A Tecnologia De Células De Energia Variáveis - Cev
No livro de Arthur C. Clarck, onde uma cidade vive isolada por 1 bilhão de anos, ele mostra que seria viável uma tecnologia que poderia moldar a matéria, inclusive aproveita-la de tal forma, a absorver nós humanos, nos fazendo resurgir novamente em algum outro momento, mais melhorados e até com nossas memórias... seria o domÃnio definitivo do homem sobre a matéria e até a morte.
Fico imaginando esta tecnologia aplicada como nas estórias em quadrinho, quando hologramas são utilizados na forma de naves e até armas, é o caso do herói que tem um anel especial, que utiliza a luz verde e com isso, consegue criar coisas com a imaginação.
E finalmente, em uma série que passou na globo a tarde, um programador cria um gerador holográfico e até um personagem, um herói que tem seus brinquedos, como motocicletas, aviões e carros fantásticos, que como são feitos de luz, não tem peso e com isso, podem se mover ou até virar em tempo zero...
Na série de ficção Perry Rhodan, vimos naves de aço plastificado especial, feito de aço Arconida, que suporta até disparos de canhões radiadores, mas os Terranos, conseguriam mais, misturando o aço chamado de Terconite, mais um metal chamado Iquelônio, que dentre suas propriedades fantásticas, ele não reage com a matéria e a até a anti-matéria. Tornando assim, as naves praticamente indestrutÃveis.
A tecnologia empregada para construir uma nave dessa, é super complexa, que foi apresentada no ciclo Afilia, durante algumas das tentativas de fuga da Terra que estava prestes a cair em uma fenda espacial... imagine você uma nave que é uma esfera de 2500 metros de diâmetro? Conseguiu pensar? 2 quilômetros e meio, isso mesmo... grande... muito grande. Pois é, o Terconite com Iquelônio, não pode ser cortado, nem soldado... então, precisa do uso de moldes feitos em campos de suspensão, onde o aço super aquecido, na forma de plasma é moldado, criando assim, peças inteiras da nave de uma só vez.
Fico pensando aqui, se algum dia nós, os Terranos tiver essa tecnologia, seremos invencÃveis... não é?
Imagine naves que são verdadeiras cidades, onde 10 mil pessoas podem viver numa boa. Naves que tem dezenas de outras menores, de 100 a 200 metros, fora os caças e outras pequenas naves de patrulha e ataque, todas com a capacidade de viajar no espaço linear por anos luz.
Parece que seriam insuperáveis, mas, foi ai que entraram os Lares, que utilizavam naves chamadas de CEV - Células de Energia Variável. Para dizer a verdade, toda a sua tecnologia é baseada nisso, móveis, veÃculos, casas etc. Os equipamentos baseados nessa tecnologia, tem um equipamento feito de metal, que se interage com o hiperespaço para tirar a sua energia, pois dá para pensar, como que o cara mantém a forma estável? Certamente vai precisar de uma enorme quantidade de energia.
Pronto, temos ai então, a tecnologia perfeita. Custos baixos de produção, porque só usa energia... e como a sua fuselagem é também de energia, ela pode aproveitar a energia dos ataques, utilizando-a para reforçar ainda mais a sua estrutura. Essas naves são tão fortes, que podem suportar o ataque contÃnuo de canhões conversores, e somente depois de vários minutos de ataque contÃnuo, que elas poderão se saturar de energia e explodirem, mas, no Ãnterim, você certamente seria destruÃdo.
As naves CEV dos lares tem um problema, é que precisam das pirâmides dos Mastibeks, que são um povo imaterial e que as emissões na ponta de suas pirâmides, possibilitam o alinhamento e carregamento das células.
Então, os povos do ConcÃlio dos Sete, os quais os Lares fazem parte e também são o braço militar, viviam em uma harmonia quase simbiótica com todos os outros povos, que tinham atividades como a de planejamento, estratégia usando a lógica em 7 D, os militares e os que ajustam e alimentavam as naves. Não podendo esquecer, é claro, os ditadores do concÃlio, o 1º povo, que vive dentro um balão dentro do hiperespaço e que tinha como único meio de comunicação com espaço exterior, fendas no espaço tempo, formadas por buracos negros em várias Galáxias.
Quando Perry Rhodan e seus amigos tentavam encontrar a Via Láctea, eles acabaram encontrando a galáxia dos pensadores 7D e por acidente, destruÃram um equipamento na forma de barril, que segurava o grande Zero, um enorme buraco negro que certamente engoliria a galáxia de Baglandar. A sol tentou fugir, mas junto com vários seres desse povo interessante, conseguiram pegar um grande computador e coloca-lo na SOL, que conseguiu se proteger de ser destruÃda pelo buraco negro, caindo também no Balão Quindandim...
A destruição da galáxia de Baglandar, quebrou uma das pernas dos Lares, a do planejamento estratégico e devido a boatos de ações indevidas dos lares na Via Láctea, os Mastibeks retiraram suas pirâmides e com isso, o poder invencÃvel que os lares tinham nas naves, foi quebrando, até que eles procuram uma saÃda rápida, que foi o da sua tecnologia a criação de um buraco negro para fazer um túnel dimensional para a galáxia dos Mastibeks... mas o plano era de levar todos para o mesmo balão quitandim, que foi isolado do resto do universo para sempre.
A conclusão que tenho é que não importa quanto fantástica seja a sua tecnologia e muito menos qual a extensão do seu poder, um povo sempre poderá virar o jogo, pode demorar 10, 20 ou até, como no caso da Galáxia, mais de 100 anos para que o inimigo seja derrotado.
Deve ser por isso, que o Perry Rhodan, que foi um cara que sempre aproveitou oportunidades para se apropriar de tecnologias que fossem interessantes para os Terranos, não chegou a absorver a tecnologia de naves CEV.
Mesmo assim, fico sempre pensando... quanto de material seria necessário para fazer uma frota de 10 mil naves de 2500 metros?
(Artigonal SC #737191)
Eu tinha 13 anos, estava nos primeiros meses do meu primeiro emprego onde eu era Office Boy da FUNCEP em BrasÃlia.. Lembro que eu gostava de ir ao Venâncio 2000 em BrasÃlia. Lembro que entrei em um corredor do 1o sub-solo, local que eu não tinha ido, foi quando eu passei na frente de uma livraria, que tinha o mesmo nome da que publicava palavras cruzadas, isso, a Ediouro.
Em que relevo poderemos colocar, nas linhas que se seguem, a Poesia Épica – em especial Homero e sua Odisséia? Que valores nos são legados pelo legendário poeta e por que ainda se nos mostram tão fecundas suas fantásticas narrações? É possÃvel, por assim dizer, em nossa modernidade, um diálogo com este poema – já que dele nos dista esta barreira indelével de mais de duas dezenas de séculos? É o que tentamos examinar neste artigo.
Se o mestre é, por excelência, o elemento chave da formação, como este se forma? Tal questão é tratada, sob a aguda crÃtica de Nietzsche à metafÃsica tradicional, por um viés singular, na obra "Assim Falava Zaratustra".
Costuma-se, de maneira um tanto reducionista, classificar esta obra como uma determinada leitura ou projeção do Brasil, que traduziria os debates de uma época em representação da perspectiva cultural e sociológica de nosso paÃs . Tentaremos, não uma refutação, porém uma perspectiva bastante diversa desta última, enveredando por um outro viés cuja leitura acreditamos o romance poder suscitar. Abordaremos a trajetória de Policarpo Quaresma, em suas três Partes, como "atos de uma tragédia".
Este artigo trata do romance "Frankenstein" de Mary Shelley segundo a questão ontológica e os problemas decorrentes. Fazendo um percurso na tradição filosófica, são delineadas questões intrigantes suscitadas pela obra, que se mostra única em seu tempo.
quatro crianças perdidas numa floresta mal assombrada
O lobisomem está na moda;não só ele,seus arqui-inimigos,os vampiros,também. Desde PlÃnio,o Antigo,Heródoto,Plauto,Varrão,Santo Agostinho,OvÃdio e outros menos votados que já se falava em lobisomem. Remonta à s lupercais,festas realizadas em Roma,no mês de fevereiro,oriundas da Grécia,em que se celebravam os Lupercii Julii,tendo Marco Antonio como Sumo –Sacerdote. Ele mesmo, o de Cleópatra. Leia mais...
2012 O FIM DE UM COMEÇO ASSUSTADOR. Por: Germano Gonçalves. © Há quando criança ouvia falar dos anos dois mil, coisas estranhar aconteceria; os automóveis voariam, as pessoas usariam controles para acionar a televisão, ouvir músicas, os carros se locomoveriam sozinhas naves espaciais como transporte, chips colocado em pessoas, e que o mundo acabaria assustador não! E eu vivia na minha periferia, com meus carrinhos de rolimã, brinquedos de madeiras feitos pelo meu pai brincavam na rua e em terren
Preso pela trajetória literária de Melville, o texto narra a vida de Moby e seus enfrentamentos frente a um mundo que o persegue e o reduz.
Se eu disser que a sua voz tem poder, por favor, acredite. A sua voz tem o poder de mudar a sua atitude. Somente ela que te move... não digo a sua voz interior e sim a sua voz falada.
Acho que você não tem a idéia de quanto complicado, demorado e principalmente quantas pessoas são necessárias para produzir aquele jornal que compramos por R$ 1,00, damos uma folheada e jogamos no lixo.
Sempre que olhamos para as estrelas, sempre nos perguntamos... será que estamos sós? Vemos milhares de estrelas e sabemos que algumas são na realidade galáxias, que mesmo distantes bilhões de anos luz, elas estão lá... com suas bilhões de estrelas... então, a grande pergunta... será que tem alguém, em algum planeja olhada para cá agora? Fazendo a mesma pergunta?
O julgamento, condenação e a execução do ex-ditador do Iraque tem gerado muitas discussões, principalmente depois do vÃdeo não autorizado. As discussões, tem caminhado para conclusões e muitos problemas, principalmente o oriente médio.
Depois de assistir parte do filme a Ilha do Dr. Moreau, cheguei a conclusão que de fato, ainda não deixamos de ser animais... continuamos tendo atitudes animalescas apesar de toda a tecnologia e evolução cultural.
Você conseguiria imaginar uma empresa multinacional, multilingue, multibilionária, conseguir imprimir algum tipo de atendimento individual?
O mercado não tem dó... se você não vai lá, o concorrente vai e pronto... é a verdadeira lei da selva, ou você é caça ou caçador, o que você escolhe?
Não existe mercado pequeno ao ponto impedir a coexistência de algum concorrente. Não existe mercado, sem a possibilidade de comparação. Na realidade, não existe mais o seu mercado e sim, um mercado único global, onde algum interessado pelos seus produtos, poderá entrar no Google, pesquisar e encontrar dezenas, senão, milhares de concorrentes seus, com preços, portifólios e vantagens muitas vezes superiores as suas.

