Review - F.e.a.r.: Perseus Mandate

Publicado em: 21/10/2009 | Comentário: 0 | Acessos: 84

Introdução:

De acordo com uma lei da psicologia, as coisas quando repetidas tendem a perder a força com o passar do tempo, exigindo doses maiores e mais intensas. Isso é tão verdade que podemos aplicar tal princípio a um vasto leque de situações, inclusive ao mundo do entretenimento eletrônico. Seguindo esta lógica, compreendemos melhor a dificuldade de se desenvolver um game que resulte em maior ou igual impacto que um anterior já produziu nos jogadores. Há sempre a necessidade de se reinventar, de ir além, sempre sob o risco do resultado não agradar o público alvo. Se for esse o caso, o jogo em questão irá se tornar uma caricatura ou apenas uma sombra da obra anterior.

Pensemos no caso de F.E.A.R., shooter atmosférico e único, que foi lançado em 2005 para PC e posteriormente para os consoles. Não houve quem não ficasse impressionado com o nível gráfico e o realismo da jogabilidade proporcionado por uma Inteligência Artificial extremamente competente. Isso sem falar dos sustos e do frio na espinha que muitos jogadores sentiram ao se deparar como universo que o game trazia.

Após o sucesso impressionante, veio a primeira expansão, Extraction Point, que se aproveitou oportunamente da enorme quantidade de fãs e de certa forma conseguiu dar continuidade ao primeiro com sucesso. Agora, somos apresentados à segunda expansão stand-alone (não necessita do primeiro jogo instalado), F.E.A.R.: Perseus Mandate, que traz consigo a missão de levar o jogador novamente ao universo da série e tenta proporcionar as mesmas sensações vivenciadas nos games anteriores com algo a mais para que possa novamente impressionar.

O desenvolvimento ficou por conta da Timegate Studios, a mesma por trás do primeiro add-on Extraction Point, que tinha como principal desafio continuar agradando e conseguir mostrar algo além do que já foi feito aos jogadores. Para conferir se Perseus Mandate conseguiu cumprir o propósito ou cairá na classificação de uma continuação fraca que tenta fazer uns dólares a mais em cima de uma ótima franquia, leia a nossa análise e descubra a conclusão que chegamos.

Jogabilidade:

A primeira curiosidade em relação a Perseus Mandate é que o roteiro não é uma continuação direta dos fatos dos últimos jogos. Trata-se de uma história paralela que acompanha outro grupo do esquadrão F.E.A.R., tentando investigar e ao mesmo tempo impedir os perigosos soldados Nightcrawlers de obterem uma amostra de DNA de Fettel. Não espere, portanto, encontrar certas explicações para algumas questões que ficaram em aberto anteriormente. Muito pelo contrário. Surgirão novos acontecimentos sem explicação e alguns deles golpeiam completamente a lógica. Entre eles, está o fato de jogarmos com outro personagem que não é o do F.E.A.R original, sendo que o sujeito tem as mesmas capacidades de retardar o tempo, ter premonições e visões. Não faz sentido e nem se deseja que faça, já que não há explicações para tal. Apesar de parecer ser até uma boa premissa, o roteiro é desenvolvido de uma maneira desinteressante, fraco de idéias e frágil como uma casca de ovo. É tão esquecível que muito provavelmente o jogador acabe perdendo o fio da meada durante a ação.

E por falar em ação, foi essa uma das soluções para compensar o fastidioso roteiro. Perseus Mandate traz ação frenética e mais adrenalina que os títulos anteriores, com alguns ápices esporádicos.

Os controles continuam os mesmos, permitindo o jogador fazer alguns movimentos especiais com golpes e também já o velho conhecido slow motion, principal característica da franquia, que permite o jogador deixar tudo em câmera lenta para um combate mais emocionante e equilibrado. Talvez seja necessário, como foi no nosso caso, re-mapear algumas teclas utilizando-se dos botões extras do mouse, o que facilita muito já que certos comandos padrões exigem uma ginástica nos dedos da mão esquerda.

Como é de se esperar numa expansão, os inimigos que enfrentamos no jogo ganharam um upgrade. Alguns deles receberam novas roupagens, mais resistência, mais poder de fogo, além dos novos e nervosos Nightcrawlers. Estes últimos vão agradar muito aos fãs da série, pois trazem um nível desafiador de combate até então inédito. São os mais rápidos, precisos e fatais do game - tudo indica que usam uma espécie de poder com câmera lenta, assim como o jogador. Pulam, fazem acrobacias, desviam de tiros à queima-roupa, lançam granadas e sim, são extremamente chatos de matar. Se o jogador experimentar jogar em níveis maiores de dificuldade, encontrará momentos realmente difíceis com estes caras e deverá portanto exercitar a paciência para carregar o jogo diversas vezes em razão da morte freqüente.

Entre os fantasmas há novos exemplares para aterrorizar o jogador, inclusive um que parece ter saído direto da franquia Doom 3. Susto garantido na primeira vez que o encontramos, reagimos quase que por instinto. A macabra garota Alma também tem algumas aparições, e boa parte delas interessantes, da metade jogo para frente. Embora a maior parte dos acontecimentos sobrenaturais do jogo já tenha perdido aquele impacto inicial, o game ainda reserva isoladamente bons momentos de tensão, surrealismo e sustos.

A Inteligência Artificial funciona bem nas situações em modo cooperativo, onde o jogador recebe a ajuda de alguns personagens pelo cenário. Porém já não há aquela mesma "pegada" quando se está em combate com os inimigos. Provavelmente a causa dessa regressão no nível de IA seja a excessiva linearidade dos cenários que parecem não permitir a mesma movimentação e desafio que os inimigos possuíam no F.E.A.R. original.

Os armamentos também ganharam novos exemplares para acompanhar a ação, além daquelas que vieram no pacote de expansão anterior. O jogador poderá ter em mãos um Lançador de granadas K3-BT (tem alcance bem maior que as granadas de mão), um Fuzil Avançado V7 da VES (arma de assalto com sistema de supressão de coice que aprimora a precisão), e uma Pistola de Arco Voltaico (descarrega no alvo um preciso feixe de eletricidade), entre outras já conhecidas dos jogos anteriores. Entre as granadas, temos a de mão comum (basta ser jogada), aquela usada para armadilhas (acionada por controle remoto), uma espécie de mini metralhadora robotizada (que ao jogarmos no cenário imediatamente alveja o inimigo), além das bombas que detectam a presença do inimigo, subindo alguns metros do chão e explodindo fatalmente sobre as suas cabeças.

Até aqui, podemos dizer que Perseus Mandate fez bem a tarefa de casa, trazendo algumas inovações e novos inimigos. Mas há um claro e constrangedor problema com o game: o seu desenvolvimento. Na medida em que vamos jogando, concluímos inexoravelmente que estamos diante do mais fraco exemplar da franquia.

É claro que existem bons momentos reservados para o jogador. Um ou outro susto de qualidade, situações de combate mais elaboradas e intensas (uma com fantasmas e outra com um enorme robô) e uma parte bem surreal bem ao estilo dos sonhos de Max Payne. Mas não se engane, infelizmente isso tudo são boas "pinceladas" num quadro medíocre e desanimador.

Há muita falta de inspiração em Perseus Mandate. Quase tudo é repetitivo, previsível e inexpressivo. A maior parte das situações no jogo que deveriam criar um clima de terror acabam se prendendo à antiga fórmula e se tornam clichê. Ouvimos um barulho, sabemos que vai acontecer algo de paranormal, as luzes piscam, vemos um vulto aqui ou ali - e pronto! Só mesmo de vez em quando tomamos aquele susto de pular da cadeira (no nosso caso, foram apenas duas vezes).

Esta expansão não traz a riqueza, originalidade e a solidez do primeiro game. Mesmo nas cenas de ação, a dificuldade com os inimigos (exceto os Nightcrawlers) se encontra nas suas armas extremamente poderosas, mas não na sua capacidade de organização e ação que antes surpreendia o jogador.

Além disso, tivemos a impressão que o game foi "esticado" ao máximo. Enjoa passar pelos cenários, ora s, ora repleto de inimigos e avançar tão pouco na história. Mesmo assim, caso o jogador consiga chegar ao final, são liberadas algumas fases bônus no menu inicial, que permitem a progressão por um cenário apenas matando diferentes ondas de inimigos.

Áudio:

Enquanto a jogabilidade sofre com a repetição e a falta de inspiração entre outras falhas, o áudio de Perseus Mandate se mostra o melhor aspecto do jogo. E merece esta menção honrosa, pois a trilha sonora se encaixa perfeitamente com a ação que se vê na tela. As músicas começam na hora certa e trazem a adrenalina e ambientação necessária para os momentos frenéticos de ação. É verdade que algumas delas foram recicladas, mas nada que incomode ou tire o brilho.

Os efeitos sonoros continuam basicamente os mesmos, com algumas pequenas falhas em momentos muito isolados, mas nada que possa ser considerado grave. As dublagens dos inimigos receberam novas vozes, mudando basicamente a entonação e colocação, mas mantendo quase que os mesmos diálogos, que revelam o que eles estão tramando para a estratégia de combate.

Multiplayer:

Quanto ao multiplayer, infelizmente Perseus Mandate sofre da mesma sina de Extraction Point. Existe algum conteúdo inédito, mas dentro daquela mesma estrutura dos jogos anteriores. Novos modelos de personagens foram adicionados e as cinco novas armas das duas expansões estão presentes. De resto, é a mesma coisa dos jogos anteriores, nenhuma inovação. Os modos de jogo continuam sendo Deathmatch, Elimination e Capture de Flag, com a possibilidade de usar câmera lenta individualmente e também em equipe.

Para aqueles que esperavam por uma mudança mais substancial no multiplayer, irão se decepcionar com as tímidas mudanças cosméticas. Mesmo assim, para os menos exigentes o multiplayer continuará divertido, ainda que carente de inovações.

Gráficos:

Os gráficos Perseus Mandate não mudaram desde a última versão do jogo, portanto não há indícios de que foram otimizados ou aperfeiçoados. Isso obviamente não é boa notícia, já que algumas engines do mercado de jogos, apesar de mais antigas, são constantemente aperfeiçoadas para os novos games. O resultado é que vemos na tela um gráfico irregular e datado, o que é impressionante para um jogo que tem "apenas" 3 anos.

Os ambientes fechados se configuram como o ponto alto e mais trabalhado em relação aos cenários e texturas. Contudo é nos ambientes abertos que a engine mostra sua falha. Percebemos nos cenários de grande dimensão a dificuldade dos desenvolvedores em preencher o espaço geográfico com algo convincente e inspirado. Em algumas partes o jogo está realmente feio e carente de mais polimento e detalhes para enriquecer o visual. Em contradição, há pelo menos um cenário em que tudo está muito bem detalhado e percebemos que os desenvolvedores dedicaram tempo e fizeram algo decente até mesmo nas cinemáticas.

Não há nenhuma novidade interessante quanto aos cenários. Tudo acontece nos mesmos lugares já vistos pelo jogador. Fábricas abandonadas, laboratórios, subterrâneos, etc. O level design não se mostram inspirados e as fases estão irritantemente lineares.

Apesar das observações, os efeitos do jogo continuam a impressionar, como as explosões das bombas que causam uma distorção ao redor e a famosa câmera lenta que misturada com as balas e poeira formam um visual muito legal.

Conclusão:

Como dissemos de início, existe uma lei da psicologia que afirma que as coisas quando repetidas tendem a perder o seu impacto e força com o passar no tempo nos indivíduos, exigindo doses maiores. Isso se aplica como uma luva no caso de F.E.A.R.: Perseus Mandate - o jogo não gera o impacto suficiente, pelo contrário, parece mais uma caricatura, uma sombra do F.E.A.R. original, feito apenas para espremer ao máximo a idéia da franquia e arrancar as últimas gotas de dinheiro.

Tais observações são resultado de diversas falhas na concepção e desenvolvimento do game. Infelizmente, Perseus Mandate tornou-se uma expansão genérica, sem inspiração, repetitiva, carente de polimento e criatividade, com gráficos datados, alguns esparsos bons momentos e muita ação.

Nossa recomendação? Só encare se você for fã incondicional da série e for paciencioso. Do contrário, é totalmente dispensável e há títulos bem mais interessantes no mercado.

(Artigonal SC #1364979)

Avalie este artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 0 Voto(s)
    Feedback
    RSS
    Imprimir
    Email
    Re-Publicar

    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/jogos-de-computador-artigos/review-fear-perseus-mandate-1364979.html

    Palavras-chave do artigo:

    FUTEBOL

    ,

    jogos

    ,

    jogos de futebol

    Felipe Ferreira

    A paixão do brasileiro por futebol não fica só em assistir aos jogos e torcer pelo seu time, conheça os jogos de futebol online que fazem a alegria dos torcedores

    Por: Felipe Ferreira l Informática > Jogos de Computador l 26/01/2010 l Acessos: 74
    Rafael Bordin

    O futebol atualmente é uma atividade de grande intensidade de esforço, que requer diferentes vias como fonte de energia. O treinamento físico no futebol vem se tornando de extrema importância, pois jogadores percorrem distâncias significativas, as distâncias variam em torno de 14 km com média de 10,8 km por jogo (FERNANDES, 2004). Conforme Weineck (2004), a resistência para o futebol é indiscutivelmente importante e é conhecida sobre diferentes formas: resistência aeróbia e anaeróbia.

    Por: Rafael Bordin l Esportes > Futebol l 30/08/2009 l Acessos: 933
    Cristina Fujiname

    Futebol.pt - o site que abrange tudo sobre o futebol português e internacional, com notícias, fóruns, jogos em direto, resultados e qualificações.

    Por: Cristina Fujiname l Esportes > Futebol l 12/06/2009 l Acessos: 404 l Comentário: 2
    Valdira Silva

    Não é justo pagar um alto sálario para jogador só porque o mesmo está na mídia...e os outros??

    Por: Valdira Silva l Esportes l 11/12/2008 l Acessos: 218

    O futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Praticado em centenas de países, este esporte desperta tanto interesse em função de sua forma de disputa atraente.

    Por: raphael de souza santos l Esportes > Futebol l 21/04/2009 l Acessos: 1,145
    Edson De Paula

    Artigo que originou a palestra sobre futebol e liderança "Torcendo por você" de Edson De Paula

    Por: Edson De Paula l Esportes > Futebol l 17/12/2009 l Acessos: 59

    FUTEBOL ORIGENS E CONSEQUENCIAS APÓS AS MANIPULAÇÕES COMERCIAIS

    Por: MARAT l Esportes > Futebol l 29/11/2009 l Acessos: 105

    O Futsal é uma variação do Futebol jogada em quadra, que surgiu nos anos 40, e hoje é uma das formas mais populares de futebol. Veja mais sobre este eporte.

    Por: Henrique Carvalho l Esportes > Futebol l 18/12/2009 l Acessos: 116
    Top Jogos Online

    As modalidades de luta tem vindo a crescer bastante em si e isso faz com que seja também dos jogos mais procuradas online.

    Por: Top Jogos Online l Informática > Jogos de Computador l 04/03/2010 l Acessos: 13
    Felipe Ferreira

    Para os jogadores e sinuca, agora surge uma alternativa para jogar esse incrível jogo na comodidade da sua casa, basta conectar a internet e ir a um site de jogos online.

    Por: Felipe Ferreira l Informática > Jogos de Computador l 02/03/2010 l Acessos: 3
    Felipe Ferreira

    Saiba quando surgiu o primeiro jogo com bicicletas, desde lá, diversos outros jogos tem sido desenvolvido com este tema, inclusive jogos online.

    Por: Felipe Ferreira l Informática > Jogos de Computador l 01/03/2010 l Acessos: 2

    Se hoje em dia muita gente diz que "jogo de corrida é tudo igual", eles devem isso à Papyrus, que criou há mais de uma década o clássico Indianapolis 500, visto como o primeiro simulador realista de corrida profissional. Depois dele, todas as empresas tentaram pegar vácuo atrás dele e o mercado foi inundado por simuladores de corrida. E acredito que poucos se impressionam com o fato da Papyrus ainda ser a empresa com alguns dos melhores jogos de corrida de todos os tempos.

    Por: Luiz Soares l Informática > Jogos de Computador l 28/02/2010 l Acessos: 45

    Apesar da supremacia da Electronic Arts nos jogos de esportes, seu sucesso parece não ser tão inabalável em todas as áreas. A Sony veio com tudo nos Jogos de Carros! Se prepare!

    Por: Luiz Soares l Informática > Jogos de Computador l 28/02/2010 l Acessos: 34
    Felipe Ferreira

    A adaptação dos jogos clássicos ao longo dos tempos e utilização de novas tecnologias para a criação dos jogos que agora fazem muito sucesso sites de jogos online.

    Por: Felipe Ferreira l Informática > Jogos de Computador l 26/02/2010 l Acessos: 5

    É muito comum nos dias de hoje observarmos crianças com 5 de idade que já são feras nos joguinhos online. As meninas desde muito novas já estão aprendendo a se divertir através da internet.

    Por: Breno Aguiar l Informática > Jogos de Computador l 24/02/2010 l Acessos: 9
    Felipe Ferreira

    Descubra um pouco mais sobre os jogos online na internet, e a evolução dos jogos 3d nos sites de jogos online.

    Por: Felipe Ferreira l Informática > Jogos de Computador l 23/02/2010 l Acessos: 70

    Depois do enorme sucesso nos consoles, a Rockstar acabou dando um tiro no pé ao lançar Grand Theft Auto IV para computadores. Logo a Rockstar, que rege com maestria as ferramentas de marketing envolvendo anúncio, desenvolvimento e lançamento de games, acabou dando uma tremenda pisada de bola ao se eximir de culpa na adaptação do jogo para PC. Passados quatro meses e três patches de correção, a conclusão a que se chega é a seguinte: o game tinha tudo para ser considerado o maior título

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 16/11/2009 l Acessos: 125

    Já imaginou como o mundo seria daqui a pouco mais de 270 anos no futuro? Pois a sua imaginação pode ganhar asas em Fallout 3, o novo título da Bethesda Softworks. Este título segue a linha da franquia de RPG mundialmente conhecida como Fallout, que teve ainda seu sucesso acentuado no segundo jogo da série, produzido especialmente para PC pelas extintas Interplay e Black Isle Studios há 10 anos atrás.

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 16/11/2009 l Acessos: 98

    A série Red Alert pertence à consagrada franquia Command & Conquer que, desde 1995, faz sucesso entre incontáveis fãs de estratégia em tempo real. Como tudo que é bom e lucrativo não pode cair no ostracismo, antes tarde do que nunca, chega ao mercado um novo exemplar da franquia, Red Alert 3. Se você é não teve contato com os jogos anteriores, vale saber que a história da série é baseada numa versão alternativa dos eventos mundiais. O famoso cientista Albert Einstein viajou no tempo e tirou de

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 16/11/2009 l Acessos: 104

    Esqueça as ilhas paradisíacas e monstros mutantes. Far Cry voltou, mas veio diferente, com um ar inovador, em um ambiente totalmente novo daquele game que fez sucesso há 4 anos atrás. O principal motivo para toda essa mudança pode ser explicado pelo fato da Electronic Arts ter se unido com a Crytek para a criação de Crysis, deixando assim a Ubisoft de lado com os direitos sobre a franquia Far Cry. Este é o principal motivo da impressão que gera aos jogadores de que Crysis seja mais....

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 16/11/2009 l Acessos: 77

    Se você é um daqueles que gosta de filmes como “Era Uma Vez no Oeste”, “Quando Explode a Vingança”, “Django”, entre outros do estilo faroeste, reserve um pouco do seu dinheiro para este novo lançamento, Call of Juarez: Bound in Blood, continuação em forma de prequel do shooter lançado em 2006 pela Techland. Mas mesmo que você não seja muito chegado ao estilo acima, Bound in Blood é o tipo de jogo classe AAA que todo aquele que se diz “gamemaníaco” tem que conferir.

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 16/11/2009 l Acessos: 57

    Sucesso absoluto em suas duas primeiras edições, Battlefield conseguiu sua supremacia no mundo multiplayer com certa facilidade, predominando nas salas online e lan-houses do mundo inteiro em suas primeiras edições. No 1942, foram tantos usuários que experimentaram se enfrentar num conflito frenético baseado na II Guerra, que a EA sentiu que uma nova seqüência poderia fazer sucesso, mas caberia a mudança do contexto do jogo.

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 10/11/2009 l Acessos: 176

    Baldurs Gate 2 : Shadows of Amn é o segundo jogo da série Baldur’s Gate que segue o estilo já consagrado de RPG baseado nas regras AD&D ou Advanced Dungeons & Dragons, regras estas criadas para os RPG’s de tabuleiros e que passam agora para os RPG’s digitais. Se você quer jogar Baldurs Gate 1 e não quer saber do final do jogo, não leia esta introdução, já que boa parte da história do segundo jogo baseia-se no final do primeiro. Em BG 2 você continua assumindo o papel do filho adotivo de Gorian

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 10/11/2009 l Acessos: 204

    Prince of Persia traz de volta um clássico dos velhos tempos. O primeiro game da série, datado de 1989, foi lançado num tempo em que computador era artigo de luxo, apenas alguns privilegiados possuíam. Tratava-se de um jogo de ação e aventura no gênero plataforma no qual um príncipe aprisionado deveria resgatar sua amada. O grande atrativo do game era ter de cumprir essa tarefa percorrendo um cenário repleto de armadilhas, pisos falsos, e inimigos mortais.

    Por: Fernando Oneda l Informática > Jogos de Computador l 30/10/2009 l Acessos: 71

    Adicionar novo comentário

     
    * Campos obrigatoriós
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Todas as Categorias