O atletismo e as suas modalidades

Publicado em: 06/10/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 3,872 |

Salto em Altura

Segundo autor Fernandes (1978) o salto em altura, teve uma evolução partir de 1895, surgindo à primeira técnica que era conhecida como leste, que tinha levado o nome pôr Ter surgido da região leste do Estado Unidos, descoberto pelo atleta Michael Sweeney. Fernandes (1978) cita que essa técnica era parecida com a da tesoura, sendo diferenciada pela corrida que era feita de forma de frente. Teixeira (1999) explica que o estilo tesoura é a técnica mais simples de ser fazer para passar sobre o sarrafo, e que não é trabalhado e nem exigem grandes alturas. Também nos Estados Unidos em 1917 surgiu o salto praticado pôr Larson, depois veio o estilo de George Home, passando pôr vários atletas sendo sempre havendo quebra de recordes, que era trabalhado em cima de evoluções tendo a progressão dos estudos e treinamento de novas técnicas, e através dos estudos e treinamento continuaram aparecendo resultado como a de 1959, com o soviético Valery Brumel que estabeleceu o novo recorde, com a marca de 2,28m, executando a nova técnica de rolo ventral. Para Teixeira (1999) a técnica do rolo ventral tem grande vantagem em comparação ao estilo tesoura, é que no estilo rolo ventral o atleta pode transpor em alturas maiores, através da exploração da nova técnica.

Fernandes (1978) cita que atualmente são duas técnicas que dominam o salto em altura, que é o rolo ventral e o fosbury, que nada menos que o salto de costas. O autor cita que uns dos fatores básicos de ter uma técnica correta sobre o aluno, são não ser considerar e muito menos comparar o homem como apenas entidade física ou mecânica, tendo a exploração através uma concentração mental antes e principalmente no momento em que seu corpo começa a se movimentar para há executarão do salto, a onde que pode estar o salto o salto perfeito.

O salto em altura ele é dividido em cinco fases, sendo que primeiro vem há corrida de impulso, que segundo Fernandes (1978) a corrida é considerada há mais importante, que alem de seus componentes como força para saltar, que é transmitido através da velocidade e massa, tem como foco principal a concentração mental. Teixeira (1999) devendo haver a sincronização da velocidade, o ritmo e a coordenação. Silva (2000) cita que a corrida é executada num espaço de dezesseis a dezenove metros, tendo o objetivo há alcançar 100% de acordo com a altura. O mesmo cita que no ultimo passo o atleta devera estar preparado para inicia a técnica que lhe foi ensinada, e no qual ele se identifica. Teixeira (1999) tendo como a entrada firme o apoio do calcanhar. Já Fernandes (1978) quanto mais perto da linha do sarrafo, mais difícil vai ficar de executar o movimento de impulsão, adquirindo assim o movimento maior sobre o sarrafo, ficando assim a critério dos professores de ensinar e educar na parte da concentração, e trabalhar a corrida como todo em um ângulo de 45 graus, para que no futuro o saltador conheça o seu impulso ideal através dos ângulos simplesmente tendo a conciliação entre corrida e a meditação. O professor nunca deve agir de forma precipitado, em relação de ensinar as passadas, porque segundo Silva (2000) o mais importante não é o numero de passada que o aluno deve fazer e si a velocidade, tendo a prioridade sobre ação do impulso, e a força sobre o salto. A força e o salto são uns pontos de grande importância que o professor deve estar sempre explorando, e treinando sempre de acordo com o desenvolvimento da criança através de novas técnicas, que inclusive teve atitudes especiais através de Brumel que o fazia praticando o salto em que tocava o pé no aro de uma cesta de basquetebol, Fernandes (1978).

Fernandes, (1978) ensina que as últimas passadas da corrida devem ser suave e rápido, ficando a forma do professor entender que trabalhe sempre com corridas progressivas para que o aluno crie o habito de estar executando quando for fazer tendo o procedimento continuado o aluno na ultima passada dará o impulso fazendo uma ligeira inclinação do corpo para trás, que em seguida devera elevar as pernas e quadris, para que haja um resultado melhor, é recomendado que os professores ensinem alongamentos e técnicas sobre o colchão, para que a criança familiariza na hora do salto sobre o sarrafo, Silva (2000), cita que através das técnicas e alongamento os saltadores têm realizado melhores a transposição do sarrafo, e principalmente ao cair no colchão de cabeça o qual é muito importante para não prejudicar a coluna, levando à conscientização do professor dando prioridade a segurança.

 

 Salto com Vara

O salto com vara já exigem uma segurança maior, pôr se tratar de altura maior, não é atoa que maioria dos atletas que compete nessa modalidade, tiveram vivência entre ginástica olímpica e acrobacia e também é uma modalidade do atletismo que requer um investimento a mais e caro, é citado pôr Fernandes (1978) devido aos equipamentos como vara de fibra de vidro, e que através dessa tecnologia, vem sendo quebrados recordes e recordes nesta modalidade pôr possuir uma melhora sobre a resistência de envergadura. O salto com vara é a prova mais complicada do atletismo em relação à técnica, pôr o problema estar em conseguir conciliar entre a máxima velocidade na corrida com a da subida, pôr envolver e trabalhar a velocidade horizontal em impulso vertical até onde seja possível, para que haja lançamento através da força sem perder o ritmo e mantendo a unidade de ação que na qual levara a passar sobre o sarrafo.

Segundo Fernandes (1978) o salto com vara estar dividido em corrida de impulso, encaixe, elevação, oscilação, impulso ascendente, volta ou giro, impulso final, passagem sobre o sarrafo e a queda. O mesmo explica que para o atleta poder executar essas técnicas, devem Ter o principal o trabalho de equilíbrio sobre o seu corpo e força, conciliando a uma ótima corrida de impulso, ele tem que realizar passadas rápidas e progressivas para poder acumular velocidade para impulsão. Ao chegar as três ultimas passadas, o atleta devera olhar para a caixa de saltos, e em seguida fará o ritual de lançar a vara com a mão que é o encaixe sobre a caixa de saltos, os braços deveram estar flexionados, tendo o momento certo de transferir tudo para a vara. É importante que o professor saiba ensinar ao aluno a identificar nesta hora se o salto vai ser bom ou não. No momento inicial da elevação dos braços que ainda devera estar semiflexionado, o peso e a força do corpo devem ser passados para a vara, ao receber o nome técnico chamado oscilação significa que estar pronto a ser impulsionado para cima, tendo o apoio do peso do corpo para gerar maior ganho de força.

O saltador deve sempre manter olhar fixo para frente e o principal manter o peito atrás da vara, para que haja uma boa subida. Fernandes (1978) cita que na hora da subida a perna direita eleva-se tendo uma pequena flexão, os ombros ficam em uma posição de rolamento sobre a vara, dando nome técnico impulso ascendente. Se o atleta executou de forma certa terá então o giro, o acompanhamento do pé fará com que as outras partes do corpo também giram, dando o direito no final de possui duas formas de soltar a vara; a primeira que serve para iniciante e que não tem o domínio da técnica que é simplesmente soltar as duas mãos simultaneamente, e a Segunda que é para quem tem muito domínio sobre o salto, que é solto primeiro a mão de baixo e em seguida a de cima, tendo o trabalho final sobre a segurança de possuir uma boa aterrissagem que dependera também dos aspectos de equilíbrio e a coordenação no ar.

 

 

  Salto em distância

O salto em distancia é uma modalidade, que segundo Teixeira (1999) é uns dos movimentos mais simples e naturais tanto no atletismo como na sobrevivência.  Fernandes (1978) já no meio do atletismo, para que o atleta se destacar na modalidade de salto em distancia, ele precisa Ter os requisitos básicos sobre impulsão, técnica, e principalmente, Ter velocidade na hora do salto. Alem disto como em todas as modalidades do atletismo, o atleta tem que ser dedicar muito para possui bons resultados, porque o atletismo não se consegue resultado da noite para o dia, e si de meses a anos sobre treinamento e técnicas. Teixeira (1999) prossegue dizendo que há uma exigência muito grande pôr parte do atleta sobre a concentração, fazendo com que o atleta visualize mentalmente toda a execução do salto, voltando à importância do professor em trabalhar sobre métodos de metalização.

O salto em distancia é composto e dividido em fazes, que na qual é, corrida de impulso, impulsão, fase aérea e queda. É citado pôr Fernandes (1978) que a corrida pode ser longa, para que o saltador tenha uma velocidade ideal e que tenha trabalhado a memorização, para que lá na frente ao tocar na tábua, tenha o ganha mento de altura, que consequentemente estará adquirindo a impulsão. Com ajuda da impulsão, o atleta passa a ganhar a altura, e depois de Ter realizado todos os movimentos e ações o atleta prepara-se para a queda. Teixeira (1999) ressalta que se o atleta tomar iniciativa desesperada de pisar ou adquirir o impulso sobre a frente da tábua, ele estará queimando o seu salto.

Para Fernandes (1978) o salto em distancia possuem dois modos de estilos de salto, que é caracterizado de acordo com o potencial e o biótipo, dividido então em elevação, que é o estilo que no qual o atleta trabalha as passadas no ar, sabendo que para o atleta executar esse movimento tem que Ter grande domínio da técnica e principalmente da força e flexibilidade, e flutuação que é com ambas as pernas, que são lançadas para frente com grande força, é trabalhado mais pôr atleta iniciante que simplesmente executa através da facilidade. Fernandes (1978) comenta que na queda o professor devera prestar atenção, fazendo o maior possível com que o saltador não encoste o glúteo na areia, dando preferência à cambalhota para frente.

 

  Salto triplo

O salto triplo é uma das modalidades que mais trouxe medalhas em olimpíadas para o Brasil, tendo grandes nomes como Ademar Ferreira da Silva, Nelson Prudêncio, João Carlos de Oliveira e Jardel Gregório. Fernandes (1978) cita que é uma modalidade que exigem do atleta uma combinação da velocidade, agilidade e flexibilidade, tendo a principal biomecânica do salto, relacionada com um, dois e três. O salto triplo está dividido em três fases tido que uma depende da outra, lembrando que nada vale, se o atleta deixar de executar corrida de impulso, primeiro salto (hop), segundo salto (step) e o terceiro salto (jump) Fernandes (1978).

Segundo Fernandes (1978) a corrida de impulso é idêntica e a mesma corrida utilizada em salto em distancia. O autor argumenta que os professores devem treinar os alunos a usarem as marcas no chão, tendo também a trabalhar o relaxamento nas ultimas passadas, para que na hora da primeira impulsão tenha a reserva de energia. Porque com a perna forte, o movimento de tesoura devera se executado e caiara no mesmo pé flexionado para frente, para em seguida haja o impulso para o segundo salto, que exigira uma grande passada que devera ser realizada no ar, tendo seguida à queda de outra perna, aumentando a impulsão. Isso faz com que a perna livre seja lançada para frente, para que a queda seja o mais longe possível, na caixa de areia.

Arremesso de dardo

O arremesso do dardo foi liderado pôr Finlândia e Suécia durante nove olimpíadas de1908 a1952. É citado pôr Fernandes (1978) que neste país a pratica do arremesso do dardo é muito popular, como se fosse no Brasil o futebol, e que a educação é feita desde pequenos, através das crianças, tendo o habito para que no futuro, se forem egressas no dardo tenha grandes resultados. Chegaram adotar um estilo próprio que são as passadas cruzadas, que surgiu em 1920.

Já no estilo norte americano que é com o salto é o mais fácil de aprender, e de ser alcançar maiores distancias em menos tempo em comparação ao da Finlândia. . Segundo Fernandes (1978) cita que para manusear o dardo, e para a sua execução, os dedos da mão e punho deveram esta sobre a empunha dura ficando bem firme, fazendo com que o praticante se cita bem, dando-lhe o direito de escolher uma posição que permita uma concentração para lançar o dardo. Já nos métodos, finlandês que consiste nos dedos polegar e médio que é colocado na empunha dura, e o dedo indicador que fica estendido na parte de trás do dardo. Ao lançar o atleta executa a corrida que é conduzindo o dardo sobre o ombro e se preparando se vai executar o método finlandês ou americano. Os professores devem ensinar os atletas a fazerem à contagem das passadas e a troca de perna, para que no final do arremesso não venha a queimar sobre a linha demarcatória, Fernandes (1978).

 Arremesso de peso

No arremesso de peso é citado pôr Fernandes (1978) foi uma modalidade que em 1896-1910 tivemos pouca atenção voltado dos atletas e treinadores, ficando a dedicação abaixo da media, só em1940 a1950 que começaram aparecer métodos novos, tendo o destaque ao Jack Torrance, que se destacou e diferenciou muito através de sua rapidez e coordenação, depois apareceu Jim Fuchs, que alem de quebrar o recorde mundial, acabou inventando uma nova técnica, que na qual iniciava o arremesso em posição lateral, terminando com as costas voltadas para a direção do lançamento, através desta técnica o atleta Parry O´Brien, soube aproveitar que o corpo poderia iniciar na posição de costa, fazendo  assim com que o peso percorresse uma distancia maior dentro do círculo, dando assim a possibilidade de ter resultado em maiores distancia. É caracterizado pôr Leonard (1999) que o arremesso de peso oferece ao atleta a desafiar os princípios da gravidade entre massa e o impulso. Fernandes (1978) cita que a técnica seria apóia o peso sobre a mão, tendo o seu maior apoio os dedos, e com ajuda da palma e o punho que ficaram flexionadas, já na posição inicial o atleta devem se colocar de costa para a direção do arremesso, com as pernas afastadas uma da outra e flexionadas, ao fazer o movimento o atleta estará se deslocando e desenvolvendo, o quadril se flexionara preparando então a impulso final, tendo então a ajuda no momento certo do tronco e da perna colocando assim o corpo como todo em completa extensão. O professor deve ensinar o atleta no momento final, da execução que ele troca os pés, para evitar a queda para fora do círculo.

 

 Arremesso de disco

É citado pôr Fernandes (1978) que o arremesso do disco foi introduzido com novas regras depois da Grécia em 1915-1925 pêlos Estados Unidos. Com eles foram feitos novos estilos como a posição estacionaria uma volta meia e a de uma volta completa. Ao passar dos anos a quebra dos recordes teve méritos voltados ao treinamento, seleção humana e ao fundamental auxilio da biomecânica, tendo então o recordista o Al Oerter, dos Estados Unidos que lançou62,44 metros.

Fernandes (1978) cita que a forma de segurar o disco sobre a palma da mão deve ser bem descontraída, tendo o objetivo de facilitar a ação do arremesso. Já Laigret (2000) reforça dizendo que os dedos devem estar afastados, de acordo com a vontade do atleta. Fernandes (1978) prossegue, dizendo que para que o atleta inicie a execução do arremesso, devera então ficar de costas para a direção em que vai ser arremessado o disco, deixando a duas pernas semiflexionada para que aja a facilitação do giro.

 Laigret (2000) cita que os braços deverão ficar estendidos para trás. Já Fernandes (1978) argumenta que com ajuda dos braços, o atleta inicia o giro sobre o circulo, tendo a intenção de obter uma maior velocidade. Laigret (2000) cita que quanto mais rápido for o giro que terá o acompanhamento do ombro e do quadril, melhor beneficio o atleta terá em deslocar o disco, lembrando o atleta no final, fazer a troca dos pés para que não perca o equilíbrio e cair fora do circulo.

  Arremesso de Martelo

No arremesso do martelo, Fernandes (1978) cita que no século XX, eram trabalhados pêlos norte-americanos que em seguida adotaram uma nova técnica com Fred Toctell, que passou a fazer as voltas sobre a ponta do pé, tendo o auxilio de força e técnica voltado ao domínio dos movimentos dos pés.

Laigret (2000) cita que ao de pegar a anilha, tem que haver o cruzamento das duas mãos. Segundo Fernandes (1978), ao iniciar o arremesso o atleta devera ficar de costas com os pés afastado e flexionado, que em seguida fará o giro, tendo o acompanhamento dos braços estendido, e procurando sempre adquiri uma maior velocidade para arremessar o mais longe possível. O maio o momento exato de arremessa o martelo.

 

 Corridas

Segundo Leonard (1999) os nossos ancestrais foram os maiores corredores, tendo utilizado como um meio de sobrevivência, e hoje todas as pessoas usam o método para correr, tanto em esportes como no dia a dia.

 [...] a corrida é cair, sempre que o fazemos nos comprometemos a sair do solo e cair outra vez, sem temer nem contrariar a gravidade, mas entregando-nos a seus cuidados. Em troca, dela recebemos um amoroso tipo de sustentação (LEONARD, 1999, p.164).   

 

Segundo Barbanti (1997) cita que a velocidade é conhecida, pelo menor tempo, que um indivíduo pode-se fazer em um espaço programado, caracterizando a definição:

 

 No atletismo existe a velocidade pura representada pelas provas clássicas de 100 e200 metrosrasos, e a velocidade prolongada, na prova de 400 e800 metrosFERNANDES pg 34 (1979).

 

Os professores devem trabalhar sempre, a elevação do joelho com passadas largas, englobado nos aspectos de técnicas. Barbanti (1997) complementa que a saída do atleta de velocidade, deve ser de estrema importância, porque o ganho de possuir uma maior velocidade estar nos primeiros40 metros, principalmente quando se fala das provas de100 metros, o que pode levar a um bom resultado ou mesmo a vitória. Segundo Leonard (1999) é uma corrida completamente anaeróbia, chegando a Ter atleta treinado, a não adquirir fôlego durante a corrida de100 metros.  Fernandes (1979) prossegue que a diferencia alem do biótipo, vai estar também na utilização do corpo, braço e cabeça, sendo que as saídas mais utilizadas são: saída curta, saída media e saída longa. Na saída curta que é extremamente explosivo, e que é utilizada principalmente pôr corredores de baixa estatura, os pés ficam próximo uns dos outros sobre o bloco e a posição do quadril fica acima da cabeça. Segundo Silva (2000) esse método de saída é utilizado muito por corredores de100 metros.

A saída média Silva (2000) cita que é utilizado muito pêlos corredores de200 metros. O joelho da perna de trás é colocado na direção da ponta do pé que estar no apoio anterior. Fazendo com que a altura do quadril fica mais baixa em relação ao da saída curta. Já a saída longa Silva (2000) cita que é utilizada muitos pôr corredores de400 metros. Fernandes (1979) a posição do joelho fica próximo do braço, sendo que o quadril já não se eleva muito, ficando abaixo da cabeça. É citado que este tipo de partida através da utilização de quatro apoios permite uma impulsão mais rápida, e uma aceleração mais eficaz segundo Laigret, 2000.

Deve-se deixar bem claro que na corrida de200 metrosrasos, Laigret (2000) alem de possuir a velocidade o atleta tem que ter o membro inferior da esquerda forte e bem trabalhado para que tenha grande ganho, através da utilização do seu peso, referente à curva.

Segundo Fernandes (1979) a velocidade engloba um conjunto, tendo vários métodos de treinamento e tipos de velocidade, exigindo principalmente resistência, porque através da resistência, o atleta pode manter a velocidade pôr mais tempo. Fernandes (1979) prossegue que a diferença ale do biótipo, vai estar também na utilização do corpo, braço e cabeça, que é desenvolvido através de exercícios educativos e trabalho de musculação. Ao desenvolvimento da partida, Laigret (2000) os atletas se posicionam aos seus lugares, tido a ordem do juiz. Fernandes (1979) cita que os atletas se posicionam atrás da linha, e sobre os blocos. Laigret (2000) neste momento os atletas já estão pronto para a partida, ficando assim a atenção focada ao tiro, que é dado através do arbitro. Lembrando que nas provas de meio fundo e fundo, são utilizando os mesmos procedimentos de chamada, tendo a diferencia de não se utilizado o bloco de partida. Após o desenvolvimento estará iniciando a chegada que, os professores devem optar a ensinar os atletas a fazerem à projeção do tronco, Fernandes (1979) cita que com esse ensinamento vai fazer com que, os atletas peguem o habito de estar fazendo sempre a chegada forte e disputada tanto com o adversário como também contra o relógio. Fernandes (1979) o professor devem procurar variar e fazer com que os atletas tenham uma vivência entre as corridas de100 metrosrasos,200 metrosrasos e 400metros rasos, porque os trabalhos de técnicas e específicos podem ser conciliados uns com os outros. Tendo a atenção maior voltado na prova de400 metrosrasos Fernandes (1979) relata que a parte principal estar no fator psicológico de administrar velocidade com a resistência, porque envolvem o atleta a ir atrás trás de força e lutar contra o corpo em manter em atividade até a linha de chegada.

Como regra geral, procura-se correr em um ritmo regular, depois de uma saída rápida, tendo o treinamento baseado na aquisição da resistência à velocidade Fernandes (1979).

Nas corridas com barreiras Fernandes (1979) cita que surgiu no ano de 1866, e em 1956 J. Davis fez-nos110 metroscom barreiras o tempo de13´´3, tendo o maior destaque o seu biótipo que era voltado ha velocidade, flexibilidade e a coordenação. Segundo Fernandes (1979), através da primeira barreira, o atleta tem que saber quantas passadas que terá que ser realizada, para que ao executar a corrida possa haver a entrada e a rapidez do mantimento do ritmo da corrida ate o final que não devera ser saltada e sim passada. A técnica começa através do trabalho:

a) Impulsão no solo, enquanto a perna de ataque se flexiona, projetando o joelho em direção à barreira, juntamente com o braço contrário a perna. A inclinação total do corpo para frente deve ser observada nesse instante. Tendo a perna de ataque chegando à barreira em extensão e o pé fletido, tendo o braço contrario a ela também para frente, paralelamente à mesma, o tronco flexionado sobre a coxa da perna de ataque, com a cabeça adiantada olhando para a barreira seguinte; nesse momento, a perna de trás começa a se flexionar, iniciando a elevação do joelho para a lateral. O outro braço, em posição normal de corrida, faz um bloqueio, no momento em que o cotovelo está atrás do tronco. Tendo a passagem sobre a barreira, com a perna de ataque em pequena flexão, braço contrario a esta perna ainda para frente, perna de passagem flexionada em elevação lateral e tronco em acentuada inclinação para frente. Terminada a passagem sobre a barreira, a perna de ataque procura rapidamente o contato com o solo para fazer a recuperação, tendo o braço contrário a ela iniciando o movimento que o coloca em posição de corrida; a perna de passagem começa a se dirigir para frente, elevando o joelho para cima e para adiante, enquanto que o tronco começa a se elevar, tendo nesse momento a fase de recuperação, que é a perna de ataque apoiada no solo, a de passagem se dirigindo à frente para fazer a primeira passada após a passagem e os braços em posição normal de corrida. FERNANDES. (1979, p. 70).

 

As técnicas da passagem servem para 100metros com barreira,110 metroscom barreira e400 metroscom barreiras.

 As provas de meio fundo são compostas pôr 800 e1500 metros. Fernandes (1979) a corrida de800 metrosnão tem as mesmas características das400 metros, e que o atleta terá que Ter uma administração para passar a Segunda de400 metrosno mesmo ou, mas forte que a primeira de400 metros, lembrando que são duas voltas completas de400 metros, e que o professor deve recomendar que os alunos façam uma corrida rápida e progressiva porque exigem muita resistência anaeróbia.

 

O que é a capacidade de resistir à fadiga nos esforços de intensidade elevada, durante o maior tempo possível, FERNADNDES (1979, p. 28).

 

 

Na prova de1500 metros, a estratégicas são quase as mesmas que a de800 metros, tendo também o trabalho de progressão de ritmo pôr volta, Fernandes (1979) é trabalhado o aeróbio com o anaeróbio, devendo correr a primeira etapa normal e a segunda ritmada e a ultima forte utilizando a velocidade total nos200 metrosfinais.

As corridas com obstáculos, segundo Fernandes, (1979) tiveram o aparecimento em 1900, tido o campeão da prova o americano Orton, é uma prova difícil de ser executar, e os poucos que consegue, tem lesões no joelho e no tendão de calcâneo,

 

Pode-se dizer que esta prova é semelhante a uma mistura das corridas longas com as meio-fundo e de barreiras, exigindo do corredor algumas qualidades indispensáveis, como; velocidade e resistência, boa técnica para corrida e ser um bom franqueador de barreiras e, ao mesmo tempo, possuir habilidade técnica para passar o fosso de água em plena corrida, FERNANDES (1979, p. 90).

 

Laigret (2000) cita que as corridas de obstáculos são marcadas em distancia entre 1500 e3000 metros.

A primeira corrida de revezamento, segundo Fernandes (1979) apareceu em 1908, sendo o primeiro atleta corria 200metros, segundo também corria 200metros, terceiro corria400 metrose o quarto corria800 metros, passando então em1962 aser feita a de 4 x100 metrose ao 4 x400 metros, incluindo também a utilização do bastão. No revezamento 4 x100 metros, a passagem do bastão se dá na marca total dos20 metros, dentro de cada100 metros.

Ficando a primeira zona dos90 metrose o final nos110 metros; a Segunda se inicia aos190 metrose finaliza-nos210 metros; a terceira com início nos290 metrose final nos310 metros, passando o bastão para o quarto corredor que fecha o revezamento, totalizando o400 metrosFERNANDES ( 1979, p.99).

 

Na prova dos 4 x400 metros, Fernandes (1979) só tem uma área de troca de bastão, fazendo com que cada atleta da uma volta na pista de400 metros. Os tipos de passagem do bastão podem ser ascendente, descendente.

Na descendente o corredor que vai receber o bastão, estende para trás um dos braços, colocando a mão com a palma voltada para cima e com os dedos unidos, à exceção do polegar. Ao corredor que estar com bastão, colocará de cima para baixo, na mão do receptor que em seguida sairá correndo, FERNANDES (1979, p. 100)

 

 No movimento ascendente,

 

O corredor coloca o braço de ação semiflexionado para trás, com a palma da mão voltada para baixo, tendo os dedos unidos, em forma de uma letra v, em seguida o bastão é colocado em sua mão, através de um movimento de baixo para cima, executado pelo companheiro que faz a passagem. FERNANDES (1979, p. 100.).

 

As corridas de3000 metros,5000 metros,10000 metros, ½ maratona e maratona são classificadas como corridas aeróbias, tendo vários conceitos entre eles a resistência geral.

Que é a capacidade de resistir à fadiga nos esforço de longa duração e de intensidade fraca, tendo a presença de oxigênio, trazendo benefícios fisiológicos, que são melhora da atividade cardíaca, aumento do volume do coração, aumento das possibilidades de absorção de oxigênio, multiplicação dos vasos sangüíneos, melhor irrigação dos tecidos e diminuição da freqüência cardíaca FERNANDES (1979 p. 10.).

 

 Segundo D´Angelo, (2004) Ao se trabalha com jovens fundistas tem que haver um treinamento baseado na progressão do seu bem estar, para que não prejudiquem futuramente, tendo a considerações das idades, saber aproveitar os períodos de seu desenvolvimento e estabelecer uma seqüência  entre estruturas físicas e técnicas para que haja um alcance na fase adulta.

Sendo trabalhado na fase de preparação (12 a14 anos) tarefas;

 1) preparação física multilateral; 2) aprendizagem de técnica de corrida e técnica básicas das outras provas do atletismo; 3) desenvolvimento da resistência geral; 4) desenvolvimento da velocidade.

Métodos; 1) jogos de correr e esportes; 2) diferentes atividades que envolvem resistência; 3) corrida a um ritmo equilibrado; 4) velocidade.

Carga; resistência geral; 30-40km pôr semana, 120-140 kmpôr mês, 900-1.000km pôr ano.

Fase de especialização I (15 a16 anos) tarefas; 1) preparação física multilateral; 2) desenvolvimento da resistência geral; 3) desenvolvimento da técnica de corrida; 4) desenvolvimento da velocidade; 5) desenvolvimento da resistência específica; 6) desenvolvimento da potência.

Métodos; 1) corridas de resistência a um ritmo equilibrado; 2) corridas com variação de ritmo; 3) velocidade; 4) diferentes atividades que desenvolvam resistência.

Carga; resistência geral; 50-60km pôr semana, 2.200km pôr ano; resistência específica;220 kmpôr ano.

Fase de especialização II (17 a18 anos) tarefas; 1) desenvolvimento da resistência específica; 2) desenvolvimento da resistência geral; 3) desenvolvimento da velocidade; 4) melhora da técnica.

Métodos; 1) corridas de resistências a um ritmo equilibrado; 2) corridas com variação de ritmo; 3) velocidade.

Carga; resistência geral; 90-100km pôr semana, 360-380 kmpôr mês, 3.500km pôr ano; resistência especifica;310 kmpôr ano D Ângelo ( p. 13. 2004).

 

 Porque através deste procedimento, do jovem atleta, pode-se chegar ao patamar, como a revista Isto É da edição 2004, o autor Fonseca e João relata um fato emocionante de um brasileiro que disputou Olimpíada através da maratona;

O Brasil que pela primeira vez na historia, conseguiu uma medalha de bronze que poderia ser de ouro, num mesmo percurso, tendo conseguido através do corredor Vanderlei Coordeiro de Lima, que foi nas Olimpíadas de 2004 em Atenas. Depois de ano em 2004 Atenas, volta o palco que, 18 milhões de pessoas acordaram, tendo orgulho de ser brasileiro, um fato marcante que vai ficar registrado para sempre, dois nome, Vanderlei Coordeiro de Lima, e o ex padre católico Irlandês Cornélio Horan. Quando o ex padre católico irlandês Cornélio invadiu a corrida e o empurrou para a calçada. Lima-ajudado pôr um homem forte, conseguiu voltar para competição e lutar pelo terceiro lugar.

Esse episódio deixa clara a emoção que dar de uma pessoa ver ou correr uma prova de 42,195metros, e que teve o mérito de sim próprio em relação de um bom treinamento.

A corrida de cross-country, segundo Fernandes (1979) surgiu na Inglaterra através de caçadores que disputavam entre sim, e que tinham objetivos de caçar o maior numero de animais, tendo a progressão para corridas em disputas.

É citado pôr D´Angelo, (2004) que o professor quando for trabalhar com os atletas em qualquer modalidade, desenvolva a resistência geral, para que possa desenvolver melhor o seu trabalho, respeitando dentro de seu planejamento.

 Marcha atlética.

Segundo Laigret (2000) do atletismo, a marcha é a que é menos divulgada, e que exigem maior quantidade de técnica, alem de Ter velocidade, flexibilidade e resistência, é citado pôr Sant (1999, p. 214) que no:

 

Artigo 191 do regulamento Internacional de FIAA que é uma progressão efetuada passo a passo, de tal maneira que esteve em contato com o solo e de sem interrupção.

 

Laigret (2000) a marcha atlética contem a característica de caminhar o mais rápido possível, não podendo haver flutuação, e que os pés devem ficar em permanente contato com o solo. A marcha atlética usufrui a técnica como:

 

Perna de apoio, que tem que estar reto. O duplo apoio que é quando os dois pés estão no chão, a tração é quando o corpo estiver em vertical sobre o apoio, relação é quando a uma finalização de tração com a do impulso com o centro de gravidade, tendo a vertical sobre o apoio, com a perna complemente estendido e o impulso que é iniciada no impulso em que o centro de gravidade sobre passa a vertical de apoio, sendo que na mesma perna, tem que haver realizado a tração de impulsar a extensão do tronco de maneira que a perna passa adiante tendo a participação da cadeia, que favorecerá uma maior amplitude da ação, tendo um ciclo. (SANT,1999, p. 214)

 

Laigret (2000) cita que o decatlo (homem) e o heptatlo (mulher) que são prova combinadas são compostos da seguinte forma:

- decatlo: 1° dia100 metros, altura, saltam em distancia,400 metrose peso.

2° dia110 metrossobre barreira, dardo, disco, salto sobre vara e1500 metros.

- heptatlo 1° dia100 metrossobre barreira, peso, salto altura e200 metros.

      2° dia salto em distancia,800 metrose dardo.

Laigret (2000) ressalta que o treino é bem variado, indo do treino de velocidade, saltos, lançamentos e meio fundo, ficando a profundar mais no que se sente melhor, e lembrando também que devem ser trabalhados em cima das modalidades que mais tem dificuldade.

Referência Bibliografia

BARBANTI, Valdir J. Teoria e pratica do treinamento esportivo. 2° edição Revista ampliada Editora, Edgard Blucher LTDA.1997.

FERNANDES, José Luís. 1º Arremesso.  Editora EPU. p. 92-93, 1978.

FERNANDES, José Luís. 1º Corrida a pé I, Corrida. Editora EPU. p. 78, 1979.

LAIGRET, Fabrice. O Atletismo; As Regras, As técnicas, A pratica. 1ª ed, Editora Lisboa Estampa. p. 14, 2000.

LEONARD, George. O atleta dos atletas uma nova dimensão para a atividade física. Editora Summus Sesc. 1999.

SILVA, Elizabeth Nascimento. Educação Física Na Escola. Editora Sprint, 2000.

TEIXEIRA, Hudson Ventura. Educação Física e Desportos. 4ª ed, Editora Saraiva. p 51 – 52, 1999.

 

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/esporte-artigos/o-atletismo-e-as-suas-modalidades-5282023.html

    Palavras-chave do artigo:

    atletismo e modalidades

    Comentar sobre o artigo

    Eduardo Luis Ferreira

    Pouco difundido no âmbito das escolas e clubes brasileiros o Atletismo é, paradoxalmente, considerado como um dos conteúdos clássicos da Educação Física. Contudo, quando nos voltamos às aulas propriamente ditas que ocorrem nos diferentes ciclos de ensino, nos deparamos com uma triste realidade, ou seja, esta modalidade esportiva não faz parte do dia-a-dia escolar, ainda que as crianças corram, saltem e explorem o tempo todo, a gama básica de movimentos que compõem o Atletismo.

    Por: Eduardo Luis Ferreiral Educaçãol 11/09/2010 lAcessos: 4,349

    O objetivo dessa matéria é de apresentar para os profissionais que lidam com o futebol, e as Faculdades e Universidades que possuem cursos regulares de educação física, a importância primordial das escolinhas de futebol para o soerguimento do futebol brasileiro em todos os níveis, e a finalidade precípua de um trabalho comunitário para retirada das crianças da rua e afastá-las dos meliantes de plantão, que querem tirar proveito e continuar sua sanha assassina, voltadas para as crianças, que serão futuros geradores de mão de obra de qualquer especialidade, para o nosso país.

    Por: Antonio Paiva Rodriguesl Esporte> Futeboll 22/06/2008 lAcessos: 7,626 lComentário: 23
    Alessandro Neves de Araujo

    Esse estudo teve como objetivo verificar e mostrar a historia olímpica do atletismo. O berço do esporte olímpico e suas origem das modalidades do atletismo.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educação> Ciêncial 06/10/2011 lAcessos: 893
    Alessandro Neves de Araujo

    Isto posto, este estudo teve como objetivo verificar o nível de conhecimento e utilização de carboidrato por corredores de elite de provas de fundo. Fizeram parte desta pesquisa 89 atletas de elite ( 59 homens e 30 mulheres), participantes da Corrida Internacional São Silvestre realizada em 31 de Dezembro de 2005 na cidade de São Paulo – SP. Com resultado, verificamos que a maioria destes atletas de elite não possui acompanhamento nutricional por profissional da área.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Esportel 28/06/2011 lAcessos: 648

    Natação está entre os mais nobres esportes olímpicos. Conheça algumas das principais características das modalidades olímpicas da natação e de alguns campeões.

    Por: Henrique Carvalhol Esportel 21/01/2010 lAcessos: 2,006
    Alinne do Rosário Brito

    TRATA DE IDENTIFICAR OS POSSIVEIS PROBLEMAS REPRODUZIDOS SISTEMATICAMENTE PELA DISCIPLINA EDUCAÇÃO FÍSICA, ACERCA DE SEU PAPEL SOCIAL.QUE POR UMA QUESTÃO DE ORIGEM SE LIMITOU AO MEIO ESPORTIVIZANTE ESQUECENDO DE PERCEBER SUA FUNÇÃO PEDAGÓGICA E INCLUDENTE, NÃO O CONTRÁRIO DO QUE SE TEM PREGADO NA ESCOLA. BOURDIEU ATRAVES DE SEU PENSAMENTO SOCIOLOGICO TENTA REFLETIR A RESPEITO DESTES ACONTECIMENTOS PARTINDO DA CRÍTICA AO ESPORTE ESPETÁCULO QUE ACABA POR SER CONFLITANTE.

    Por: Alinne do Rosário Britol Educaçãol 09/01/2014 lAcessos: 116

    A realidade de grande parte dos portadores de necessidades educativas especiais no Brasil e no mundo revela poucas oportunidades para engajamento em atividades esportivas, seja com objetivo de movimentar-se, jogar ou praticar um esporte ou atividade física regular.

    Por: Alexandre Vieiral Esportel 20/01/2009 lAcessos: 4,180
    Marcelo Gomes González

    Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), foi um documento criado em 1996 com o intuito de nortear a Educação Básica no Brasil. Nele ainda perduram alguns erros, mas ainda assim, esse documento foi uma evolução para educação nacional, principalmente para a Educação Física. No Ensino Fundamental I tem-se como objetivo a formação da identidade do cidadão, para saber seu lugar na sociedade. Apresentando-lhe várias culturas e reforçando as já existentes.

    Por: Marcelo Gomes Gonzálezl Educaçãol 17/10/2012 lAcessos: 148
    Alessandro Neves de Araujo

    o alto Rendimento. Ao longo da experiência vivida no esporte de alto rendimento, soma-se nesse momento 25 anos de pura aprendizagem, conceitos e exemplos, tanto na pratica como também na teoria vinda de diferentes treinadores e atletas. Vivencie atletas rebeldes, sistemáticos, corajosos, audaciosos, adoráveis sofrimentos, competitivos, frios, falatórios, medrosos e cauteloso. E fora do mundo esportivo, o que seria vida social problemáticos, caseiros, baladeiros, gastadores etc.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educaçãol 09/01/2012 lAcessos: 294

    Cardio geralmente torna-se a base fitness de rotina para muitas mulheres. Elas podem dançar, girar, rodar - só para ter taxa de up e calorias de sua taxa de coração ardente alta. Estamos menos provável encontrar mulheres em uma determinada parte dominada pelos homens do ginásio, áreas com base em peso.

    Por: Coach Davidl Esportel 31/08/2014 lAcessos: 19

    O Voo livre chama para Santo Antonio do Pinhal muita gente que gosta de praticar este esporte de aventura. No Pico Agudo, o visitante tem um dos melhores ambientes para a prática deste esporte no Estado de São Paulo

    Por: juliol Esportel 06/08/2014 lAcessos: 25
    João Malta da Costa

    Mais informações sobre a Copa Do Mundo 2014 números que comprovam que essa copa do mundo 2014 tem tudo pra ser a melhor copa de todos os tempos

    Por: João Malta da Costal Esportel 21/06/2014

    Considerações críticas a respeito do artigo "Em defesa da Copa do Mundo", de autoria da senadora Kátia Abreu.

    Por: Julio César Cardosol Esportel 17/02/2014 lAcessos: 25

    O artigo análisa a carreira de Sebastian Vettel na fórmula, destacando o seu enorme talento.

    Por: José Flávio Santos de Carvalhol Esportel 28/11/2013 lAcessos: 18

    Corrida: Uma das modalidades com maior gasto calórico. Saiba as dicas dos especialista para melhorar seu condicionamento físico.

    Por: Jornal Distritall Esportel 18/10/2013 lAcessos: 34

    Tênis Asics Gt 2170 Masculino por apenas R$299,90 e Frete Grátis na Loja de Tênis. Compre seu Asics Gt 2170 Masculino Original. Venha conferir!

    Por: lojadetenisesportivosl Esportel 08/10/2013 lAcessos: 53
    Telma Gomes Souza

    O fim de semana foi todo dele: Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo, mostrou, mais uma vez, por que é merecedor desse título e do apelido Raio.

    Por: Telma Gomes Souzal Esportel 19/08/2013 lAcessos: 25
    Alessandro Neves de Araujo

    Neste campo, os professores de Educação Física passam a ter um papel muito importante, pois deve desenvolver metodologias que facilitem a aprendizagem de valores por meio das práticas corporais em contextos lúdicos. Uns de seus papéis é ensinar e incluir o esporte lúdico na educação das crianças, focando o processo de crescimento e desenvolvimento, pois através do esporte lúdico consegue-se despertar o pensamento critico e a formação.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educaçãol 18/02/2014 lAcessos: 63
    Alessandro Neves de Araujo

    Os organizadores das Olímpiadas de 1904, em Saint Louis, repetiram todos os erros da edição de 1900. As competições olímpicas, espalhadas ao longo de quatro meses e meio, ficaram perdidas no meio do caos da Exposição Mundial. A falta geral de interesse foi agravada pelo fato de que, das 94 provas olímpicas, somente 42 incluíam atletas de fora dos Estados Unidos.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Esportel 25/07/2013 lAcessos: 18
    Alessandro Neves de Araujo

    Segundo Deccache (2012) o esporte, além de um fenômeno sócio-cultural, também desperta interesse político desde a década de 1930, período do Estado Novo, quando é possível destacar uma relação mais nítida entre o Estado e o esporte.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Esportel 25/07/2013 lAcessos: 38
    Alessandro Neves de Araujo

    As Olímpiadas de 1900 foram realizadas em Paris como parte da Exposition Universelle Internationale, ou Exposição Mundial. Os organizadores do evento distribuíram as provas ao longo dos cinco meses de duração da exposição. Pela primeira vez, mulheres participaram da Olímpiadas, embora somente em um número limitado de provas, incluindo golfe e tênis.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Esportel 25/07/2013 lAcessos: 25
    Alessandro Neves de Araujo

    Zabala (1998) apud Etchepare (2003) afirma que a escola, através da educação engloba os aspectos referentes à formação de cidadãos, desprezando as capacidades de isolamento e envolvendo uma boa relação entre o professor-criança, que ao longo dos anos vem ocorrendo grandes transformações, pois antigamente tanto a escola como o professor possuíam todo o domínio sobre o aluno.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educação> Educação Infantill 25/07/2013 lAcessos: 46
    Alessandro Neves de Araujo

    Segundo Fernandes (1979), o uso do esporte lúdico, está vinculado a princípios físico-educacionais, que regem e indicam caminhos seguros a todos os programas educativos, que visam à saúde física e mental das crianças. Esses programas podem ser responsáveis por todas as formas de mutilação observadas na formação de personalidade da criança.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educação> Educação Infantill 25/07/2013 lAcessos: 63
    Alessandro Neves de Araujo

    Os chamados esportes "de aventura" surgiram na década de 1980 na nova Zelandia. No Brasil teve inicio em 1980 com a Expedição Mata Atlântica. Desde então, os esportes de aventura vêm sendo difundindo em longa escala, tomando grande dimensão junto aos esportistas e atletas de nível competitivo que visam à aventura, ao lazer, à distração, ao contato com a natureza e também ao treinamento e à performance.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Esporte> Esportes Radicaisl 25/07/2013 lAcessos: 147
    Alessandro Neves de Araujo

    Para Rodrigues (2003) a criança passará a se relacionar com o esporte lúdico intelectualmente através da aula em criticidade, professor deve ser sempre crítico ou um amigo critico perante as crianças, tendo sempre o foco de reflexão para que possam sempre solucionar os problemas juntos com as crianças.

    Por: Alessandro Neves de Araujol Educação> Educação Infantill 25/07/2013 lAcessos: 46
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