Tipos De Empreendedorismo

Publicado em: 14/11/2009 |Comentário: 0 | Acessos: 10,493 |

Empreendedorismo Star Up

                       O empreendedor Star Up não é necessariamente alguém que investe o capital inicial ou inventa um novo produto, mas sim a pessoa com a idéia do negócio. Idéias são engenhosas, mas nas mãos de pessoas empreendedoras, se tornam poderosas e lucrativas. Para Schumpeter, “novas combinações”, inclusive “fazer coisas novas ou coisas que já são feitas de uma maneira diferente” são vitais.

            O empreendedor é um indivíduo com um profundo senso de missão a cumprir. Definindo esta missão através de quais produtos fornecerá e para quais mercados. Ele trata seus funcionários como colaboradores e consegue transmitir o senso de missão conquistando a dedicação de cada um para obtenção de resultados. Os fundamentos da empresa empreendedora são coisas simples, práticas, implantadas com obsessão.

           Empreendedorismo corporativo

 O termo empreendedor é aqui utilizado não no sentido de quem abre empresas, mas no sentido de quem imagina, desenvolve e realiza visões dentro de organizações.

            O intraempreendedor atua dentro de uma empresa. Ele não é o proprietário das máquinas e dos equipamentos, do capital – o que não significa que ele não possa, dentro daquela organização, desenvolver um projeto ou um produto. As qualidades e características do empreendedor e do intraempreendedor vão ser as mesmas: auto-estima, capacidade de argumentação, capacidade de decidir por conta própria, capacidade para correr riscos. O mais importante no intraempreendedorismo é identificar e desenvolver as características empreendedoras das pessoas.

Para ser um funcionário empreendedor não basta ter apenas idéias, é necessário que estas idéias sejam desenvolvidas e implantadas. Essas visões são as idéias de inovação, de criação de novos produtos ou serviços que os funcionários possuem.

Os intraempreendedores, assim como os empreendedores, segundo Pinchot (1989, p. 26), “não são necessariamente inventores de novos produtos ou serviços. Sua contribuição está em tomar novas idéias ou mesmo protótipos e transformá-los em realidades lucrativas.”

 Empreendedorismo Social

             O empreendedorismo de caráter social tem como finalidade a gestão de um empreendimento coletivo, que promova o desenvolvimento sócio-econômico de uma região. Trata-se da inclusão de pessoas sem renda ao processo criativo e produtivo. É um compromisso político que pode gerar grandes transformações sociais com a utilização de poucos recursos financeiros, com base na ação solidária de membros de uma comunidade.

            Muitas organizações não governamentais desenvolvem este tipo de trabalho no Brasil. São entidades empreendedoras na medida em que inovam nos métodos e nas soluções e geram resultados de baixo custo e de grande alcance social. Existem também empreendedores sociais, que atuam na formação, especialmente no treinamento e qualificação pessoal, através da criação de pequenas entidades locais de interesse público e sem fins lucrativos. Algumas ações governamentais também podem promover o empreendedorismo social, engajando pessoas que tenham sensibilidade para o problema.

            O empreendedorismo social promove a sensibilização de pessoas essenciais ao processo de mudança. São líderes comunitários que atuam como agentes multiplicadores do entusiasmo empreendedor. Na maioria das vezes, são voluntários que encontraram motivos para inovar o modo de vida. São sonhadores que desejam uma vida melhor. São incansáveis realizadores da causa coletiva, que buscam o reconhecimento e o valor de suas ações.

            Para os empreendedores sociais, a missão social é central e explícita. E obviamente isso afeta a maneira como os empreendedores sociais percebem e avaliam as oportunidades. A criação central torna-se o impacto relativo à missão e não o a riqueza. Para os empreendedores sociais a riqueza é apenas um meio para um determinado fim. Já para os empreendedores de negócio, a geração de riquezas é uma maneira de mensurar a geração de valor. Isso ocorre porque os empreendedores de negócio estão sujeitos à disciplina do mercado, o qual na maioria das vezes é quem determina se eles estão mesmo gerando valor. Se eles não alternarem seus recursos para serem usados de forma mais economicamente produtiva, eles tenderão a serem postos de fora do mercado.

  Referências bibliográficas

 FILLION, Louis Jacques. Empreendedorismo: empreendedores e proprietários-gerentes de pequenos negócios. Revista de Administração, São Paulo, v.34, n.2, p. 05-28, Abr/Jun. 1999.

 

PINCHOT III, Gifford. Intrapreneuring – Porque você não precisa deixar a empresa para tornar-se um

empreendedor. São Paulo: Harbra, 1989.

 SHUMPETER, J. Theories of Economic Development, Cambridge, MA, 1934

 Artigo publicado na Revista Eletrônica do Executivo Moderno. Disponível no site:

http://www.executivosenegocios.com.br/empreendedorismo/empreendedorismo006.htm

 Academia de Desenvolvimento Social (www.academiasocial.org.br)

J. Gregory Dees

Universidade de Stanford (Stanford University)

31 de Outubro de 1998

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/gestao-de-carreira-artigos/tipos-de-empreendedorismo-1458919.html

    Palavras-chave do artigo:

    empreendedorismo

    Comentar sobre o artigo

    O presente artigo tem como objetivo apresentar, evidenciar e explicar o empreendedorismo e o perfil empreendedor. Primeiramente são expostos conceitos sobre o tema, sendo feita um apanhado de conceitos de vários autores, a fim de trazer uma definição sólida sobre o tema. Posteriormente é apresentado o perfil empreendedor, em sua forma literal. Com base no referencial teórico, várias ponderações são feitas, como uma comparação ao “empreendedor ideal” e o “empreendedor real”, e o desacoplamento do conceito empreendedorismo e lucro, o artigo é encerrado com um estudo de caso.

    Por: MARCOS PAULO DINIZl Negóciosl 27/11/2009 lAcessos: 1,575
    Renan Poggi de Figueredo

    Este artigo teve por objetivo analisar, criticar e propor novos conceitos a respeito do empreendedorismo sócio organizacional humanizado, levando em conta padrões acadêmicos sociais e organizacionais contemporâneos, os quais prezam pela compreensão das ferramentas psicológicas e afetivas enquanto mecanismo de alcance organizacional e na gestão do crescimento das carreiras e das corporações, ou seja, o intraempreendedorismo.

    Por: Renan Poggi de Figueredol Negócios> Administraçãol 24/05/2013 lAcessos: 141

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    Por: Franco Kaolu Takakura Juniorl Negócios> Administraçãol 02/11/2010 lAcessos: 745

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    Por: Thyago Batistotel Negóciosl 08/08/2009 lAcessos: 3,880 lComentário: 3
    SANDRA VAZ DE LIMA

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    Por: SANDRA VAZ DE LIMAl Educaçãol 20/08/2013 lAcessos: 172

    Dia Global do Empreendedorismo feminino é lançado pela ONU no 19 de novembro; Celebração da data é a grande novidade na Semana Global do Empreendedorismo; Empreendedorismo é saída para demandas femininas mas empresas também buscam se renovar

    Por: Gabriela Garcial Press Releasel 19/11/2014
    Pedro Soares

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    Por: Pedro Soaresl Finanças> Investimentosl 14/07/2013 lAcessos: 34
    Teresa Coutinho

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    Por: Teresa Coutinhol Internet> Marketing na Internetl 22/11/2011 lAcessos: 119
    Elisângela da Silva Pereira

    Quando pensamos em empreendedorismo e liderança muitas palavras imediatamente nos vem à cabeça, não é verdade? E pensando nessa pergunta, elaborei um artigo que tentando responder.

    Por: Elisângela da Silva Pereiral Negócios> Gestãol 17/10/2014

    O presente texto aborda as dificeis relações entre cultura organizacional e pessoal. As potencialidades e dificuldades administrativas pessoais e profissionais.

    Por: Reginaldo Posol Carreira> Gestão de Carreiral 16/12/2014
    Sandra Turchi

    De maneira geral, coaching é definido como o processo de equipar indivíduos com ferramentas, conhecimentos e oportunidades que eles precisam para se desenvolver e se tornarem mais efetivos. Mais especificamente, o Coaching Executivo é um processo personalizado e centrado no profissional. Mas, o que o Coaching Executivo por fazer por sua empresa?

    Por: Sandra Turchil Carreira> Gestão de Carreiral 15/12/2014
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    Por: Armando Terribili Filhol Carreira> Gestão de Carreiral 05/12/2014
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    Muita gente ignora o valor das humanidades em sua formação. Mas o futuro do trabalho exige formas inovadoras de diferenciação.

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    Poucas ferramentas de otimização do uso do tempo são tão vilipendiadas, tão mal utilizadas e conduzidas com tanto despreparo como a reunião. Faça o teste e verifique sua pontuação.

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    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

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    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 24/11/2009 lAcessos: 24,237 lComentário: 1
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Existem vários tipos de consultorias, e elas se diferenciam pela maneira como será oferecido para o cliente.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Gestãol 24/11/2009 lAcessos: 14,074
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Para fazer uso adequado do capital intelectual, é necessário administrar o conhecimento, permitindo capturar, armazenar, recuperar, consultar e analisar conhecimento relativos aos 3 tipos de capital. A Gestão do Conhecimento é a área preocupada com a administração do capital intelectual da organização de modo que esta possa aprender e crescer.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 23/11/2009 lAcessos: 2,574
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Governança corporativa lida com as maneiras pelas quais os fornecedores de recursos garantem que obterão para si o retorno sobre seu investimento. Governança corporativa é o conjunto de mecanismos que protegem os investidores externos da expropriação pelos internos (gestores e acionistas controladores.Shleifer e Vishny (1997)

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 23/11/2009 lAcessos: 730
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Gestão por competências é sistema gerencial que busca impulsionar os funcionários na competência profissional, acrescentando capacidades e aumentando as já existentes. Competências são aqui entendidas como as capacidades, os conhecimentos e as características pessoais que distinguem os profissionais de alto desempenho daqueles de desempenho regular em determinada função. O gerenciamento baseado em competências ou Gestão por Competências é uma ferramenta que identifica as competências essenciais, as habilidades e conhecimentos determinantes da eficácia profissional e também as lacunas de qualificação do funcionário para tarefas específicas e fornece recursos para aperfeiçoar suas capacidades.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Carreira> Recursos Humanosl 11/11/2009 lAcessos: 2,017
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    A avaliação de desempenho como ferramenta gerencial, já é bastante disseminada nas empresas privadas, mas ainda é incipiente nas instituições públicas. Se a administração pública brasileira realmente quiser atuar conforme os pressupostos da administração pública gerencial, ferramentas gerenciais como a avaliação de desempenho deverá ter maior destaque. A ultilização desse instrumento gerencial disponível certamente resultará em funcionários motivados, capacitados e dispostos a prestar o melhor serviço possível à sociedade.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Carreira> Recursos Humanosl 10/11/2009 lAcessos: 3,669
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    A avaliação de desempenho é uma ferramenta de fundamental importância, pois através dela é possível dirigir os esforços das pessoas para objetivos capazes de servir ao negócio da empresa e aos interesses individuais das pessoas, na melhor forma possível de integrar objetivos organizacionais e objetivos individuais.A avaliação de desempenho não é um fim em si mesma, mas um importante meio para melhorar e impulsionar o comportamento das pessoas.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Carreira> Recursos Humanosl 05/11/2009 lAcessos: 11,400
    CLAUDIA MARIA BONIFACIO

    Resumo O artigo tem por objetivo pesquisar na literatura especializada conceitos e posicionamentos relacionados à utilidade e metodologia do planejamento estratégico (PE) nas organizações. Com base nesse levantamento teórico, buscou-se analisar o modelo realizado por um órgão da administração pública, o Superior Tribunal de Justiça. Como resultado, observa-se que o órgão fez um PE contemplando os principais pontos necessários e, com isso, conseguiu criar uma peça estratégica que direcione as ações do órgão para o bom atendimento das demandas da sociedade, porém, ficou claro que algumas ferramentas poderiam ser mais bem utilizadas para aumentar a efetividade do PE nesse órgão.

    Por: CLAUDIA MARIA BONIFACIOl Negócios> Administraçãol 04/11/2009 lAcessos: 7,724
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