Tipos De Empreendedorismo

Publicado em: 14/11/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 10,251 |

Empreendedorismo Star Up

                       O empreendedor Star Up não é necessariamente alguém que investe o capital inicial ou inventa um novo produto, mas sim a pessoa com a idéia do negócio. Idéias são engenhosas, mas nas mãos de pessoas empreendedoras, se tornam poderosas e lucrativas. Para Schumpeter, “novas combinações”, inclusive “fazer coisas novas ou coisas que já são feitas de uma maneira diferente” são vitais.

            O empreendedor é um indivíduo com um profundo senso de missão a cumprir. Definindo esta missão através de quais produtos fornecerá e para quais mercados. Ele trata seus funcionários como colaboradores e consegue transmitir o senso de missão conquistando a dedicação de cada um para obtenção de resultados. Os fundamentos da empresa empreendedora são coisas simples, práticas, implantadas com obsessão.

           Empreendedorismo corporativo

 O termo empreendedor é aqui utilizado não no sentido de quem abre empresas, mas no sentido de quem imagina, desenvolve e realiza visões dentro de organizações.

            O intraempreendedor atua dentro de uma empresa. Ele não é o proprietário das máquinas e dos equipamentos, do capital – o que não significa que ele não possa, dentro daquela organização, desenvolver um projeto ou um produto. As qualidades e características do empreendedor e do intraempreendedor vão ser as mesmas: auto-estima, capacidade de argumentação, capacidade de decidir por conta própria, capacidade para correr riscos. O mais importante no intraempreendedorismo é identificar e desenvolver as características empreendedoras das pessoas.

Para ser um funcionário empreendedor não basta ter apenas idéias, é necessário que estas idéias sejam desenvolvidas e implantadas. Essas visões são as idéias de inovação, de criação de novos produtos ou serviços que os funcionários possuem.

Os intraempreendedores, assim como os empreendedores, segundo Pinchot (1989, p. 26), “não são necessariamente inventores de novos produtos ou serviços. Sua contribuição está em tomar novas idéias ou mesmo protótipos e transformá-los em realidades lucrativas.”

 Empreendedorismo Social

             O empreendedorismo de caráter social tem como finalidade a gestão de um empreendimento coletivo, que promova o desenvolvimento sócio-econômico de uma região. Trata-se da inclusão de pessoas sem renda ao processo criativo e produtivo. É um compromisso político que pode gerar grandes transformações sociais com a utilização de poucos recursos financeiros, com base na ação solidária de membros de uma comunidade.

            Muitas organizações não governamentais desenvolvem este tipo de trabalho no Brasil. São entidades empreendedoras na medida em que inovam nos métodos e nas soluções e geram resultados de baixo custo e de grande alcance social. Existem também empreendedores sociais, que atuam na formação, especialmente no treinamento e qualificação pessoal, através da criação de pequenas entidades locais de interesse público e sem fins lucrativos. Algumas ações governamentais também podem promover o empreendedorismo social, engajando pessoas que tenham sensibilidade para o problema.

            O empreendedorismo social promove a sensibilização de pessoas essenciais ao processo de mudança. São líderes comunitários que atuam como agentes multiplicadores do entusiasmo empreendedor. Na maioria das vezes, são voluntários que encontraram motivos para inovar o modo de vida. São sonhadores que desejam uma vida melhor. São incansáveis realizadores da causa coletiva, que buscam o reconhecimento e o valor de suas ações.

            Para os empreendedores sociais, a missão social é central e explícita. E obviamente isso afeta a maneira como os empreendedores sociais percebem e avaliam as oportunidades. A criação central torna-se o impacto relativo à missão e não o a riqueza. Para os empreendedores sociais a riqueza é apenas um meio para um determinado fim. Já para os empreendedores de negócio, a geração de riquezas é uma maneira de mensurar a geração de valor. Isso ocorre porque os empreendedores de negócio estão sujeitos à disciplina do mercado, o qual na maioria das vezes é quem determina se eles estão mesmo gerando valor. Se eles não alternarem seus recursos para serem usados de forma mais economicamente produtiva, eles tenderão a serem postos de fora do mercado.

  Referências bibliográficas

 FILLION, Louis Jacques. Empreendedorismo: empreendedores e proprietários-gerentes de pequenos negócios. Revista de Administração, São Paulo, v.34, n.2, p. 05-28, Abr/Jun. 1999.

 

PINCHOT III, Gifford. Intrapreneuring – Porque você não precisa deixar a empresa para tornar-se um

empreendedor. São Paulo: Harbra, 1989.

 SHUMPETER, J. Theories of Economic Development, Cambridge, MA, 1934

 Artigo publicado na Revista Eletrônica do Executivo Moderno. Disponível no site:

http://www.executivosenegocios.com.br/empreendedorismo/empreendedorismo006.htm

 Academia de Desenvolvimento Social (www.academiasocial.org.br)

J. Gregory Dees

Universidade de Stanford (Stanford University)

31 de Outubro de 1998

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/gestao-de-carreira-artigos/tipos-de-empreendedorismo-1458919.html

    Palavras-chave do artigo:

    empreendedorismo

    Comentar sobre o artigo

    O presente artigo tem como objetivo apresentar, evidenciar e explicar o empreendedorismo e o perfil empreendedor. Primeiramente são expostos conceitos sobre o tema, sendo feita um apanhado de conceitos de vários autores, a fim de trazer uma definição sólida sobre o tema. Posteriormente é apresentado o perfil empreendedor, em sua forma literal. Com base no referencial teórico, várias ponderações são feitas, como uma comparação ao “empreendedor ideal” e o “empreendedor real”, e o desacoplamento do conceito empreendedorismo e lucro, o artigo é encerrado com um estudo de caso.

    Por: MARCOS PAULO DINIZl Negóciosl 27/11/2009 lAcessos: 1,560
    Renan Poggi de Figueredo

    Este artigo teve por objetivo analisar, criticar e propor novos conceitos a respeito do empreendedorismo sócio organizacional humanizado, levando em conta padrões acadêmicos sociais e organizacionais contemporâneos, os quais prezam pela compreensão das ferramentas psicológicas e afetivas enquanto mecanismo de alcance organizacional e na gestão do crescimento das carreiras e das corporações, ou seja, o intraempreendedorismo.

    Por: Renan Poggi de Figueredol Negócios> Administraçãol 24/05/2013 lAcessos: 93

    O presente artigo teve como objetivo investigar as possíveis características do perfil de uma empreendedora no associativismo e quais ações foram fundamentais para o sucesso do negócio. Para a coleta de dados entrevistou-se uma gestora da associação que auxilia portadores do câncer, que obteve sucesso no interior de São Paulo e tem feito a diferença na sociedade com o empreendedorismo feminino. O estudo detectou características comportamentais empreendedoras e analisou um caso prático.

    Por: Franco Kaolu Takakura Juniorl Negócios> Administraçãol 02/11/2010 lAcessos: 736

    Este trabalho tem como objetivo relatar a importância de um empreendedor estratégico dentro de uma empresa, visto que, as empresas atualmente estão inseridas em uma realidade completamente competitiva, daí a necessidade de uma pessoa especialista nesta área. Pois, existem constatações que a falta de planejamento estratégico por grande parte das empresas, tanto brasileiros como o de outros países, eleva a taxas de mortalidade destas.

    Por: Thyago Batistotel Negóciosl 08/08/2009 lAcessos: 3,818 lComentário: 3
    SANDRA VAZ DE LIMA

    Empreendedores são pessoas que desejam participar ativamente da construção de um mundo novo, não apenas como expectadores, mas como atores das mudanças globais da atualidade. De modo geral a pesquisa busca conhecer as ações dos empreendedores nas organizações e dessa forma, saber como eles podem e devem contribuir para o crescimento e desenvolvimento. Especificamente buscou-se: diagnosticar o perfil "empreendedor"; identificar os desafios que a administração propõe ao gestor público.

    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 20/08/2013 lAcessos: 124
    Pedro Soares

    Empreendedorismo digital é um modelo de negócio onde pessoas anunciam seus produtos ou serviços através de um meio digital, por exemplo a internet, essa divulgação diferenciada faz com que algumas pessoas de visão vejam a internet como uma grande vitrine, onde divulgar os seus produtos/serviços se torna uma tarefa mais fácil, com menos gastos e com uma abrangência maior do que as divulgações tradicionais.

    Por: Pedro Soaresl Finanças> Investimentosl 14/07/2013 lAcessos: 27
    Teresa Coutinho

    As características do empreeendedor ou do espírito empreendedor, da indústria ou da instituição, não é um traço de personalidade. Empreendedor é pessoa que tem a habilidade de ver e avaliar oportunidades de negócios;

    Por: Teresa Coutinhol Internet> Marketing na Internetl 22/11/2011 lAcessos: 118

    Artigo sobre o `start`da atitude empreendedora no Brasil e no Mundo

    Por: Diego Teixeiral Negócios> Gestãol 05/03/2010 lAcessos: 2,944

    A relação entre empreendedorismo e marketing é fundamental para o futuro de uma nova empresa. Ainda sim, em cidades de pequeno e médio porte, não há a cultura de estabelecer um Plano de Negócios e estratégias definidas de marketing. Isso porque não há a preocupação em verificar o mercado através de pesquisas e ações que diminuam o risco de fracasso do novo empreendimento. A pesquisa quantitativa feita em Viçosa/MG, em uma amostragem de 25 empresas, evidencia que os proprietários, na maioria das vezes, são responsáveis pelas decisões na área de marketing. Entretanto, empresas mais recentes já procuram se aconselhar em instituições como o Sebrae.

    Por: Emerson Clemente Rodrigues Lacerdal Marketing e Publicidadel 14/01/2010 lAcessos: 1,926

    Marketing pessoal é o conjunto de práticas, atitudes e conceitos cujo objetivo é estabelecer uma relação eficaz entre o profissional e o mercado de trabalho.

    Por: Ernesto Bergl Carreira> Gestão de Carreiral 09/09/2014 lAcessos: 12
    Portais Imobiliarios

    O processo de aprendizagem deve ser contínuo na vida de qualquer profissional. Aqueles que param de estudar, acabam ficando para trás no mercado de trabalho.

    Por: Portais Imobiliariosl Carreira> Gestão de Carreiral 08/09/2014
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    Algumas dicas para o corretor de imóveis se manter motivado e superar as adversidades apesar das desmotivações do dia-a-dia

    Por: Portais Imobiliariosl Carreira> Gestão de Carreiral 28/08/2014

    Você deseja seu sucesso profissional, mas não sabe o que fazer? Precisamos escolher um caminho, caso contrário teremos que nos satisfazer com o que vier.

    Por: Gabriela Mesquital Carreira> Gestão de Carreiral 05/08/2014 lAcessos: 12

    Pai rico, filho nobre, neto pobre - um dilema muito conhecido por fundadores e herdeiros de empresas familiares, e também uma grande preocupação, pois a sua longevidade dependerá do seu processo sucessório. Conforme o SEBRAE, as empresas familiares representam 90% do total das empresas brasileiras e as estatísticas apontam que apenas 30% sobrevivem à segunda geração - e esse percentual vai diminuindo a cada nova geração.

    Por: Central Pressl Carreira> Gestão de Carreiral 04/08/2014 lAcessos: 13
    Portais Imobiliarios

    Às vezes parece que mesmo fazendo tudo certo, os resultados não chegam, pode ser culpa de alguns erros simples imperceptíveis que nos impedem de obter sucesso.

    Por: Portais Imobiliariosl Carreira> Gestão de Carreiral 01/08/2014
    Mayender Alves de Souza

    Comentários com prós e contras de ser patrão ou empregado para reflexão.

    Por: Mayender Alves de Souzal Carreira> Gestão de Carreiral 30/07/2014
    Fabiani Seibel Stock

    A importância do aprimoramento profissional, a busca por conhecimento e atualização é dever de cada profisisonal e não somente das empresas.

    Por: Fabiani Seibel Stockl Carreira> Gestão de Carreiral 25/07/2014
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    A atual sociedade vive um momento onde a discussão sobre o conceito de ética se torna tão necessária quanto a avaliação das teorias sobre a cultura e a realidade humana. Em princípio, o homem se depara com sua cultura, baseada em valores morais internalizados ao longo dos anos, e nem sempre movidos pelo sentimento do bem comum. Eis que surge então a ética, como o exame da realidade moral, ou seja, a critica real da moral estabelecida. Por todos os lados, a humanidade se encontra de frente a valores distorcidos e conceitos mal ordenados no sentido da coletividade.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 24/11/2009 lAcessos: 23,730 lComentário: 1
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Existem vários tipos de consultorias, e elas se diferenciam pela maneira como será oferecido para o cliente.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Gestãol 24/11/2009 lAcessos: 13,660
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Para fazer uso adequado do capital intelectual, é necessário administrar o conhecimento, permitindo capturar, armazenar, recuperar, consultar e analisar conhecimento relativos aos 3 tipos de capital. A Gestão do Conhecimento é a área preocupada com a administração do capital intelectual da organização de modo que esta possa aprender e crescer.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 23/11/2009 lAcessos: 2,546
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Governança corporativa lida com as maneiras pelas quais os fornecedores de recursos garantem que obterão para si o retorno sobre seu investimento. Governança corporativa é o conjunto de mecanismos que protegem os investidores externos da expropriação pelos internos (gestores e acionistas controladores.Shleifer e Vishny (1997)

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 23/11/2009 lAcessos: 722
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Gestão por competências é sistema gerencial que busca impulsionar os funcionários na competência profissional, acrescentando capacidades e aumentando as já existentes. Competências são aqui entendidas como as capacidades, os conhecimentos e as características pessoais que distinguem os profissionais de alto desempenho daqueles de desempenho regular em determinada função. O gerenciamento baseado em competências ou Gestão por Competências é uma ferramenta que identifica as competências essenciais, as habilidades e conhecimentos determinantes da eficácia profissional e também as lacunas de qualificação do funcionário para tarefas específicas e fornece recursos para aperfeiçoar suas capacidades.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Carreira> Recursos Humanosl 11/11/2009 lAcessos: 1,999
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    A avaliação de desempenho como ferramenta gerencial, já é bastante disseminada nas empresas privadas, mas ainda é incipiente nas instituições públicas. Se a administração pública brasileira realmente quiser atuar conforme os pressupostos da administração pública gerencial, ferramentas gerenciais como a avaliação de desempenho deverá ter maior destaque. A ultilização desse instrumento gerencial disponível certamente resultará em funcionários motivados, capacitados e dispostos a prestar o melhor serviço possível à sociedade.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Carreira> Recursos Humanosl 10/11/2009 lAcessos: 3,644
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    A avaliação de desempenho é uma ferramenta de fundamental importância, pois através dela é possível dirigir os esforços das pessoas para objetivos capazes de servir ao negócio da empresa e aos interesses individuais das pessoas, na melhor forma possível de integrar objetivos organizacionais e objetivos individuais.A avaliação de desempenho não é um fim em si mesma, mas um importante meio para melhorar e impulsionar o comportamento das pessoas.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Carreira> Recursos Humanosl 05/11/2009 lAcessos: 10,746
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Resumo O artigo tem por objetivo pesquisar na literatura especializada conceitos e posicionamentos relacionados à utilidade e metodologia do planejamento estratégico (PE) nas organizações. Com base nesse levantamento teórico, buscou-se analisar o modelo realizado por um órgão da administração pública, o Superior Tribunal de Justiça. Como resultado, observa-se que o órgão fez um PE contemplando os principais pontos necessários e, com isso, conseguiu criar uma peça estratégica que direcione as ações do órgão para o bom atendimento das demandas da sociedade, porém, ficou claro que algumas ferramentas poderiam ser mais bem utilizadas para aumentar a efetividade do PE nesse órgão.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 04/11/2009 lAcessos: 7,632
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