Artigonal.com - Leia e Publique Artigos
Diretório de Artigos Gratuitos
30.11.2008 Login Cadastro Olá
E-mail:
Senha:
Salve meus dados neste computador 


Supply Chain Management - Customização em Massa

Por: Anderson Baldin Ranking do Autor Bronza | Publicado em: 23-02-2008 | Comentários: 0 | Acessos: 1,424 | Avaliação:  (479) Ranking do Artigo Bronza (?)

1.0 Introdução


À medida que aumenta a demanda por respostas mais rápidas na relação comercial entre clientes e fornecedores, maior é a pressão sobre estes últimos para atender às necessidades de variedade dos clientes num intervalo de tempo cada vez menor. O caminho é desenvolver a flexibilidade nos sistemas de produção e de distribuição. Se fosse possível reduzir a zero todos os tempos de resposta, a flexibilidade total poderia ser atingida a baixo custo. Em outras palavras, os fornecedores poderiam responder a qualquer solicitação que fosse tecnologicamente plausível em qualquer quantidade e estariam aptos à customização em massa.
A customização em massa envolve a entrega de uma grande variedade de produtos ou serviços altamente personalizados, com extrema rapidez e a baixo custo. Dessa forma, os sistemas de customização em massa buscam capturar muitas das vantagens dos sistemas de produção em massa e dos sistemas de produção artesanal oferecendo uma perspectiva diferente para o desenvolvimento de novos modelos de negócio.
O conceito customização em massa é utilizado por empresas que buscam aproximar-se das necessidades cada vez mais específicas de seus clientes, por intermédio de produtos, formas de comunicação e canais de vendas personalizados.
Customização em massa pode ser definida como o processo de fornecer e sustentar lucrativamente os bens e serviços feitos sob medida para os clientes, de acordo com as preferências de cada um deles em relação à forma, o tempo, o lugar e o preço (Gordon,1999,p.249).
Nota-se que para isso, a organização deverá adotar uma gestão flexível. Dependendo do nível de customização que a empresa necessite adotar para atender os clientes alvo, o investimento poderá ser alto para a maioria das empresas. No entanto, todo esse investimento pode valer a pena se as margens de lucro e o tempo de relacionamento forem altos. Porem com a demasiada customização em massa, a empresa pode quebrar ao tentar oferecer ao cliente mais do que ele necessite ou deseje. Além disso, se o concorrente for mais eficiente na apresentação da oferta todo o esforço poderá ser perdido.

2.0 Definição

A Customização em Massa ( CM ) é definida como a “produção em massa” de bens e “serviços” que atendam aos anseios específicos de cada cliente, individualmente, a custos semelhantes aos dos produtos não customizados. Desta forma a Customização em Massa oferece produtos únicos a baixo custo e com prazo de entrega relativamente curto, em um ambiente de produção em massa.
A Customização em Massa pode ser entendida cômo uma evolução natural dos processos de negócios, resultante do aperfeiçoamento dos padrões tradicionais de organização de processos que possibilitou aumentar significativamente a flexibilidade e agilidade da empresa, bem como melhorar seus índices de qualidade, mantendo os custos competitivos.





3.0 Características da Customização em Massa

Na customização em massa, algumas empresas buscam entregar produtos ou serviços por meio de uma dinâmica rede de grupos de trabalho relativamente autônomos. Cada grupo possui uma operação ou uma série de operações específicas pelas quais é responsável. As operações num sistema de customização em massa podem não ser executadas sempre na mesma seqüência, como ocorre nos sistemas típicos de produção em massa. As determinações de quais operações serão necessárias e em que seqüências devem ser executadas depende dos desejos e necessidades dos clientes.
Um dos elementos chave para fazer a customização em massa funcionar segundo Edward Feitzinger e Hau Lee é o adiamento dos produtos e serviços para o último estágio possível na cadeia de suprimentos, para isto acontecer eles citam 03 características organizacionais importantes a serem consideradas;


1- Projetar o produto em módulos independentes, para facilitar a montagem sem aumentar custos.
2- Linha de produção em módulos independentes para serem realocados com facilidade.
3- A cadeia de suprimentos: disponibilizar os produtos básicos de maneira efetiva racionalizando custos. Flexibilidade para atender aos clientes desde o momento do pedido até a entrega do produto personalizado.

4.0 Benefícios

1. Transformar a caracterização final do produto uma linha de acabamento ao término do processo de montagem, limitando ao processo inicial o mais padrão possível.
2. Criar linhas de produção simultâneas para montagens de módulos diferenciados.
3. Facilitação na identificação de problemas na linha de produção.
No entanto, para todo o processo existem certas limitações, bem como, futuras implicações para as empresas que não forem atentas ao seu processo de custeamento de produção. Ou seja, todo aumento de produção por meio de padronização resulta em redução de custos, porém a empresa precisa conhecer seu processo antes de sair padronizando montagens de componentes para não inverter o processo. Dentro deste âmbito alguns setores são essenciais nestas tomadas de decisões:

1- Marketing: determina a dimensão na qual a customização em massa é necessária para atender as necessidades dos clientes.
2- Desenvolvimento de Produto: redesenhar os produtos para permitir sua customização.
3- Produção e Suprimentos: coordenar os suprimentos, redefinir os materiais e situar processos de fabricação.
4- Finanças: deve informar a base de custos e análises financeiras alternativas da customização em massa.

5.0 Capacitações necessárias à customização em massa


Os sistemas de customização em massa devem buscar desenvolver três capacitações: a interação com os clientes, de modo a obter as informações específicas para a personalização dos produtos; a flexibilidade dos processos produtivos, ou a tecnologia de produção, que permite fabricar o produto de acordo com a informação; e a distribuição, no sentido de assegurar a identificação e a rastreabilidade de cada item e de entregar o produto certo ao cliente certo.

1. Interação com os clientes

A interação com os clientes é uma capacitação difícil de ser desenvolvida. Os clientes muitas vezes têm problemas em decidir o que realmente querem e, em seguida, comunicar sua decisão. A interação deve se constituir num meio criativo de guiar os clientes através do processo de identificação exata de suas necessidades e desejos. A dificuldade nessa interação depende do tipo de informação necessária para a customização dos produtos. Por exemplo, para gravar o nome do cliente numa carteira, a única informação de que a empresa precisa é o nome. Um maior nível de personalização, todavia, exige maior volume de informações. Os softwares de configuração ou sistemas configuradores podem desempenhar um papel fundamental na interação com os clientes.

Por exemplo, a empresa norte-americana Shirtcreations (www.shirtcreations.com) disponibiliza em seu site na internet um menu amigável para seus clientes com diferentes opções de tecido, cor, colarinho, bolsos, monogramas e mangas. A partir dessas opções, a empresa é capaz de fornecer blusões sociais totalmente personalizados. Nesse caso, o site também fornece instruções para seus clientes tomarem suas próprias medidas corretamente.

Na Cannondale (www.cannondale.com), fabricante de bicicletas, é disponibilizado um site com um menu amigável para seus clientes com diferentes opções de estilo (montanhismo, passeio e escolar, por exemplo), estrutura, freios, selim, guidão e detalhes de acabamento. A partir dessas informações fornecidas por seus clientes, a empresa é capaz de produzir bicicletas totalmente personalizadas.

Já na empresa norte-americana Digitoe (www.digitoe.com), fabricante de sapatos personalizados, o cliente deve se dirigir à empresa para que as medidas de seus pés possam ser coletadas por um equipamento específico, que não deixa margem a erros.

Um exemplo de reações a protótipos é dado pela construtora brasileira Gafisa (www.gafisa.com.br). Em alguns de seus empreendimentos, os compradores têm a opção de escolher uma entre várias opções de plantas, para um mesmo imóvel, disponibilizadas em seu site. As opções vão desde o acabamento até a própria configuração dos cômodos do imóvel.


2. Flexibilidade do processo produtivo

Alguns processos produtivos são mais flexíveis que outros, no sentido de converter, de modo eficiente e eficaz, informações em produtos personalizados. A flexibilidade na produção passa, necessariamente, por projetos modulares e operações enxutas que permitem a automação do controle dos equipamentos, como, por exemplo, os sistemas CAD/CAM2. No limite, percebe-se que as operações mais flexíveis hoje em dia são aquelas ligadas à informação, o que particularmente explica a explosão da customização em massa nos serviços de informação (p. ex. home banking).



3. Distribuição aos clientes

Após a fabricação do produto personalizado, podem existir operações adicionais de distribuição e transporte. Nelas, deve ser assegurado que alguma informação (pelo menos a identificação do cliente) acompanhe o fluxo de produtos, de modo que o produto certo chegue ao cliente certo. A distribuição direta aos clientes difere substancialmente da distribuição escalonada pelos canais tradicionais, implicando maiores custos unitários e dificuldade em explorar economias de escala no transporte. Evidências ligadas ao comércio eletrônico têm mostrado que “a última milha da distribuição” é um fator crítico para o sucesso e controle dos custos da operação.


No entanto é importante identificar o que e quando customizar no esforço de se obter o melhor valor ao custo mais baixo. A escolha da customização pode recair no design, na embalagem, na entrega, etc. Pode também ser verificada em mais de uma área ao mesmo tempo.
Não existe uma receita mágica que diga qual deve ser o tipo de customização mais adequado para determinado produto, porém podemos classificar 04 tipos: Colaborativa, Cosmética, Adaptativa, e Transparente.

6.0 Os quatro tipos de customização

James H. Gilmore e B. Joseph Pine II demonstram que através dos quatro enfoques básicos da customização citados acima é possível que os produtos venham a suprir as necessidades dos clientes a um preço de custo baixo.
Os quatro enfoques são:

(1) Colaborativa. As empresas que buscam esta abordagem visam articular e identificar as necessidades do consumidor juntamente com este, buscando precisar exatamente seus desejos e exigências. Esta abordagem é mais comumente empregada para o desenvolvimento de produtos cujas características ou complexidades técnicas dificultam que o consumidor articule suas necessidades mais facilmente. Daí o termo colaborativo.

(2) Adaptativa. Esta abordagem visa proporcionar a oferta de produtos que podem ser customizados sem a interferência direta da empresa. Para tal fim, o produto é desenvolvido de forma a possibilitar que o usuário possa ele mesmo escolher e / ou montar variações do produto de acordo com suas necessidades.

(3) Cosmética. A abordagem cosmética tem como objetivo apresentar um produto padrão de forma distinta para diferentes consumidores. Esta categoria corresponde a pequenas alterações no produto, como por exemplo, cor, promoção e apresentação.

(4) Transparente. Nesta abordagem a empresa oferta produtos e / ou serviços individualizados para o consumidor sem que ele saiba explicitamente que eles foram customizados para ele.

A Figura a seguir esboça as quatro abordagens de customização em massa em um quadro. Esta ferramenta torna-se útil para avaliar qual o melhor caminho para customizar um produto ou um serviço.






7.0 Dificuldades na implementação da Customização Massiva

As principais dificuldades para o desenvolvimento da customização massiva são:
· Altos investimentos em sistemas de gestão do relacionamento com clientes;
· Necessidade da apresentação de variedade no “mix” de produtos;
· Elevados investimentos para conquistar a fidelidade do cliente (segundo pesquisas conquistar um cliente custa às empresas dez vezes mais que fidelizar o já existente);
· Criação de serviço sob medida para atender a um contingente massivo.

8.0 Considerações

Com a intensificação da competição no mercado, as empresas têm se esforçado para não só agregar mais valor aos seus produtos e serviços, mas também para desenvolver uma relação duradoura com seus clientes. O paradoxo desafiador para as empresas, contudo, é que os clientes desejam essencialmente bens e serviços personalizados a preços semelhantes aos produzidos em massa.
Para tanto, as empresas que desejam manter-se neste paradoxo mercado serão obrigadas a escolher a melhor maneira de manter e ganhar cada vez mais o gosto dos clientes.
Num mercado que cobra a cada dia, maior agilidade, melhor designe do produto, custo reduzido, qualidade e principalmente melhores relações profissionais com as empresas que os fornece, para tanto as organizações que fazem sucesso internacionalmente são aquelas que conseguem melhorar continuamente seus produtos e processos de produção, agindo de forma rápida. O novo paradigma da competição é baseado na capacidade das empresas de mudar.
O processo de customização da industria, seja qual for sua cadeia de produção, trouxe importantes realizações, mostrando que fica difícil para as empresas criarem e manterem um sistema de customização no seu link de produção caso não haja um profundo conhecimento das suas estruturas de organização atreladas a um bom sistema de informação gerenciável e uma cadeia de distribuição logística tanto interna quanto externamente, que será o elo de ligação com a razão de todas as empresas, o cliente.

9.0 Referências Bibliográficas

BALLOU, R.H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2001.

CORRÊA, Henrique L. & CORRÊA, Carlos A. Administração de Produção e Operações: manufatura e serviços – uma abordagem estratégica. São Paulo: Atlas, 2004.

LAMPEL, J.; Mintzberg, H (1996). Customizing Customization. Sloan Management Review, 38, 1, 21-29.

FEITZINGER, E.; Lee, H (1997). Mass customization at Hewlett-Packard: the power of postponement. Harvard Business Review, (jan/feb), 116-121.

TODAY, Logistics & Supply Chain, ano III – N° 21 – Novembro 2007

ZIPKIN, P. (2001). The limits of mass customization. Sloan Management Review, Cambridge, 42, 3, 81-87

PINE, B. J.; Victor, B.; Boyton, A. C. (1993). Making mass customization work. Harvard Business Review, (sep./oct), 108-116.

www.ppgep.ufsc.br
www.todaylogistics.net

Avalie este artigo: Current: 5 / 5 stars - 7 vote(s).

Fonte Artigos Gratuitos Online - Artigonal.com

Imprima este Artigo Imprimir artigo   Envie o Artigos a um amigo Enviar a um amigo   Publique este Artigo no seu site Publique este Artigo   Mande mensagem ao Autor Mensagem ao autor  
Perfil o autor:
Submeter artigos se tornou um dos meios os mais populares de gerar links de qualidade e tráfego para o seu site. CADASTRE-SE JÁ, É DE GRAÇA!

Comentários

Comente este artigo Comente este artigo
Nome
E-mail:
Comentário
Digite o código de segurança: Captcha


Artigos Relacionados

Supply Chain Management
Por: André Luis Godoy Guimarães | 18/10/2008 | Gestão
O Supply Chain Management (SCM) ou o gerenciamento da cadeia de suprimentos é uma evolução na operação logística, pois a otimização na produção para a redução de custos, em uma cadeia de suprimentos bem estruturada pode reduzir em até 25% os custos de uma organização.

Hamburg Süd Batiza Navio Porta-Contêiner “Rio Negro”
Por: Flávia Gavioli | 03/11/2008 | Gestão
A Hamburg Süd batizou, na quinta-feira (30/10), no estaleiro da Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co. Ltd. (DSME) em Okpo, Coréia, o navio porta-contêiner “Rio Negro”. Seguindo “Rio de La Plata” e “Rio de Janeiro”, a embarcação é a terceira de uma série de seis navios idênticos, cada um com capacidade de 5,9 mil TEUs.

O Sistema Just-In-Time E Milk Run
Por: André Luis Godoy Guimarães | 11/05/2008 | Gestão
As montadoras sempre estiveram á frente em métodos e práticas operacionais e determinando as regras de trabalho para as empresas que queriam prestar serviços para elas.

Tito Global Trade Services Recebe Prêmio Destaque Cadeia Logística
Por: Flávia Gavioli | 06/11/2008 | Gestão
A TITO Global Trade Services, provedora de serviços em logística internacional e comércio exterior, recebeu ontem (05/11), em Campinas (SP), pelo terceiro ano consecutivo, o Prêmio Destaque Cadeia Logística. O título foi entregue à Delphi Automotive Systems do Brasil, que foi considerada a empresa importadora de maior destaque da categoria Segmento Automotivo. Como parceira logística da Delphi, a TITO foi reconhecida como a mais ágil operadora aduaneira do Aeroporto de Viracopos.

Logística !! Será Que É Isso Mesmo ?
Por: Hélio Meirim | 31/05/2008 | Gestão
Procuramos levar o leitor a refletir sobre as principais funções da Logística

Regata A Remo Ciaga Conta Com O Patrocínio Da Aliança Navegação E Logística
Por: Flávia Gavioli | 06/11/2008 | Gestão
A Aliança Navegação e Logística é uma das empresas patrocinadoras da VIII Circuito Poder Marítimo de Remo, organizado pela Sociedade Acadêmica de Marinha Mercante e Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), com coordenação da Comissão de Desportos da Marinha (CDM).

Mobilidade da Informação X Mobilidade na Entrega do Produto
Por: Hélio Meirim | 07/06/2008 | Gestão
Temos acompanhado a evolução rápida da tecnologia no que se refere a mobilidade, ou seja, cada vez mais as empresas buscam agilidade no momentos de dar respostas aos seus clientes e também no momento de obter informações de seus concorrentes.

Hamburg Süd E Aliança Patrocinam Esportista De Triathlon
Por: Flávia Gavioli | 07/11/2008 | Gestão
A Hamburg Süd e Aliança Navegação e Logística são os novos patrocinadores do triatleta Carlos Eduardo Pereira Rodrigues, conhecido como Caê, consagrado atleta da categoria, sendo bicampeão do Troféu Brasil de Triathlon e do Triathlon Internacional de Santos, e tricampeão da Maratona 14 Bis.

Últimos Ensino Superior artigos

Fraude Acadêmica
Por: Públio Athayde | 25/11/2008
Temos que conviver que uma universidade que aceita a fraude em todos os seus aspectos nefastos?

Manual Para Redação Acadêmica
Por: Públio Athayde | 21/11/2008
Este artigo apresenta o meu Manual para Redação Acadêmica, cujo objetivo é subsidiar a produção de textos científicos, fornecendo elementos para que os aspectos lingüísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Espera-se que aqui se encontrem algumas indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados.

O Ensino De História E Suas Contribuições
Por: Rafael Francisco Bensi | 19/11/2008
O presente artigo tem como objetivo levantar questões acerca do Ensino de História na formação dos alunos e alunas do Brasil tendo em vista a criação dos novos Parâmetros Curriculares Nacionais após a inserção do país no chamado neoliberalismo, além de analisar as condições encontradas para a execução desse ensino em vários aspectos da sociedade, tendo como pano de fundo a questão da cultura de massas no Brasil.

Defendendo O Texto
Por: Públio Athayde | 18/11/2008
No momento da defesa da tese ou da dissertação, o autor precisa estar tranqüilo quanto aos aspectos externos ao conteúdo do trabalho, texto, formatação e composição. Para isso existem os revisores acadêmicos.

Trabalho Acadêmico
Por: Públio Athayde | 18/11/2008
Trabalho acadêmico é o texto resultado de algum dos diversos processos ligados à produção e transmissão de conhecimento executados no âmbito das instituições ensino, pesquisa e extensão, formalmente reconhecidas para o exercício dessas atividades.

O (Des)Compromisso Dos Orientadores
Por: Públio Athayde | 18/11/2008
A fraude acadêmica grassa por todas as instituições de ensino superior. Tamanha afronta ao saber só pode se dar pela cumplicidade ou omissão culposa dos orientadores.

O Perfil Do Contabilista Que Deseja Ingressar Num Órgão Público Federal
Por: Lilian Aparecida Aranha da Silva e Nathalia Menezes dos Santos | 06/11/2008
O artigo “O Perfil do profissional Contabilista que deseja ingressar num órgão público federal”, é dedicado àquele profissional atuante na área contábil e que tem vontade de prestar concursos públicos. Este foi realizado na tentativa de auxiliar o candidato a estudar as matérias necessárias, mostrando que essas foram ensinadas na universidade com uma ênfase de 80% do que os concursos exigem, apresentando ao interessado qual seu mercado no âmbito público, podendo trabalhar na empresa, com indepen

Diferentes Espaçamentos E Níveis De Nitrogênio Sobre A Germinação De Milho Pipoca
Por: Ana Débora Mascarenhas | 05/11/2008
O presente trabalho foi realizado com o objetivo de verificar a influencia de diferentes espaçamentos e crescente nível de adubação nitrogenada na qualidade de germinação e no índice de velocidade de germinação do milho pipoca. A metodologia utilizada seguiu as normas das regras para Analises de Sementes, foram feitos o teste padrão de germinação e índice de velocidade de germinação. Os resultados obtidos mostraram que o espaçamento adensado implica em sementes com maior poder de germinação que as sementes geradas em espaçamentos maiores. A adubação nitrogenada também apresenta influencia significativa com relação a germinação das sementes de milho pipoca. Conclui-se que os dados obtidos confirmam os diversos estudos realizados por pesquisadores sobre a adubação e o espaçamento e sua influencia sobre o poder germinativo das sementes de milho.

Categorias do Artigo





Webmasters

Leitor de RSS
RSS
Links

Business Info

Anunciar