desafios de integração entre as empresas e o ambiente. Que esta nova postura compreende que as atividades não devem ser voltadas somente para o lucro, mas também pelo significado que esta adquire na sociedade como um todo.

O conceito de responsabilidade social implica em um novo papel da empresa dentro da sociedade, extrapolando o âmbito do mercado, e como agente autônomo no seu interior, imbuído de deveres e obrigações que saem do âmbito econômico. A empresa é vista cada vez mais como um sistema social organizado em que se desenvolvem diversas relações, além das estritamente econômicas Dias (2008).

Na visão de Drucker (1997) responsabilidade social já não questiona quais são os limites de atuação da organização, nem como ela deve agir por aqueles sob sua responsabilidade imediata. Exige simplesmente que assuma responsabilidade pelos problemas sociais, por questões sócias e que se torne guardiã da ética e seja um agente decisório no desenvolvimento social.

Conforme Froes (2001) A organização socialmente responsável torna-se cidadã porque espalha novos valores que restauram a solidariedade social, a coesão social e o compromisso social com a igualdade, a dignidade, a liberdade, a democracia e a melhoria da qualidade de vida de todos que vivem na sociedade.

O conceito de Jaramilo e Angel (1996 apud ASHLEY, 2003, p. 60) responsabilidade social pode ser também o compromisso que a empresa possui com o desenvolvimento, bem-estar e melhoramento da qualidade de vida dos empregados, suas famílias e comunidade em geral.

Conforme Daher (2006) a responsabilidade social baseia-se em estratégias para orientar as ações das empresas em consonância com as necessidades sociais, de modo que a empresa garanta, além do lucro e da satisfação de seus clientes, o desenvolvimento da sociedade, assim como a agregação de valor aos negócios em virtude da melhoria da imagem reputacional da empresa.

De acordo com Almeida (2007) embora a responsabilidade social tenha grande relevância para comunidades e sociedades carentes, ainda precisa evoluir para garantir a continuidade da ação, autonomamente e sem dependência de manutenção. Para isso, as empresas precisam abandonar a filantropia, fazer mais que apenas o cumprimento legal, pensarem na longevidade do negócio envolvendo os grupos de interesse e o meio ambiente, migrarem para o estágio da sustentabilidade.

 Sustentabilidade

O conceito de sustentabilidade é importante, pois ele está diretamente relacionado às preocupações sociais e ambientais que falamos anteriormente. Entre as principais visões sobre o assunto, destacamos a de Daher (2006), que considera que o desenvolvimento sustentável é definido pela empresa, como o composto pelas dimensões econômica, ambiental e social. O objetivo é aumentar a competitividade no mercado por meio da preservação do meio ambiente e pelo respeito às partes interessadas, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Dessa forma está se adquirindo admiração e o respeito dos consumidores, fornecedores, investidores, acionistas, empregados, instituições públicas e privadas e da sociedade em geral, garantindo a sustentabilidade no negócio.

 Para Savitz, Andrew W. (2007, p 02) “Desde então, o termo sustentabilidade se transformou em mote de ampla gama de causas sociais e ambientais, sobretudo no mundo dos negócios, onde denota uma idéia poderosa e objetiva: empresa sustentável é aquela que gera lucro para os acionistas, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e melhora a vida das pessoas que mantém interações. Suas atividades promovem a interseção entre os interesses de negócios e os interesses do meio ambiente e da sociedade”.

 Para a norma ABNT NBR 16001:2004, desenvolvimento sustentável é:

Desenvolvimento que supre as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras em supri-las.

Entende-se por sustentabilidade na visão de Daher (2006) o fato de se atribuir um sentido de sobrevivência a qualquer coisa, desafio que sempre se antepôs ao ser humano. Para se tornarem sustentáveis, organizações ou empreendimentos têm de buscar em todas as suas ações e decisões, processos e produtos a ecoeficiência, que quer dizer a filosofia da gestão empresarial incorporadora da gestão ambiental como objetivo central, fazendo a economia se desenvolver qualitativamente, mediante a redução de impactos ambientais e sociais e do consumo de recursos naturais.

Na concepção de Daher (2006) o conceito de sustentabilidade nas empresas vem ganhando espaço de forma multidimensional e sistêmica, buscando interdependência e interconectividade entre as diversas partes interessadas. O comprometimento da empresa com sua conduta ética, moral e o desenvolvimento econômico, sem perder de vista a de preservação ambiental, com vistas a não comprometer as gerações futuras, sedimentando-se em condutas direcionadas para os mais diversos tipos de partes interessadas.

Para Naisbitt (1994 apud Karkotli e Aragão, 2004, p. 35) sustentabilidade é o compromisso da empresa em alcançar o desenvolvimento sustentável quanto a aspectos sobre os quais exercem impactos, em benefício de pessoas tanto das nações desenvolvidas como das menos desenvolvidas. Não basta apenas despoluir o planeta, as organizações precisam retificar o passado e buscar a tecnologia necessária para servir as gerações do futuro.

 Face ao expostos, podemos afirmar à guisa de conclusão que o conceito de responsabilidade social das empresas é um tendência que chegou para ficar, pois somente com práticas sustentáveis é possível garantir a continuidade dos negócios ou então abertura de novos mercados.

Praticar ação social é importante para a melhora da comunidade e o mundo em que vivemos, fortalecendo assim, os valores e princípios possibilitando ao conjunto global um posicionamento mais confortável no meio que nos cerca hoje e o manhã. Para isso devemos respeitar os consumidores, o meio ambiente, os direitos humanos e a cadeia de negócios.

 

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Fernando. Os Desafios da sustentabilidade. São Paulo. Campus. 2007.

ASHLEY, Patrícia. (Org.). Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo:Saraiva, 2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT NBR 16001:2004

DAHER, Medeiros de Wilton. Responsabilidade Social Corporativa: Geração de valor reputacional nas organizações internacionalizadas. São Paulo: Sain Paul, 1° Edição, 2006.

DIAS, Reinaldo. Gestão Ambiental: Responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Editora Atlas S.A., 2008.

DRUCKER, Peter Ferlinand. O fator humano e desempenho: o melhor de Peter F. Drucker sobre administração. São Paulo: Pioneira, 3° Edição, 1997.

FROES, C. M.; NETO, F.P. Responsabilidade social & cidadania empresarial: a

administração do terceiro setor. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.

KARKOTLI, Gilson; ARAGÃO, Sueli Duarte. Responsabilidade Social: uma contribuição à gestão transformadora das organizações. Rio de Janeiro: Vozes, 2004.

KARKOTLI, Gilson. Responsabilidade Social Empresarial. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. São Paulo: Atlas, 2006.

SAVITZ, Andrew W. A Empresa Sustentável: O verdadeiro sucesso é o lucro com responsabilidade social e ambiental. Rio de Janeiro: Campus, 2007.

 SLC Agrícola S.A. Balanço Social: Modelo Ibase, Exercício 2008.

 TENÓRIO, Guilherme Fernando. Responsabilidade Social Empresarial: Teoria e Prática. Rio de Janeiro. Editora FGV, 2° Edição, 2006.

 VÁRIOS AUTORES. Responsabilidade Social das Empresas: A contribuição das universidades, v.III. São Paulo. Peirópolis, 2004.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/responsabilidade-socio-empresarial-1552367.html

    Palavras-chave do artigo:

    responsabilidade social sustentabilidade desenvolvimento

    Comentar sobre o artigo

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    Edjar Dias de Vasconcelos

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