O Papel dos Gêneros na utilização da Leitura e da Escrita dos alunos no Ensino Fundamental

Publicado em: 15/06/2010 |Comentário: 1 | Acessos: 1,990 |

APRESENTAÇÃO

O presente artigo pretende observar qual o Papel dos Gêneros na Utilização da Leitura e da escrita dos Alunos do Ensino Fundamental, uma vez que o trabalho com a diversidade textual já se incorporou nas aulas de língua portuguesa devido à apelação dos Parâmetros Curriculares Nacionais e ao grande número de publicações na área, publicações estas geralmente divulgadas nos cursos de Letras.
Todavia, desde que leciono no Ensino Fundamental percebi que a maioria dos alunos não sabe ler e escrever e os poucos que sabem não conseguem aprender conceitos, apresentar informações novas, comparar pontos de vistas, argumentarem, etc.
Um dos casos que atribui a esse problema é que os alunos devem ser exercitados no sentido de aprender a ouvir, a ler e a escrever, para se tornarem bons ouvintes, bons leitores e bons escritores, estudando a gramática e a ortografia de forma contextualizada no ensino da leitura e da escrita, sendo uma tarefa que exige muito dos professores e os professores não estão preparados para assumir como essa responsabilidade, mesmo que nos cursos de Letras o que mais se faz é "preparar" os professores para assumirem essa tarefa. O problema é que essa "preparação" são apenas teorias e quando o professor vai executar suas práticas pedagógicas não conseguem ter objetivos bens definidos, não tendo um projeto muito bem consistente para que seus objetivos não se percam no caminho.
Desta forma, os professores não sabem realmente como executar suas práticas pedagógicas adequadamente, fazendo com que os alunos não tenham interesses pela leitura, isso é que faz o fantasma do analfabetismo funcional acompanhar os brasileiros em pleno século XXI.
Cabem as instituições educacionais e os professores não apenas de letra, mas todos viabilizando o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinar a produzir-los. Isso inclui os textos das diferentes disciplinas, como os quais o aluno se defronta sistematicamente no cotidiano escolar, reconhecendo a capacidade de atuar como estimulantes do processo de leitura e propiciar o máximo em experiências, não apenas com base no código lingüístico escrito, mas no visual, no ouvir, no comentar, no criticar, no sugerir, no ler diferentes linguagens e buscar meios para despertar nos alunos o gosto pela leitura prazerosa e promover entre eles reflexão, criticidade e troca de conhecimentos entre eles e sues colegas.
Assim objetivando conseguir com que os alunos do Ensino Fundamental aprendem a ler e a escrever, lendo textos visuais e escritores para que adquiram o papel e o hábito pela leitura. Promover o incentivo dos textos visuais e os textos impressos, dando a livre expressão de idéias e liberdade aos alunos de fazer critica acerca dos livros ou textos lidos. Desenvolver comportamentos leitores e escritores produzindo textos utilizando recursos de leitura visual, escrita e oral. Fazer com que os alunos interessem em entrar em contado com texto que contemple a diversidade de gênero textual.

INTRODUÇÃO

As ferramentas mais comuns de trabalho em sala de aula são os livros didáticos e paradidáticos. Mas hoje o trabalho com diversos tipos de textos já se reuniu as aula de Língua Portuguesa como: revista, jornais, enciclopédia, dicionários, receitas e entre outros, são os suportes de textos na utilização do ensino e aprendizagem da leitura e da escrita dos alunos. Mas quando falamos em aprender a ler, os livros e os materiais impressos são os melhores supores de auxilio dos professores, melhorando na contextualização da gramática e da ortografia.

Segundo a revista Nova Escola (2009). Na última década, a grande mudança nas aulas de Língua Portuguesa foi a "chegada" dos gêneros a escola. Essa mudança é uma novidade a ser comemorada. Porém muitos especialistas e formadores de professores destacam que há uma pequena confusão na forma de trabalhar.

Mesmo antes de estarem alfabetizados os alunos precisam saber interpretar, têm que aprender a decifrar o que vêem, têm que ter uma leitura de mundo, pois em diferentes situações do dia-a-dia, estamos em contato com textos variados, espalhados em locais públicos como: placas, sinais e letreiros que apresentam informações importantes para a vida em sociedade. Tudo que está a nossa volta é uma forma de texto e, portanto, uma possível leitura: imagem, movimentos, falas, olhares, gestos, palavras, cartazes, livros e muito mais. As pessoas lêem o que o mundo esta mostrando para elas, então, elas interpretam, por isso que tomar como proposta de trabalho os textos e como unidade de estudo é essencial para o reflexo das contribuições da Lingüista Textual, da Teoria dos Gêneros, da Sociolingüística, da Análise do Discurso, passando a ver os textos como unidade básica da interação verbal.

Segundo Eliana Viana Brito (2003) PCNs. Estamos considerando a leitura um processo de interação em que o leitor e o autor se aproximam por meio do texto. Nesse sentido, o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interação do texto, a partir do seu projeto de leitura, o seu conhecimento prévio sobre o assunto e ou sobre o autor. Obviamente, o processo de desenvolvimento da leitura não se esgota nas séries inicias, no período da alfabetização. Há, na verdade, um longo caminho a percorrer após a alfabetização.

Daí o papel da escola e dos professores é limitar o espaço do texto na escola despertando propostas de trabalho com habilidades e competências que envolvam a leitura e produção textual, fazendo com que os alunos vivam vários estímulos, eles têm que verem os gêneros como melhores formas de interpretação e compreensão do mundo que o cercam. Quando abrimos os livros que chegam à sala de aula e folheamos as revistas de divulgações cientificas para o público escolar vemos que são portadores de muito mais que texto. Os desenhos, as fotografias, os gráficos, tabelinhas, diagrama, cores variadas, páginas impressas como letras de tamanho diferentes, todas essas coisa transmitem significados, assim como textos escritos. Os alunos precisam ser alfabetizados para esse universo visual.

Tomamos como base, o conceito de gênero textual apresentado por Bakthion (1997). Segundo ele, os gêneros textuais são formas relativamente estáveis de enunciados ao conteúdo, á composição estrutural e aos contextos (condições e finalidades) nos quais estão inseridos. É por está dependência com relação ao contexto que eles são historicamente variáveis. Assim a imensa diversidade de gêneros é que forma a língua.

Todavia para ser considerado verbalmente alfabetizado uma pessoa deve aprender os componentes básicos da linguagem escrita é saber operar com elas e estar visualmente alfabetizado significa compreender e saber utilizar mensagem visual nas diferentes circunstancia que a vida apresenta.

Segundo Cramer e Castle (2001). É comum a leitura, assim como o brinquedo (Berlyne (1969) p.843), significa muitas coisas para muitas pessoas para ser uma categoria útil á psicologia. Uma pessoa que está indo ao trabalho de ônibus lê os anúncios e os sinais de trânsitos que passam rapidamente pela janela; uma criança pré-escolar, folheando um livro preferido, "lê" a história interpretando as figuras e estudante, com muito esforço, lê um texto de estatística e no momento seguinte, com um suspiro de alivio, começa a ler uma antologia de Somerrset Maugham.

OS GÊNEROS COMO ARTICULAÇÃO EM SALA DE AULA

Os métodos de ensinar a leitura considerando a gramática e a ortografia, na forma tradicional, consistem em conceitos e significados dos termos. Esses conteúdos eram ensinados de forma isolada e mecânica, sem nenhuma relação com os gêneros textuais, que só seriam introduzidos quando os alunos já soubessem ler e escrever, ou seja, numa série mais adiantada, sabendo que os gêneros são vários tipos de textos com a função social de comunicação, assim desde cedo eles fazem parte da nossa vida, de forma significativa, o que constatamos nas diversas formas de comunicação que somos submetidos em nosso cotidiano e a sociabilidade que estas informações nos asseguram, temos como exemplo o jornal que lemos um panfleto que recebemos nas ruas, um cartaz que lemos no mural da escola, um convite que recebemos para uma festa, um email que enviamos entre muitos outros.

Segundo Baptista e Baptista (2006). A partir da compreensão/interpretação faz-se necessário "explorar o texto" em usufruto de outras competências: trazê-lo para o mundo das crianças estabelecendo um diálogo entre elas e o outro; possibilitar uma relação entre texto e leitor, na qual se desvelam muitas informações.

Os gêneros textuais podem ser de dois tipos: os primários e os secundários. Os primários são aprendidos ao usarmos a língua diariamente nas conversas em família, no trabalho e nas mesas de bares; os secundários são os aprendidos nas escolas, são as comunicações formais que são planejadas de forma detalhada, como uma aula, uma palestra ou uma entrevista. O professor antes de trabalhar os gêneros textuais deve conhecer os grupos que têm a ação de: narrar, expor, argumentar, instruir e relatar, além de suas respectivas capacidades de linguagem envolvida na produção de texto, bem como os gêneros a que cada um está agrupado em narraficção e criação que são os gêneros de cultura literária ficcional como os contos, crônicas, lendas, romances e fábulas.

Segundo Bakhtin, a estética geral é necessária para evitar uma abordagem simplificada e superficial da arte literária e a redução das considerações estéticas à abordagem exclusivamente lingüística.

Bakhtin defende que a obra de arte só podia ser comparada com outros produtos da criação ideológica (ciência, ética etc.) e que a literatura se encontrava em interação ativa com outras esferas ideológicas, não havendo justificativa para a sua comparação exclusiva com a linguagem prática. A opção teórico-metodológica do círculo tende na direção do quadro conceitual do que Rastier (2001) chama uma poética generalizada, ao adotar um ponto de vista unificado sobre os gêneros literários e não-literários para descrever "a diversidade dos discursos (literário, jurídico, religioso, científico etc.) e sua articulação com os gêneros". Portanto, Bakhtin propõe, por um lado, a consideração dos diversos domínios artísticos (literatura, música, artes plásticas etc.) no âmbito de uma estética geral e, por outro, a comparação da arte com as demais esferas da cultura, como meio de encontrar seus traços característicos.

LEITURA DE INFORMAÇÃO

Vivemos em uma sociedade onde somos obrigados se atualizar dos acontecimentos e acompanhar os fatos dos diversos contextos com o mundo. Diante desta convivência os gêneros atuam com um papel importantíssimo, como os jornais, revista, televisão, radio e internet compre função básica de produtores de conhecimento, com as informações e fatos que ocorrem com o mundo. Essa é uma das leituras descontraídas e dinâmicas que repete o que ocorre do lado de fora da escola em que as pessoas comentam o que lêem, essa prática aproxima do cotidiano do mundo, ajudando a formar leitura assídua e interessante pelos fatos reais.
Solé, 1998, p 94: A leitura que fazemos quando queremos "saber de que trata" um texto; saber o que acontece" ver se interessa continuar lendo". Quando lemos para obter uma informação geral detalhadamente o que diz o texto; é suficiente ter uma impressa, com as idéias mais gerais.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O referente artigo obteve como resultado de pesquisa descritiva e explicativa, limitando-se a pesquisa bibliográfica, mostrando que os gêneros segundo Bakthin (1997), são formas relativamente estáveis de enunciados que se definem por aspectos relacionados aos conteúdos, á composição estrutural e aos traços lingüísticos extremamente ligados aos contextos (condições e finalidade) nos quais estão inseridos. É por esta dependência com relação ao contexto que eles são historicamente variáveis. Sendo assim, a imensa diversidade de gêneros é que forma a língua.
Considerando o que foi acima apresentado, percebemos a necessidade de um ensino de língua que esteja de acordo com o contexto no qual estão inseridos os indivíduos presente no processo ensino-aprendizagem em evidência. Não devemos artificializar o contato desses indivíduos com sua língua materna. Ao contrário, a escola deve procurar envolver seus alunos em situações concretas de uso da língua, de modo que consigam, de forma criativa e consciente, escolher meios adequados aos fins que se deseja alcançar.
Contudo trabalhar com os gêneros textuais e visuais é uma extraordinária oportunidade de lidar com a língua em seus mais diversos usos autênticos no dia-a-dia, permitindo aos jovens o contato com diversos gêneros, buscando amenizar a forma desrespeitosa pela qual a educação vinha talvez ou ainda esteja sendo realizada no decorrer da história, a educação que os trabalhadores "a classe popular" recebiam ao longo da história, visava principalmente prepará-los para o trabalho físico, se contentado com atitudes conformistas, o que redunda numa escolarização deficiente.                       
Hoje, na sociedade brasileira, as instituições educacionais e profissionais da educação se prepara em instruir os jovens a produzir não apenas os gêneros escolares, mas gêneros que apresentem modos didáticos relativamente abertos. Os alunos têm de ser habilitados a produzir textos dentro e fora da escola, a partir daí as pratica de produção farão parte do cotidiano dos alunos como as praticas de leitura faz em diversos ambiente social (família, grupo de amigos, igreja, associação de bairro, trabalho e etc.). A escola que não enxergar as práticas de produção de texto e de leitura como práticas sociais, mas apenas como práticas escolares apresentam uma visão reducionista e equivocada na formação de seus alunos, podando, assim a sua autonomia. E haverá algum mal em produzir uma música do gênero rap na escola? Não é por meio desse gênero que muitos desses jovens se manifestam perante a sociedade? E veiculam um discurso político social ideológico e cultural?
Como podemos perceber, o texto deve ser um instrumento que deverá unir os conteúdos das disciplinas a um contexto social que deverá instigar a leitura, provocando reflexão, portanto, não tem sentido que aulas de Português, matemática, História, Geografia, Ciências e outras tenham como referenciar para o ensino apenas o que for fornecido pelos livros didáticos, e também não tem sentido que mesmo trabalhando com outros gêneros, os utilizem como pretexto apenas.
A escola tem como função social prepara os alunos para a sociedade. Ela deve ensiná-los a se servir, de forma correta e particularizada, das grandes mudanças nas aulas que são a chegada dos gêneros á escola. Esse novo recurso apesar de serem instrumentos de comunicação, não podendo influir de forma negativa dos alunos. É preciso trabalhar em sala de aula a função correta dos gêneros nas diversas comunicações textuais e visuais de maneira que os jovens compreendem a diversidade entre esses aspectos: construção textual e construção visual

CONCLUSÃO

A contextualização dos gêneros em relação com mundo permite a articulação das atividades entre as áreas de conhecimento, contribuindo diretamente para o aprendizado, significativo de prática de leitura, produção e compreensão. É a partir daí que faz com que as crianças, adolescentes e adultos de escuta e reflitam sobre temas presentes no seu cotidiano.

É fundamental escutar de modo verdadeiro, honesto, aberto como as relações acontecem com as pessoas e, ambiente social e cultural. Assim buscando constante convivência sustentável, vale deslocar que quando os gêneros são ensinados como instrumentos para a compreensão da língua, não importa quanto ou quais trabalhe, desde que o objetivo seja usá-los como um jeito de formar alunos que aprendam a ler e escrever de verdade.

RÊFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

BAKTHIN, Mikail. Estética da Criação Verbal. Martins Fontes, SP. 2003.
ESCOLA, Revista Nova. Como Trabalhar com Gênero.  Abril, ano XXIV, nº 221, agosto 2009.
BRITO Eliane Viana. PCNs de língua Portuguesa: a prática em sala de aula. Artes e Ciências, SP. 2003
CRAMER, CASTLE. Eugene H, Marrieta.  Incentivando o amor pela leitura. Artmend. Porto Alegre. 2001.
BAKHTIN, M. M./VOLOCHINOV, V. N. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução de Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. 6. Ed. São Paulo: HUCITEC, 1992.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura. ArtMed. Porto Alegre 1998.
BAPTISTA, Francisco Mª Carneiro; BAPTISTA, Naidson de Quintella. Baú de Leitura: Lendo História, Construindo Cidadania.  João Pessoa. 2006.

 

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 3 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/linguas-artigos/o-papel-dos-generos-na-utilizacao-da-leitura-e-da-escrita-dos-alunos-no-ensino-fundamental-2640514.html

    Palavras-chave do artigo:

    genero

    ,

    leitura

    ,

    escrita

    Comentar sobre o artigo

    O presente trabalho tem por objetivo apresentar a aquisição da leitura e da escrita, onde a mesma se inicia muito antes do que geralmente se imagina, quando a criança, antes mesmo de entrar na escola, começa a tomar contato com materiais escritos. O processo de aprendizagem da leitura e da escrita tem o propósito de observar a evolução do aprendizado, sendo assim, necessário diagnosticar os fatores que podem estar interferindo para poder fazer com que a criança evolua e acompanhe o que é pedido.

    Por: ARIUSKA SOARES BRASILEIROl Educaçãol 20/04/2011 lAcessos: 2,440

    A leitura e a escrita são caminhos importantes que levam ao desenvolvimento do conhecimento, e por consequência, o progresso pessoal e profissional.

    Por: Lucivanda Mira Coêlhol Educação> Ensino Superiorl 20/01/2011 lAcessos: 8,740
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    Apresenta-se aqui a importância dos diversos gêneros discursivos na alfabetização e formação das crianças, tanto no que diz respeito à aquisição de valores, como na construção do aprendizado e no despertar ao interesse pela leitura. Acredita-se ser no universo do imaginário que as crianças mergulham no intuito de aproximar sua realidade aos contos da literatura infantil e se descobrirem enquanto sujeitos da leitura que se apropriam, sendo a escola o elo principal para que isso aconteça.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 16/01/2013 lAcessos: 97
    Natanael Vieira de Souza

    Esta breve análise busca articular uma nova perspectiva sobre as questões de gênero, não mais em contraposição, mas "permitindo fazer dos estudos de gênero estados de gênero, permitindo fazer da escrita dos estudos de gênero, a escrita de novos gêneros e gêneros novos de escrita".

    Por: Natanael Vieira de Souzal Educação> Ensino Superiorl 01/08/2011 lAcessos: 334
    ADILSON MOTTA

    O Projeto "Mutirão da Leitura" destina-se ao público infanto-juvenil e todos (incluindo comunidade) que tenham dificuldades de acesso aos livros e a leitura. Percebe-se que o hábito de leitura tem se perdido não apenas por parte dos alunos como dos professores, trazendo como consequência cidadãos com pouca visão de mundo, ou seja, com pouca capacidade crítica.

    Por: ADILSON MOTTAl Educaçãol 20/04/2013 lAcessos: 46

    Um artigo retrata a importância da leitura em sala de aula, além disso, oferece suporte aos educadores e alunos na utilização de diversos recursos como fonte de estímulo aos mesmos, tendo como base neste trabalho acadêmico os seguintes teóricos: Paulo Freire (1989), Mercedes Justos (2010), Izaides Pereira (2007), Elisa Meirelles (2010), Renata Junqueira de Souza (1992), Ângela Fronckowinak (2010), Ana Maria Machado (2010) e outros reconhecidos na área pedagógica.

    Por: Diana Pereira Leitel Educaçãol 17/12/2013 lAcessos: 18
    GUTEMBERG MARTINS DE SALES

    Dissertou-se sobre algumas concepções pedagógicas da alfabetização, por acreditar que embora exista uma grande quantidade de professores, ainda falta uma demanda de alfabetizadores reais, que conheçam os princípios da alfabetização, os medos e conflitos que rodeiam os alfabetizandos, e assim, como, de forma clara e objetiva, sanar este problema. A escrita é outro dilema, pois embora acessível a todos, há um tabu entre o educando a escrita e a leitura.

    Por: GUTEMBERG MARTINS DE SALESl Educação> Educação Infantill 28/12/2012 lAcessos: 91
    Arabela de Oliveira Santos

    RESUMO O presente artigo tem como proposta ser instrumento de reflexão sobre o uso da leitura e escrita e sua importância voltada para o contexto social despertando nos professores e alunos do Ensino Fundamental o hábito da leitura e escrita e sua relação com o mundo.

    Por: Arabela de Oliveira Santosl Educação> Línguasl 14/01/2011 lAcessos: 14,713

    O presente trabalho trata sobre a Leitura: a amplitude do conhecimento, baseado em alguns autores, dentre eles (as), Irandé Antunes, também por meio de pesquisas bibliográficas que abordam a relevância de adquirir novas experiências através da leitura. O respectivo artigo pretende enfatizar, a leitura, a escrita e o leitor crítico para obter como resultado o hábito de ler por satisfação e não por obrigação. Palavras-chaves: Leitura. Escrita. Leitor crítico.

    Por: Bia Oliveira de Andradel Educação> Línguasl 14/05/2010 lAcessos: 1,858 lComentário: 1

    O presente artigo tem como objetivo destacar as mudanças que acontecem na língua com o passar do tempo, dando ênfase ao fenômeno do rotacismo, que aborda a transformação do L em R. Com o intuito de evidenciar que as variações do português não padrão têm coerência e não deve ser alvo da ridicularização daqueles não conhecedores dos fenômenos linguísticos. Tendo como objeto de estudo trechos do livro "Os Lusíadas" de Camões, destacando como o rotacismo se tornou influência na língua portuguesa.

    Por: Maria Claudicélia C da Silval Educação> Línguasl 28/03/2014 lAcessos: 16

    Uma das maiores dificuldades dos alunos de ensino fundamental, médio e superior é saber se expressar por meio da escrita. Quando chega o momento de prestar um concurso, a maior parte dos alunos fica ansioso com o momento de fazer a produção textual. Isto porque falta confiança e domínio da arte da escrever. Por meio deste texto, você descobrirá como é possível escrever uma boa produção textual.

    Por: Rosianel Educação> Línguasl 16/03/2014
    Luís Flávio

    Forma de tratamento e seus títulos acadêmicos da palavra "doutor" - "A palavra doutor tem suas raízes mais remotas entre o primeiro e o segundo milênio antes da nossa era, nas invasões indo-européias que nos trouxeram a raiz dok-, da qual provém a palavra latina docere, que por sua vez derivou em doctoris (mestre, o que ensina)...

    Por: Luís Fláviol Educação> Línguasl 13/03/2014

    Ensinar é algo que deve ser fruto de contínuas reflexões é por isso que esse artigo se desdobra na busca em analisar as carências do ensino de Gramática e Língua Portuguesa no nosso País e percorre o trajeto que vai desde o surgimento da primeira gramática na Grécia Antiga e da constituição do nosso idioma até o cenário atual, no contexto nacional. Pretende-se mostrar quão relevante é para o sistema educacional brasileiro que as aulas dessas disciplinas transformem-se em ensinamentos úteis e pra

    Por: Carla Cunhal Educação> Línguasl 28/02/2014
    FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTA

    Este artigo é fruto de um trabalho de mestrado que consistia em fazer um estudo de caso sobre os processos fonológicos que ocorrem na escrita de alunos do Ensino Fundamental de escola pública, analisando como esses processos podem contribuir para o ensino de língua materna, reconduzindo o trabalho de alfabetização sem cair no lugar-comum que considera estes fenômenos como "erros" de escrita. O estudo de caso transformou-se em um Relatório e agora parte dele é transformado em artigo.

    Por: FABRÍCIO DE CARVALHO PIMENTAl Educação> Línguasl 15/02/2014 lAcessos: 65

    Qual será o melhor destino para tirar mais proveito do seu intercâmbio? A sugestão é que a pessoa decida o que é importante para ela e quais países satisfazem as suas necessidades. Quando falamos de intercâmbio para estudar inglês, os Estados Unidos vem logo a cabeça. Atrai muitos intercambistas pela cultura, atrações, compras e principalmente pela qualidade de vida.

    Por: mattos andrecl Educação> Línguasl 06/02/2014

    Domine as palavras mais utilizadas do vocabulário básico do Inglês. Da mesma forma que no português, o vocabulário utilizado na conversação é bem menor do que o encontrado nos textos escritos. Ou seja o mesmo verbo pode ser utilizado em diversas situações como no caso do get (get on the floor, get off my cloud, get up, get down).

    Por: mattos andrecl Educação> Línguasl 06/02/2014
    Manuella Santos da Hora

    O presente trabalho objetiva discutir a organização e a linguagem, em Os sertões (1902), de Euclides da Cunha (1866-1909). A partir desse objetivo, relatam-se algumas das relações que vinculam as narrativas históricas e culturais no corpo da obra citada, destacando a sua organização e linguagem na composição do enredo euclidiano.

    Por: Manuella Santos da Horal Educação> Línguasl 03/02/2014 lAcessos: 23
    Jussilene de J. S. de Souza

    O professor carece repensar seu papel de educador e definir-se profissionalmente, vendo que a leirura é um instrumento eficaz para a construção de conhecimento pleno, ampliação do vocabulário, contentamento, permitindo que os alunos possão ter imaginação desenvolvendo a oralidade e praticando a escrita, mas para que isso ocorra é preciso estimular a leitura formara leitores, sem oprimir-los.

    Por: Jussilene de J. S. de Souzal Educação> Línguasl 18/07/2010 lAcessos: 2,524

    Comments on this article

    -1
    Jussilene de J. S. de Souza 06/07/2010
    Estou esperando que vocês enviem os ISSN / ISBN / DOI e um certificado ou declaração do artigo publicado, pois estou precoisando urgentimente deles.
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast