A Charge JornalÃstica: Por Uma Perspectiva Intertextual
A necessidade de integrar os alunos em um processo inovador de leitura e escrita, viabilizando a construção de conhecimentos e experiências está cada vez mais presente na prática escoilar. Diante disso, busca-se formas de mudar a visão deles em relação ao ato de ler e escrever, tão abominado pela grande maioria, e de construir atividades agradáveis e mais susceptÃveis ao trabalho intertextual. Sob tal perpectiva, pode-se colocar a charge jornalÃstica como mecanismo de acesso à s condições ideais para o alcance do objetivo em questão.
O texto chargÃstico é um tipo de gênero textual bastante interesante, pois associa aspectos da linguagem verbal e não-verbal, despertando uma curiosidade natural no leitor. Para entender-se o conteúdo de uma charge é necessário fazer-se um intercâmbio entre a situação explicitada e os acontecimentos atuais, sobretudo, ter a capacidade de identificar os personagens descritos nesse cenário. No plano metodológico de ensino, essa capacidade pode ser trabalhada através da intertextualidade, campo fértil para análises distintas, visando ao estudo da lÃngua materna e á formação de indivÃduos leitores e não ledores.
A designação semântica de ledor e de leitor pode ser baseada na obra da escritora Marisa Lajolo "Do mundo da leitura para a leitura do mundo", em que a mesma denota o ledor como um indivÃduo que lê superficialmente diferentes gêneros textuais, mas não entende o que há nas entrelinhas de um texto; já o leitor seria alguém que lê de maneira aprofundada, conseguindo perceber o que está implicito nas leituras que faz, independente do gênero ao qual pertençam. A nossa sociedade precisa de cidadãos participativos, que saibam opinar conscientimente e discernir o certo do errado, mas isso, somente leitores podem fazer com êxito.
Não há aqui, a intenção de desqualificar as práticas de ensino que se organizam em torno de exercÃcios de decoreba , porém quero salientar um novo jeito de conduzir as atividades, propondo questões discursivas, norteadoras de um trabalho mais agradável e eficiente nas aulas de LÃngua Portuguesa,que é mais do que um amontoado de regras e exceções chatas e complicadas, mas sim um universo rico em interpretações, expressividade e comunicação. Mostrar aos alunos esse uiniverso fantástico cabe aos docentes.
Sem dúvida, os elementos presentes na charge jornalÃstica: humor, informação e o discurso verbal e imagético, se bem articulados promovem mudanças significativas no ensino do Português, principalmente no que tange à s reações dos discentes enquanto seres participantes de uma atmosfera comunicativa e detentores de diversas linguagens, expressas pela leitura, escrita e/ou oralidade; fatores indispensáveis para assinalar a presença de um indivÃduo na sociedade da comunicação.
(Artigonal SC #1709118)
A Escola Teddy Bear Jundiaà afirma que a importância da lÃngua inglesa na comunicação global é evidente
O presente artigo objetiva fortalecer e ampliar as discussões relacionadas à inserção da LÃngua Espanhola, em caráter obrigatório, no currÃculo do Ensino Médio, em cumprimento à lei 11. 161 de cinco de agosto de 2005. O debate que se propõe, neste trabalho, compreende tal iniciativa como instrumento de democratização do ensino de lÃnguas na Escola Pública, além de nos conduzir, ainda que de forma inicial, à reflexão acerca da real função social do ensino/aprendizagem de idiomas neste contexto es
Eu acredito que as palavras possuem uma força mágica, um poder especial de transformar momentos e vidas inteiras...
Intérprete é aquela pessoa que interpreta, isto é, que estabelece, simultânea ou consecutivamente, comunicação verbal entre duas ou mais pessoas que não falam a mesma lÃngüa. A profissão de intérprete pode ser sub-dividida por sua caracterÃstica e especialidade. O Intérprete Especializado em Terminologia Médica vai ajudar o médico a compreender a história e informações fÃsicas do paciente, bem como os sintomas e motivo da visita do paciente, possibilitando assim o diálogo entre médico-paciente.
O objetivo deste artigo é analisar algumas das práticas relacionadas ao ensino de leitura na séries iniciais e as orientações dos PCN e o pensamento de alguns autores a respeito do tema. Este trabalho é de cunho bibliográfico onde buscamos refletir a respeito do que tem sido discutido na área de linguagem a respeito do ensino-aprendizado de leitura. Aprender a ler além de ser uma atividade reveladora de novas possibilidades como também uma exigência da sociedade letrada. O ato de leitura
Neste artigo apresentamos a influência da música no aprendizado da lÃngua estrangeira. Como a música pode apoiar o aprendizado da criança nas séries iniciais? Sendo professora de inglês há sete anos, percebemos como existem dificuldades com relação à aprendizagem da lÃngua inglesa por parte dos alunos nas séries iniciais. A falta de interesse gera indisciplina em sala de aula. Definindo amplamente a tecnologia educacional podemos incluir os quadros de giz, as mesas, os livros didáticos e os comp
A partir da necessidade de contÃnuo aperfeiçoamento da jurisprudência por parte do agente do direito, o domÃnio de idioma estrangeiro instrumental faz-se necessário de forma imperativa. No âmbito do estudo da ciência jurÃdica, a referência itálica manifesta-se de forma contundente. O estudo de italiano juridico apresenta-se como condição para aqueles que buscam aperfeiçoamdento teórico e, da mesma forma, queiram inserir-se no entendimento das tendências globais da jurisprudência.
Analigia Martins, gerente de marketing dos cursos de inglês online da Englishtown, responde as questões da Professora de Inglês Vanessa Prata, para o blog http://teachervanessaprata.blogspot.com.
A melancolia é um estado de alma que está ligado ao conteúdo de muitas obras literárias e é bastante notável nos textos de Mário Quintana.Mesmo possuindo algumas caracterÃsticas inerentes ao Romantismo, esse autor não faz parte de tal perÃodo.
A charge jornalÃstica é uma opção favorável à s atividades referentes ao ensino de lÃngua, uma vez que garante maior interação entre os alunos e os conteúdos. Além diso, oportuniza o encontro com a intertextualidade, fauor benéfico para uma maior compreensão dos contextos verbais e/ou não-verbais.

