A importância do Planejamento Estratégico Governamental para a transição do estado herdado para o estado necessário

Publicado em: 12/09/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 4,091 |

1   INTRODUÇÃO 

O contexto sócio-político do Brasil ao longo do tempo mostra-se apoiado num Estado capitalista, isto é, avaliando o contexto econômico nota-se significativa contribuição deste na vida política e social brasileira, muito embora no presente trabalho pretende-se demonstrar que prevalecia, não só o Brasil, mas em outros países latino-americanos, segundo o pesquisador Guillermo O'Donnell, o Estado burocrático autoritário, apoiado no corporativismo bifronte que representa a combinação de uma face estatista e de outra privatista, a primeira que possivelmente levou o Estado a conquistar e a subordinar a sociedade civil, e a segunda que o teria colocado a serviço de setores dominantes suas áreas institucionais próprias.

Não pretende-se com este estudo esgotar o tema que se apoia não só nos estudos de O'Donnell, mas de outros pesquisadores que contribuíram com a explicação de que herdamos o Estado que temos como veremos pela explicação histórica. Este Estado Herdado juntava muito do clientelismo apoiado pelo autoritarismo, intervencionismo e outras modalidades tradicionais de relacionamento.

Antes de demonstrar a importância do Planejamento Estratégico Governamental, deve-se começar por uma breve exposição histórica do planejamento no Brasil, apresentando a experiência brasileira com o planejamento governamental, ao tempo que constituímos uma crítica realística do reflexo nos deixado pelo estado Herdado. Em seguida comenta-se brevemente sobre e aplicação do Planejamento Estratégico Situacional como o conjunto de metodologias que devam ser aplicadas para a aglutinação dos três E's que devem fazer parte de um planejamento bem feito: Eficiência, Eficácia e Efetividade. Acrescentamos ao estudo a apresentação da importância também do pensamento estratégico que os gestores públicos devem ter para poder desenvolver bem uma Gestão Estratégica Governamental. Ao final do trabalho apresenta-se a conclusão com o entendimento ilativo de que se captou com o estudo do Planejamento Estratégico Governamental no processo de transformação do Estado Herdado rumo ao Estado Necessário. 

 2 FATOS HISTÓRICOS SOBRE PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL NO BRASIL 

Foi a partir da década de 50 que se iniciaram algumas ações governamentais voltadas para o planejamento e aplicação de políticas de âmbito federal. Tem-se aqui, como exemplo, o governo de Juscelino Kubitschek - que compreendeu o período de 1956 a 1961- fase desenvolvimentista para a implantação do Plano de Metas. O macro-objetivo do Plano de Juscelino era fazer com que o Brasil crescesse cinqüenta anos em apenas cinco e contemplava os setores de: alimentação, indústria de base, transporte, educação e energia dividindo-se em trinta e uma metas. Era um plano arrojado, mas complicado de se efetivar por completo, uma vez que o Brasil necessitava de muito capital para poder desenvolver eficientemente estas metas. O Plano trouxe bons e maus resultados; como bom temos o exemplo da indústria que rapidamente se modernizou e como maus a alta dívida internacional contraída por causa dos empréstimos para implementar o Plano, havendo também modificações da vida rural gerando um grande êxodo, já que esta não se desenvolvia nem tão pouco a implementação de políticas que não se concretizavam. É no período do governo militar que, o planejamento governamental ganha novos moldes, iniciando uma sequência de planos desde o ano de 1964, mas que certamente consolidou ainda mais a centralização, a concentração de renda e o autoritarismo. Isso fez com que ações fossem desenvolvidas, mas apenas direcionadas ao ambiente externo ao governo, ou seja, o costume militar impregnou-se na gestão governamental impactando diretamente no modus operandi dos servidores públicos. O "costume perverso" tomava conta do clima organizacional público e das atividades administrativas internas gerando uma visão hermeticamente fechada por parte dos gestores. Foi no governo de Emílio Garrastazu Médici (1969 – 1974) que acontece o milagre brasileiro, com o exponencial crescimento econômico brasileiro, inflação baixa e projetos de desenvolvimento governamental, como por exemplo, o PIN – Plano de Integração Nacional que apresentou resultados positivos com grandes incentivos fiscais à agricultua e à indústria, bem como a construção da ponte Rio – Niterói e de rodovias como a de Santarém – Cuiabá, a Transamazônica e a Perimetral Norte. Então no final da gestão de Médici, mais uma vez nota-se a economia intervindo na história política – era a crise do petróleo, que em 1973, fez disseminar a crise no Brasil enfraquecendo o milagre econômico. Ainda durante a década de 70 originou-se o Sistema de Planejamento Federal que foi criado em 9 de novembro de 1972, a partir do Decreto nº  73.353, quando houve a criação de um órgão central, integrador de várias atividades e unidades setoriais, que permitia ainda de estabelecer e dar maior amplitude à base do planejamento.

O Ministério do Planejamento publicitou o Programa de Metas e Bases para a Ação do Governo até o ano de 1973, assim  complementava-se ao novo orçamento plurianual, com vigência para o período 1971-1973; e um primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento, previsto para ser implementado entre 1972 e 1974 continuando em outras duas edições: o PND II que a partir da década de 80 com a hiperinflação, novamente houve um redirecionamento das ações desenvolvidas pelo governo, deixando para segundo plano as atividades de planejamento, então apoiando-se em favor do desenvolvimento de medidas de curto prazo. Com a situação houve várias mudanças organizacionais governamentais que colocaram a Secretaria de Planejamento apenas como um órgão coordenador das ações econômicas imediatas do governo; e o PND III que rapidamente leva a uma desarticulação do planejamento governamental permanecendo no meu entender apenas no papel. A crise do petróleo desencadeada teve como consequência na economia a diminuição do ótimo desempenho econômico conseguido e na gestão governamental o declínio da própria noção de planejamento. Como podemos notar o planejamento governamental sofre com as conseqüências da economia relegando-o. Já em 1985, com o governo civil da Nova República nos mostra há alguns insucessos ao retomar iniciativas de planejamento que fossem mais além do plano setorial, como nos diz Dagnino (2009).

O país vive uma série de transformações anteriormente à crise da dívida externa que deixou o Brasil numa longa fase de baixo crescimento e inflação elevada a partir daí e até a introdução em 1994 do Plano Real. Dentre alguns fatos importantes na construção de um planejamento governamental melhor pode-se citar a Reforma Gerencial criada por Luis Carlos Bresser-Pereira, gestor do Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado em 1995. Para se ter uma ideia essa pasta, conforme o próprio Bresser: "não tinha poder suficiente para a segunda etapa da reforma: sua implementação", tanto é que defendeu dentro do governo a integração desse Ministério ao do Planejamento com o argumento de que em um ministério que controla o orçamento público haveria poder suficiente para implementar a reforma. Aprovada a ideia de Bresser, em 1999, no governo de Fernando Henrique Cardoso, passou o novo ministério a ser denominado Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão que passou a realizar a missão de implementar a Reforma usando como ferramentas básicas o orçamento anual da República e particularmente o PPA – Plano Pluri-Anual.

3  A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO GOVERNAMENTAL PARA A TRANSIÇÃO DO ESTADO HERDADO PARA O ESTADO NECESSÁRIO

 Para explicar a importância do Planejamento Estratégico para a transição do Estado Herdado para o Estado Necessário devemos entendê-los por suas definições. O chamado Estado Herdado é uma conseqüência da concentração de poder econômico e político que se tem no Brasil desde o período autoritário, consoante nos fala O'Donnell (1981) que pesquisou sobre as individualidades de um tipo específico de Estado capitalista, o Estado burocrático autoritário latino-americano.

O'Donnell é considerado por muitos o pesquisador que muito ajudou para entender o primeiro componente da matriz que conforma o que chamamos "Estado Herdado", que provém do período militar. Sua expressão "corporativismo bifronte", que seria a combinação de uma face "estatista" que teria levado à "conquista" do Estado e à subordinação da sociedade civil com outra "privatista" que o teria colocado a serviço de setores dominantes suas áreas institucionais próprias é especialmente elucidativa (O'Donnell, 1976, p.3).

Assim como O'Donnell, Mora-Alfaro (2009) também atualiza a visão sobre o Estado latino-americano e indica novos rumos para a discussão. Nota-se a partir dos fatos históricos ocorridos no Brasil e comentados anteriormente que a herança do Estado Herdado afeta até nos dias atuais fazendo com que haja por parte do governo e de pesquisadores sobre Gestão Estratégica Governamental um esforço dimensional até mesmo em estudos mais específicos, pois sabe-se que contexto brasileiro atual é adverso à adoção do Planejamento Estratégico Governamental como um instrumento de gestão pública. Já o "Estado Necessário" é segundo Dagnino (2009, p. 27) "entendido como um Estado capaz não apenas de atender àquelas demandas, mas de fazer emergir e satisfazer as demandas da maioria da população hoje marginalizada." O Estado Necessário é a maneira que pesquisadores adotaram para referir a uma configuração do Estado capitalista alternativa da atualmente existente, justamente por um caminho de aderência e de uma condição de viabilizar um cenário normativo em construção no âmbito de um processo de radicalização da democracia, e diferente da proposta de Guillermo O'Donnell.

Propõe-se por este estudo a importância de qualificar gestores públicos para promover a construção do tão sonhado "Estado Necessário". Esse Estado, a meu ver, não é utópico, mas necessita de um esforço conjunto entre stakeholders como iniciativa privada, universidades e o próprio Estado com uma roupagem de vanguarda. Refiro-me a vanguarda quando mostro a importância de se implantar um pensamento estratégico juntamente com o planejamento estratégico, mas para isso necessita-se modificar a cultura organizacional governamental. Os objetivos e as metas para um futuro melhor que espelhe a democratização em níveis sonhados só serão concretizados com ajuda mútua entre os parceiros que já citei, assim poderemos fortalecer políticas publicadas apoiadas na opinião coerente de representantes civis. A antiga relação Estado-Sociedade dos anos 50 que se fortalecia com uma gestão pública baseada na meritrocracia weberiana apoiada no modelo burocrático patrimonial deve dar lugar a uma gestão de pessoas talentosas e que possam entender de Gestão Estratégica pública, ou seja, essas pessoas gestoras devem contemplar o planejamento estratégico como ferramenta eficaz de gestão governamental.

Sabe-se que o desafio é enorme, pois, consoante Dagnino (2009, p. 15): o PEG – que trata de uma atividade ainda não presente na gestão pública brasileira e que teria de substituir outra, que aqui se denomina simplesmente planejamento governamental, na atualidade visivelmente "contaminada" pelo planejamento corporativo – vir a ser adotado. Concordo com o autor quando nos diz que deve haver substituição de modelos de planejamento até porque as mudanças nas organizações por conta da globalização, a revolução da informática e da Internet estão acontecendo muito rapidamente e forçando a iniciativa pública a adotar cada vez mais instrumentos utilizados pela iniciativa privada. O Planejamento Estratégico é um desses instrumentos e é importante, pois ajuda a colocar metas e objetivos mais estratégicos coerentes com uma análise política. Vejamos o caso do nosso país, sendo necessário duplicar o tamanho de políticas públicas para incorporar mais da metade da população não atendida. Essa ação já evidencia a importância de uma Gestão Estratégica Pública.

O problema não é só do Estado, mas é claro que para satisfazer as demandas, o aspecto primordial, que não depende diretamente do Estado, é uma ampla conscientização política e também mobilização política que se espera, ocorra sem débitos sociais maiores do que o que a sociedade brasileira vem pagando. Com o PEG podemos pelo menos melhorar a cultura organizacional pública perversa imposta pelo Estado Herdado e quiçá atender às necessidades sociais presas durante esse tempo. O país tem uma barreira: o fato de que a correlação de forças políticas, que sanciona uma coercitiva e até concentração de poder econômico crescente, deixa pouco espaço para que uma ação interna ao Estado possa alterar essa situação de pobreza em que se encontra a maioria da população.

Como nos fala OFFE que: "é bem possível que o desnível entre o modo de operação interno e as exigências funcionais impostas do exterior à administração do Estado não se deva à estrutura de uma burocracia retrógrada, e sim à estrutura de um meio sócio-econômico que (...) fixa a administração estatal em um certo modo de operação... É óbvio que um desnível desse gênero entre o esquema normativo da administração e as exigências funcionais externas não poderia ser superado através de uma reforma administrativa, mas somente através de uma 'reforma" daquelas estruturas do meio que provocam a contradição entre estrutura administrativa e capacidade de desempenho (OFFE, 1994, p.219).

Concordo com o autor e entendo que como tem dado certo a experiência do planejamento estratégico nas empresas privadas, dará certo também nas públicas colaborando para promover a transição do "Estado Herdado" para o "Estado Necessário" iniciando por uma reforma geral do Estado, que utilizasse a capacitação dos gestores públicos para a transformação das relações Estado-Sociedade, isso tudo aliado a introdução do pensamento estratégico utilizando-se com coerência os modelos de PES e PEG.  

4   CONCLUSÃO  

A aplicação de um Planejamento Estratégico Governamental ajudará os gestores públicos a traçar estratégias para acabar com rotinas administrativas que dão margem à injustiça, ao clientelismo, à corrupção que empatam os resultados obtidos com a ação de governo, que frustram a população e solapam a base de apoio político dificultando a governabilidade.

Acredito no que descobri a partir dos estudos iniciados sobre a gestão pública e pela experiência dos meus 40 anos como cidadão, que só a democracia unida à eficiência de gestão estratégica levará à transformação do "estado herdado para o estado necessário, pois sem democracia não há participação e transparência nas decisões, não há justamente o planejamento participativo, a avaliação de políticas públicas e a prestação de contas. entendo que alguns aspectos devem ser considerados para a utilização do Planejamento Estratégico Governamental: a transição do "Estado Herdado" para o "Estado Necessário", necessita da qualificação dos servidores, necessita igualmente da formação de gestores que juntem pelo menos duas habilidades/capacidades fundamentais: a de dominar os aspectos teóricos e práticos do processo de elaboração de políticas públicas a ponto de serem capazes de utilizá-lo como ferramenta da mudança social, econômica e política; e atuar de maneira tão eficiente no seu dia-a-dia com pensamento estratégico bem direcionado fazendo com que a estrutura estatal seja cada vez mais eficiente, eficaz e efetiva com a utilização correta de um planejamento estratégico. Então, faço parte do time de Dagnino e outros que nos dizem que devemos utilizar uma orientação, ou seja, uma bússola, um instrumento que nos permita navegar mesmo quando as condições de visibilidade não nos permitem enxergar o farol. Daí é importante utilizar a Metodologia de Diagnóstico de Situações (MDS) que busca viabilizar uma primeira aproximação aos conceitos adotados para o Planejamento Estratégico Governamental e ao conjunto de procedimentos necessários para iniciar um processo dessa natureza numa instituição pública, de governo. Sabe-se que o desafio é grande para os atores centrais do processo que são os gestores públicos, pois estes terão de seguir por muito tempo atuando no ambiente governamental interno, isto é, no interior de uma máquina feita para o Estado Herdado. Sabemos também que a herança que ganhamos é incompatível com a proposta de mudança que a sociedade brasileira almeja: sua forma não corresponde ao conteúdo para onde deve apontar sua ação. A barreira é a forma como se relaciona com a sociedade que empata que ele formule e implemente políticas públicas com um conteúdo que contribua para alavancar essa proposta. E também a metodologia que se processa a ação governamental na sua relação com o Estado existente, determinado pelos contornos de seu aparelho institucional, é irreconciliável com as premissas de participação, transparência e efetividade dessa proposta. Mudar sem mexer é impossível. Reformar o Estado apenas setorialmente e sem mudar a cultura organizacional herdada, isto é, sem mudar os agentes, ou melhor, o pensamento dos seus atores principais levará ao fracasso de qualquer metodologia. Não devemos levar uma estrutura sem mexer no seu interior. Para isso utilizo as metáforas que são bem aplicadas na pedagogia freiriana: é como querer colocar um motor de uma Ferrari num fusca, pois o Estado, sem a implementação de um PEG, ou mesmo sem apoiar-se na modificação da cultura e adoção do pensamento estratégico dificilmente entrará no caminho coerente para um Estado Necessário.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

ALMEIDA, P. A experiência brasileira em planejamento econômico: uma síntese histórica. 2004 (Mimeo). 

Bresser-Pereira, L.C. A reforma do Estado nos anos 90 lógica e mecanismos de controle. Lua Nova Revista de Cultura e Política, n. 45, 1998. 

Costa, F.L. Condicionantes da reforma do Estado no Brasil. In: MARTISN, P. e PERANTI, O.P. (orgs). Estado e Gestão Pública: Visões do Brasil Contemporâneo. S.P., Ed. FGV, 2006. 

COSTA, G. e DAGNINO, R. Gestão Estratégica em Políticas Públicas. R. de Janeiro, 2008. 

DAGNINO, Renato. Curso de Gestão Estratégica Pública.Módulo I. Salvador, Bahia, INGÁ, 2009. 

________________. Planejamento estratégico governamental/Renato P Dagnino. Florianópolis: Depto. de Ciências da Administração/UFSC; [Brasília].CAPES:UAB, 2009. 

MATUS, C. Estratégias Políticas. São Paulo, FUNDAP, 1996. 

MORA-ALFARO, Jorge. El sinuoso camino a la descentralización y El necesario fortalecimiento del gobierno local. MPRA Paper, Munich Personal RePEc Archive, 2009. 

O' DONNEL , G. Anotações para uma teoria do Estado (I). Revista de Cultura e Sociedade, n. 3, 1981. 

O'DONNELL, G. Sobre o corporativismo e a questão do Estado. Cadernos do Departamento de Ciências Políticas. Belo horizonte, UFMG, v. 3, n.151, 1976. 

OFFE, C. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1994.

Avaliar artigo
5
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 10 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/gestao-artigos/a-importancia-do-planejamento-estrategico-governamental-para-a-transicao-do-estado-herdado-para-o-estado-necessario-3252080.html

    Palavras-chave do artigo:

    brasil

    ,

    estado

    ,

    gestao

    Comentar sobre o artigo

    Ivan Dionizio: Sociologo.

    Tribunal de Contas e Ministério Público, também faz com que haja um maior controle das contas públicas para que pratiquem com maior intensidade o principio da transparência, e com isso, o cidadão possam também fiscalizar a aplicação dos recursos. O fato dos recursos públicos serem de origem coletiva e a necessidade de suprir ao bem comum, além da obrigação de atender o interesse da população, criam a necessidade de uma permanente avaliação dos resultados obtidos.

    Por: Ivan Dionizio: Sociologo.l Saúde e Bem Estar> Medicinal 08/03/2012 lAcessos: 608

    O presente texto não tem a pretensão de esgotar os conhecimentos sobre a relação Estado-Sociedade, bem pelo contrario, tal tema é bastante amplo e complexo, sendo impossível conceituar o mesmo em poucas palavras, ate mesmo por que se trata de pontos de vistas distintos sobre o mesmo assunto

    Por: Robson Stigarl Educação> Ensino Superiorl 22/03/2010 lAcessos: 3,681
    silvio broxado

    O servidor público carrega o estigma de ser considerado profissional desengajado, arredio às mudanças e sem comprometimento, apesar de estarmos vivenciando um período o paradigmático quanto aos conceitos do desempenho humano na nova gestão pública. Essa avaliação no comportamento e no desempenho de servidores geram uma série de descren-ças com relação a qualidade do serviço público ao cidadão.No contexto, muitas questões vêem a tona, principalmente sobre o modelo ideal de gestão por mérito.

    Por: silvio broxadol Negócios> Administraçãol 22/03/2011 lAcessos: 1,546

    Palestra sobre as oportunidades de negócios entre Brasil e Estados Unidos, que acontecera em Piracicaba, ira antecipar a vinda do Governador de Florida , Rick Scott

    Por: Rubmar Spironellol Negócios> Gestãol 18/10/2011 lAcessos: 48

    Uma das saídas encontradas pelos hospitais para obter maior eficiência operacional na gestão de documentos foi delegar esse serviço a empresas especializadas, como a Keepers Brasil.

    Por: Tatiana Macedol Negóciosl 20/07/2011 lAcessos: 136

    Este artigo foi publicado na Revista Compras Públicas: Legalidade e Transparência; da Editora CAPACITAR - Consultoria e Treinamentos em Licitações; edição de abril de 2009. O objetivo do artigo é analisar qual papel das políticas públicas sócio-ambientais na construção de uma gestão pública mais democrática e participativa no Brasil, com base no socioambientalimo.

    Por: Rejane Esther Vieiral Negócios> Administraçãol 13/11/2008 lAcessos: 4,802 lComentário: 3

    No Brasil, os contextos político, econômico e social impõem transformações macro-institucionais, que afetam o papel do Estado. Cada um destes elementos supramencionados, por sua vez, exige significativas transformações nas instituições públicas, posto que comprometem o Poder Executivo do Estado brasileiro.De que maneira a Carta Maior atua na construção de uma administração de caráter mais participativo e o chamado “novo serviço público” no Estado de Direito Brasileiro? Qual a sua influência p

    Por: Rejane Esther Vieiral Negócios> Administraçãol 11/12/2008 lAcessos: 11,090 lComentário: 1

    O presente artigo tem como escopo analisar de que maneira a Carta Maior atua na construção de uma administração pública de caráter mais participativo e o chamado “novo serviço público” no Estado de Direito Brasileiro.

    Por: Rejane Vieiral Direito> Legislaçãol 10/06/2008 lAcessos: 6,378

    Este artigo realizou um estudo exploratório da utilização da Gestão de Projetos na Internacionalização de Empresas. Buscou-se analisar o que significam os dois conceitos através de visões de vários autores. O objetivo foi trazer à tona a utilidade e a correlação entre dois saberes do conhecimento que, atualmente, fazem parte do cotidiano das empresas. Analisou-se o planejamento correto e os riscos positivos e negativos de uma empresa estar fora do país. Foram trazidos conceitos propostos pela Ge

    Por: Quintiliano Campomoril Negócios> Ger. de Projetosl 19/05/2011 lAcessos: 646

    como reagimos aos conflitos que noa incomodam no dia a dia? Como deveríamos agir?

    Por: José Carlos Maron Jr.l Negócios> Gestãol 18/09/2014

    ERP é uma ferramenta que dinamiza e agiliza os processos de uma empresa, tornando possível ganhar mais tempo, eliminar atividades redundantes e o desperdício de recursos materiais e operacionais, permitindo uma gestão mais eficiente.

    Por: Priscila Falchi - Sisprol Negócios> Gestãol 18/09/2014

    Foi a partir da década de 1990 que o cenário mercadológico observou o surgimento do conceito de gerenciamento da cadeia de suprimentos, que tem como objetivo integrar os agentes de produção, sendo possível melhorar a qualidade dos serviços. Aumentar a eficácia de sua linha de produção é o sonho de qualquer empreendedor. Afinal, quem não quer ver seus funcionários produzirem até 30% a mais? A terceirização de serviços permite que a sua equipe foque em o que realmente importa.

    Por: Jean Webbl Negócios> Gestãol 17/09/2014

    Em plena retração de mercado e dificuldade das empresas em crescerem e expandirem os seus negócios, a redução de custos passa a ser uma preocupação e fator de extrema importância para a maioria das empresas. Reduzir custos nem sempre é tarefa fácil e demanda esforços por parte de todos os membros de uma organização. Nesse sentido, um sistema ERP pode ser uma ferramenta de grande apoio.

    Por: Priscila Falchi - Sisprol Negócios> Gestãol 17/09/2014

    Quando uma empresa necessita adquirir um sistema ERP muitas são as dúvidas e dificuldades para definir a escolha, por isso, é necessário estar atento aos critérios necessários para garantir a melhor decisão.

    Por: Priscila Falchi - Sisprol Negócios> Gestãol 17/09/2014

    Analisando os conflitos existentes nos ambientes organizacionais, podemos concluir que nosso sistema emocional é o grande responsável pelas nossas vitórias e fracassos. O medo nos paralisa.

    Por: José Carlos Maron Jr.l Negócios> Gestãol 16/09/2014

    Como conviver com os intermináveis e estressantes conflitos que aparecem nos ambientes profissionais? Como ser feliz convivendo ao lado deles?

    Por: José Carlos Maron Jr.l Negócios> Gestãol 16/09/2014

    Todas as vantagens de ter implementado numa empresa, independentemente que seja uma grande média ou pequena, um software de gestão. Como, com uma simples e completa ferramenta, se pode tirar o máximo partido das capacidades de uma empresa e dos que lá trabalham.

    Por: marial Negócios> Gestãol 16/09/2014
    Flavio Andrade

    Para se compreender como as empresas virtuais se desenvolvem e aproveitam a vantagem competitiva com a ajuda da Aprendizagem Organizacional (AO) inicia-se pelos conceitos cognitivo de aprendizagem e depois cultural desta última para um estudo mais objetivo e voltado para o âmbito das organizações.

    Por: Flavio Andradel Negócios> Negócios Onlinel 04/10/2013 lAcessos: 45
    Flavio Andrade

    Em setembro de 2013 o setor de serviços empregou 64.290 pessoas a mais com carteira assinada do que demitiu, enquanto que o setor de comércio ficou com a segunda posição ao apresentar um saldo líquido de empregos de 50.070 vagas.

    Por: Flavio Andradel Negócios> Gestãol 04/10/2013 lAcessos: 49
    Flavio Andrade

    As empresas que não mudam tendem ao fracasso. Não basta apenas mudar, deve-se mudar para a sustentabilidade. Isso se justifica nas palavras de Andrade (2010) ao explicar que as empresas estão mudando de um cenário local para um cenário global: "Observamos empresas do Brasil cada vez mais avançando e conquistando espaço para se unirem e se tornarem mais fortes, mais globais. A questão é: e as pequenas empresas ficarão ainda menores e sem expressividade no mercado?"

    Por: Flavio Andradel Negócios> Gestãol 04/10/2013 lAcessos: 51
    Flavio Andrade

    As empresas em geral sejam pequenas, médias ou grandes para realizar seus objetivos, metas e às vezes estratégias se apoiam em um forte planejamento seja em nível macro, isto é, formatado para o ramo de negócio em que atuam, seja em nível micro, para determinada área da administração; pode ser na área de marketing, produção, qualidade, bem como na área de pessoas.

    Por: Flavio Andradel Negócios> Gestãol 17/08/2013 lAcessos: 74
    Flavio Andrade

    A maioria de nós da área de Administração já ouvimos falar de ERP. Eu explico melhor: ERP é chamado literalmente Planejamento de Recursos da Empresa ou em inglês Enterprise Resource Planning. Toda empresa necessita de planejamento, independente do ramo de atividade, porte ou finalidade para atingir o sucesso. Então, com a globalização de informações cada vez mais rápidas tornou-se indispensável que os gestores pudessem manter um sistema de informação mais eficaz.

    Por: Flavio Andradel Tecnologia> Tecnologiasl 12/06/2011 lAcessos: 264
    Flavio Andrade

    É realmente incrível como jovens empreendedores no tempo do nosso século XXI se destacaram por suas ideias geniais que até hoje lhes rendem bilhões. Vamos citar o exemplo dos fundadores do Google: Larry Page, Sergey Brin e não tiramos o mérito de Eric Schmidt, diretor executivo da empresa, que também é co-responsável pelo capital acumulado pela organização.

    Por: Flavio Andradel Negócios> Gestãol 24/05/2011 lAcessos: 148
    Flavio Andrade

    Mudar é preciso, isso "quase" todo mundo já sabe, ou melhor, tem consciência disso! Mas será que as organizações se deram conta disso realmente? Ou melhor, dizendo, quem dá as ordens sabe que precisa mudar? E os colaboradores, clientes internos também já se questionaram sobre o assunto e tomaram uma atitude?

    Por: Flavio Andradel Negócios> Administraçãol 08/03/2011 lAcessos: 171
    Flavio Andrade

    Para se entender bem o assunto, demonstro nesse artigo que, os indivíduos portadores das ditas habilidades superiores como o precoce, o superdotado, o prodígio, o talentoso, o gênio e os idiots svants (sábios idiotas) são gradações de um mesmo fenômeno, mas com terminologias diferentes e há muito tempo estudadas por uma gama de profissionais: neurocientistas, psicopedagogos, psicólogos, professores e outros.

    Por: Flavio Andradel Educação> Educação Onlinel 06/03/2011 lAcessos: 2,194
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast