Uma Leitura da Linguagem Semiológica do Vídeo As Brasileiras

Publicado em: 11/06/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 113 |

UMA LEITURA DA LINGUAGEM SEMIOLÓGICA DO VÍDEO AS BRASILEIRAS

por Bruno Gomes Pereira*

RESUMO

Esta pesquisa corresponde às possibilidades de leitura semiológica acerca do vídeo As Brasileiras, seriado semanal exibido pela Rede Globo de Televisão. Considerou-se enquanto espinha dorsal da argumentação o percurso gerativo de sentido, oferecido pela análise semiológica, bem como as diretrizes de leitura subjetiva, propostas pelos estudos contemporâneos da linguagem. Como diagnóstico, há a exemplificação reconstrutiva do estereótipo da mulher brasileira em sua dimensão predominantemente física, sendo possível detectar essa ideia devido ao explícito culto ao corpo feminino, suas formas e nuances. Diante disso, mantém uma relação de sentido entre signos semióticos que vão desde a própria construção do logotipo da atração global às cores do cenário e ao semblante das artistas que se movimentam em cena.

Palavras-chave: As Brasileiras. Análise Semiológica. Culto ao corpo feminino.

ABSTRACT

This research corresponds to the possibilities of semiological reading about the video The Brazilian, a weekly show aired by Globo TV. It was considered as the backbone of the argument the way generative of meaning offered by semiological analysis, and subjective reading of the guidelines proposed by contemporary studies of language. As a diagnosis, there is the exemplification of the reconstructive Brazilian stereotype of women in predominantly physical dimension, and can detect this idea due to the explicit worship of the female body, its forms and nuances. Thus, a relationship of meaning between semiotic signs ranging from the very construction of the global appeal of the logo to the colors of the scenery and the countenances of the performers that move on the scene.

Keywords: The Brazilian. Semiological analysis. Worship the female body.

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1 INTRODUÇÃO

Em uma época em que as diretrizes dos estudos acadêmicos movimentam pesquisas sobre os diferentes níveis de letramento faz-se necessária uma análise semiológica detalhada a respeito da construção ideológica presente em textos cotidianos.

Dessa forma, a leitura, compreensão e interpretação do vídeo intitulado As Brasileiras, da abertura do seriado global homônimo, apresenta-se enquanto fator pertinente, visto que ilustra um gênero textual de grande apelo popular.

A atribuição de sentido ao texto visual ora referido esbarra na construção da feminilidade fatal e na reconstrução da mulher sensual no cenário brasileiro, responsável por povoar o imaginário nacional.

Os princípios da semiótica e seu percurso gerativo de sentido são teorias norteadoras para o desenvolvimento deste artigo, somada às diretrizes contemporâneas de linguagens e suas possibilidades de leitura.

2 SOBRE A LINGUAGEM

No que cerca as concepções mais universais a respeito de linguagem, considera-se o postulado saussuriano o mais recorrente, mesmo apresentando características mais abrangentes. A partir das diretrizes da Linguística Moderna, com o Curso de Linguística Geral de Saussure, a linguagem ganha caráter científico, passando a ser concebida de forma concatenada ao estudo de outras ciências.

A respeito disso, o Pai da Linguística (1995) propõe que "a linguagem tem um lado individual e um lado social, sendo impossível conceber um sem o outro" (p. 16). Essa afirmação recai na ideia de sociedade difundida pelo uso da linguagem, sendo a linguagem, portanto, elemento propulsor para a existência social.

Entretanto, as teorias saussurianas não respondem com exatidão as perspectivas mais contemporâneas a respeito da funcionalidade da linguagem, embora tenha diretamente influenciado os estudos atuais.

Nesse sentido, é pertinente suscitar o pensamento petterniano alicerçado nas teorias de Saussure, porém envolto às singularidades dos estudos contemporâneos, oriundas das percepções mais convergentes às inquietudes da linguística pós século XX.

Conforme Petter (2011):

a linguagem envolve uma complexidade e uma diversidade de problemas que suscitam a análise de outras ciências, como a Psicologia, a Antropologia, etc., além da investigação linguística, não se prestando, portanto, para objeto de estudo dessa ciência (p. 14).

O pensamento de Petter ilustra com exatidão a base de pensamento da Linguística Aplicada, desvendando suas nuances e complexidades. Infere-se dessa maneira devido à ideia de Transdisciplinaridade que recai sobre um estudo sistemático da linguagem, ou seja, tornam-se inviáveis quaisquer pretensões de se conceber a linguagem em uma perspectiva puramente unilateral, tendo em vista que se trata de um fator orgânico, portanto objeto de interesse às plurais linhas de pesquisa.

Em um pensamento linguisticamente pragmático, Hanks entende que a linguagem atrela-se em tudo ao meio em que opera, denotando sentido, comunicação e desenvolvimento à esfera da situcionalidade.

Afirma-se que:

para entender a linguagem de Bourdieu, devemos situá-la no universo conceitual da teoria da prática, incluindo as análises empíricas por meio das quais a teoria se desenvolveu a para as quais é adaptada (GOODMAN apud HANKS, 2008, p. 34)

Hanks recorre aos estudos de Bourdieu para reforçar a ideia de linguagem enquanto fator prático, sendo, por sua vez, contemplado enquanto objeto social, não no sentido somente de articulação social, mas também no que tange ao fato da fabricação da sociedade por intermédio da linguagem.

3 O PAPEL DA LEITURA NA CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS

Tratar a leitura puramente enquanto um processo de decodificação é percebê-la de maneira errônea, obsoleta e grotesca, ao passo que se a dissocia das capacidades de letramento do sujeito leitor.

Muitos são os estudos atuais que contemplam essa temática pelo viés das concepções de letramento topicalizadas pelo entendimento da Linguística Aplicada. Deve-se considerar nessa instância a capacidade que a pessoa apresenta de inferir sentidos a partir do contato momentâneo com uma manifestação linguística. Esse raciocínio problematiza a questão relacional triádica texto-leitor-contexto, visto que a leitura dependerá não somente dos fatores contidos no próprio sujeito-leitor, mas também no meio cultural, social e intelectual ao qual pertence.

Orlandi (2000) propõe um panorama interdependente ao afirmar que "as discussões a respeito da leitura, enquanto proposta para considera-la na medida discursiva, têm objetivos internos e externos" (p. 58).

Para Orlandi, é inaceitável, do ponto de vista discursivo, que a leitura seja tratada como algo piamente decodificador. A leitura é, antes de mais nada, uma medida de atribuição semântica conferida após o cor relacionamento texto-leitor-contexto. Isso significa afirmar que a leitura alicerça-se no ato de interpretar o meio em que se está inserido.

Os fatores externos de leitura mantém uma relação indissociável aos fatores internos, costurando assim a anatomia construtiva do processo dialógico, por meio da leitura. A convergência das teorias pragmáticas na construção e evolução do processo de leitura discursiva compreende com veemência as especificidades da situação comunicativa, bem como da esfera ou meio cultural e de instrução acadêmica de seu leitor, sendo, dessa maneira, elementos norteadores de quaisquer processos de compreensão e interpretação de textos díspares.

Ainda de acordo com as concepções de Orlandi (2000):

O sujeito do discurso é constituído pela interpelação ideológica e representa uma forma sujeito historicamente determinada. Essa forma sujeito, portanto, pode ser diferente nos diferentes momentos históricos. A forma sujeito constituída pelas relações de uma formação social como a nossa é de um sujeito ao qual se atribui autonomia, ao mesmo tempo em que se considera que ele é determinado pela sua relação com a exterioridade (p. 62)

As sensações que permeiam o sujeito-leitor para a efetivação do processo de leitura são, conforme Orlandi, subjetivas. Entende-se que o ser encarregado à execução da leitura seja também uma manifestação ideológica, partindo da premissa de que vive e se relaciona em sociedade, o que oferta a capacidade de inferir conceitos próprios a respeito daquilo que se mantém contato.

Dessa forma, converge-se como fatores contribuintes na construção de sentido de um texto, o processo de leitura atrelado aos princípios sócio históricos, situacionais e de letramento do próprio leitor.

Julga-se de extrema relevância o caráter plural de atribuição de sentido de textos diversos, visto que a construção semântica decorrente do processo de leitura serve como diagnóstico da visão de mundo do leitor, a qual se manifesta criticamente ou não, face às singularidades linguístico-textuais apresentadas, externando a concepção de mundo que o cerca.

4 A SEMIÓTICA EM AS BRASILEIRAS: O PROCESSO GERATIVO DE  SENTIDO

Analisar semiologicamente um vídeo é procurar entender como se transfiguram as ideologias que se conectam, compreendendo a maneira com a qual a construção semântica se dá, na medida em que se desfruta da leitura analítica das conjunções entre múltiplos signos semióticos, os quais trazem uma bagagem puramente intencional, dando margem, assim, às possibilidades de leitura em diferentes níveis.

No caso ora referido, tomar-se-á enquanto objeto de análise o vídeo clip intitulado As Brasileiras, responsável pela abertura do programa homônimo.

As Brasileiras é uma série produzida e exibida pela Rede Globo de Televisão às quintas-feiras na faixa horária das 23horas. A intenção é retratar, de forma bem humorada, situações vividas por mulheres brasileiras, as quais se mostram cada vez mais multifacetadas. A atração global conta com 22 episódios dramaturgicamente independentes, que procuram narrar histórias cotidianas de mulheres das diferentes regiões do país.

Com criação e direção de núcleo de Daniel Filho, As Brasileiras conta com grandes nomes da teledramaturgia e da música nacionais nos papeis de maior destaque.  A série tem apresentado desempenho significativo à emissora carioca, ganhando grande repercussão no meio artístico e publicitário.

4.1 NÍVEL FUNDAMENTAL

Na análise semiótica, o Nível Fundamental comporta o mais simples processo de leitura, sendo responsável por uma familiarização texto-leitor. Para Fiorin (2011) "a semântica do Nível Fundamental abriga as categorias que estão na base da construção de um texto" (p.21). Nesse sentido, a própria nomenclatura deste nível mostra-se condizente à sua prática, partindo do pressuposto de que é, de fato, a atribuição semântica mais elementar a um processo de leitura.

É perceptível que o vídeo ora referido apresenta mulheres bonitas como centralidade, com belezas singulares, que se movimentam sinuosamente e, com sorrisos cativantes nos lábios, se comunicam simultaneamente.

Com movimentos explicitamente não sincronizados, as mulheres do texto parecem estar à vontade, e com idas e vindas protagonizam uma espécie de desfile, responsável por mostrar as qualidades estéticas que contemplam. Com isso, são vistas como se estivessem expostas em uma vitrine, cada uma representando um produto de uma dada região a qual representa.

Para Fiorin (2011) "a semântica e a sintaxe do Nível Fundamental representam a instância inicial do percurso gerativo de sentido e procuram explicar os níveis mais abstratos da produção, do funcionamento e da interpretação do discurso" (p. 24).

O pensamento de Fiorin induz a reflexão fundamental do vídeo em analogia à música de fundo. O refrão "Bela, bela, bela" contribui na ideia de mulheres bonitas, e o verso "Ela anda na rua como quem passa na passarela" ajuda na movimentação da cena, que se desenvolve com leveza e, ao mesmo tempo, cumplicidade entre as protagonistas.

4.2 NÍVEL NARRATIVO

O Nível Narrativo é responsável por uma leitura intermediária entre o explícito e o implícito, ou seja, serve como um elemento de coesão entre a superfície do texto e o universo textual. A priori, é válido considerar o seguinte excerto:

A primeira objeção que se poderia fazer, quando se diz que um dos níveis do percurso gerativo é o narrativo, é que nem todos os textos são narrativos. Na realidade, é preciso fazer uma distinção entre narratividade e narração. Aquela é componente de todos os textos, enquanto esta concerne a uma determinada classe de textos (FIORIN, 2011, p. 27)

Fiorin discute a respeito no Nível Narrativo enquanto uma espécie de medidor da narratividade que não necessariamente compete à classificação de textos narrativos, mas sim como se dá a construção semântico-estilística dos textos em geral, o que colabora na estrutura discursiva da leitura.

No que compete ao desempenho do vídeo posto em análise, destaca-se a narratividade construtiva da movimentação do vídeo que se configura de forma ímpar em uma perspectiva convergente com a trilha sonora.

A musicalidade da canção propõe uma leveza à construção textual. Os movimentos das protagonistas mostradas no vídeo funcionam como uma espécie de coreografia, o que exemplifica a sinuosidade feminina, a qual, independentemente da região que representa, mostra-se incansavelmente sensual.

Os movimentos desordenados das mulheres no vídeo (diz-se que são desordenados, porque não se percebe uma simultaneidade organizada de passos) são pontos chaves do verso musical "Seu corpo provoca engarrafamento", o que realça a ideia de desordem, partindo do pressuposto de que a palavra "engarrafamento" traz consigo um teor lexical de movimentação desordenada, transtorno. Tal sensação somada à percepção de movimentos dissociados das brasileiras no vídeo remete o leitor a uma interpretação voltada ao poder de sedução da mulher nacional, tratada como ser dotada de um demasiado sexy appeal.

4.3 NÍVEL DISCURSIVO

O Nível Discursivo compete a um grau mais elevado de leitura, processo este responsável pela atribuição semântica propriamente dita, o que diagnostica com precisão o grau de letramento do leitor, uma vez que denuncia a percepção intelectual e exterior do sujeito.

A princípio faz-se necessário sintetizar que o vídeo apresentado discorre sobre os métodos de explicitação da mulher enquanto ser altamente sensual, capaz de ludibriar ou impor suas vontades graças a seus atributos físicos.

Considera-se como fator elementar de análise o culto ao físico retratado no dorso do vídeo. No início do texto é possível notar traços indefinidos que, por meio de um movimento abstrato, desenha com longevidade a silhueta feminina. É possível relacionar e intertextualizar tais silhuetas sugeridas ao corpo propriamente dito das protagonistas que, posteriormente, irão movimentar o vídeo.

Em uma observação feita ao próprio logotipo da atração global, a gravura de um violão exemplifica o estereótipo frasal responsável por, em um processo de analogia, relacionar este instrumento musical às curvas do corpo feminino, tipicamente atribuídas às mulheres brasileiras.

Outro ponto relevante para semiologia desse vídeo é o fundo branco do espaço onde as atrizes desfilam parecendo estar sensualmente satisfeitas.  A cor branca apresenta-se enquanto um signo antitético no que se refere ao semblante das protagonistas.

Sobre o princípio da paradoxialidade, Fiorin (2011) argumenta que:

Os termos opostos de uma categoria semântica contêm entre si uma relação de contrariedade. São contrários os termos que estão em relação de pressuposição recíproca. (. . .) Cada um dos contraditórios implica o termo contrário daquele de que é contraditório (p. 22)

Em suma, a contrariedade encontrada no vídeo As Brasileiras, na perspectiva acima descrita, deve ser adotada enquanto um princípio estilístico-pragmático, posto que se mostra intencionalmente, portanto, como elemento propulsor para atribuição semântica dentre as sucessivas construções do texto.

Nesse sentido, em As Brasileiras, o fundo branco, que semiologicamente está relacionado ao princípio de ingenuidade e pureza, opera em contraposição à construção da uma personificação feminina carregada de sensualidade. Essa discrepância se configura linguisticamente em comparação ao semblante indefinido das mulheres mostradas. Diz-se um semblante indefinido, pois não se diagnostica com precisão a intencionalidade da mulher, no vídeo e nesta análise tratada como uma personagem, a qual, devido a esse paradoxo, mostra-se como uma espécie de enigma.

Em suma, vê-se a reconstrução ideológica da mulher brasileira enquanto um ser dotado por uma beleza demasiadamente provocante, capaz de oscilar entre o ingênuo e o sensual, entre o puro e o profano.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Não restam dúvidas de que a mulher brasileira é dona de uma das belezas mais exuberantes do mundo. Tomando essa afirmação enquanto argumento norteador, a análise do vídeo As Brasileiras apresenta-se como pertinente, uma vez que se analisou a reconstrução ideológica da mulher enquanto ser manipulador e sensual, pensamento este que povoa o imaginário de milhões de brasileiros.

Nesse caso, é necessário entender que o processo de leitura depende da perspectiva do leitor face ao objeto lido, isto é, a atribuição de sentido oferecida a quaisquer textos deve perpassar pela esfera da intencionalidade e da situcionalidade, o que culmina em leituras diferenciadas.

Em outras palavras, deve-se relacionar os argumentos expostos a respeito do vídeo em questão à ideia de subjetividade, tendo este texto, portanto, princípios plurissignificativos e ideologicamente interpretativos.

REFERÊNCIAS

FIORIN, José Luiz. Elementos de Análise do Discurso. 15ª ed. – São Paulo: Contexto, 2011.

HANKS, William F. Língua como Prática Social: Das relações entre língua, cultura e sociedade a partir de Bourdieu e Bakhtin. – São Paulo: Cortez, 2008.

http://www.youtube.com/watch?v=aKpo2dbuBK4, acessado em 10-06-2012, às 14h54min.

ORLANDI, Eni Pulcinelli. O Inteligível, o Interpretável e o Compreensível. IN.: ZILBERMAN, Regina; SILVA, Ezequiel Theodoro da. Leitura: Perspectivas Interdisciplinares. 5ª ed. – São Paulo: Ática, 2000.

PETTER, Margarida. Linguagem, Língua, Linguística. IN.: FIORIN, José Luiz (org). Introdução à Linguística. 6ª ed. – São Paulo: Contexto: 2011.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. – São Paulo: Cultrix, 1995.

________________________________________________

* Graduado em Licenciatura Plena em Letras – Língua Portuguesa pela Universidade Estadual do  Pará (UEPA). Especialista em Linguística Aplicada pela Faculdade de Tecnologia Antônio Propício Aguiar Franco (FAPAF). Atualmente é professor de Linguística da Universidade do Estado do Pará (UEPA), núcleo de Conceição do Araguaia.

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    palavras chave as brasileiras analise semiologica culto ao corpo feminino

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