Análise de Crédito e Risco

Publicado em: 02/03/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 4,990 |

 

Modelo de Avaliação do risco e crédito: Uma aplicação ao Setor Comercial.

Heriberto Wagner Amanajás Pena

Aleiko Rafael Favacho Chagas

Dagmar Valente Silva

Eliana Ferreira

Joao Carlos Sakamoto Junior

Juracina Farias

Kissia Nazare Barros Da Silva

 

 

Estudo desenvolvido para se compreender a metodologia utilizada para avaliação de risco do crédito concedido. Visto a importância de se possuir uma visão holística dos acontecimentos em âmbito da economia e o seu reflexo na atividade desenvolvida pela empresa a qual busca adquirir crédito. Neste cenário desenvolveu-se a análise de uma empresa no setor comercial: as lojas Renner. Aplicando-lhe o modelo de avaliação Credit Scoring e análise de seu perfil por meio dos índices econômico-financeiros.

1. INTRODUÇÃO

Diante de um cenário de turbulências e incertezas fica cada vez mais evidente a necessidade de mensuração fidedigna do risco inerente a qualquer empreendimento. Num passado não muito distante , quando havia crédito abundante, esta avaliação era negligenciada já que um controle rígido era considerado conservador e avesso às oportunidades de negocio, a ordem era investir, investir e investir ou emprestar, emprestar e emprestar no caso de instituições financeiras.

O resultado deste comportamento apareceu no final de 2008 quando a crise mundial foi deflagrada, revelando os altos índices de inadimplência causados por avaliações de risco levianas e, por que não dizer, fraudulentas, levando as economias mundiais à depressão. Esta experiência tem servido de alerta para que o mundo aceite com mais seriedade a questão da analise séria e profissional dos riscos inerentes aos negócios, de tal forma que se espera para este ano o lançamento da norma 31000 da ISO que irá padronizar o gerenciamento de risco dos negócios.

Entende-se que risco de crédito se refere ao risco de perda em que se incorre quando há inadimplência de uma contraparte numa operação de crédito. Na maioria das análises, o risco de crédito do tomador está relacionado a fatores internos e externos, que podem prejudicar o pagamento do empréstimo contratado junto ao banco.

O risco de crédito é algo que está presente no quotidiano de qualquer empresa, seja uma empresa da área financeira, seja uma empresa de serviços, comercial ou industrial. No entanto, tendo em conta o negócio ou a área de atividade em que se inserem, as empresas procedem a análises mais ou menos cuidadas do risco de crédito dos seus clientes. Desde o estabelecimento comercial de venda ao público que habitualmente não procede a qualquer análise, até às instituições financeiras que procedem a análises bastante exaustivas, existe uma infinidade de casos.

A concessão de crédito traduz-se na disponibilização de um valor presente mediante uma promessa de pagamento desse mesmo valor no futuro, que pressupõe a confiança na solvabilidade do devedor, isto é, de que o mesmo irá honrar os seus compromissos nas datas acordadas previamente. Por outras palavras, o risco de crédito é o risco de perda em que se incorrem quando há incapacidade de uma contrapartida numa operação de concessão de crédito. Este risco está intimamente relacionado com fatores internos e externos à empresa que podem prejudicar o pagamento do montante de crédito concedido.

Para determinar o risco de crédito de um cliente com maior ou menor exatidão, pode proceder-se a avaliações do risco. Estas avaliações podem ser mais ou menos detalhadas e cuidadas de acordo com a atividade em questão e o peso do crédito concedido no total da faturação da empresa.

De um modo geral tem sido dada muita importância ao risco de crédito nas instituições financeiras, pelo fato da intermediação financeira constituir-se a essência da atividade dessas empresas. Neste artigo nos propomos a refletir sobre o risco de crédito nas empresas comerciais.

Uma análise de crédito tradicional está fortemente centrada em julgamento humano (analista de crédito), tendo como base os consagrados C's do Crédito (Capacidade, Caráter, Capital, Condições e Colateral).

Os critérios atuais utilizados pela maioria das empresas foram desenvolvidos pelas redes bancárias, instituições que desenvolveram uma abordagem formal ao empréstimo de dinheiro.

 

1.1 PROBLEMA E IMPORTÂNCIA

A análise financeira e de demonstrativos é uma das tarefas mais difíceis e complexas entre as inúmeras que os profissionais financeiros possuem na missão de contribuir para o desenvolvimento das empresas.

Tem a função de apurar ou calcular índices, tendo em vista a tomada de decisões pela empresa com o conhecimento da situação financeira e suas projeções, com base nos dados de demonstrativos referenciados e suas evoluções.

O grande desafio do problema em questão é justamente a análise ou interpretação destes dados ou dos índices extraídos. Partindo-se da hipótese de que parte do elenco de informações que as empresas utilizam, para tomar decisões, está nas demonstrações contábeis, especialmente no suplemento de análise destas demonstrações, há que se afirmar que a importância em se proceder a análise financeira e de demonstrativos é de um grau de relevância extremamente alto.

Utilizando-se de índices e quocientes apurados por períodos e comparados entre si para expressar quais são os reais problemas merecedores de especial atenção.

È possível também sintetizar ainda uma série de razões para realçar quão importante é esta análise para as empresas, podendo se constituir num excelente e poderoso "painel de controle" da administração; trazer resultados bastante precisos e é uma poderosa ferramenta à disposição das pessoas que se relacionam ou pretendem relacionar-se com a empresa, ou seja, os usuários da informação contábil ou financeira sejam eles internos ou externos permitindo um diagnostico do empreendimento, revelando os pontos críticos e prioridades no setor da administração financeira.

 

1.2 OBJETIVOS

1.2.1 OBJETIVO GERAL:

- Compreender o método Credit Scoring de análise de risco na concessão de crédito envolvendo a avaliação financeira de uma empresa comercial.

1.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

-  Avaliar e interpretar os índices financeiros que compõem a análise pelo método Credit Scoring.

- Destacar elementos para uma melhor compreensão do risco de crédito e dos investimentos, apontando o impacto das perdas de crédito no preço dos ativos.

- Compreender os critérios para avaliação de concessão ou negação de crédito do método Credit Scoring.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DE BALANÇOS

 

A Análise de Balanços é, segundo Ludícibus (1998, p. 20), "a arte de saber extrair relações úteis, para o objetivo econômico que tivermos em mente, dos relatórios contábeis tradicionais e de suas extensões e detalhamentos, se for o caso".

 

A análise de balanços pode ser caracterizada como uma arte, pois segundo o autor supracitado por mais que esta seja baseada no cálculo de índices extraídos das demonstrações contábeis, seus resultados não serão perfeitos e nem serão completamente confiáveis, podendo cada analista ter sua opinião individual, mesmo que sejam os mesmos índices utilizados.

 

Segundo Assaf Neto (2002, p. 48),

 

A análise de balanços visa relatar, com base nas informações    contábeis fornecidas pelas empresas, a posição econômico-financeira atual, as causas que  determinam a evolução apresentada e as tendências futuras. Em outras palavras, pela análise de balanço extraem-se informações sobre a posição passada, presente e futura (projetada) de uma empresa.

 

A análise dos demonstrativos contábeis é de grande importância gerencial, principalmente, para as empresas com fins lucrativos, pois é um processo de avaliação da empresa, responsável por mostrar o seu desempenho diante do mercado. O desenvolvimento da análise permite a evidenciação de dados, que serão transformados em informações úteis ao bom gerenciamento da entidade, permitindo a detectação de problemas e conseqüente busca para resolução deles.

2.2 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE BALANÇOS

 

Segundo Assaf Neto ( 2002, p. 54),

 

O raciocínio básico da análise de balanços desenvolve-se por meio de técnicas oriundas de diferentes áreas do saber (contabilidade, matemática e estatística, principalmente). Essas técnicas apresentam uso bastante generalizado e sofrem periodicamente um processo natural de aprimoramento e sofisticação.

 

 

As técnicas de análise de balanços são as ferramentas principais para o desenvolvimento da avaliação econômico-financeira de uma empresa. Porém, nem sempre tão confiáveis, pois estas sofrem constantes modificações e dependem, exclusivamente, das informações extraídas dos demonstrativos contábeis e financeiros, sendo estes responsáveis diretos pela correta ou

mesmo aproximada avaliação da entidade.

 

As principais técnicas de análise de balanços são:

ü  Análise Horizontal

ü  Análise Vertical

ü  Indicadores Econômico-financeiros

 

Nesse estudo, dar-se-á ênfase a análise dos indicadores econômico-financeiros, através da leitura do Balanço Patrimonial e DRE da empresa em questão.

2.3 O SISTEMA DE INFORMAÇÃO E A ANÁLISE DE BALANÇOS

 

Segundo Padoveze (1997, p. 46),

 

As técnicas básicas de análise de balanço são facilmente incorporadas ao sistema de informação contábil. O importante da incorporação dessas técnicas é a possibilidade de avaliarmos continuadamente o comportamento dos indicadores financeiros da companhia.

 

O sistema de informações contábeis é de fundamental importância para a continuidade da análise dos indicadores de desempenho econômico-financeiros, pois facilita a metodologia de comparações dos indicadores em períodos subseqüentes, e, conseqüentemente, possibilita uma maior organização do processo de análise e o melhor entendimento da situação da empresa pelos usuários das informações.

 

3- METODOLOGIA DE ANÁLISE DE CRÉDITO

A avaliação do risco de crédito é reflexo da multiplicidade, qualidade e origem das informações disponíveis para o analista. A análise e a administração do risco estão baseadas no processamento das informações sobre o proponente do crédito. Atualmente, as novas técnicas para mensuração do risco de crédito, aliadas ao avanço dos recursos tecnológicos, são de suma importância para auxiliar o analista de crédito na tomada de decisões.

O mercado financeiro já dispõe de diversas ferramentas, baseadas, na grande maioria, em análises estatísticas para avaliação do risco de crédito, tais como: Risk Rating, Credit Scoring, Behaviour Scoring, Redes Neurais, Sistemas Especialistas, Precificação de Crédito e outras.

Caouette, Altman & Narayanam (1999, p.118) citam que os modelos de avaliação de risco de crédito facilitam a compreensão de um fenômeno e, eventualmente, sua exploração:

Por meio dos modelos de crédito procuramos determinar, direta ou indiretamente, as respostas para as seguintes perguntas: dadas nossa experiência anterior e nossas premissas quanto ao futuro, qual o valor de um dado empréstimo ou título de renda fixa? Ou: qual o risco (quantificável) de que os fluxos de caixa prometidos não venham a ocorrer?

 

O objetivo maior dos modelos de mensuração do risco de crédito está em criar estimativas precisas das probabilidades de os créditos serem pagos, permitindo, por meio do controle das variáveis utilizadas, a definição de um critério que vise a maximização das receitas ou a minimização das perdas, fornecendo uma base estatística satisfatória para comprovação das decisões.

O Credit Scoring é uma ferramenta muito útil para a avaliação da qualidade de crédito de Pessoas Físicas e Jurídicas. Pela ponderação de diversos fatores o sistema classifica as pessoas físicas em duas categorias principais: as que, potencialmente, têm condições para honrar o empréstimo concedido e as que, potencialmente, não reúnem tal condição. Mediante a inclusão de diversas informações no sistema, ele, em poucos segundos, dá uma resposta quanto à aprovação ou não do crédito.

Esta metodologia é utilizada no mundo desde o século passado, tendo sido inicialmente aplicada pelas companhias seguradoras dos Estados Unidos. Há bastante tempo, o sistema é utilizado, no Brasil, por financeiras, bancos e empresas de cartão de crédito, na avaliação de crédito dos compradores de bens duráveis (automóveis, eletro-eletrônicos, etc.), tomadores de crédito pessoal e para atribuir limite de crédito aos clientes.

O sistema divide os potenciais tomadores de crédito em duas categorias: de bons ou maus pagadores, com base nos quesitos ponderados (idade, profissão, renda, atividade profissional, patrimônio, tipo de residência, CEP, etc.) e toda e qualquer outra variável que a empresa/instituição que criar o credit scoring, julgar relevante.

Desde os primórdios da civilização vemos exemplos de análises compostos por certo grau de risco e com algum tipo de garantia.

O risco de crédito é algo que está presente no cotidiano de qualquer empresa, seja de serviços, financeira, comercial ou industrial. No entanto, tendo em conta o negócio ou a área de atividade em que se insere, as empresas recorrem às análises onde os riscos dos seus clientes são avaliados. Desde o estabelecimento comercial, o varejo, venda direta ao público comum que, normalmente não precede nenhuma análise, até as instituições financeiras que habitualmente seguem seus famosos "rating's" buscam minimizar o risco na concessão de crédito.

3.1 – Indicadores estimados das demonstrações financeiras

Para uma boa gestão é importante que se conheça os fatos que ocorrem na empresa para a tomada de decisão. Uma das ferramentas que auxiliam nessas decisões são os índices financeiros.

Nosso estudo foi realizado através da análise dos índices financeiros das Lojas Renner com base nas informações de seu balanço patrimonial.

O balanço patrimonial nos mostra a situação financeira da empresa, e os índices atuam como uma ferramenta de suporte para a análise das informações contidas no balanço, evidenciando a capacidade que a empresa tem para pagar suas dividas, a situação do capital próprio, atividades econômica e operacional, a rentabilidade dos investimentos para que se possa se traçar um perfil da empresa quanto a possibilidade de se conceder crédito e qual o risco representado pela mesma.

3.1.2 - Análise e interpretação dos dados

 

Apresentam-se abaixo os quadros com os principais indicadores da situação financeira e patrimonial da Loja Renner que atua no setor comércio. As análises foram realizadas com base nas informações retiradas da demonstração de resultado e balanço patrimonial nos exercícios de 2008 e 2009.

3.1.3– Índices de Liquidez

 

2009

2008

Liquidez Corrente

1,39

1,41

Liquidez Seca

1,20

1,18

Liquidez Imediata

0,39

0,21

Liquidez Geral

1,33

1,33

 

Análise

Nos anos de 2008 e 2009 a loja Renner apresentou uma liquidez geral de 1,33, consideravelmente boa devido a estabilidade do ativo circulante, significando que a loja consegue pagar suas dividas de longo prazo. Em relação a liquidez corrente o ano de 2008 destaca-se acumulando 1,41 de ativo circulante para cada R$ 1,00 de passivo circulante. Analisando a liquidez seca, o ano de 2008 apresentou um resultado de 1,18 que no ano de 2009 obteve um aumento para 1,20, mostrando que o estoque é importante para manter a liquidez da empresa. A liquidez imediata nos mostra que no ano de 2008 a loja disponibiliza de imediato em caixa 0,39 e em 2009 dispõe de 0,21 para cada R$ 1,00 de dividas.

3.1.4– Índices de Rentabilidade

 

2009

2008

Giro do Ativo

1,23

1,43

Margem Liquida

0,08

0,07

Margem Bruta

0,53

0,52

Margem Operacional

0,12

0,23

Rentabilidade

0,13

0,14

Retorno sobre o PL

0,24

0,23

 

Análise

A Loja Renner mostra em 2008 o índice com elevação do giro do ativo, com dados de 1,43 e o ano de 2009 com menor índice de giro apresentando 1,23. A margem liquida se apresenta melhor no ano de 2009 de 0,08 onde mostra que o lucro cresceu em relação ao ano de 2008. Quanto a margem bruta pode - se verificar que no ano de 2008 para 2009 ocorreu um aumento de 0,52 para 0,53. A margem operacional ocorrida em 2009 de 0,12 foi melhor que em 2008 que obteve um resultado inferior com 0,10. Entretanto a rentabilidade da loja obteve um melhor resultado no ano de 2008 com 0,14 e no ano de 2009 uma queda demonstrando um resultado ruim de 0,13. O retorno sobre o PL da loja foi melhor no ano de 2009 com 0,24 e baixo no ano de 2008 com 0,23.

3.1.5– Índices de Estrutura e Endividamento

 

2009

2008

Capital de Terceiros/ Capital Próprio

1,47

1,29

Composição do Endividamento

0,93

0,91

Imobilizado Capital Próprio

0,46

0,50

Imobilizado Permanente

0,42

0,45

Endividamento Geral

0,60

0,56

 

Análise

Comparando os anos de 2008 e 2009, pode-se afirmar que no ano de 2009 a Loja Renner utilizou mais recursos de terceiros pois para cada R$ 1,00 de capital próprio a loja utilizou R$ 1,47 de capital de terceiros, difere do ano de 2008, onde para cada R$1,00 de capital próprio utilizou R$ 1,29 de capital de terceiros. Em relação a composição do endividamento no ano de 2009 para cada R$1,00 de dividas que a loja tem 0,93 vence em curto prazo e no ano de 2008 para cada R$1,00 de dividas a loja tem 0,91 vence em curto prazo, Obteve no ano de 2009 o ICP de 0,46 que significa que para cada R$1,00 de capital próprio a loja aplica no ativo permanente R$0,46 e no ano de 2008 para cada R$1,00 de capital que a loja obteve R$0,50 aplicou no ativo permanente, demonstrando que a loja investiu mais no ano de 2008. Analisando o índice de imobilizado permanente, observa-se que no ano de 2008 a loja Renner investiu no ativo permanente 0,45 para cada R$1,00 de recursos não correntes e no ano de 2009 houve uma queda para cada R$1,00 de recursos não correntes houve um investimento de 0,42 no ativo permanente. No que se refere ao endividamento geral no ano de 2009 a loja Renner financiou 0,60 de seus ativos com capital de terceiros e em 2008 financiou 0,56 com capital de terceiros, isso significa que a loja utiliza muito o capital de terceiros em seus investimentos.

 

 

 

 

4- RESULTADOS

 

Tendo por base as análises feitas através de índices financeiros, chegou-se a um resultado positivo nos demonstrativos das operações financeiras da empresa avaliada neste trabalho, com algumas considerações pontuais.

No item rentabilidade o retorno não chegou a ser expressivo para o comércio, no item lucratividade a média reduziu e no índice de retorno chegou a uma margem baixa para o investimento feito no período em capital de terceiros. No item estoque, temos o motivo para a captação de recursos de terceiros em períodos de sazonalidade de vendas, períodos estes em que a empresa tem baixa liquidez, não comprometendo o resultado como um todo.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/financas-artigos/analise-de-credito-e-risco-4340091.html

    Palavras-chave do artigo:

    credito risco modelo investimento

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