Gestão Empresarial - Decisão Vital
GESTÃO EMPRESARIAL – DECISÃO VITAL
A GESTÃO EMPRESARIAL tem suas peculiaridades que devem ser
administradas com muita competência, ACREDITO que a primeira deve ser
o PLANEJAMENTO EMPRESARIAL, logo em seguida temos a legalização da
empresa, cumprindo, portanto todo o formalismo legal para a
comprovação da legalidade do empreendimento.
É inegável que por trás de um grande empreendimento que visa obter
lucros acelerados, deve ter um gestor e profissionais com eximia
competência e qualificação com a responsabilidade de proceder esse
planejamento em fatos concretos, reduzindo os risco e viabilizando
economicamente o empreendimento.
Após a pesquisa comercial que resultou na decisão de empreender, em
seguida iniciando o processo de legalização da empresa, a seguir
descrito:
a) Declaração de Empresário, se for uma empresa individual;
b) Contrato Social se for uma sociedade, ou equivalente;
c) Estatuto Social de for uma sociedade anônima, entidade, ou equivalente
Resumidamente, precisa-se da documentação a seguir descrita:
a) Cópia xerox do CPF do titular, sócios, acionista, ou procurador;
b) Cópia xerox da Cédula de Identidade do titular, sócios, acionistas
ou procurador;
c) Cópia do Comprovante de Residência dos mesmos citados;
d) Cópia da Certidão do Imóvel, ou do Contrato de Locação;
e) Cópia do IPTU do imóvel, ou Certidão do IPTU.
Uma das ações mais importantes é a verificação da regularidade
jurídico fiscal dos representantes da empresa, seja, titular, sócios,
acionistas, procuradores etc, em seguida a pesquisa do local onde se
estabelecerá á empresa e a aferição junto ao Plano Diretor do
Município para ratificar a regularização da atividade econômica a ser
desenvolvida com a localização, a fim de possa receber os alvarás e
licenças necessárias para a regularização do empreendimento.
É comum no Brasil um capitalista, elevar um substituto para ser seu
sócio, pois inexiste legislação que exija a comprovação do capital
investido, diferentemente do quer acontece na Europa ou na América do
Norte, onde a exigência fiscal é inconteste.
Ultimamente os órgãos fiscalizatórios estão mais atentos, podendo
facilmente identificar a veracidade dos fatos e descobrir quem tem
capital e quem não pode comprovar o investimento do empreendimento.
Nessa oportunidade temos exemplo a cada ano mais comprovado, a SRF do
Brasil tem elevado o número de pessoas são convidadas a se esclarecer
sobre fatos que difere de sua declaração, quando o sistema afere com
as informações recebidas e alimentadas por obrigações acessórias, e me
parece que a tendência e identificar uma grande massa de fatos que
talvez possa ser considerado passível de verificação fiscal.
Hoje, se não houver essa aferição prévia, a empresa pode sofrer um
processo de descontinuidade, inviabilizando o empreendimento, como
exemplo podemos citar a existência de diversas empresas que estão
sediadas em área residencial, podendo sua atividade econômica expelir
desejos que podem ameaçar o meio ambiente, como exemplo disso,
podemos, observar:
a) Panificadora sediada em área residencial, com forno, a lenha, á
gás, a energia ou similar;
b) Industria de Confecção sediada em área residencial, pois seu
barulho, ou restos de tecidos e linhas podem ser jogados no meio
ambiente contribuindo para elevar a poluição;
c) Indústria de produtos alimentícios em área residencial pode agredir
o meio ambiente com sua atividade;
Essas empresas devem estar sofrendo com visitas fiscais, notificações,
investimento para projeto de tratamento de desejos, barulho, fuligem,
e demais derivados que podem agredir o meio ambiente, e podem até
mesmo impactar e inviabilizar economicamente o empreendimento.
A existência desses empreendimentos nessas áreas, está recebendo
especial atenção da Secretaria Municipais que deve obedecer a um
código da legislação ambiental, da ANVISA- Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, através da vigilância sanitária, do IBAMA –
Instituto Brasileiro de Assistência ao Meio Ambiente, através do meio
ambiente e demais preceitos legais.
Faço esse comentário por entender que atualmente a responsabilidade
social e ambiental, fazem parte integrante de qualquer gestão
empresarial, não podendo em hipótese nenhuma ser descartada por nenhum
ser de bom senso, pois sua ação está diretamente ligada sua
legalidade.
Atualmente para alguns projeto de financiamento á longo prazo, junto á
instituições financeiras é comum solicitarem conjuntamente com a
documentação da empresa comprovação de sua responsabilidade social e
ambiental.
Devemos observar que a clausula que trata da Administração, com a
identificação do sócio, acionista, diretor ou similar, essa indicação
deve obedecer aos preceitos legais, essa clausula merece atenção
especial, pois legalmente quem exerce aquelas atribuições e atividades
são somente os profissionais administradores, como podemos elevar ou
identificar que o empreendedor indicado deve exercer citadas
atividades sem que tenhamos a comprovação de sua categoria
profissional.
É bastante embaraçosa essa interpretação, pois estamos entrando numa
seara de profissionais de administração que pode no futuro ser
questionado pelo Conselho dessa profissão, ou mesmo receber uma
fiscalização para aferir o empreendedor elevado á categoria de
administrador conforme cita e prescreve o contrato ou estatuto, ou
mesmo a documentação para a inscrição do CNPJ – Cadastro Nacional de
Pessoas Jurídicas.
Outro fato importante é a atividade econômica, seja a principal ou a
acessória, devemos estar bastante centrado na identificação da
atividade econômica, primeiramente atender a uma obediência legal,
segunda para análise da opção do regime tributário, e em terceiro para
a obtenção de incentivos e demais fatores.
Descrevo essa informação, pois a empresa pode optar pelo SIMPLES
NACIONAL, mas sua atividade deve obedecer outras legislações
especificas, como por exemplo: Uma pequena indústria de produtos
alimentícios, uma ferramentaria, uma empresa de derivados de
plásticos, observem que apesar de empregar um número menor de
empregados, devemos observar a legislação de saúde e segurança do
trabalho, do maior ambiente etc, que deve fazer parte integrante do
processo de legalização da empresa.
Outro fator que deve ser observado previamente é a OPÇÃO de regime
tributário, que deve ser analisado com bastante critério, pois temos
os seguintes regimes:
a) Simples Nacional;
b) Lucro Presumido;
c) Lucro Real;
d) Lucro Arbitrado
O regime do Simples Nacional e do Lucro Presumido tem como base de
cálculo o Faturamento da empresa, ou seja, pode até a contabilidade
fiscal e gerencial, indicar a existência de prejuízo, mas a sua opção
tem como base o faturamento.
O Lucro Real, como o próprio nome já indica ter perfeita sintonia com
a veracidade dos fatos, ou seja, se houver lucro devemos pagar o que
devido for ao erário, mas se houver prejuízo não se paga nada ao
erário, mas tudo isso dentro devidamente desenvolvido dentro dos
princípios e critérios legais em perfeita sintonia com o PLANEJAMENTO
EMPRESARIAL.
O Lucro Arbitrado é medida de exceção, ou seja, quando a empresa não
consegue demonstrar com clarividência, transparência e legalidade as
alterações e modificações atingidas pelo seu patrimônio, motivada pela
gestão empresarial.
Em qualquer uma das opções é de fundamental importância a elaboração e
implantação de um PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO POR ELISÃO FISCAL,
devidamente acompanhado por profissional capacitado e qualificado para
esse acompanhamento.
Diante desse desafio, produzir relatórios logo deixará de ser a
principal missão das empresas, que deverão montar um plano de
comunicação para transmitir de maneira efetiva as mensagens para os
seus diferentes públicos, facilitando o acesso aos seus temas de
interesse, diante dessa linha de raciocínio a melhor solução é ao
mesmo tempo em que tornar acessível essa grande base de informações
sobre a empresa, e saber selecionar e criar caminhos amigáveis para
aqueles que buscam se aprofundar em determinados assuntos. Sempre
preservando o princípio da transparência com uma condição básica para
a sustentação de um bom relacionamento no mundo de comunicação veloz e
que amplia o poder dos novos Agentes reguladores, a mídia e as
organizações civis.
Não há motivo, porém para desespero. A tecnologia já começa a vir em
socorro das empresas, com a utilização de sofwares que estão
disponíveis no mercado para atender á necessidades de agilidade na
sistematização das informações dos indicadores desempenho da empresa.
A intenet se apresenta também como um excelente canal para facilitar o
acesso a essa massa de informações, e melhor conduzir de maneira
amigável os leitores.
As informações contidas nessas publicações devem servir de alimento
para se buscar o retorno efetivo dos leitores e investidores sobre a
atuação da empresa nas diversas disciplinas, tais como; estratégias
dos negócios, gestão de riscos, sejam eles ambientais, sociais, ou
outros, e seus compromissos e metas para os anos futuros.
Nessa seara de informações a CONTABILIDADE contribui através das
demonstrações financeiros e contábeis que qualitativamente e
quantitativamente agrega valor ao patrimônio da empresa, mas também se
faz necessário haver uma sintonia racional com as demais informações.
É também um claro indicativo de que setores empresariais diretamente
ligados as finanças no Brasil tomou a dianteira nesse processo efetivo
de mudanças das normas contábeis que, coincidentemente, começou a
germinar com o advento da crise financeira que determinou
determinadas fragilidades estruturais no sistema e despertou a
conscientização sobre a necessidade de harmonização dos padrões
contábeis no plano nacional e internacional, buscando a melhoria na
transparência e na qualidade das informações divulgadas aos
investidores.
Nesse momento e no ápice da oportunidade motivada pelas crises
existências as empresas com suas respectivas gestões devem
obrigatoriamente declinar e entender que a gestão empresarial de
riscos é fator determinante de sua existencialidade passando, portanto
a ser parte integrante de qualquer empresa.
Para a determinação do perfil de riscos de uma empresa são necessárias
definições claras de indicadores de desempenho e índices de
volatilidade, com base em demonstrativo que vislumbre a veracidade dos
fatos e induzam a uma transparência necessária para que citados
indicadores sejam eivados de fortes indutores de decisões, um de
natureza financeira, tal como valor de mercado, geração de caixa
operacional, distribuição de lucro e dividendos e outro de natureza
qualitativa, tal como transparência, idoneidade, reconhecimento da
marca, ambiente de trabalho e responsabilidade sócio ambiental, é o
instrumento através do qual a gestão empresarial irá se orientar,
ajustando ao perfil de risco determinado, bem como receber análises
qualitativas e quantitativas com relação aos riscos identificados,
oportunidades e retornos esperados das diversas operações da empresa
(Eduarda Cunha de La Roque).
Algumas reflexões revelam o escopo e a maturidade da gestão tais como;
a) A empresa considera os riscos de maneira global e integrada ao
planejamento estratégico?
b) Os riscos são considerados de maneira ampla (não apenas os risco
financeiros)?
c) Os ativos intangíveis são considerados?
d) Que métodos e ferramentas são utilizados para a identificação dos riscos?
e) Como se controlam os riscos financeiros?
f) A gestão tem gerenciamento de riscos como parte integrante da
agenda de seus gestores?
g) Como é disseminada a cultura de gestão de riscos?
Com base na realidade identificada através das perguntas acima, o
gestor deve questionar a respeito de aspectos mais específicos, tais
como:
a) Quais são os relatórios produzidos e que os analisa?
b) Que controles internos são realizados?
c) A gestão recebe relatórios periódicos abordando os riscos e sua evolução?
d) Quais são os principais riscos identificados?
e) Qual o tratamento dado a tais riscos?
Essas reflexões são necessárias para que a gestão atente para os
riscos que devem ser por ela analisados e o seu papel dentro da
estrutura, uma vez que a preocupação com riscos é fundamental para que
ele cumpra bem a sua missão de proteger me valorizar o patrimônio, bem
como maximizar o retorno do investimento.
Devemos nos lembrar sempre do colapso de diversas empresas que
infelizmente foi um marco na revolução do ambiente empresarial, tais
como a ENRON, WorldCom, Aldephi, Global Crossing e a Tyco,
interessante notar que há cinco anos o mundo coorporativo está em
constante progresso, o desastre das empresas citadas que propiciou
tais avanços foi motivado pela busca de resultados da ganância humana.
Uma epopéia, sem heróis, que envolveu mortes, egocentrismo exacerbado,
traições, disputas internas, vaidades, mentiras, dinheiro e falência.
Atualmente qualquer empresa de qualquer porte, jamais deve se esquecer
de fazer o dever de casa, ou seja, executar o seu planejamento
estratégico para viabilizar o seu investimento, pois inexiste outro
rendimento quem não seja o LUCRO, que apesar das interpretações dos
sábios e filósofos não tem outro objetivo ou fato que possa vitalizar
o empreendimento.
Devemos em tender que há uma forma muito especial e muito bem
estruturada de se fazer uma análise estratégica e que revolucionou
para sempre as práticas de negócios. Muitos modelos surgiram, sempre
mantendo, de alguma forma, uma linha mestra referente á busca por
resultados foram surgindo novas praticas de gestão esse modelo foi
evoluindo e acompanhando as mudanças, sempre positivado pela busca de
ganhos na cadeia que circunda o mercado. A explosão dos programas de
terceirização das empresas, visando focar a redução de custos em suas
atividades. O avanço da tecnologia fez surgir vários modelos de gestão
empresarial e a concorrência globalizada continua se acirrando e
muitos fatos acontecerão que poderão mudar significativamente a
conduta do mercado.
Esse fato comprova que os desafios que nos esperam nas próximas
décadas são ainda mais complexos que os atuais. O cenário atual de
negócios, para as empresas que tem um planejamento empresarial, já
apresenta a necessidade de tratar de forma mais integrada a uma visão
não somente econômica ou financeira, mas os aspectos ambientais,
sociais e humanos.
A preocupação com o meio ambiente mudou significativamente o foco na
gestão de recursos que implicam em restrições ao uso de produtos e
processo produtivos que podem impactar negativamente o empreendimento,
mas que podem por outro lado, gerar excelentes oportunidades de outros
negócios menos onerosos e mais oportunos, tais como os produtos
orgânicos e energias alternativas mais saudáveis, devemos perceber
esse entendimento dos ciclos naturais para que não percamos essa
oportunidade estratégica de investimento rentável.
O mercado financeiro globalizado popularizou o investimento, aumento a
liquidez e atraindo diversas categorias de investidores que não podem
correr o risco de ver seu poupado capital desaparecer de uma hora para
outra, tendo em vista a incerteza do mercado. Este investidor, a cada
dia se vê como parte integrante de uma sociedade que demanda práticas
de gestão mais transparentes e éticas que reflitam diretamente na
avaliação das empresas.
Somando isso ao aspecto sentimental do ser humano, visando o
entendimento das questões humanas é de fundamental importância que as
tenham a capacidade de perceber citadas demandas e mudanças, de todo o
meio que a circula e interage no seu planejamento, pois estratégias em
sustentabilidade de negócios, está diretamente ligado a evolução
natural dos modelos que atualizam de conformidade com os novos
cenários de negócios, diante desse entendimento formular estratégia
que avaliem os riscos dos negócios e identifiquem as oportunidades
nessa relação não é somente uma questão de sobrevivência como também
deve ser encarada como uma vantagem competitiva que agrega valor e
reduz os riscos do empreendimento. Esta habilidade em se relacionar
com esses novos fatores se bem desenvolvida origina uma barreira de
entradas naturais, já que os relacionamentos não de consolidam da
noite para o dia, mas com a sinergia positiva de todos que fazem a
empresa em pleno exercício de sua gestão.
Sabemos dos riscos que se expões os administradores e gestores de
origens diversas e na maior parte das vezes de efeitos e proporções
fora do seu controle, enfrentam situações em que em frações de
segundos podem por a perder cifra e esforços astronômicos e para
agravar as situações, na maior partes dessas vezes que está sob
pressão de tomada de atitude, há desproporção entre as reparações
potenciais e o seu patrimônio é imenso e insondável. Sabemos ainda
muitas vezes são situações cotidianas que implicam sua decisão. Diante
de riscos de tamanha magnitude para seus negócios e, acima de tudo,
para suas vidas, há essencialmente dois caminhos ao alcance das
empresas e seus gestores, uma é fazer a melhor gestão possível de
risco e tenda reduzi-los a novel palatável, através de uma perfeita e
trabalha planejamento estratégico, a outra é agregar á prevenção de
seguro, e assim transferir os riscos a terceiros, qualquer que seja a
opção, citadas iniciativas tem sido dissonantes e pouco uniformes.
Diante desse fato podemos observar que a gestão de riscos tem se
preocupado em se estruturar adequadamente para enfrentar surpresa e
adversidades o que a difere da segunda opção.
O que dantes era uma opção voluntária da gestão empresarial, disposta
a consolidara imagem e reputação com seus formadores de opinião
externa, está ganhando contorno de exigência de mercado, capaz de
fazer a grande diferença entre os concorrentes e tornar bem mais fácil
a vida as empresas que se dispuserem a manter a transparência com
todos os interessados em sua atuação. As novas diretrizes para
obtenção de investimentos através dos relatórios de sustentabilidade
representam um certo grau de desenvolvimento da gestão empresarial,
que soube interagir a partir de uma necessidade do próprio mercado.
Há uma nova versão de indicadores motivados através desse aprendizado
contínuo acumulado ao longo desses anos pela própria empresa, que com
sua sintetização e profundidade ganharam apoio dos investidores,
trazendo consigo instrumento que reforçam a credibilidade das
informações, além de dados sociais e ambientais que se complementam,
demonstrando com isso maior transparência. Com informações críveis e
comparáveis o terreno está pronto para que, em pouco tempo, as
empresas possam ter seus desempenhos analisados em conjunto sob o
ponto de vista da sustentabilidade, podendo ainda optar com clareza as
que são mais sustentáveis.
ELENITO ELIAS DA COSTA
Contador, Auditor, Analista Econômico e Financeiro, Instrutor de
Cursos do SEBRAE/CDL/CRC, Professor Universitário, Professor
Universitário Avaliador do MEC/INEP do Curso de Bacharelado em
Ciências Contábeis, Consultor do Portal da Classe Contábil, da Revista
Netlegis, do Interfisco, do IBRACON – Instituto dos Auditores
Independentes do Brasil (Boletim No.320), Autor de vários textos
científicos registrados no Instituto de Contabilidade do Brasil, sócio
da empresa IRMÃOS EMPREENDIMENTOS CONTÁBEIS S/C LTDA.
E-mail: elenitoeliasdacosta@gmail.com
(Artigonal SC #486460)
Palavras-chave do artigo:
EDUCAÇÃO COM QUALIDADE
Se não houver um conhecimento significativo, também não haverá um ensino de qualidade nas escolas, portanto as instituições devem preparar melhor os futuros atuantes da área Educacional.
O presente artigo aborda a questão da qualidade atual da educação como consequência da própria insatisfação pessoal do educador. Dessa forma, parte da premissa de que o educador não deve procurar culpados para a deficiência existente na educação, mas sim, procurar se autocompreender e se automodificar, a fim, de compreender melhor as crenças, valores e sentimentos, garantindo uma educação de qualidade.
Descrição de um problema de comunicação nas IFES, apontando uma falha na veiculação das informações destinadas aos alunos. O estudo é realizado na Universidade Federal Rural de Pernambuco, com uma pesquisa que fornece fundamentos para captar dificuldades dos alunos quanto ao nível de informações veiculadas, para, em seguida, criar medidas para implementar meios de comunicação afim de obter melhoria na veiculação das informações necessárias quanto aos procedimentos existentes nas Universidades.
A tão sonhada educação de qualidade vai muito além da teoria que pressupõe em fazê-la utilizando-se das mais modernas receitas de aprendizagem, devendo estas, estarem inseridas em um processo educacional onde todos tenham acesso à escola, livros didáticos, merenda e professores qualificados - o discurso de sempre.
Na atual sociedade, promover a “educação de qualidade” não é fácil; e não é para qualquer um! Podemos considerar Educação, como a promoção do desenvolvimento da capacidade intelectual e moral de uma pessoa.
Dar sentido às ações, promovendo a interação das disciplinas.A vida é aprendizado e a teoria deve ser associada a ela.
Este trabalho tem como objetivo mostrar como é possível fazer uso das novas tecnologias em prol de uma boa educação juntamente com um bom preparo dos sujeitos envolvidos neste processo pedagógico.
A educação sempre foi e será o fator primordial para o desenvolvimento de uma nação e do ser como homem e cidadão. Mas até onde nossa educação tem levado a emancipação do homem? Será que estamos sendo conteudistas a ponto de ignorar a humanização de nossos alunos? Através do instrucionismo, o aluno é condenado a um processo flagrante de domesticação subalterna.
Quanto tempo você dá a quem ama? Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe a forma como ela utiliza o tempo.
A falta de capacitação produz balanços que não servem para tomada de decisão, repetição de tarefas, com desgastes emocionais e desperdícios de recursos, perda de negócios por condução inadequada e mais uma infinidade de tratamentos errôneos.
A técnica da sesta é uma prática agradável que revigora, melhora o estado de alerta à tarde e alivia o estresse. Diversas empresas no mundo, inclusive no Brasil, disponibilizam instalações para descanso dos funcionários...
Não há como negar que estamos vivendo um período de adaptações, mudanças nos meios de comunicação, agilidade no atendimento ao cliente e principalmente lançamentos de novos produtos, novas marcas, indústrias e um crescimento na economia do país.
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA CONSTRUIR UM PLANO DE MARKETING E COMUNICAÇÃO EFICAZ Estratégia de comunicação tem por objetivo comunicar de forma clara e compreensiva a proposta de valor da empresa, ou seja, "o que" a empresa, por meio de seus produtos e serviços, tem para oferecer ao seu público-alvo (clientes). A estratégia de comunicação também deve telegrafar o posicionamento da empresa. Uma combinação entre: a) a identidade da empresa; b) imagem que a empresa tem perante o mercado; e...
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Demonstrar que a cada ação da gestão deve depreender uma ação contrária, para o sucesso da gestão
O presente artigo visa demonstrar a necessidade de ujm PLANEJAMENTO EMPRESARIAL, devidamente acompanhado por um profissional competente e qualificado da Contabilidade.


