A "simples Complexidade" Da Empresa

Publicado em: 30/12/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 297 |

Quem já leu nosso artigo "Dívida pode ser um 'acidente' - os 'ferimentos' devem ser curados", publicado em diversos órgãos da mídia, pode ver a forma simples e pragmática de que costumo fazer uso; dispensemos, portanto, o caráter e termos recatados e técnicos para adotar uma linguagem que todos entendam e na forma que tem trazido resultados satisfatórios.

Muito embora o curto tempo atuando no universo da consultoria, tenho conseguido desmistificar algumas "complexidades complexas" e fazer uso racional da ciência, aliada à nossa experiência de vida e ecletismo, na busca de soluções que quem devia ver, não via; inicio meu trabalho "ouvindo" as coisas, o ambiente e os processos; eles se movimentam e "falam" por si; são sinceros, francos, confiados; são matemáticos e precisos; somente depois é que ouço as pessoas relacionadas com as coisas "ouvidas" que nessa altura já me deram o seu valioso testemunho.

Posso então capturar melhor a imaginação destas pessoas e guiá-las de modo que adotem novas posturas como sendo suas próprias; a partir daí costumo centrar as ações em pessoas, procurando estimulá-las e envolvê-las, em vez de incentivar que alguém as controle; costumo ser sensível às necessidades das pessoas.

NECESSIDADE! Este é um fator que movimenta o mundo!

Muito embora exista um limite para a satisfação conhecida neste mundo através dos nossos cinco sentidos, é certo que os movimentos, racionais ou não, destinam-se exclusivamente à busca de soluções para as necessidades, a partir das mais prementes até aquelas mais complexas, difícil até de entender a sua razão; mas ela está lá... ; a necessidade! Esperando para ser satisfeita por uma forma existente e conhecida da percepção humana neste mundo; e, aí, o nascimento das oportunidades!

O apetite pela satisfação de uma necessidade (existente ou criada!) "embota" a idéia de solução que está disponível bem ao nosso lado; e nosso semelhante não "embotado" pela mesma necessidade - muito embora tenha também as suas outras necessidades -, vê aí uma oportunidade!

OPORTUNIDADE! Este é outro fator que movimenta o mundo!

Quem se dispõe a empreender, ser empresário... precisa "fechar a tríade"! Vale dizer, encontrar a solução para determinada necessidade; é bom que o empresário possua solução para mais de uma necessidade!

SOLUÇÃO! Este é um fator diferente que apazigua os movimentos do mundo; ainda que por instantes!

Esta solução é um produto (ou mais de um) ou um serviço (ou mais de um); mais de um produto ou mais de um serviço parece ser bom para qualquer empreendimento.

De uma forma simples - porque a "idéia-ovo" é simples - a empresa encampa estes três fatores e reúne pessoas e recursos materiais para trabalhar com produtos e/ou serviços.

Ela existe, portanto, para satisfazer necessidades que a família não satisfaz; porque a primeira entidade a satisfazer necessidades é a família; até porque o Estado veio depois!

A idéia de empresa nasce a partir de quando a necessidade a ser satisfeita já não é sexo, carinho, procriação etc; se sua mulher lhe passa uma camisa para a próxima reunião - ou a recíproca - se seu marido lhe lava a louça, o Estado chama isso de assistência recíproca; mas, como disse, ele veio depois! Contudo, a atividade já está satisfazendo uma necessidade que, por sua própria natureza, já não está dentro da família; portanto, a sua colaboração doméstica já dá idéia de uma atividade empresarial que, ademais, já caminha mesmo nesse sentido, passada a fase do protecionismo estatal - exagerado - do prestador de serviços enquanto pessoa física, até porque parece que o emprego "de carteira assinada" está "démodé".

Portanto - prossigo -, a empresa nasce quando alguém quer satisfazer necessidades de um mercado e de si próprio, de uma forma "mais ou menos" organizada; ainda que não saiba - mas, depois percebe! - que deve ter também o capital; é de ver que uns tinham apenas o trabalho quando começaram, até como vítimas do desemprego; também não é difícil encontrar quem só tinha o capital...; ou tão somente a "organização".

Afinal de contas, porque existe consultor?

E prossigo dizendo que empreendedor é o empresário que conhece a necessidade do mercado, o produto e/ou serviço para satisfazê-la e quer formar uma empresa. Hoje em dia, está praticamente separado o trabalho do capital; ou seja, nem sempre esses fatores, denominados, economicamente de "fatores de produção" estão presentes numa só pessoa ou grupo de pessoas; o mais comum é a "fabricação" da idéia de empresa dentro das universidades e entidades de formação da idéia empreendedora; os "fabricantes", quase todos "duros", mas que aprendem a "desenhar" um plano de negócios; e, depois, vendê-lo ao capitalista, ou seja, fazer uma sociedade ou parceria com alguém que possa fazer "virar" o plano, vale dizer, implementá-lo no mercado.


Portanto, o investidor também é empresário; ele possui o capital para investir na empresa, com retornos mais rentosos do que o seu conhecido mercado financeiro, ainda que exista risco.

Mas, se este bem montado e moderno modelo de união sistemática dos fatores de produção não garante resultados satisfatórios e também não isenta o empreendimento dos riscos, que dizer daqueles pequenos empresários que estão precariamente no mercado - salvo exceções -, sem qualquer profissionalismo empreendedor?

A resposta foi dada pelo Sebrae no relatório de Pesquisa que foi resultado do contrato celebrado com a Fundação Universitária de Brasília (Fubra), com o objetivo de realizar pesquisa e amostra nas 26 Unidades da Federação e no Distrito Federal; visava à identificação das taxas de mortalidade das empresas de pequeno porte no Brasil e nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul e os principais fatores condicionantes.

Relata entre outros fatos, que o fechamento prematuro de empresas no País tem sido uma das preocupações da sociedade, particularmente para as entidades que desenvolvem programas de apoio ao segmento de pequeno porte; e que por isso, é de fundamental importância obter informações que propiciem identificar as causas das elevadas taxas de mortalidade das empresas, visando à atuação coordenada e efetiva dos órgãos públicos e privadas em prol da permanência das micro e pequenas empresas em atividade.

A pesquisa apurou, em trabalho de campo realizado no início de 2004, a taxa de mortalidade das empresas constituídas em 2000, 2001 e 2002, ou seja, a quatro, três e dois anos, identificando os fatores condicionantes da mortalidade e cotejando os resultados de entrevistas realizadas junto a empresas extintas e em atividade.

Restou caracterizado que, na opinião dos empresários que encerram suas atividades, encontram-se, em primeiro lugar entre as causas de fracasso, questões relacionadas à falhas gerenciais na condução dos negócios; estas são expressas nas razões de falta de capital de giro, indicando descontrole do fluxo de caixa, problemas financeiros por situação de alto endividamento, ponto inadequado por falhas no planejamento inicial e falta de conhecimentos gerenciais.

Em segundo lugar, predominam as causas econômicas conjunturais, como falta de clientes, maus pagadores e recessão econômica no País, sendo que a falta de clientes já pressupõe falhas no planejamento inicial da empresa.

Conclui o relatório que cabe a quem se propõe a prestar serviços de assessoria à gestão de empresas, aprimorar e intensificar programas de capacitação empresarial, especialmente os voltados à formulação de planos de negócios, gestão de empresas, aprimoramento contábil das microempresas e empresas de pequeno porte; e melhorar o conhecimento das características e potencial do mercado, com ênfase nas fases de planejamento e desenvolvimento inicial da empresa, além de ações voltadas ao aprimoramento do espírito empreendedor.

Muito se fala; muito se estuda; muito se comenta. Mas devia ser uma preocupação inclusive do próprio governo - ao invés de adotar medidas legais que o pequeno empresário nem sabe utilizar - promover a "educação empresarial", com medidas de proteção de fácil aplicabilidade que efetivamente favoreçam aquela que temos como a segunda entidade capaz de satisfazer necessidades: a EMPRESA; a primeira, como disse, é a família! E a família já conta com essas medidas básicas de proteção; que qualquer um sabe usar.

Quem dera se o empresário soubesse que, além de descobrir uma necessidade que não está sendo satisfeita a contento, decidir se ele tem e/ou conhece os produtos e/ou serviços para atender essa necessidade e se ele conhece os processos até que a necessidade seja satisfeita, devia atentar para a viabilidade do seu intento, como negócio.

Então, vão as dicas:

Deve ele:

1. CALCULAR:

a. O investimento fixo para iniciar o negócio;

b. O custo fixo mensal (ainda que não consiga vender nada).

2. SAIR PESQUISANDO O MERCADO CONSUMIDOR E CONCORRENTE SOBRE A ACEITAÇÃO DO SEU PRODUTO E/OU SERVIÇO.

3. ESTIMAR O VOLUME DE VENDA POSSÍVEL (NÃO SE EMPOLGAR E NEM USAR A EXPERIÊNCIA, SUCESSO OU EXEMPLO DE FULANO OU SICRANO).

4. VOLTAR A CALCULAR:

a. A margem de contribuição e o seu índice (%): faturamento menos o custo variável (compra dos produtos, custo dos serviços, impostos e comissões), dividido pelo faturamento estimado, vezes 100;

b. O ponto de equilíbrio (quanto deve vender para ter lucro zero): margem de contribuição, multiplicado pelo seu índice, vezes 100.

c. O lucro: faturamento estimado, multiplicado pelo índice da margem de contribuição, dividido por 100, menos o custo fixo mensal;

d. A necessidade de capital de giro de acordo com:

i. Os prazos de pagamento dos produtos e/ou serviços dados pelos fornecedores;

ii. Os prazos concedidos na venda desses produtos e/ou serviços aos clientes;

iii. Como pode ser integralizado (pago) o custo fixo mensal;

iv. Como são pagos os impostos e contribuições municipais, estaduais e federais;

v. Como são pagas as comissões aos vendedores e representantes.

e. O investimento necessário: investimento fixo mais o capital de giro.

5. CALCULAR FINALMENTE:

a. A taxa de rentabilidade (%): lucro dividido pelo investimento necessário, multiplicado por 100.

b. O prazo de retorno do investimento (meses): investimento necessário, dividido pelo lucro.

Se a pessoa vai fundar uma empresa, ainda que assim entendida na linguagem simples - mas pragmática e eficiente - adotada neste trabalho, recomendo que dedique um pouco mais de tempo e faça este caminho; isto o estimulará a estudar, a implantar o negócio ou mesmo retrair e aprimorar o empreendimento; isto se chama ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA.

Se o negócio já existe, ainda que não esteja deficiente, recomendo que realize esta avaliação simples do seu negócio; importante salientar que este método pode descer e avaliar a rentabilidade de cada produto ou serviço fornecido; a isto se denomina DIAGNÓSTICO ECONÔMICO-FINANCEIRO.

No primeiro caso - viabilidade (quando a empresa ainda não existe) -, o resultado do estudo não impacta economicamente, mas estimula! No segundo - diagnóstico (quando a empresa já existe e opera) -, o impacto econômico pode ser maior que o estímulo! Mas, de qualquer forma, é melhor antecipar, prevenir, do que vir a sentir os efeitos quando não tiver dinheiro para liquidar a... duplicata que vence...hoje! E começarem os problemas de caixa, as restrições creditícias e ao aproveitamento de novas oportunidades, os riscos!

Se o impacto econômico for maior que o estímulo de prosseguir, não se desespere; mantenha-se física e emocionalmente equilibrado para encontrar soluções para dar uma olhada se ainda é tempo de "fazer a lição de casa" para:

- Prevenir, reduzir e recuperar a inadimplência ativa, revendo a política de concessão de créditos, o sistema de cobranças, a recuperação de créditos (Cobrança jurídica, execução judicial, arresto, seqüestro, busca e apreensão, falência);

- Prevenir, reduzir, sanear, equiparar e administrar o endividamento, as restrições e riscos, através de uma "due diligence" própria (trabalhista, tributária, regulatória, ambiental, societária, contratual); da negociação (bancos, sindicatos, fornecedores, sócios e acionistas) ou pela via judicial (consignação, medidas de cautela, revisionais de contratos, responsabilidade civil - que pode inverter a sua posição - ou a recuperação conforme legislação recente).

Se achar que não é capaz, escolha profissionais competentes, de preferência aqueles nos quais sinta visão suficiente e missão para aconselhá-lo eficientemente e "abra o jogo", mostre tudo, comunique tudo, negocie, reconheça a situação, colha experiência; isto já é um bom recomeço; a partir daí retome os negócios com a certeza de que isto não mais acontecerá novamente com as mesmas causas.

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 0 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/gestao-artigos/a-simples-complexidade-da-empresa-1645660.html

    Palavras-chave do artigo:

    gestao

    ,

    administracao

    ,

    direito

    Comentar sobre o artigo

    O presente estudo traz de forma bastante clara, objetiva e direta os aspectos relevantes do direito de empresa à luz do NCC (Parte 1)

    Por: Silvana Aparecida Wierzchónl Direitol 16/04/2008 lAcessos: 37,741 lComentário: 6
    Alexandre Lopes

    O atual papel do Estado e a atuação do governo na implementação das políticas públicas

    Por: Alexandre Lopesl Notícias & Sociedade> Desigualdades Sociaisl 02/11/2011 lAcessos: 88

    Creio que a resposta é bastante simples e pode ser formulada com uma nova pergunta. Afinal, por que não haveria na Indústria do Petróleo - gigante a ponto de especializar profissionais de Tecnologia da Informação, logística, comércio internacional, seguros, etc... – um ramo especificamente voltado para os advogados (profissionais essenciais para garantir o funcionamento nas atividades meio de qualquer setor)?

    Por: Clube do Petróleol Direitol 14/05/2009 lAcessos: 2,690

    A crescente desarticulação entre a definição de políticas, formas e meios de implementação das mesmas, é uma realidade facilmente constatável. Por outro lado, a também crescente aposta na desintervenção do Estado na economia e na sua demissão das responsabilidades sociais, que constituem a sua razão de ser, conduzem-nos a um novo modelo de Gestão Pública que importa analisar. Se um novo modelo de Estado implica um novo modelo de Gestão Pública, como definir e caracterizar o novo gestor público e

    Por: candida marreirosl Negócios> Administraçãol 29/03/2011 lAcessos: 748

    No Brasil, os contextos político, econômico e social impõem transformações macro-institucionais, que afetam o papel do Estado. Cada um destes elementos supramencionados, por sua vez, exige significativas transformações nas instituições públicas, posto que comprometem o Poder Executivo do Estado brasileiro.De que maneira a Carta Maior atua na construção de uma administração de caráter mais participativo e o chamado “novo serviço público” no Estado de Direito Brasileiro? Qual a sua influência p

    Por: Rejane Esther Vieiral Negócios> Administraçãol 11/12/2008 lAcessos: 11,100 lComentário: 1

    Este artigo foi publicado na Revista Compras Públicas: Legalidade e Transparência; da Editora CAPACITAR - Consultoria e Treinamentos em Licitações; edição de abril de 2009. O objetivo do artigo é analisar qual papel das políticas públicas sócio-ambientais na construção de uma gestão pública mais democrática e participativa no Brasil, com base no socioambientalimo.

    Por: Rejane Esther Vieiral Negócios> Administraçãol 13/11/2008 lAcessos: 4,809 lComentário: 3

    O presente artigo tem como escopo analisar de que maneira a Carta Maior atua na construção de uma administração pública de caráter mais participativo e o chamado “novo serviço público” no Estado de Direito Brasileiro.

    Por: Rejane Vieiral Direito> Legislaçãol 10/06/2008 lAcessos: 6,387
    Laine Reis Araújo

    O Controle Interno, também denominado de controladoria foi instituído com a Lei Complementar nº. 4. 320, promulgada em 1964 com a função de proteger o patrimônio público, seguindo normas voltadas para a fiscalização e o acompanhamento dos controles, registros, e aplicação dos recursos públicos, zelando e protegendo dessa forma, o Gestor Público, de penalidades e ações futuras, dos órgãos de fiscalização do Poder Público.

    Por: Laine Reis Araújol Direitol 13/11/2010 lAcessos: 2,874 lComentário: 1

    Esse estudo tem como objetivo principal, esclarecer a relevância do papel do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará – TCM/CE como órgão de controle externo da administração pública, e suas funções constitucionais, mostrar os sistemas de controle e relatar sobre administração pública, seus conceitos e princípios. A existência de órgãos de controle externo é fundamental para fiscalizar a administração pública no sentido de garantir o uso correto dos recursos públicos.

    Por: Mardônio Vieira de Souzal Direitol 29/07/2010 lAcessos: 1,050

    Gestão Urbana no Brasil quanto aos seus aspectos políticos. Busca apontar as características que vêm acompanhando a gestão urbana na contemporaneidade, como o reconhecimento das cidades, de seu crescimento e sua influência na evolução humana, discorrendo sobre as prerrogativas legais, que tornam a gestão urbana, responsabilidade do município, da participação da sociedade civil nas decisões de investimento, do papel do Estado como financiador e do reconhecimento da participação do gestor urbano.

    Por: Luiz Antonio Miottil Negócios> Gestãol 28/02/2011 lAcessos: 343

    Saiba quais os mitos relacionados a manter dados corporativos e ERP em cloud computing.

    Por: Priscila Falchi - Sisprol Negócios> Gestãol 28/10/2014

    Seriam os escândalos recentes envolvendo estatais brasileiras equivalentes ao Watergate? Por Cynthia Catlett - Sócia de Forensic Investigations & Dispute Services da Grant Thornton do Brasil-

    Por: Marianal Negócios> Gestãol 22/10/2014 lAcessos: 14

    É muito comum ver eletricistas trabalhando pela cidade para realizar novas instalações ou reparos na fiação elétrica. Este profissional tem um trabalho que exige muita perícia e técnica, precisando também estar equipado com muitos EPIs diferentes: capacete, óculos de proteção, luvas de alta tensão, botas, cinto de segurança e outros.

    Por: Thiago Castriottol Negócios> Gestãol 17/10/2014
    Elisângela da Silva Pereira

    Quando pensamos em empreendedorismo e liderança muitas palavras imediatamente nos vem à cabeça, não é verdade? E pensando nessa pergunta, elaborei um artigo que tentando responder.

    Por: Elisângela da Silva Pereiral Negócios> Gestãol 17/10/2014

    Sempre acompanhamos em jornais, sites e revistas que o mercado demanda muitos tipos de matérias-primas. Alguns dos mais conhecidos é o petróleo, ferro, minérios, entre outros. Por outro lado, vale destacar que a borracha também é muito presente no fluxo industrial, tendo um aproveitamento muito alto devido sua capacidade de ser moldada para finalidades variadas.

    Por: Thiago Castriottol Negócios> Gestãol 16/10/2014

    Falando sobre Gestão de Pessoas e Recursos Humanos, podemos de certo modo analisar que o estilo da Geração X está habituada à política de retenção de funcionários por longo tempo. E a Geração Y é mais descolada à cultura da empresa; chega, presta serviço, contribui para o desenvolvimento e crescimento, mas sai e muda no momento em que percebe a necessidade de crescer e buscar novas oportunidades. Os profissionais Y chegam trazendo novas ideias, visões e renovação.

    Por: Peri da Silva Santanal Negócios> Gestãol 15/10/2014 lAcessos: 14

    Infelizmente, ainda ocorrem negligências na indústria quando se trata de segurança. Enquanto não acontece nada ruim, ninguém toma nenhuma providência. Porém, quando alguém se machuca decorrente ao serviço prestado, começa então uma série de investigações e a culpa é jogada de um lado para outro.

    Por: Thiago Castriottol Negócios> Gestãol 14/10/2014

    Este artigo tem o propósito de orientar o empresário que estiver com a intenção de vender a sua empresa para seguir algumas providências no sentido de facilitar o processo de negociação e, por consequência, agilizar a transação de venda.

    Por: Paulo Strelczukl Negócios> Gestãol 14/10/2014 lAcessos: 13

    SUMÁRIO: 1. Introdução; 2. O Banco e sua relação com o cliente; 3. O Cheque; 4. Cobrança de cheques; 5. Responsabilidade Civil do banco sacado; 6. Ação de Reparação do Dano.

    Por: Joaquim Rodrigues da Silveiral Direito> Doutrinal 18/03/2011 lAcessos: 3,099

    Há tempos, dois impostos se acumulam sobre serviços gráficos: ISS e ICMS. Mas, num juízo lógico e na nossa modesta opinião, há evidente incerteza jurídica neste tema.

    Por: Joaquim Rodrigues da Silveiral Direito> Direito Tributáriol 16/03/2011 lAcessos: 2,054

    APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO – REGRA PARA CONTAGEM DO TEMPO TRABALHADO EM CONDIÇÕES ESPECIAIS. Para ter direito à aposentadoria integral ou proporcional, é necessário também o cumprimento do período de carência, que corresponde ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o segurado faça jus ao benefício. Os inscritos a partir de 25 de julho de 1991 devem ter, pelo menos, 180 contribuições mensais. Os filiados antes dessa data têm de seguir a tabela progressiva.

    Por: Joaquim Rodrigues da Silveiral Direito> Doutrinal 01/03/2011 lAcessos: 1,795

    Fornece dicas práticas para uma recuperação financeira, avaliando tantos os ativos quanto os passivos e orientando quanto à organização das contas, a criação de novas receitas, a definição de um fluxo de caixa, os esforços e a disciplina necessárias, a eleição da ordem prioritária de resgates e renegociação de dívidas e recomendação de manter a dignidade e seus pertences.

    Por: Joaquim Rodrigues da Silveiral Direitol 30/12/2009 lAcessos: 168
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast