Ti: “Cloud Computing” É Só Mais Um Termo Sugestivo?
*Adriano Filadoro
O setor de tecnologia da informação tem sofrido inúmeras mudanças nos últimos 15 anos. De sistemas computacionais que ocupavam grandes salas dentro das empresas, hoje temos laptops e podemos fazer quase tudo com um bom aparelho celular. Até mesmo o aparelho de fax, que surgiu nesse meio tempo, quase não é lembrado pelos que estão cursando a universidade. Tudo mudou muito rapidamente e para melhor.
Enquanto algumas pessoas têm ressalvas em relação aos profissionais responsáveis diretamente por essas transformações, os apelidando de ‘nerds’, temos de concordar que esses ‘professores pardais’ dão nomes cada vez mais interessantes para as inúmeras aplicabilidades tecnológicas. Primeiro vieram as siglas, que ainda não caíram em desuso e ainda são empregadas sempre em Inglês, independentemente de você estar em Taiwan ou ter um termo correspondente em seu país de origem.
Atualmente, todos estão mais poéticos, ou talvez mais espertos. Tanto é que o termo “TI verde” pegou na hora, ainda que realmente ele sugira, em alguma medida, os benefícios do uso responsável e racional dos recursos naturais. Mas o mais curioso, nos últimos tempos, é ver um CIO indagando a outro sobre o significado de “cloud computing”. Afinal, se o termo vem sendo pronunciado pelos altos executivos da Microsoft, Apple, IBM e Dell, alguma coisa importante vem pela frente. Bem, nem sempre isso é uma verdade absoluta.
Sabemos que a capacidade gerencial é um item crítico dentro de uma empresa. O gestor à altura do cargo que exerce certamente vive se questionando sobre a performance e a funcionalidade dos recursos de TI da companhia. Ele sabe que há sempre novidades em TI, seja no segmento de hardware, software ou de serviços capazes não só de suportar as operações rotineiras, mas de se transformar em uma verdadeira vantagem competitiva diante de seus concorrentes. E que isso tudo significa mais dinheiro no caixa da empresa. Portanto, hoje em dia ele está atento a termos como ‘virtualização’, ‘cloud computing’ – mesmo sem saber ao certo o que é – e nas próximas inovações divulgadas na mídia e no mercado.
Uma coisa é certa: estar a par das inovações não é garantia de que elas sejam o melhor caminho para a estratégia de crescimento da empresa. Pelo menos, não sem o conhecimento das reais necessidades, objetivos e de tudo o que isso significa em termos de investimento. Isso justifica, em parte, a alta rotatividade de CIOs dentro das empresas. Certamente que são competentes, mas às vezes se deixam influenciar pelo deslumbre dos novos termos, criando necessidades onde elas não existem e investimentos em elefantes brancos.
O termo “cloud computing” já foi definido de várias formas, certamente até pelo seu próprio autor – ainda incógnito. A explicação mais plausível é que, ao contrário daquela imagem sugestiva de computadores voando pelos ares, se trata de formas de rodar sua base de serviços ‘nos ares’, utilizando um espaço já bastante explorado pelas operadoras de telefonia móvel. A idéia é permitir que alguém tenha acesso aos seus dados ou aos dados da sua empresa sem necessariamente estar fisicamente próximo. Total interação remota.
Se a virtualização, que propõe a multiplicação não só de servidores, mas de outros recursos de TI, como banco de dados, redes e desktops, não foi completamente percebida e aproveitada em sua totalidade pela maioria das empresas brasileiras, por exemplo, certamente ainda levará um tempo para a “cloud computing” cair no completo entendimento e aproveitamento.
Além disso, os métodos mais comuns utilizados hoje em dia para proteger o ambiente virtual não oferecem exatamente as mesmas garantias de segurança dos ambientes físicos. Isso vem exigindo aperfeiçoamento constante, como investimento em Data Center para se ter um backup automatizado, pronto para acelerar os processos de armazenamento e recuperação das informações com baixa movimentação, ou até mesmo a virtualização do backup. Portanto, antes de permitir que seus pensamentos voem nas ‘nuvens da computação’, a medida mais acertada é investir em uma infra-estrutura tecnológica viável e pronta para dinamizar os negócios da sua empresa.
(Artigonal SC #621694)
Palavras-chave do artigo:
Negócios TI
,Negócios on line
,Terceirar data center
,Terceirização de data center
Artigos relacionados
Últimos artigos de Gestão
Mais artigos por Press Página Projetos de Comunicação
Destinado à empresas de pequeno e médio porte que desejam ter informações sobre terceirização de data center.
Grande ou pequena, qualquer empresa decidida a ter sucesso deve garantir que seus dados e informações estejam protegidos da melhor forma possível.
Estudo recém-lançado pela consultoria estratégica McKinsey aponta para crescimento da terceirização de serviços de gestão, manutenção e reparos nas infra-estruturas de TI. A gestão remota de infra-estrutura, como esses serviços são chamados, vem crescendo 80% ao ano, desde 2005. Entretanto, a terceirização de servidores, data center e outros serviços de hardware ainda são subutilizados dentro das empresas.
Empresa brasileira de TI conquista IBM e dispara no mercado
Vantagens da terceirização de data center e virtualização
Investimentos feitos para crescimento da empresa
Especialista revela algumas dicas para o consultor de TI não ser apenas mais um no mercado
Terceirizar serviços pode realmente ser a melhor estratégia de crescimento de uma empresa por uma série de razões. Apesar desses benefícios, em algumas situações há que se pesar prós e contras até se decidir se a terceirização é de fato uma boa idéia.
Criar uma imagem do que se deseja e transferir boas energias para que ela se materialize é importante, mas não garante, por si só, o tão desejado sonho.
Quanto tempo você dá a quem ama? Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe a forma como ela utiliza o tempo.
A falta de capacitação produz balanços que não servem para tomada de decisão, repetição de tarefas, com desgastes emocionais e desperdícios de recursos, perda de negócios por condução inadequada e mais uma infinidade de tratamentos errôneos.
A técnica da sesta é uma prática agradável que revigora, melhora o estado de alerta à tarde e alivia o estresse. Diversas empresas no mundo, inclusive no Brasil, disponibilizam instalações para descanso dos funcionários...
Não há como negar que estamos vivendo um período de adaptações, mudanças nos meios de comunicação, agilidade no atendimento ao cliente e principalmente lançamentos de novos produtos, novas marcas, indústrias e um crescimento na economia do país.
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA CONSTRUIR UM PLANO DE MARKETING E COMUNICAÇÃO EFICAZ Estratégia de comunicação tem por objetivo comunicar de forma clara e compreensiva a proposta de valor da empresa, ou seja, "o que" a empresa, por meio de seus produtos e serviços, tem para oferecer ao seu público-alvo (clientes). A estratégia de comunicação também deve telegrafar o posicionamento da empresa. Uma combinação entre: a) a identidade da empresa; b) imagem que a empresa tem perante o mercado; e...
Cuide bem da prata que você tem em casa...
Veja como a empatia pode influenciar as relações entre pessoas no mundo corporativo
Enquanto os setores do comércio e da indústria sentem os efeitos da crise o setor de serviços vem recuperando postos de trabalho
Quando o assunto é crise global financeira, os cortes de serviços são a primeira idéia que vem à mente. Mas, ao contrário, a necessidade de reajustar as previsões orçamentárias para 2009 aponta para uma redução da folha de pagamento e um aumento na contratação de serviços. Afinal, um dos principais ganhos da terceirização é contar com um atendimento de ponta, com alta produtividade e inteligência na distribuição das tarefas.
Estudos da consultoria Mediamark Research & Intelligence revelam que um terço dos americanos começam a comprar os presentes de Natal em novembro. No Brasil, a julgar pela decoração das grandes lojas e pelos movimentos na internet, a corrida das compras já começou. Só não está maior, ainda, porque as pessoas estão mais cautelosas.
O Guarujá, terceira maior ilha do litoral do Estado de São Paulo, já foi símbolo de status e já deixou de ser – perdendo espaço para turistas que transferiram suas casas de veraneio para Ilhabela (litoral norte paulista). Mas uma coisa é certa: nunca sai de moda
Em parceria com a fabricante norte-americana Mindray, a Ecomed traz ao Brasil o equipamento portátil digital de ultrassom para diagnóstico DP-6600. A empresa, que há 30 anos representa importantes fabricantes de diversos países na área de saúde, está bastante otimista com a pronta receptividade do mercado em relação à novidade.
O setor de tecnologia da informação tem sofrido inúmeras mudanças nos últimos 15 anos. De sistemas computacionais que ocupavam grandes salas dentro das empresas, hoje temos laptops e podemos fazer quase tudo com um bom aparelho celular. Até mesmo o aparelho de fax, que surgiu nesse meio tempo, quase não é lembrado pelos que estão cursando a universidade. Tudo mudou muito rapidamente e para melhor.
Acaba de ser constituída a Comtrend do Brasil Telecomunicações. Braço verde-amarelo da matriz taiwanesa, a empresa com forte atuação na Europa, América do Norte e Ásia espera consolidar sua posição na América do Sul. Nos últimos três anos, seus equipamentos de acesso às tecnologias que utilizam banda larga vêm sendo introduzidos na América do Sul, principalmente no Brasil – onde o avanço de operações casadas com a LatinTec, empresa nacional de tecnologia com atuação em 21 estados, viabilizaram a
Estudo recém-lançado pela consultoria estratégica McKinsey aponta para crescimento da terceirização de serviços de gestão, manutenção e reparos nas infra-estruturas de TI. A gestão remota de infra-estrutura, como esses serviços são chamados, vem crescendo 80% ao ano, desde 2005. Entretanto, a terceirização de servidores, data center e outros serviços de hardware ainda são subutilizados dentro das empresas.


