Desculpe ou desculpa?

Publicado em: 26/08/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 6,056 |

O título não é uma pegadinha de português.

Normalmente usamos o desculpe no significado de desculpar-se de algo que fizemos e queremos perdão.

Quando usamos desculpa, queremos dizer algo para fugir, não cumprir aquilo que foi ou está sendo pactuado.

O Perdão é o mais nobre dos sentimentos. Precisa de muito amor, verdade e autoconhecimento para perdoar alguém de coração.

Desculpar-se no universo corporativo é fundamental.

Somos falíveis, as vezes erramos, somos grosseiros com pessoas queridas, somos ríspidos, enfim, agimos diferente da nossa conduta habitual.

Se erramos, pedimos desculpa e pronto. Certo?

Errado!

Pedir desculpas não é o suficiente. Devemos tentar reparar o erro. Compensar a pessoa se for possível.

Agora, se não for possível reparar, olhe bem nos olhos da pessoa que cometeste a injustiça e diga: "Errei. Me desculpe. Você pode me perdoar?"

Se você foi o injustiçado, aceite de coração o pedido de desculpas. Não é fácil pedir perdão a alguém. É um gesto nobre, de coração. E mais, se for sincero o pedido, podes ter certeza que perdoar fará do perdoado um amigo verdadeiro.

Esta é uma das facetas da desculpa.

A outra é muito, diria largamente utilizada nas empresas: Desculpas.

Desculpa para não cumprir no prazo;

Desculpa para chegar mais tarde;

Desculpa para sair mais cedo;

Desculpas.

Por óbvio, ululante, diáfano que ao errar, chegar atrasado ou sair mais cedo fornecemos motivos.

Uma coisa é o motivo. Outra é a desculpa.

O motivo é aquele utilizado vez em quando, quase nunca, já que somos conscientes da obrigação que temos e assumimos. Desculpa, é quando qualquer motivo é motivo para não trabalhar.

Analise seus motivos, seus porquês, seus sonhos.

Está descontente com o trabalho? Procure outro!

Acha o salário baixo? Estude, seja diferente, crie!

Sente-se menor que os outros? Veja se está mesmo ou se não é coisa da sua percepção.

Afinal,

Desculpar-se sim, desculpas, não!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – www.gestao.adv.br | blog.gestao.adv.br | gustavo@gestao.adv.br

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    A tramitação dos Projetos de Lei ou só PL's parece bem simples, no que diz respeito à sua aprovação, ou seu veto. Um PL aprovado na Câmara dos Deputados, por exemplo, deve passar primeiramente nas comissões da casa para aprovação e, em seguida, deve ser enviado para a revisão dos Senadores, e vice-versa.

    Por: Victor Hugo Oliveira dos Anjosl Negócios> Gestãol 13/10/2014 lAcessos: 13
    Gustavo Rocha

    Uma interessante pesquisa do GEJUR aponta em inúmeros escritórios participantes, os meios e métodos de uso das metas de eficiência. Tema deveras polêmico, pois na maioria das visões que conheço e vivencio, ambas as partes (sociedade e advogados) reclamam dos métodos aplicados. De um lado, escritório, querem medir o desempenho para opor melhor crescimento do negócio e de outro lado os profissionais, que querem mostrar este desempenho para alcançarem maiores vôos… Divido a pesquisa:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 17/10/2014
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    Todos sabemos que ser professor no Brasil é mais que uma escolha ou vocação, é um verdadeiro exercício de paciência, vontade e idealismo. Além desta realidade difícil de ser mudada, ensinar tornou-se um verbo de compra de notas, onde o sucesso é um 10 e que dá pra passar um 6 ou 7. Simples assim, alunos medidos como se fossem quilos de mercadoria com valores anotados em cima de provas objetivas – mais fáceis de corrigir – ou subjetivas com palavras prontas.

    Por: Gustavo Rochal Notícias & Sociedadel 15/10/2014
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    12 de Outubro, feriado, data da padroeira do Brasil Nossa Senhora, também data em que comemoramos o dia das crianças. Dia das crianças, uma data comercial, sem sombra de dúvidas. Mas, a reflexão que faço é sobre a nossa criança interior. Aquela criança que nunca deixará de ser nós mesmos em constante evolução. Qual a característica comum a todas as crianças: Curiosidade e não ter medo. Criança não tem medo do ridículo, ela se suja e está feliz.

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 12/10/2014
    Gustavo Rocha

    Divido com vocês um trecho do artigo do filósofo Mário Sérgio Cortella, sobre as novas gerações e seus dilemas. Vale a pena a leitura: Na conversa a seguir, ele chama a atenção para um "desvio de formação" dos jovens, que não foram ensinados a batalhar pelo que desejam. Ao mesmo tempo, afirma que essa geração tem várias características que precisam ser valorizadas. Cortella também dá um alerta sobre a nossa falta de tempo para pensar sobre nós mesmos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 10/10/2014
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    Ao ler o título, muitos dirão que não é verdade: Chefia não tem sentimentos, eles tem sarcasmo e principalmente mau humor. Outro dirão que ao contrário, são muito emocionais. E há aqueles que são durões ou fingem ser durões. Ou ainda aqueles que dizem que são parceiros dos colaboradores e na verdade apenas querem o seu sucesso e nada além disto… Tantos modelos de chefes, não é mesmo? A Exame.com trouxe alguns pontos que devem ser questionados nestas reflexões. Vejamos:

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 08/10/2014
    Gustavo Rocha

    ROI. Uma sigla, por isto tudo em maiúsculo. Não se trata de um nome próprio, nem de alguma bobagem, mas sim de uma sigla que cada vez mais importa a qualquer profissional: Retorno sobre o investimento. Antigamente, assunto restrito de quem atuava no financeiro. Hoje, um assunto normal quando o tema é gestão e cuidado com o seu negócio. O tema não é novo, data de antes de 1920… Contudo, até hoje muitos sequer sabem o que significa. Segundo a wikipedia:

    Por: Gustavo Rochal Finançasl 08/10/2014
    Gustavo Rocha

    Segundo o professor Charles-Henri da escola de negócios de Paris, a geração Y não é egoísta, mas sim realista. Em uma entrevista a revista Época Negócios ele afirmou isto e mais algumas posições. Será que é uma realidade aplicável no Brasil? E mais, será que estamos preparados para esta realidade empresarial? Vejamos: Num mundo de alta instabilidade, a falta de paciência da geração Y é justificada, na opinião de Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de gestão e recursos humanos da e

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 06/10/2014
    Gustavo Rocha

    Abra suas asas! Parece um clichê, mas é uma verdade: Abre as suas asas e voe! Você pode, e mais do que isto, você deve. As pessoas vivem em seus mundos, seus castelos de areia, alguns com castelos tão sólidos que sequer podem ser destruídos, outros com castelos nas nuvens, sempre em cima de um floco de algodão da sua imaginação onde tudo pode acontecer… E o mundo real? Somos responsáveis por nossas escolhas, por nossas decisões, por nossa rotina.

    Por: Gustavo Rochal Negóciosl 05/10/2014
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