A Gestão Compartilhada Como Solução Para Os Portos
Por Adriano Villela
Muitos dos dilemas existentes na questão dos portos baianos, cuja situação precária é consenso. Somente no primeiro semestre deste ano, mais de 1,5 milhão de toneladas de cargas baianas foram exportadas ou importadas em terminais de outros estados. O problema é tão preocupante que, a despeito da queda no esfriamento produtivo do Brasil e da Bahia em razão da crise internacional, o volume de cargas transacionadas em portos não-baianos aumentou pouco menos de 25%.
Não entendo o por quê de se analizar se o investimento na modernização e ampliação dos terminais com idéias do tipo investimento privado X recursos públicos; estadualização X manutenção do controle federal. Com a demanda por estrutura portuária do tamanho que está e com modelo atrasado, defendo um investimento pluripartite, numa espécie de PPP em que o público envolve União e governo estadual e o privado abarque todos os investidores interessados. Isso exige um marco regulatório bem formatado, claro, mas não menos complexo que o do pré-sal. E este, reconheçamos, está evoluindo.
Considero difícil uma modernização exclusivamente por recursos privados. A resolução do problema não passa exclusivamente pela ampliação dos berços ou da área de armazenagem, mas também de acesso viário - a obra da Via Expressa, em Salvador, busca resolver uma dessas barreiras. Ademais, não há como se abrir mão de algum controle estatal - trata-se de uma área estratégica tanto para o setor produtivo como para o suprimento da demanda interna e de acesso de entrada e saída de pessoas e bens do território brasileiro. Precisa ter regulamentação constante.
O que não significa controle total. O ideal seria uma regulação negociada, dialogada. Como quem paga a conta escolhe o menu, nada mais justo socialmente falando que os dois lados arquem com o custo dessa modernização, que precisa ser iniciada o quanto antes. Quando uma barreira é muito grande, o melhor do que dividi-la em partes, principalmente quando você pode definir um responsável para cada uma delas. Formulei até uma proposta de divisão.
Novos berços - O atual Terminal de Contêineres de Salvador, já licitado para operacionalização pela Tecon, seria ampliado pela própria empresa concessionária. A atual direção da Companhia de Docas do Estado da Bahia (Codeba) apresentou na semana passada uma proposta de conceder à Tecon a construção de um segundo berço, de 350 metros. A argumentação é que, separados em duas propostas, não se viabilizaria economicamente nenhum dos dois terminais. Certo, mas o local atual tem berço de 210 metros, enquanto os usuários (donos de cargas) calculam a necessidade de 1,4 quilômetro de cais.
Os outros berços podem perfeitamente ficar a cargo da Companhia de Docas do Estado da Bahia (Codeba), que administraria o investimento federal na ampliação ou licitaria as novas áreas em PPP, sem prejuízo à área já repassada à atual concessionária. Já o governo baiano entraria no processo assumindo a modernização do Porto de Aratu. Foi o Estado que formatou a obra da Via Expressa e, a exemplo da Codeba, o governo pode decidir em realizar investimentos próprios ou conceder para investidores interessados. Essa divisão de tarefas entre esferas diferentes de governo e iniciativa privada não é invenção minha. A realização da Copa 2014 segue esse modelo.
"Uma das principais características das grandes nações do planeta é o fato do governo não ser o único formulador de políticas públicas e de visões estratégicas. Desde o século 19, os empresários tiveram papel de relevo na formação do poderia norte-americano. O Brasil começa a entrar agora nesse ciclo. Nos últimos anos, as empresas avançaram em modelos de gestão, domínio sobre o mercado de capitais, acesso a crédito internacional, internacionalização. Agora, começam a se voltar para a visão estratégica de país, entendendo-a indissolúvel da estratégia de cada empresa", afirmou o ex-ministro Roberto Mangabeira Unger, em artigo publicado pelo blog do economista Luis Nassif.
(Artigonal SC #1295334)
A ética permeia as áreas do conhecimento do PMBOK - Project Management Body of Knowledge. Assim, o Código de Ética e de Conduta Profissional do PMI é um documento específico que norteia as obrigações básicas de um gerente de projetos quanto à responsabilidade, respeito, justiça e honestidade. Se o aceite ao código é requisito para a obtenção do certificado PMP (do PMI, o seu cumprimento é requisito para o exercício pleno da profissão de gerente de projetos e para se ter a consciência tranquila!
A consultoria empresarial é uma atividade que cresce cada vez mais no mercado mundial e nacional. Será que voc6e também precisa dela?
O mercado está repleto de opções para software de gestão. São tantas, que as vezes fica mais difícil decidir qual é o melhor software do que qual é a melhor empresa.
A gerência de projetos atribui baixa prioridade para a área de comunicação na fase de planejamento de um projeto, porém, isto a transforma em uma das áreas com maior quantidade de problemas na execução do projeto. Para endereçar esta característica dever-se-ia elaborar um efetivo Plano de Comunicação no projeto, monitorando-o durante sua execução.
A cada dia, as exigências para o gerenciamento de projetos se sofistica em termos de habilidades, competências e ferramentas. Assim, o gerente de projetos além de conhecer as boas práticas contidas no PMBOK do PMI, deve sim assumir uma postura de profissional reflexivo, pesquisador e crítico.
A organização está inserida num meio ao qual condiciona de diversas maneiras (através de sua produção, através das pautas culturais que impõe aos indivíduos que a integram, que por outro lado também integram o meio, etc.) . Mas por outro lado, as características da organização são em parte produto do meio que a condiciona. Produz para a sociedade, mas ao mesmo tempo é produzida por ela.
De forma indiscutível, o gerenciamento dos Recursos Humanos é um item fundamental no projeto, uma vez que são as pessoas que 'fazem as coisas acontecerem'. Como estimular e incentivar as equipes, para que se motivem?
Os indicadores de projetos, além de monitorar o desempenho de um dado projeto, indicam tendências futuras caso a situação permaneça inalterada no projeto. Embora os indicadores não mostrem quais são os problemas existentes, a sinalização evidenciada pelos indicadores aliada à análise de causa-raiz na dimensão analisada (custo, prazos, qualidade, satisfação do usuário dentre outras) permitirá a identificação dos problemas para posterior tomada de decisão e implantação de plano de ação corretivo.
Texto assinado por Ricardo Villela, que discorre sobre os métodos de escolha da empresa cuja ação poderá ser comprada pelos investidores: neste artigo ele trata das análises fundamentalista e macroeconômica
Relato sobre como conduzir, na perspectiva do líder e do intra-empreendedor a situação em que o gestor do setor não é da área fim daquele grupo profissional. Adriano Villela considera tal situação contornável, desde que este chefe goste daquele trabalho - não rivalize com seus subordinados - e os funcionários busquem dialogar.
Em texto publicado no site Visão Econômica, Adriano Villela busca um posicionamento original sobre a conhecida polêmica das áreas de liderança e gestão - focar na obtenção de resultados das tarefas ou na condução do lado humano de sua equipe. A seu ver, o segredo está numa mescla dos dois cujo ponto de equilíbrio é diferente em cada organização
Neste artigo, também publicado no site Visão Econômica, Adriano Villela resume sua experiência na condução da comunicação momentos críticos. Adverte que, se bem conduzida, uma ação comunicacional pode ser decisiva na solução de um problema, mas mal feita acarreta mais estragos numa situação já problemática
Você sabe como funciona um pregão de venda de ações? E a diferença entre preferencias e ordinárias? Essas e outras dúvidas são tiradas por Ricardo Villela neste artigo
Em outro texto publicado no site Visão Econômica, Ricardo Villela fornece orientações sobre como escolher a melhor forma de investir as reservas financeiras, destacando itens como tolerância ao risco, rentabilidade, necessidade - imediata ou não - de aplicação do dinheiro e outras variáveis
Neste texto, publicado por Ricardo Villea em www.visaoeconomica.com.br, o autor destaca que, num momento de dificuldade, primeiro deve-se identificar as causas do problema, para depois buscar eliminá-las
Neste imbróglio entre TCU e PAC, todos estão certos e errados, pois ambos têm prerrogativas e obrigações. È inegável a necessidade de uma correta aplicação do dinheiro público, mas as obras importantes para nosso desenvolvimento economico e social precisam ser concluídas. É o que Adriano Villela comenta neste artigo


