O Vento
Que coisa mais gostosa quando em nosso rosto bate o vento suavemente, como se fosse uma leve caricia. Se fosse sempre assim como seria bom, é o pensamento de uma linda e majestosa palmeira, com suas folhas verdes, brilhantes balançando ao sabor daquela brisa que levanta suas folhas como se estivesse em um baile, rodopiando alegremente nos braços desse vento delicado e amoroso pelo imenso salão todo iluminado.
Mais tarde, o Sol escondeu-se entre as nuvens escuras e carregadas prometendo muita chuva e vento nada agradável, prenunciando que nada seria fácil nesse dia.
O vento atinge com toda a sua fúria a palmeira e suas folhas, dobrando-as jogando para todos os lados, ferindo, derrubando algumas delas já mais fracas por todo esse ataque cruel.
A palmeira perdeu a paciência e chamou-o muito brava:
____Senhor vento pare e venha até aqui, pois preciso ter uma conversa muito séria com você.
O vento chegou todo arrogante e na sua petulância foi logo dizendo:
___O que de tão especial você quer conversar comigo?
A palmeira olhou bem para o vento e perguntou:
____Senhor Vento, o porquê, em um momento você é delicado, doce, carinhoso, em outras, vem furioso despejando toda sua fúria contra nós pequenas e frágeis plantas? Não sente nada quando passa destruindo tudo, deixando um rastro de desolação e morte? Qual o sentimento que o empurra a fazer essas barbaridades, sem pensar nas conseqüências desse ato. Pelo jeito não tens coração, só pensa em si mesmo, e para você não existe ninguém, não é? Então por que um dia vem até nós tão suave e carinhos e outro tenebroso?
____Sabe que isto me deixa muito triste, porque pensava que éramos amigos, mas olhe bem como fiquei toda maltrapilha sem minhas lindas folhas que você adora bater suavemente nelas como um abraço cheio de amor e carinho. E pense numa boa resposta porque não estou para brincadeira. Estou tão irritada como nunca pensei que fosse ficar.
O Vento cabisbaixo pensando em tudo que ouvira e num murmúrio pediu desculpas, prometendo ser mais delicado, pois não queria perder a amizade dessa amiga que sempre o respeitara e fazia de tudo para que ele fosse feliz.
E num braço afetuoso ficou selado que uma amizade como a deles seria eterna enquanto teriam vida.
Neuza Razza - www.historiasecontos.com.br
(Artigonal SC #1225502)
Palavras-chave do artigo:
vento
E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança. E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé? E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem? Marcos 4.35-41
Os tons que colorem a vida, são revestidos de amor que deve ser uma constante, mesmo em momentos de tristezas ou dificuldades.
Na pacata Santa Cruz do Oeste, uma pequena cidade do interior de São Paulo, toda calçada, com suas ruas largas com árvores frondosas dando sua sombra nos dias quentes de verão.
Linda mensagem para a nossa edificação. retrata o nosso dia a dia nas "tempestades" e em quem podemos confiar todos os nossos problemas
Os Ventos, Ventanias e os seus congêneres, modificam as posições das nuvens, modificando os seus locais de despejos, com isso, apenas as locomovendo, entretanto, os Homens, as poluem em excesso e desregradamente, aumentando os efeitos estufas e, tornando a vida dos terrenos rastejante e subjugada pelas suas intemperanças.
Não tenho magoa, não tenho raiva, não tenho ódio, não tenho nenhum sentimento que possa ferir as nossas energias
Diante dos fatos da vida, temos sempre a impressão que tudo no final se resolve. Mas na verdade, nós é que fazemos de cada momento, um final... quem sabe sem fim, mas o importante são os bons momentos que vivemos. Pode acontecer de algumas coisas não ocorreram conforme desejamos, mas enfim, aprendemos com isso para que em outra oportunidade, não cometamos os mesmos erros. Ou que não errem conosco, isso é o mais importante.
Em que relevo poderemos colocar, nas linhas que se seguem, a Poesia Épica – em especial Homero e sua Odisséia? Que valores nos são legados pelo legendário poeta e por que ainda se nos mostram tão fecundas suas fantásticas narrações? É possível, por assim dizer, em nossa modernidade, um diálogo com este poema – já que dele nos dista esta barreira indelével de mais de duas dezenas de séculos? É o que tentamos examinar neste artigo.
Se o mestre é, por excelência, o elemento chave da formação, como este se forma? Tal questão é tratada, sob a aguda crítica de Nietzsche à metafísica tradicional, por um viés singular, na obra "Assim Falava Zaratustra".
Costuma-se, de maneira um tanto reducionista, classificar esta obra como uma determinada leitura ou projeção do Brasil, que traduziria os debates de uma época em representação da perspectiva cultural e sociológica de nosso país . Tentaremos, não uma refutação, porém uma perspectiva bastante diversa desta última, enveredando por um outro viés cuja leitura acreditamos o romance poder suscitar. Abordaremos a trajetória de Policarpo Quaresma, em suas três Partes, como "atos de uma tragédia".
Este artigo trata do romance "Frankenstein" de Mary Shelley segundo a questão ontológica e os problemas decorrentes. Fazendo um percurso na tradição filosófica, são delineadas questões intrigantes suscitadas pela obra, que se mostra única em seu tempo.
quatro crianças perdidas numa floresta mal assombrada
O lobisomem está na moda;não só ele,seus arqui-inimigos,os vampiros,também. Desde Plínio,o Antigo,Heródoto,Plauto,Varrão,Santo Agostinho,Ovídio e outros menos votados que já se falava em lobisomem. Remonta às lupercais,festas realizadas em Roma,no mês de fevereiro,oriundas da Grécia,em que se celebravam os Lupercii Julii,tendo Marco Antonio como Sumo –Sacerdote. Ele mesmo, o de Cleópatra. Leia mais...
2012 O FIM DE UM COMEÇO ASSUSTADOR. Por: Germano Gonçalves. © Há quando criança ouvia falar dos anos dois mil, coisas estranhar aconteceria; os automóveis voariam, as pessoas usariam controles para acionar a televisão, ouvir músicas, os carros se locomoveriam sozinhas naves espaciais como transporte, chips colocado em pessoas, e que o mundo acabaria assustador não! E eu vivia na minha periferia, com meus carrinhos de rolimã, brinquedos de madeiras feitos pelo meu pai brincavam na rua e em terren
Preso pela trajetória literária de Melville, o texto narra a vida de Moby e seus enfrentamentos frente a um mundo que o persegue e o reduz.
Uma linda e delicada borboleta vem batendo suas asas muito coloridas e pousando em cada flor para sentir o perfume adocicado das flores.
Que coisa mais gostosa quando em nosso rosto bate o vento suavemente, como se fosse uma leve caricia. Se fosse sempre assim como seria bom, é o pensamento de uma linda e majestosa palmeira, com suas folhas verdes, brilhantes balançando ao sabor daquela brisa que levanta suas folhas como se estivesse em um baile, rodopiando alegremente nos braços desse vento delicado e amoroso pelo imenso salão todo iluminado.
Bob um garoto alegre e brincalhão, morava numa chácara com seus pais e avós. È muito conhecido por todos, anda sempre com um bermudão que bate até o meio das pernas e camiseta larga e na cabeça um chapéu de palha com a aba desfiada como esses usados em festas juninas e nos pés calçados com botinhas de couro.
Em uma bela casa de campo com seu imenso quintal, onde circula por todos os cantos como senhor absoluto o gato Benê, com seu andar elegante de cabeça altiva, com seus pêlos limpos, perfumados e brilhantes. Convivendo no mesmo espaço com a cadelinha Lilica toda enfeitada como se fosse uma menininha metida. Mas Benê nem toma conhecimento dela, é como se ela nem existisse.
Há muito tempo atrás havia ao norte do Amazonas uma tribo de índios chamada Ianomâmi
Certa vez houve uma revolução no fundo do mar, quando uma mãe desesperada viu que de sua ninhada nasceu uma coisinha que não era de sua formação genética e que não era de nenhuma que alguém tenha visto por ali. Era um bebê pequenino, desajeitada com quatro patinhas, carinha triste, aparência envelhecida, sem escamas, sua pele revestida de couro e com uma boquinha esquisita. Era muito diferente de todos os irmãos. A mãe não se conformava, e a rejeição logo foi sentida por todos no fundo do mar. Para eles era uma aberração algo nunca visto.
Um velho passeia todos os dias pelo campo, lá onde mora o conhecem como um homem estranho para uns, para outro um sonhador, contador de histórias, mas ninguém sabe nada sobre ele.
Todos os sábados, domingos e feriados, os pescadores se reúnem para fazer suas pescarias e também contar causos que nem sempre são verdadeiros, no rancho que eles construíram a beira do rio Paraná.


