O Ensino De Língua Portuguesa Em Debate: Problemas E Perspectivas

Publicado em: 02/06/2009 |Comentário: 2 | Acessos: 15,107 |

Muito se tem discutido sobre os problemas das aulas de língua portuguesa, em específico sobre o porquê dos programas de ensino não funcionarem. Isto talvez ocorra porque apesar de existirem teses renovadoras a prática ainda seja antiga, ou seja, as mesmas aulas conservadoras com atividades de gramática normativa.

Na alfabetização o professor trata de conteúdos incoerentes com a realidade da criança dificultando o aprendizado.  Iniciando com regras gramaticais, depois a aprendizagem mecânica da escrita e por fim a leitura automática de decodificação. Faz-se isso tudo, mesmo sabendo que o aluno já fala muito bem a língua e só vai à escola para aprofundar seus estudos. Diante dessa evidência, não há como negar que o ensino prioriza a gramática normativa por todo o ensino regular e superior, gerando “traumas” pela aula da língua materna.

Muitos dos problemas encontrados na alfabetização, ou até em turmas mais avançadas, residem no fato de que o método de ensino de língua que é utilizado não é eficaz. A repetição de estruturas e a memorização de formas não desenvolvem a criatividade e a expressão. Para se chegar a esse objetivo, deveria ocorrer uma ênfase à interpretação de texto, leitura e escrita em situações diversificadas e próximas do uso concreto na sociedade. Isso propiciaria maior aprendizagem, no entanto, nossas escolas teimam em acreditar que a fixação em estruturas é essencial para o aprendizado.

Luft (1985,13) corrobora o que foi evidenciado acima quando afirma que o ensino de língua portuguesa é fundamental para a formação do indivíduo, mas precisa ser revisto, pois ao ensinar regras gramaticais, uma grande parte dos professores ignora a língua falada pelo aluno e a implicação disto é que a língua objeto de estudo fica distante demais da prática efetiva, e por não haver aproximação, não há aprendizado.

         Apesar de alguns interpretarem equivocadamente esta crítica, entende-se que essa não é uma bandeira contra o ensino do dialeto padrão na escola. Aqueles que entendem que o padrão não deve ser trabalhado baseiam-se nas hipóteses de ser preconceito impor a variedade de prestígio social porque a sala de aula é um espaço onde se encontram pessoas de classes sociais diferentes e com valores culturais distintos. Há ainda os que advogam contra por considerarem difícil o domínio e a aprendizagem de uma língua.

Rebatendo esses posicionamentos, Possenti (p. 19) considera que qualquer pessoa, principalmente criança, aprende uma língua com muita facilidade, desde que a ela esteja exposto consistentemente. E considera que todos ganhariam com o alastramento da língua padrão, uma vez que “O papel da escola é o de ensinar a língua padrão, ou de criar condições para que isto aconteça.”

O objetivo de ensino de uma língua para pessoas já falantes dela deve ser a possibilidade de levá-las ao domínio efetivo e consistente das habilidades de leitura e escrita, audição e oralidade. Ou seja, a escola deve formar alunos capacitados como leitores, e que possam produzir qualquer tipo de texto, inclusive usando da modalidade oral. Porém esse objetivo não será alcançado sem uma prática, mais uma vez vale registrar: ler e escrever devem ser atividades essenciais no ensino da língua.

Apesar dessa evidência, ao se observar a prática do ensino de Língua Portuguesa, não é custoso perceber que esse objetivo está bastante distante de sua realização efetiva. Há uma defasagem muito grande quando se observa a escrita dos alunos, por exemplo, e se confronta com o padrão gramatical. E, mais grave que isso, não são apenas erros ortográficos ou de acentuação, haja vista que na maioria dos textos escritos pelos alunos em final de Ensino Médio há perda considerável na relação semântica, sendo praticamente impossível resgatar elementos anafóricos, dêiticos, ou fazer as relações mais elementares de coerência.

Pode-se inferir que isso seja conseqüência direta das aulas de língua portuguesa, normalmente fragmentadas e descontextualizadas, com ênfase ao ensino de gramática “pura”, com exemplos distantes da realidade e da prática lingüística dos alunos – o que leva ao acúmulo de informações, e até a devolução destas em provas com questões de estrutura, sem resultado prático e comunicativo algum. Os professores precisam perceber que enfocar o ensino de linguagem na escrita e na comunicação tornará mais produtivo do que persistir só nos recursos gramaticais desvinculados das situações cotidianas e das formas de língua utilizadas pelos seus alunos.

Como todas as crianças quando ingressam na escola já possuem uma gramática internalizada, deve-se explorar a expressividade e permitir que essas variedades lingüísticas sejam desenvolvidas e aperfeiçoadas para que sirvam bem às diversas situações sociais. Tal prática levaria ao ensino da norma culta pelo contraste – comparando a língua que se tem posse com aquela que é exigida como padrão na sociedade, a fim de que o educando possa adequar-se gradativamente ao novo modelo, sem medos ou imposições.

Como isso não ocorre, é perceptível no cotidiano escolar a presença marcante e massiva de discursos do tipo: “o português é uma língua muito difícil de aprender”, “odeio as aulas de língua portuguesa “ ou “como tem regras”. Tais enunciados são muito comuns entre os alunos, mas também saem dos muros da escola e são reproduzidos por uma imensa maioria da população, a qual, ironicamente, utiliza da língua portuguesa com sucesso e adequação para desempenhar as mais variadas funções.

Ademais, percebe-se nas aulas a chateação por parte dos alunos, pois não entendem o que está sendo proposto - assim, o que deveria levá-los a reflexão e aprendizagem, acaba por gerar confusão e repúdio. Como enfatiza Luft exemplificando por meio de Veríssimo, se não houver mudanças na elaboração do ensino, as aulas de língua portuguesa não servirão para nada.

Diante desse quadro, pode-se perguntar se a língua ensinada na escola não é a mesma que se usa diariamente. Entretanto, apesar de haver alguma diferença na forma escrita, e de serem visíveis algumas variedades lingüísticas, pode-se dizer que a língua é basicamente a mesma. É notável que as crianças conhecem a língua e a usam diariamente de forma natural, no convívio com os pais, colegas e seu meio social. Ou seja, se comunicam usando frases bem mais complexas do que as propostas por exercícios usados em salas de aulas, e fazem isso corretamente. Resta à escola perceber isso e fazer com que o aluno estabeleça uma analogia entre as formas, a fim de que perceba que diferentes situações sociais pedem diferentes registros lingüísticos e que o domínio da variedade padrão lhe dá mais condições de se adequar às imposições sociais.

O domínio lingüístico intuitivo existe, mas é preciso torná-lo consciente. Todas as pessoas, até no máximo três anos, aprendem a falar sua língua materna de maneira proficiente. Ou seja, a língua que é considerada um objeto muito complexo é aprendida naturalmente e com uma velocidade espantosa – e para tanto não são feitos exercícios de fixação, de completar lacunas ou repetir cem vezes a mesma estrutura. Ao contrário, qualquer pessoa aprendeu a falar apenas ouvindo outros falarem, no convívio do dia-a-dia.

Isso deixa claro que a aprendizagem só ocorre quando há uma prática significativa, porém não é o que acontece na escola, que enfatiza todos os exercícios citados acima, chegando a colocá-los como o centro do “ensino” de língua. Isso é o que se têm visto nas aulas de língua portuguesa: conceitos das gramáticas e exercícios de análise estrutural de frases, ou preenchimentos de espaços vazios. As atividades de leitura e escrita têm ficado em segundo plano. Ou seja, apesar de muitos afirmarem o contrário, o ensino ainda está sendo descontextualizado, muito distante da língua usada no cotidiano.

Segundo Possenti saber falar uma língua é conhecer e saber sua gramática, mas não apenas algumas regras que se aprendem na escola, pois além do domínio da estrutura formal é necessário entender o funcionamento discursivo que situa o texto em contextos histórico-sociais nos quais ocorre a interação. Nesse limiar, entende-se que para se ensinar gramática, deve-se partir da fala, sendo que as aulas não podem passar por amontoados de regras, pois o aluno não compreenderá nada. Então, primeiro o professor precisa observar o cotidiano do aluno, levando-o à reflexão acerca da estrutura lingüística – isso ajudará em sua elaboração escrita mais consistente e coerente e lhe permitirá mesmo perceber a importância da leitura na formação do indivíduo, isso porque, a partir do momento em que consegue organizar sintaticamente uma frase, o aluno passa refletir e melhorar sua fala e escrita.

Entretanto, como já foi citado acima, o fato de alguém ter domínio das regras gramaticais, não garante que ela irá necessariamente escrever bem. Luft (1985,26) diz que muitos autores famosos não conhecem as regras gramaticais e precisam de um revisor para corrigir seus textos antes de serem publicados.

Motivo pelo qual a habilidade de comunicação e de expressividade é indispensável na formação curricular. Há pessoas que ao escrever apropriam-se de vocábulos obsoletos que poucos conseguem decodificar e, com isso, o texto perde a objetividade. Por isso, os professores do ensino regular devem saber usar o conhecimento dos alunos levando-os a reflexão sobre a necessidade de conhecer a língua. Mas para isso é preciso primeiro mudar a forma de ensino e conscientizar os professores do quanto é importante levar os alunos ao raciocínio crítico.

Como já enfatizado, a função da escola não é ensinar a língua materna, pois os alunos já a conhecem, mas é tratar da modalidade padrão (escrita). Ou seja, as atividades precisam  levar o aluno a usar com habilidade a escrita, a leitura, a oralidade e não ficar apenas em atividades de completar frases que representam graus de dificuldade crescente, pois eles já sabem falar frases complexas desde a primeira infância. Por extensão, entende-se que eles relacionam, por exemplo, o sujeito e o predicado da oração, ainda que implicitamente, por mais que não os identifiquem como termos essenciais.

Entretanto, o que se evidencia é que muitos professores tratam os alunos como se eles estivessem aprendendo naquele momento toda a língua e, com isso, as aulas tornam-se cada vez mais frustrantes, pois essa forma equivocada de ensinar acaba confundindo aqueles que já têm certo grau de conhecimento lingüístico e são tomados como se não conhecem nada da própria língua.

Ao contrário desse entendimento, vale registrar que todo ser humano internaliza a gramática desde as primeiras palavras que codificou enquanto criança. Todas as crianças com condições físicas e mentais normais ao dizerem as primeiras frases conseguem estruturá-las corretamente. Destarte esse aprendizado natural, a partir do momento que ingressa na escola passa a “conhecer” novas regras que são o fundamento da língua que ela usava tão bem até então. Nisso, o aluno passa a perceber que sua forma de se expressar pode ser diferente, e se não for bem trabalhada pode confundir-se, e não consegue aperfeiçoar seus vocábulos. 

Todos aqueles que durante anos foram, e aqueles que ainda estão sendo, martirizados por aulas de análise sintática sem nunca a conseguirem aprender, ou apenas decoraram alguma coisa mecanicamente sem qualquer proveito prático, todas essas vítimas da análise devem achar surpreendente, se não herética, a afirmação de que criança de 3 anos é capaz de “fazer análise sintática”. E, no entanto, estamos diante de uma evidência de um verdadeiro truísmo. (Luft. 1985, p. 46-7)

Embora seja função da escola ensinar a língua culta padrão, não se deve imaginar que seria possível existir uma língua uniforme, pois a língua reflete a sociedade, e como existem diferenças sociais há variações lingüísticas. Existe uma série de fatores que influenciam nas mudanças da língua, sejam eles internos ou externos. Os últimos estão ligados às diferenças geográficas, de classe, de idade, de sexo, de profissão e os primeiros são regrados por uma gramática interior às línguas, tanto que algumas variações são permitidas e outras não são: como por exemplo, é comum ouvir “nóis vai”, mas ninguém fala “eu vamo(s)”. As pessoas tendem a caracterizar as diferenças lingüísticas como erros, essa é uma idéia equivocada, pois falar diferente não é o mesmo que falar errado.

Muitas vezes quando se percebe a fala de alguém de outra classe social, ou outra região, algumas características chamam a atenção e a tendência é caracterizar esta forma como errada. Deve-se insistir no fato de que, ainda que exista a possibilidade (remota) de existir falantes que falam errado em algumas situações, ainda assim é certo que na maioria das ocorrências eles falarão corretamente. Ou seja, os acertos são sempre maiores que os erros.

Os professores ficam desesperados quando seus alunos cometem alguns desvios de concordância, de conjugação verbal, ou quando cometem erros de ortografia que refletem a forma como falam. É o mínimo dentre vários que poderiam ocorrer. Isto não é motivo para desespero, pois os alunos cometem menos erros do que se pensa - tudo é questão de ensinar o que eles ainda não sabem.

Se os alunos tiverem desenvolvido as quatro habilidades básicas: falar, ouvir, ler e escrever, certamente esses erros desaparecerão gradativamente. Só com muita prática, com o uso efetivo da língua em situações que se aproximam da realidade e que têm significado para os alunos é que se estará de fato promovendo um ensino capaz de contribuir para a construção de um cidadão atuante em sua comunidade. E a gramática normativa passará a ser apenas um dos instrumentos nesse processo, não o eixo principal. E os alunos talvez não insistam mais na idéia de que não sabem o português ou de que ele é muito difícil. Quiçá até se apaixonem pela língua e seus encantos.

 

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/linguas-artigos/o-ensino-de-lingua-portuguesa-em-debate-problemas-e-perspectivas-948972.html

    Palavras-chave do artigo:

    dificuldades de aprendizagem

    ,

    ensino da norma culta

    ,

    leitura e escrita

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    jenny 17/04/2011
    adororeiiiiiiiiiiiiii
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    SANDRA 20/02/2011
    OLÁ CRISTIANE LI O SEU ARTIGO E GOSTEI MUITO, OBJETIVO E COM IDEIAS CLARAS. PARABENS.............
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