Sexo Melhor E Mais Seguro

Publicado em: 10/25/2008 | Comentário: 0 | Acessos: 3,240

Salientamos que o termo higiene, neste sentido, pode ser entendido como a prática de manter algumas regras mais saudáveis para a prevenção de doenças e, conseqüentemente, promoção da saúde. Por outro lado, com o advento do HIV e da aids, esta pode significar, também, evitar tanto trocas de fluidos como secreções corporais durante as práticas sexuais.



Por sua vez, a experiência sexual pode ser fonte positiva de enriquecimento e satisfação humana, seja pelo prazer ou para a procriação, se baseadas em escolhas conscientes e tomadas de decisões maduras. Para isso os parceiros sexuais devem: 1) ter consentimento mútuo; 2) ser honesto um com o outro; 3) tratarem-se como iguais; 4) dar atenção ao prazer do outro; 5) protegerem-se de danos físicos e emocionais, gravidezes e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); 6) responsabilizarem-se pelos seus atos; 7) ter acesso aos meios seguros e eficazes de prevenir gravidez e ISTs.



Todos nós somos sexuados, desde o nascimento até a morte. Quando decidimos ter relações sexuais, queremos que tudo corra bem e saibamos desfrutar do prazer decorrente dessas relações, quer sejamos adolescentes, mulheres, homens, casados ou solteiros, velhos, lésbicas, homossexuais ou bissexuais.



A maioria de nós já correu ou corre riscos ao ter relações sexuais penetrativas ou não sem o uso de preservativos ou de outros meios preventivos. Corremos tantos riscos que um em cada quatro de nós se infecta a cada minuto. O risco que corremos é perigoso. Muitas das ISTs são para sempre, geram estresse na relação, provocam esterilidade, más formações nos filhos, comprometem outros sistemas e causam a morte.



Sabemos que o sexo seguro reduz os riscos. No entanto, muitos de nós pensamos que o sexo seguro retira o prazer. Alguns pensam que o sexo seguro é só com preservativos. Não é. Podemos pensar que é em relação à aids. Não é. Sexo seguro é sobre muito mais. Também, é sobre o prazer sexual. Explorar o sexo seguro pode tornar o sexo melhor, pois poderá melhorar a comunicação entre os parceiros, aumentar a intimidade e a confiança, prolongar o jogo sexual, aumentar a intensidade do orgasmo, diversificar o prazer sexual, diminuir a ansiedade e, fortalecer a relação afetiva.



O sexo seguro é algo que fazemos e que diminui o risco de contrair ISTs. É ter mais prazer e menos risco. para o Ministério da Saúde do Brasil (1994), o termo PRÁTICAS DE SEXO MAIS SEGURO pode ser entendido como: um conjunto de cuidados e habilidades que cada pessoa pode desenvolver para evitar práticas sexuais que apresentam riscos indesejados tanto para si quanto para o outro. Entretanto, enfatizamos que estes riscos estão relacionados também com as ISTS e com a gravidez indesejada e/ou não planejada.



São conhecidas três etapas para prática do sexo seguro: 1) Ser mais honesto consigo próprio sobre os riscos que se correm; 2) Decidir quais os riscos que estamos ou não dispostos a correr; 3) Encontrar o modo de tornar a prática do sexo a mais satisfatória possível.



A maneira mais importante para reduzir os riscos é manter os fluídos (líquido pré-ejaculatório, secreções cérvico-vaginal e seminal, leite materno, saliva, suor, lágrimas, urina, fezes e até sangue) do seu parceiro fora do seu corpo. Os fluídos que mais devem ser evitados são: o sangue, fluídos vaginais e exsudado de feridas ou de feridas provocadas por ISTs. Sendo assim só há duas regras básicas: 1) Evitar a entrada dos fluídos do parceiro na vagina, ânus ou boca; 2) Não tocar em feridas dos órgãos sexuais ou regiões próximas, pois podem ser causadas por ISTs.



O sexo seguro significa também proteger o seu parceiro, por isso: 1) Não permitir que os fluídos entrem no corpo do seu parceiro; 2) Não ter práticas sexuais se tiver ferimentos nos órgãos sexuais ou regiões próximas ou outros sintomas de DSTs; 3) Verificar se tem ISTs todos os anos e, se estiver infectado, tratar-se corretamente.



As relações sexuais vaginais e anais podem ser realizadas com as práticas do cunnilingus (ato de estimular a genitália feminina, especialmente o clitóris e os lábios da vulva com os lábios e lingua ou tê-la estimulada desta maneira), fellatio (ato de estimular a genitália masculina, especialmente o pênis com os lábios e língua ou tê-la estimulada desta maneira) e annalingus (ato de estimular o ânus com os lábios e língua ou tê-lo estimulado desta maneira), que envolvem um certo grau de risco físico ou psicológico; mas, quando realizadas com o mínimo de riscos são fontes de intensos prazeres mútuos. Para isto, cada pessoa tem que ser responsável pela própria saúde sexual e com a daquelas que poderiam ser infectados antes, durante e após a relação sexual em si.



Existem algumas regras para nos mantermos em comportamentos sexuais mais seguros, tais como: a) nunca praticar sexo vaginal após o anal sem antes se higienizar, pois as fezes carreiam muitos microrganismos capazes de infectar a vagina ao serem transferidos pelo pênis, consolos sexuais, dedos e mãos; b) lavar os órgãos genitais, usar camisinhas e nunca compartilhar camisinhas, brinquedos ou vibradores sexuais. Tudo isto, para assegurar que, desta maneira, estar-se-á reduzindo o risco de transmitir e/ou adquirir infecções indesejadas.



Quase todas as atividades sexuais são listadas de acordo com o grau de risco que cada uma oferece:



ATIVIDADES SEXUAIS DE ALTO RISCO (sem camisinha): sexo anal receptivo; sexo vaginal receptivo; sexo anal insertivo; sexo vaginal insertivo.



Agentes infecciosos como vírus, bactérias, fungos e protozoários podem ser adquiridos e transmitidos pelas práticas sexuais anais e vaginais, tanto receptivas como insertivas sem o uso correto e adequado da camisinha ou não. Isto pode ocorrer devido à possibilidade de haver ferimentos na vulva, no ânus, na área perianal e/ou no pênis, bem como, a deposição de esperma na vagina e no reto que favorecem a entrada de agentes infecciosos no organismo, já que o sêmem, o sangue e as secreções são potencialmente carreadoras do virus HIV, inclusive. Também, estas práticas permeiam o contato intimo de pele com pele o que favorece a aquisição e transmissão de outras DSTs como a pediculose e a escabiose, por exemplo.



ATIVIDADES SEXUAIS DE RISCO MODERADO: praticar o sexo oral sem camisinha no homem até o orgasmo; Praticar o sexo oro-anal sem a barreira plástica; Receber o sexo oral sem camisinha até atingir o orgasmo; Receber o sexo oro-vaginal sem a barreira plástica; Receber o sexo oro-anal sem a barreira plástica.



Receber o esperma na boca e engoli-lo é muito mais arriscado para adquirir o HIV que praticar o sexo oral no homem sem deixá-lo ejacular em si. Há vários casos de pessoas que foram contaminadas ao praticarem o sexo desta maneira. Quando há ferimentos ou sangramentos na boca, o risco é aumentado, pois se constitui em uma porta de entrada para os microorganismos causarem infecções. Colocar a camisinha antes desta prática é uma medida prudente para não se expor ao HIV, ao herpes simples, condiloma acuminado, sífilis e a gonorréia, mesmo sendo uma prática de médio risco.



PRÁTICAS SEXUAIS DE BAIXO RISCO: acariciar os órgãos genitais com luvas; masturbação mútua sem contato com os órgãos genitais um do outro; abraços; beijos secos.



Estas atividades permitem pouco contato direto de pele com pele. Qualquer tipo de toque é considerado, também, de alto risco para contrair ou transmitir DSTs, desde que a pele não esteja íntegra. Com isto, ferimentos, coceiras e infecções bacterianas podem ser adquiridas e ou transmitidas.



ATIVIDADES SEXUAIS SEGURAS: massagem não genital com luvas; diálogo; fantasias; masturbação mútua sem toque nos genitais do/a outro/a, e sem contato com as secreções do/a outro/a; abstinência sexual.



Quando estas atividades são postas em prática, dificilmente doenças sexuais são transmitidas ou adquiridas. Dialogar com o parceiro, esperar o período de incubação para várias doenças, manter os exames em dia são, também, maneiras de as pessoas permanecerem saudáveis e, talvez, não transmitirem ou adquirem doenças. Aprender a se ouvir quando alguém quiser realizar alguma prática sexual mais arriscada e tomar a decisão mais acertada, é mais prudente e seguro. o jovem pode ter o resto da vida para se exercitar na sexualidade e pode não valer a pena se arriscar por uns poucos minutos de prazer fortuito e sem segurança.



É SEGURO TER RELAÇÕES SEXUAIS SÓ COM UM PARCEIRO?



Talvez. O ideal para muitas pessoas é ter relações sexuais com um só parceiro. Mulheres e homens não necessitam se preocupar em contrair ISTs: 1) se nenhum deles tem sexo com mais ninguém; 2) se nenhum deles partilhou agulhas; 3) se nenhum deles esteve alguma vez infectado. A maioria de nós já teve mais do que um parceiro sexual. Poderíamos não ter planejado, mas aconteceu. Poderíamos ter sido infectados por um parceiro e transmiti-lo a outro. Os parceiros que nos infectaram: 1) podiam não saber que estavam infectados; 2) podiam esperar não nos infectar; 3) podiam não ter sido totalmente honestos sobre a sua história sexual.



Algumas pessoas têm apenas um parceiro sexual, mas o parceiro pode nos enganar. A maioria das mulheres que contraíram HIV através do sexo era as parceiras únicas dos parceiros sexuais. Você e o seu parceiro podem querer desistir do sexo seguro porque decidiram não ter sexo com mais ninguém. Antes de tomar essa decisão é prudente se assegurar que não estão infectados. Algumas infecções como o HIV, podem demorar anos para aparecer os sintomas. Então, se dirigir a um Centro de Saúde e verificar o estado de saúde é mais prudente.



EM QUEM PODEMOS CONFIAR?



Muitos de nós conhecemos o que se sente quando se descobre que os nossos parceiros foram desonestos conosco. Uma em cada três pessoas mentirá sobre os seus sentimentos quanto a ter sexo com outros. Um número semelhante mentirá sobre a sua história sexual. O mesmo número mentirá sobre o fato de ter ou não HIV.



Quando se trata de sexo seguro, confie em si próprio. Você é a única pessoa em quem pode confiar. Acreditar que você é o único parceiro sexual do seu único parceiro sexual pode não ser uma verdade. Nesse caso há algumas questões para refletir:



1.       Sei como o meu parceiro passa o tempo quando está longe de mim?



2.       O meu parceiro é sempre aberto comigo, sobre todos os assuntos?



3.       O meu parceiro fica aborrecido quando quero ter uma conversa séria sobre a nossa relação?



4.       O meu parceiro tem segredos que eu não saiba?



5.       O meu parceiro diz-me algumas vezes "Vou só sair" ou "Não tens nada a ver com isso"?



6.       O meu parceiro respeita-me sempre?



Queremos sempre parceiros em quem confiar. O ponto chave é mostrar aos nossos parceiros que merecem a nossa confiança. Nunca devemos desistir. Nem todas as ISTs se transmitem da mesma forma. Precisamos saber um pouco sobre como pode contrair uma IST, tais como:



1) SE TIVER SEXO VAGINAL E/OU ANAL SEM PROTEÇÃO CORRE-SE UM ALTO RISCO DE CONTRAIR, entre outras: Tricomonas vaginalis, HPV, bactérias vaginais, gonorréia, clamídia, sífilis, herpes, vírus da hepatite B, piolhos púbicos ("chatos"), escabiose (sarna) e HIV.



2) SE TIVER SEXO ORAL SEM PROTEÇÃO CORRE-SE UM ALTO RISCO DE CONTRAIR, entre outras: Gonorréia, HPV, HIV, Sífilis, Herpes.



3) SE PRATICAR JOGOS SEXUAIS SEM PENETRAÇÃO CORRE-SE O RISCO DE CONTRAIR: herpes, HPV, HIV, piolhos púbicos e escabiose (sarna).



Muitas outras doenças, como a gripe e a mononucleose podem ser, também, sexualmente transmissíveis. O risco de contrair ISTs é maior em mulheres que nos homens. A vagina e reto são mais facilmente infectados que o pênis. A probabilidade de uma mulher contrair VIH de um homem é duas vezes maior que a probabilidade de um homem contrair HIV de uma mulher. As mulheres têm, geralmente, menos sintomas que os homens. Elas têm menos probabilidade de saber se estão infectadas. Muitos danos podem ocorrer, (p. ex. esterilidade e de gravidez ectópica) mesmo não tendo sintomas.



A SATISFAÇÃO SEXUAL PODE SER ATINGIDA SEM PENETRAÇÃO.



A grandeza do sexo é muito mais do que a penetração com um pénis. Trata-se da exploração das várias maneiras de excitar o seu parceiro. É explorar as várias maneiras de se excitar. Trata-se de descobrir novas formas de excitação e redescobrir as velhas.



Não deve ser envergonhado quando se trata de prazer sexual. Os parceiros que exploram o sexo seguro um com o outro podem descobrir novas formas de excitação sexual. Podem ser claros sobre como e onde gostam de ser acariciados. Podem ajudar-se mutuamente a gozar o sexo ainda mais. O jogo do sexo sem penetração é chamado SATISFAÇÃO MÚTUA. Muitas pessoas têm relações com penetração vaginal porque pensam que é assim que deve ser. Durante muito tempo homens e mulheres foram ensinados que o bom sexo significava apenas ter um orgasmo durante uma penetração vaginal. Não há nada de mais falso.



A maioria das mulheres não tem orgasmos através da estimulação vaginal. A maioria delas tem orgasmos quando o clitóris é estimulado, tenham ou não sido penetradas. Os homens também gostam do sexo sem penetração, mesmo quando têm vergonha de o dizer aos seus parceiros.



Relações sexuais sem penetração com muitos parceiros podem ser mais seguras que com penetração apenas com um parceiro.



ALTERNATIVAS PARA RELAÇÃO COM PENETRAÇÃO



1) Masturbação: A masturbação é a maneira mais comum de gozar o sexo. Os parceiros podem gozá-la em conjunto, enquanto se abraçam, beijam e olham. A masturbação mútua pode aprofundar a intimidade do casal.



2) Massagem erótica: muitos casais gostam de se estimular com massagens no corpo. Estimulam os seus órgãos sexuais com as mãos, corpos e bocas, até atingirem o orgasmo.



3) Fricção do corpo: Muitos casais gostam de friccionar os seus corpos mutuamente, especialmente os seus órgãos sexuais, atingindo um prazer sexual intenso. Muitos estimulam-se até ao orgasmo através deste jogo.



4) Erotismo, fantasias, jogos, brincadeiras



A leitura, a visualização ou o contar fantasias eróticas com um parceiro sexual pode ser muito excitante. Criar fantasias pode também ser muito excitante. Máscaras e fatos podem reforçar este tipo de jogos sexuais.



5) Brinquedos sexuais



Os brinquedos sexuais incluindo vibradores e "dildos" podem também aumentar o prazer sexual. Usa-se para acariciar, estimular e sondar o corpo. É muito importante manter os brinquedos sexuais limpos - especialmente se são partilhados durante o jogo sexual. Os preservativos podem ser usados para cobrir os brinquedos que são introduzidos no corpo. Use um preservativo limpo para cada parceiro e para cada parte do corpo.Os preservativos são a melhor proteção para gozar uma relação sexual.



MUITAS PESSOAS TÊM SENTIMENTOS CONFUSOS QUANTO AO SEXO



 Quanto mais gostamos de sexo, mais nos sentimos embaraçados. Às vezes não somos capazes de admitir que gostamos. Alguns usam álcool ou outras drogas para ficarem menos conscientes sobre o prazer que nos dá. Mas, as drogas também nos encorajam a correr riscos, que não se correriam não estando sobre o seu efeito. Quanto maior for o uso de drogas quando se tem atividade sexual, maior é a probabilidade de risco.



Existem ainda outros sentimentos que podem igualmente nos encorajar a correr riscos com o sexo: paixão, desejo de arrebatamento, medo de perder o parceiro, desejo de ser atraente, baixa auto-estima, necessidade de ser desejado, vergonha, insegurança, ira e timidez.



Mulheres e homens que estão tranqüilos quanto à sua sexualidade têm maior propensão para o sexo seguro. Se as drogas, a vergonha ou outros sentimentos bloqueiam os seus planos de sexo seguro marque um encontro com um técnico de saúde que o possa aconselhar. Um conselheiro pode ajudar a explorar os sentimentos que o impedem de ter sexo seguro.



Estes aspectos abordados nesse artigo são importantes por permitirem aos jovens que a partir da apreensão destas informações lhes sejam possível obterem conhecimentos tanto relacionados com as diferentes práticas de sexo quanto referentes aos riscos de se infectarem com o HIV e outras ISTs. Destaco que ao serem repassadas informalmente para os jovens estas possibilitam aos profissionais de saúde abordarem as diferentes dificuldades vivenciadas pelos envolvidos no exercício da sexualidade.



Referências



Araújo EC. Adoção de práticas de sexo mais seguro de jovens do sexo masculino [tese]. Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. São Paulo, 2001.



Associação para Planeamento da Família (APF). Sexo melhor e mais seguro: um guia para a sexualidade activa. [site de Internet] Disponível em: http://www.apf.pt/temas/tema_102.htm. Acesso em: 27 julho 2008.



Aids: a única saída é prevenir. [site de Internet] Disponível em: http://www.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=48983. Acesso em: 11 maio 2008.



Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis/AIDS.  Hepatites, AIDS e herpes na prática odontológica. Brasília; 1994.



Paiva V. Em tempos de aids: sexo seguro, prevenção, drogas, adolescentes, mulheres, apoio psicológico aos portadores, viva a vida. São Paulo: Summus; 1992.


(Artigonal SC #616593)

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    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/sexo-melhor-e-mais-seguro-616593.html

    Palavras-chave do artigo:

    sexo

    ,

    prevenção

    ,

    sexo mais seguro

    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    Nesta era de propagação do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (aids), torna-se necessária a elaboração e a implementação de projetos educativos e preventivos relacionados com o exercício da sexualidade de adolescentes dos 10 aos 19 anos nos programas de saúde dos governos federal, estadual e municipal, da sociedade civil e política e, principalmente, da mídia.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Educação > Ensino Superior l 10/22/2008 l Acessos: 503
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    A maioria das 30 doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), provocadas por bactérias, fungos, protozoários e vírus, incluindo a infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) - vírus que causa a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) - é prevenível com o uso correto das camisinhas masculina e feminina.

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    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    Os adolescentes que iniciaram a vida sexual precocemente com práticas insertivas ou receptivas, estão mais expostos aos problemas decorrentes do exercício da sexualidade genital, por se encontrarem em processo de maturação. Na maioria das vezes, observa-se que, estes problemas são evitáveis, desde que sejam adotadas medidas preventivas.

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    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    Há registros na literatura que os primeiros casos de portadores do Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV), os quais foram diagnosticados com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), ocorreram na década final de 1970 em Los Angeles, em cinco indivíduos do sexo masculino com orientação afetiva e sexual homossexual, usuários de drogas injetáveis ilícitas que compartilhavam seringas e agulhas.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Ciências l 04/18/2009 l Acessos: 567
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    A prevenção é uma das estratégias contra as mais de 30 Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) curáveis e não curáveis, inclusive do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) entre indivíduos sexualmente ativos e/ou usuários de drogas injetáveis ilícitas. Este vírus pode levar o indivíduo do estágio agudo da infecção (HIV+) ao estágio final (AIDS) num intervalo que pode variar de seis meses a dez anos, aproximadamente.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Educação > Ensino Superior l 10/22/2008 l Acessos: 701
    mario bezerrada silva

    Profissionais do sexo como um sujeito social, uma cidadã plena.

    Por: mario bezerrada silva l Direito > Doutrina l 11/01/2008 l Acessos: 3,418 l Comentário: 1
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    No Brasil, a gravidez entre os 15 e os 19 anos aumentou em 26% entre 1970 e 1991, contrariando a tendência geral de diminuição das taxas de fecundidade. A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) realizada em 1996 demonstrou que 14% das mulheres nessa faixa etária tinham pelo menos um filho e que as jovens mais pobres apresentavam fecundidade dez vezes maior do que as de melhor nível socioeconômico. Entre 1993 e 1998, observou-se o aumento de 31% no percentual de parto de adolescentes de 1

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    Muito se ouve falar e se ler que o Brasil deve investir pesadamente em educação, que o desenvolvimento de nosso país passa primeiro por ter um povo fortemente educado e muitas outras afirmações do tipo.

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    A Escola Superior de Educação Física de Jundiaí lança dois novos cursos de pós-graduação

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    Gislaine Becker

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    Por: Gislaine Becker l Educação > Ensino Superior l 03/01/2010 l Acessos: 31
    FELLIPE KNOPP

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    As gramáticas textuais surgiram com o intuito de dar significação aos textos redigidos. Assim, estas vêm trabalhar os aspectos de coesão e coerência dos textos.No entanto, com o passar do tempo criou-se um dilema quanto aos aspectos significativos dos textos.Será que seria suficiente somente a gramática que trata da ordenação de palavras e construção de paradigmas no texto? ou será necessário um novo instrumento de análise e construção para a compreensão do “contexto” dos textos?

    Por: Jonas N. Costa l Educação > Ensino Superior l 02/26/2010 l Acessos: 60
    Daniel Caraúna da Motta

    Inteligência emocional e comunicação empática aplicadas como elementos de implementação e aprimoramento do processo de ensino e aprendizagem na gestão democrática participativa no contexto institucional. Emotional intelligence and empathic communication applied as elements of implementation and improvement of the teaching and learning in participatory democratic management in the institutional context.

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    Eric Ricardo Calhau de Castro

    Observa-se numa Instituição de Ensino Superior Particular, diversas “falhas” em todos os segmentos, como por exemplo: desperdício, limpeza, organização, capacitação profissional do corpo administrativo e docente, insatisfação de toda a comunidade acadêmica, processos de informação e comunicação, postura de atendimento e etc. Com a implantação de forma autocrática do Programa 5S majorado em 4 Sensos, é possível elevar o padrão de ensino e prestação de serviços de uma IES.

    Por: Eric Ricardo Calhau de Castro l Educação > Ensino Superior l 02/21/2010 l Acessos: 26
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    Os adolescentes que iniciaram a vida sexual precocemente com práticas insertivas ou receptivas, estão mais expostos aos problemas decorrentes do exercício da sexualidade genital, por se encontrarem em processo de maturação. Na maioria das vezes, observa-se que, estes problemas são evitáveis, desde que sejam adotadas medidas preventivas.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Casa & Família > Adolescentes l 02/16/2010 l Acessos: 27
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    Dentre as várias definições empregadas para definir a homossexualidade, é importante perceber que ela é usada no contexto de uma sociedade que condena o aspecto masculino e feminino que a palavra contém. Assim, há os que aceitam qualquer definição do termo, mas que não podem aplicá-lo a si próprios; há os que escapam à inclusão, mas que são motivados pelo orgulho homossexual e se identificam como heterossexuais.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Casa & Família > Adolescentes l 02/16/2010 l Acessos: 30
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    No Brasil, a gravidez entre os 15 e os 19 anos aumentou em 26% entre 1970 e 1991, contrariando a tendência geral de diminuição das taxas de fecundidade. A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) realizada em 1996 demonstrou que 14% das mulheres nessa faixa etária tinham pelo menos um filho e que as jovens mais pobres apresentavam fecundidade dez vezes maior do que as de melhor nível socioeconômico. Entre 1993 e 1998, observou-se o aumento de 31% no percentual de parto de adolescentes de 1

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Casa & Família > Gravidez l 02/16/2010 l Acessos: 42
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    A gravidez precoce é uma das ocorrências mais preocupantes relacionadas ao exercício da sexualidade da adolescência, que pode se constituir em sérias consequências para a vida dos adolescentes envolvidos, de seus filhos que nascerão e de suas famílias que deverão arcar com todos encargos materiais e afetivos.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Educação > Ensino Superior l 10/16/2009 l Acessos: 934 l Comentário: 1
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    O escopo do presente artigo é informar, na medida do possível, sobre a interrupção do processo gestatório por adolescentes com o emprego do medicamento cytotec®, como um grave problema de saúde pública brasileiro e como o enfermeiro pode contribuir para amenizar tal problema. Foge ao objetivo proposto enfocar os aspectos jurídicos, éticos, morais, as implicações de índole religiosa, a licitude, a conveniência ou mesmo a necessidade da prática do aborto.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Educação l 04/19/2009 l Acessos: 783 l Comentário: 2
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    Há registros na literatura que os primeiros casos de portadores do Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV), os quais foram diagnosticados com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), ocorreram na década final de 1970 em Los Angeles, em cinco indivíduos do sexo masculino com orientação afetiva e sexual homossexual, usuários de drogas injetáveis ilícitas que compartilhavam seringas e agulhas.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Ciências l 04/18/2009 l Acessos: 567
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    As Práticas de Sexo Mais Seguro vão além do uso da camisinha, ao mesmo tempo em que as mesmas não se restringem ao sexo pênis/vagina, pênis/ânus, pênis/boca e suas variantes; inclui tópicos que não são freqüentemente mencionados nas mídias, tais como: higiene, saber o que evitar nas práticas sexuais e tomar as decisões mais acertadas.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Educação > Ensino Superior l 10/25/2008 l Acessos: 3,240
    Ednaldo Cavalcante de Araújo

    A maioria das 30 doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), provocadas por bactérias, fungos, protozoários e vírus, incluindo a infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) - vírus que causa a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) - é prevenível com o uso correto das camisinhas masculina e feminina.

    Por: Ednaldo Cavalcante de Araújo l Educação > Ensino Superior l 10/25/2008 l Acessos: 1,834

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