Ensino-aprendizagem de produção de texto através da leitura

Publicado em: 14/05/2012 |Comentário: 0 | Acessos: 805 |

ENSINO-APRENDIZAGEM DE PRODUÇÃO DE TEXTO ATRAVÉS DA LEITURA

DEUZAÍDE MENESES RAMOS¹

Ricardo Felipe de Souza Caramês²

Universidade Nilton Lins - UNL

Curso Letras

Área de Humanas

Manaus - AM

RESUMO - O ensino-aprendizagem  em produção de texto através da leitura,  leva o aluno a  refletir o quanto essas atividades são essenciais para o desenvolvimento de sua capacidade comunicativa,tanto no que se refere ao domínio básicos da linguagem, quanto a ter uma postura crítica diante da realidade sobre diversos fatores que o cercam; pois para produzir um texto não é precisamente que o aluno deva nascer com  uma vocação especifica para redigir; o que se percebe, é que,  muitos tem uma espécie de medo, pela dificuldade que há em falar  por escrito  o que pensam e o que são capazes em dizer oralmente; orientados serão capazes de dominar os mecanismos  de coerência, coesão e interxtualidade como fatores linguísticos  textuais , formando textos não isoladamente mas relacionado com outro já dito; que se retira algum aspecto para lhe dar uma nova aparência, articulando uma nova  visão de mundo formando   discursos concretizando nos textos.

PALAVRAS-CHAVE: Ensino-aprendizagem - produção de texto - leitura - coerência e coesão.

ABSTRACT - The teaching-learning in the production of text  through reading, leads  the student to reflect how  these  activity is are essential for the developiment of their communication skills, both with regard to the basic domain of language, how to have a critical face the  reality on various fractors surrounding it, for to produce a text is not precisely what the student should be born with a specific vocation to write, what you realize is that many have a sort offear, the challenge in talking about writing what they think and are able to say aloud; oriented will be able to master the mechanisms of coherence, cohesion and  linguistic factors as interxtualidade textual form texts not in isolation but related to another already  said, it takes some respect for him get  a new look, articulating a new worldview in speech realizing texts.

KEYWORDS: Teaching - text production - reading - coherence and cohesion.

 1. INTRODUÇÃO

            O ensino-aprendizagem da produção textual através da leitura é fundamental para o desenvolvimento da capacidade comunicativa, tanto no que se refere a linguagem  e seu funcionamento e seu domínio básico do sujeito como ser, são novos desafios, novos aprendizados e a continuação de muitos outros já vistos, na produção textual é necessário colocar em prática e aperfeiçoar a leitura e escrita.

            Segundo Ezequiel Teodoro, 1988 "Ninguém aprende a gostar  de livros apenas ouvindo falar de livros ou vendo-os de longe,trancafiados numa prateleira, é necessário que a criança pegue e manipule o ingrediente "livro", leia o que está escrito dentro dele para sentir o gosto e verificar se essa atitude tem  ou poderá ter aplicação prática em seu contexto de vida".Para tomarmos gosto pela leitura devemos praticá-la, pois é uma atividade essencial para qualquer área de conhecimento, tendo a escola como um papel principal de ensinar e incentivar a escrita e a leitura.

O que se põe como necessário para nós é o enfrentamento do real no intuito de formar alunos praticantes da cultura escrita. Para tanto é necessário redimensionar o ensino das práticas de leitura e escrita como práticas sociais. Precisamos formar uma comunidade de leitores e escritores. (LERNER, 2002).

A escola vem se constituindo como espaço privilegiado para a aprendizagem e o desenvolvimento da leitura e da escrita, já que é nela que se dá o encontro decisivo da criança com o ler e o escrever. Para muitos, a escola é o único lugar onde há livros, ou a sala de aula o lugar onde os alunos não estão voltados apenas para a televisão. Assim, cabe a ela a tarefa de levar o aluno a ler e escrever, a atrever-se a persistir nesta aprendizagem entre ensaio e erro, a construir suas próprias hipóteses a respeito do sentido do que ele lê e do que escreve. Para  Geraldi 1995,a produção  de texto é uma atividade em que o sujeito produzem discursos que se concretizam nos textos.Pois é importante ressaltar que o texto não é simplesmente um conjunto  de palavras,pois então bastava colocá-la em qualquer ordem e formaríamos um, tem que haver uma sequência linguística pois quem lê  tende a perceber uma unidade de sentido que seja vista como um texto e não  como um amontoado aleatório.

Para Odenildo Sena (1995), "aprender a escrever é antes de tudo, aprender a pensar. É aprender organizar  o pensamento.É desenvolver  ideias primeiramente definindo-os com clareza e, em seguida detalhando-os de forma que seja  respeitado o nexo que os une".O objetivo da língua materna é que o aluno saiba interpretar e produzir textos coerentes e com opinião objetiva  ao sair do ensino médio,desenvolva habilidades para redigir textos com capacidade de criticar e refletir  sobre o mundo que o cerca.A leitura e produção de textos está presente em qualquer disciplina na sala de aula, porém sua prática é mais expressiva na aulas de língua portuguesa.

A produção de texto é uma atividade em que acontece a produção de discursos (...) o sujeito articula, aqui e agora, um ponto de vista sobre o mundo que, vinculado a uma certa formação discursiva, dela não o resultam.(Geraldi,1995).

2. JUSTIFICATIVA        

           Para o professor trabalhar a leitura com os alunos é necessário que ele seja um leitor competente, ou seja, "que seja capaz de ler as entrelinha, identificando, a partir do que está escrito elementos implícitos, estabelecendo relações entre o texto e seus conhecimentos prévios ou entre os textos e outros textos já lidos".(BRASIL,1998,p.70). O professor precisa mostrar para o aluno o porquê que a leitura é importante e que é no texto que ele (aluno) vai encontrar o que precisa para produzir um bom texto.

3. OBJETIVOS:

3.1. Geral

            O objetivo geral deste artigo é contribuir para os estudos de alunos que estão saindo do ensino médio a desenvolver uma habilidade em produzir textos coerentes, reunindo algumas informações teóricas sobre a leitura e escrita.

3.2 Específicos

Junto com esse objetivo geral surgiram outros dois objetivos específicos: a) mostrar ao aluno a importância da leitura para criação de um texto. b) proporcionar ao aluno o entendimento sobre produção textual através da leitura, fazendo-o perceber os mecanismos de coerência e coesão e sua importância. Sendo assim o objetivo da língua materna é de que o aluno saiba interpretar e produzir textos coerentes com opiniões objetivas ao sair do ensino médio.

            Desse modo serão apresentadas a seguir algumas teorias atuais enfatizando o aspecto cognitivo da relação entre leitura e produção de texto.

4. REFERENCIAL TEÓRICO

A leitura é ainda uma das atividades que ajudam para formar e produzir textos e o leitor realiza um trabalho ativo para compreender e interpretar-los. Dell' Isola define a leitura sob três enfoques que se complementam:

-a leitura como habilidade fundante do ser humano: a leitura é vista como uma atividade inerente a constituição do ser humano, ou seja, é uma  atividade inata ao ser humano.

-a leitura como prática social: "O sujeito leitor (assim como o texto) se constrói em um contexto social". (p.72).

-a leitura como ato de co-produção do texto: "através do processo de interação sujeito/linguagem gerado pela leitura,o leitor será co-produtor de texto, completando-o com sua bagagem histórico-sóciocultural.(p.73). Para isso o leitor tem que fazer a decodificação do texto para compreender e depois sim estará apto para interpretá-lo. O leitor ser co-produtor do texto significa que o leitor com seu conhecimento prévio junto com seu conhecimento de mundo auxiliando-o a compreender e interpretar o mesmo. Segundo os  PCN's (BRASIL,1998,72-73) a leitura pode ser:

-Autônima: esta envolve a oportunidade do aluno poder ler,de preferência silenciosamente,textos para os quais já tenha desenvolvido uma certa proficiência.

-Colaborativa: esta é uma atividade em que o professor ler um texto com a classe e,durante a leitura, questiona os alunos sobre os índices linguísticos que dão sustentação aos sentidos atribuídos.

­-Leitura em voz alta pelo professor e pelo aluno.

Para Geraldi(2002),com a leitura o aluno pode tirar do texto tudo que se pode extrair dele, é que ele chama de" leitura-estudo-do-texto".

Pode se ler um texto também para retirá-lo  e usá-lo  apenas o que necessito:como buscar um exemplo, um argumento.

Pode se ler um texto apenas por vontade, gosto por um simples prazer de ler um texto, é o que chama de "leitura desarmada".

Finaliza-se o estudo da leitura como uma atividade fundamental para produzir textos e como existe uma relação entre ambas para o aluno desenvolver uma atividade de escrita através de uma boa leitura como já vimos sua importância. Vale ressaltar que a prática da leitura surge a necessidade da linguagem culta e trabalhada estimulando a leitura de outros textos.

           Segundo Trevisan(1992), quando um leitor se depara com um texto o primeiro requisito para que se inicie o processo de compreensão é que ele possua um conhecimento prévio dos elementos linguísticos, interferindo de modo decisivo no processo de compreensão e produção textual.

4.1 A Produção de Textos

         Para a PCN's o objetivo da prática da produção de texto é o de "formar escritores competentes capazes de produzir textos coerentes, coesos e eficazes" (BRASIL, 1998, p.51). Entende-se por escritor competente aquele que ao escrever seu discurso o faz em função do seu objetivo e do objetivo de quem vai ler, consegue revisar e reescrever seu próprio texto até que esteja satisfatório, e ainda aquele que sabe recorrer a outros textos quando se há necessidade para produzir o seu.

           Segundo Cardoso, 2001, ainda é muito confusa a distinção entre coerência e coesão, a coesão textual consiste na relação, na ligadura entre orações dentro dos períodos entre períodos dentro dos parágrafos e entre estes últimos no texto.A coesão é sintática e gramatical,mas também semântica, é explicitamente revelada através de marcas linguísticas.

           A coesão ajuda a estabelecer a coerência na interpretação dos textos, porque surge como uma                    

Manifestação superficial da coerência no processo de produção desses mesmos textos. (KOCH, 2005).

          A coesão textual é uma ligação entre os elementos superficiais de um texto ou seja o modo como as frases  se combinam, como se relacionam, o que faz de um conjunto de palavras  um texto,usando pois o mecanismo de coesão se tem um valor semântico.É a manifestação linguística da coerência, e analisada por meios dos mecanismos lexicais e gramaticais de construção.

        Há na língua muitos recursos que garantem o mecanismo de coesão segundo Koch (2005, p.48-49) existem duas grandes modalidades de coesão: a coesão remissiva ou referencial e a coesão sequencial:

-coesão referencial é aquela  que se estabelece entre dois ou mais componentes da superfície textual que  remetem a um mesmo referente.Ela é obtida por meio de dois mecanismo básicos.

a)substituição:quando um componente da superfície textual é retomado(anáfora) ou precedido (catáfora) por uma proforma (pronome,verbo,advérbio,quantificadores que substituem outros elementos do texto).Há também substituição por zero que é a eclipse:

b)reiteração:que se faz  através  de sinônimos,de hiperônimos,de nomes genéricos,de expressões nominais definidas,de repetição do mesmo item lexical,de nominalizações.

-A coesão sequencial também se faz através de dois procedimentos: a recorrência e a progressão.

A sequenciação por recorrência (ou parafrástica) é obtida pelos seguintes mecanismos: recorrçencia de termos, de estruturas (o chamado paralelismo),de  conteúdos semânticos (paráfrase),  de recursos fonológicos segmentais  e suprassegmentais (ritmo,rima,aliteração,eco,etc.),de aspectos e tempos verbais.

      A coesão sequencial por progressão (ou frástica) é feita por mecanismos que possibilitam:

a)      a manutenção temática,pelo uso de termos de um mesmo campo lexical;

b)      os encadeamentos,que podem se dar por justaposição ou conexidade.Na justaposição, usam-se partículas sequenciadoras que podem ser temporais (referindo-se ao tempo do "mundo real") ou ordenadoras ou continuativas de enunciados ou sequências textuais,quando dizem respeito à linearidade e à ordenação de partes do texto.O encadeamento por conexão é feito através  de conectores de tipo lógico ( estabelecem relações de conjunção, disjunção, implicação lógica, etc.) ou através  de operadores de discurso(estabelecem relações discursivas ou argumentativas entre enunciados do texto,operando a conjunção,disjunção ou contrajunção de argumentos ou acrescentando a enunciados atos  de justificação, explicação,conclusão,especificação, generalização,etc.)

       Vale ressaltar  que embora a coesão auxilie no estabelecimento da coerência ela não garante um texto coerente, pois sempre vai haver necessidade de outros conhecimentos exteriores ao texto,o que chamamos de textualidade conjunto de características que fazem do texto um texto e não um amontoado de palavras.

         A coerência textual  se preocupa  com o sentido do texto, usando fatores  lógico-semântico e cognitivos, estando ligados  ao processo  de recepção,já que a interpretabilidade do texto depende do conhecimento do leitor.

   

A coerência está  diretamente ligada  à possibilidade  de estabelecer  um sentido para o texto, ou seja,ela é o que faz com que faça sentido para os usuários,devendo,portanto,ser entendida como um princípio de interpretabilidade[...(Koch,2005)

 A coerência dar  continuidade ao texto constituindo uma unidade significativa global dando textura à sequência linguística, assim  a coerência  dá origem à textualidade, observando a coerência é interessante pois um texto não existe por sí mesmo mas constrói na relação entre emissor-receptor-mundo.

         Van Dijk e Kintsch (1983) mencionam diversos tipos  de coerência:

a)      Coerência semântica, que se refere à relação entre significados dos elementos das frases em sequência em um  texto (local)ou entre os elementos do texto como um todo.

b)      Coerência sintática, que se refere aos meios sintáticos para expressar a coerência semântica como, por exemplo, os conectivos, o uso de pronomes, de sintagmas nominais definidos e indefinidos, etc. A coerência sintática nada mais é do que um aspecto da coesão que pode auxiliar no estabelecimento  da coerência

c)      Coerência estilística, pela qual um usuário deveria usar em eu texto elementos linguísticos (léxico,tipos de estruturas, frases,etc.) pertencentes ou constitutivos do mesmo estilo ou registro lingüístico.Embora  essa possa ser uma exigência plausível dentro de um contexto normativo do uso da língua,o uso de estilos diversos parece não criar problemas maiores para a coerência entendida como princípio de interpretabilidade .

d)      Coerência pragmática, que tem a ver com o texto visto como uma sequência de atos de fala. Estes são relacionados de modo que, para  a sequência de atos ser percebida como apropriada,os atos  de fala  que a constituem devem satisfazer as mesmas condições presentes em uma data situação comunicativa.Caso contrário temos incoerência.

          O autor  também relata que esta divisão  da coerência ocorre como um fenômeno que resulta da ação conjunta  de todos esses níveis e de sua influência no estabelecimento  do sentido  do texto,uma vez que a coerência é, basicamente, um princípio de interpretabilidade do texto,caracterizado por tudo de que o processo aí implicado possa depender,inclusive a própria produção de texto, na medida em que o produtor do texto  quer que seja entendido e o  constitui para isso,excetuadas situações muito especiais.(koch e Travaglia,2005).

         A relação entre coerência  e coesão é um processo  de duas faces, por isso é difícil separar quanto às vezes  se pensa  e  sugere.

5. METODOLOGIA    

         Foram usados para pesquisa bibliográfica  leituras de teóricos como:

Délia Lerner, Jose Wanderley Geraldi, Ingedore Villaça Koch e Luis Carlos Travaglia,Van Dijk e Kintsch, Eunice Maria Trevisan, João Batista Cardoso, Odenildo Sena. Em seguida as leituras dos PCN's e alguns livros de metodologia científica de: Marina de Andrade Marconi e Eva Maria Lakatos e entre outros.

          Marcushi (1993) dá exemplo de texto sem coesão, mas com coerência, e exemplo de texto com coesão, mas sem coerência e sem textura. Observe o texto "A pesca", de Affonso Romano de Sant'Anna, transcrito abaixo, o qual não tem coesão, mas é visto como um texto coerente com uma unidade de sentido dada pelo próprio título.

A PESCA

            o anil

            o anzol

            o azul

          o silêncio

          o tempo

          o peixe

          a agulha

          vertical

          mergulhada

          a água

          a linha

          a espuma

          o tempo

          a âncora

          o peixe

          a garganta

          a âncora

          o peixe

          a boca

          o arranco

          o rasgão

          aberta a água

          aberta a chaga

          aberto o anzol

          aquelíneo

          ágilclaro

          estabanado

          o peixe

          a areia

          o sol

(Extraído de SOARES, Magda. Comunicação em língua portuguesa-5 série. Belo Horizonte: Bernardo Álvares, 1972.p.121.)

        No próximo texto vemos uma sequência coesiva, mas não apresenta coerência, não formando um texto com uma unidade de sentido.

CORTE

                  (O gato comeu o peixe que meu pai pescou. O peixe era grande. Meu pai é alto. Eu gosto do meu pai. Minha mãe também gosta. O gato é branco. Tenho muitas roupas brancas).

(Miniconto publicado no Suplemento Literário do Minas Gerais, n.686,anoXIV,24,p.9.)

        Koch(2011) diz  que a coerência é que faz de um conjunto de frases um texto porque "um texto é uma sequência  de frases  com  relações  entre si", e o que  permite  estabelecer estas relações é a coerência. Bernádez (1992) também afirma que "a coerência é a característica principal, fundamental de um texto, aquilo  que  converte uma  mensagem verbal em texto".

          Odenildo Sena (2008) relata que  a coerência é a qualidade responsável pelo sentido do texto. A sua construção se dá  com  a articulação do nexo entre  as diversas ideias que formam o parágrafo enquanto que  coesão é uma qualidade que  se dá no espaço  da organização sequencial, portanto no plano linear, visível do texto, pelo uso de mecanismos gramaticais, as chamadas expressões  de transição, e de mecanismos lexicais, as chamadas palavras de referência. Em termos ainda mais objetivos, o recurso da coesão dá conta, na superfície textual, das transições responsáveis  pelo nexo entre as ideias do texto.Em síntese a coerência revela  as relações e conceitos subjacentes à superfície textual, a coesão tem por objeto a interconexão das ideias na superfície textual.

6. CONCLUSÃO

       

       Grande parte das pesquisas sobre leitura desenvolve uma relação com a escrita e sobre o ensino e metodologia utilizadas por professores em sala de aula, onde muitos alunos têm o primeiro contato com livros. Assim, cabe a escola a tarefa em levar-lo a ler e escrever constituindo um espaço privilegiado para desenvolver tal aprendizagem.

       A leitura ainda é uma atividade que ajuda a produção de textos, mas como já vimos a prática da leitura leva o aluno a desenvolver habilidades de um bom leitor, no entanto só com a prática da escrita ou seja produzindo textos o aluno terá capacidade  e facilidade para  produzir  bons textos. Sendo a leitura um dos maiores aliados para quem deseja ser um bom produtor de textos, afinal ele é uma fonte de informações, colocando as habilidades da leitura a serviço do ato de escrever. Contribuindo então para o estudo do aluno a desenvolver certa habilidade em produzir textos coerentes, reunindo algumas informações teóricas sobre leitura e escrita, e colaborando para futuras pesquisas de conhecimentos bibliográficos. O hábito da leitura vem pela prática, pois é uma atividade essencial para qualquer área de conhecimento, tendo a escola como um papel principal de ensinar e incentivar a escrita e a leitura.

REFERÊNCIAS

BRASIL. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1998. 72-78 p.

BERNÁDEZ, E.Introduction a la linguistica  del texto.Madrid:Espasa-Calpe,1992.

CARDOSO,J.B. Teoria e Prática da Leitura, Apreensão e Produção de Texto.pp12,2001.

GERALDI, J. W. Práticas de Produção de Textos  na Escola. 2. ed. São Paulo: Ática, 2002.

KOCH, I. G. V. A Coesão Textual. 15. ed. São Paulo: Contexto, 2001. (Coleção Repensando a Língua Portuguesa).

LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2002.

MARCUSCHI, L.A.Linguistica de Texto: UFPE, Recife,1983.(Série Debates,1.)

SANT'ANNA , A.R.Paródia,Paráfrase e Cia. São Paulo:Ática,1985.

SENA, O.A Engenharia  do Texto.3.ed. Manaus:Valer,2008.

TRAVAGLIA, L.C, KOCH, I.G.V. Texto e Coerência. 13.ed.São Paulo:Cortez,2011.

TREVISAN, E. M.C. Leitura: coerência e conhecimento prévio. Santa Maria: UFSM, 1992.

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/linguas-artigos/ensino-aprendizagem-de-producao-de-texto-atraves-da-leitura-5904719.html

    Palavras-chave do artigo:

    ensino aprendizagem producao de texto leitura coerencia e coesao

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