O preconceito e o racismo

Publicado em: 28/12/2011 |Comentário: 0 | Acessos: 2,023 |

O PRECONCEITO E O RACISMO

         

Beatriz Piran

Cristiane Vasconcelos

Juraci Santana Silva

Sirleide Carvalho Rosa

Verônica de Cássia da Silva

Cuiabá - MT

Dez-2011

Escola Estadual de 1º e 2º Graus "Leovegildo de Melo"

   

O PRECONCEITO E O RACISMO

  

         

                                                                                              Artigo   apresentado    à     coordenação                              

                                                                          Da  Escola   Estadual  Leovegildo    de

Melo pelos professores: Beatriz Piran, Cristiane Vasconcelos, Juraci Santana Silva, Sirleide Carvalho Rosa e Verônica de Cássia Silva.    

                                                                                           

                                               

Cuiabá-MT

Dez-2011

O PRECONCEITO E O RACISMO

Beatriz Piran, Cristiane Vasconcelos,Juraci Santana Silva, Sirleide Carvalho Rosa e Verônica Cássia Silva Professores na Escola Estadual Leovegildo de Melo.

Resumo:

        Este artigo tem por objetivo em apresentar um projeto sobre o racismo e o preconceito racial, os quais levam à discriminação, à marginalização e à violência. Uma vez que é baseado unicamente nas aparências e na empatia. Em nossa sociedade o preconceito é desenvolvido a partir da busca, por parte das pessoas preconceituosas, em tentar localizar naquelas vítimas do preconceito o que lhes "faltam" para serem semelhantes à grande maioria.

       O preconceito racial é caracterizado pela convicção da existência de indivíduos com características físicas hereditárias, determinados traços de caráter e inteligência e manifestações culturais superiores a outros pertencentes a etnias diferentes. O preconceito racial, ou racismo, é uma violação aos direitos humanos, visto que fora utilizado para justificar a escravidão e o domínio de alguns povos sobre outros e as atrocidades que aconteceram ao longo da história
 

Palavras Chaves: PRECONCEITO, RACISMO E A DISCRIMINAÇÃO.

I - APRESENTAÇÃO

       Este projeto foi realizado na Escola Estadual de 1º e 2º graus "Leovegildo de Melo", com duração de uma semana envolvendo as cinco turmas do 8ª ano e as 5 turmas do 9º ano do ensino fundamental no período vespertino, ele contém um conjunto de atividades que ofereceram aos alunos a oportunidade de construírem seus textos de forma criativa, que permitiram verificar a aprendizagem de ortografia, coerência e coesão e a concordância verbal. Expressando seus sentimentos, suas experiências, identificando e analisando criticamente as diferenças de cor, raça e ideologias, produzindo e interpretando textos através de pesquisas, leituras e interpretação de gráficos.

        Aprenderam a interpretar gráficos e a trabalharem em grupo ao confeccionar os cartazes e as suas dissertações foram elaboradas através de diálogos e trocas de experiências.

       O trabalho foi exposto em um mural da escola para a socialização e também a realização de peças teatrais e desfiles de moda.

II – INTRODUÇÃO

       A pesquisa é um procedimento de pesquisa que prevê o aluno como elemento que faz parte da situação em estudo: o racismo e a indiscriminação contra a cor negra e o apartheid.

       O aluno pesquisador não é neutro, nem um mero observador. Suas ações no ambiente e nos efeitos desta ação são também material, relevante para a pesquisa.

       Ela abrange procedimentos com a pesquisa- ação, pesquisa- intervenção e pesquisa participante com essa situação escolar é um processo permanentemente em movimento, este tipo de trabalho permitiu  ao aluno a possibilidade de poder captar as transformações de seus conhecimentos modificando sua maneira de agir e pensar. A partir deste conhecimento ele agirá na sociedade com Ética desenvolvendo o respeito mutuo através do diálogo e da solidariedade. E Também, saberá lidar com a pluralidade cultural e saberá como combater o preconceito, em todas as suas formas, valorizando a produção de conhecimentos e de outras culturas. Foi possível Colocarem em prática de forma consciente respeito ás diferenças foram transmitidos em sala de aula. Este foi o caminho mais curto para superar o racismo e a discriminação, Trabalhamos o espaço e pluralidade, a vida sócio-familiar e comunitária, pluralidade e educação, o ser humano como agente social e produtor de cultura e acima de tudo um cidadão.

III- REFERENCIAL TEÓRICO

Conferência Mundial Contra o Racismo. Julho e Agosto de 2001 - África do Sul. Comissária da ONU para Direitos Humanos aponta desafios

     A Organização das Nações Unidas realizará uma Conferência Mundial contra o racismo, na África do Sul, nos meses de Julho e Agosto de 2001. A conferência contará com a presença de líderes governamentais, organizações internacionais e intergovernamentais, organizações não-governamentais (ONGs), entre outras. A Alta-comissária da ONU para Direitos Humanos está responsável pelo planejamento do evento, contando com a ajuda de uma Comissão de Preparação.

         Mary Robinson, ex-presidente da Irlanda, é a Alta-comissária da ONU para Direitos Humanos. No dia primeiro de maio, ela conversou com membros da Comissão Preparatória, em Genebra, a respeito de suas metas e perspectivas para a Conferência Mundial.

A seguir, excertos de suas observações:

         Esta Conferência Mundial tem potencial para estar entre os mais significativos encontros do início deste século. Pode ser mais: A conferência pode dar forma e simbolizar o espírito do novo século, baseada na mútua convicção de que nós todos somos membros de uma família humana. O desafio está em fazer desta Conferência um marco na guerra para erradicar todas as formas de racismo. As persistentes desigualdades, no que diz respeito aos direitos humanos mais básicos, não são apenas erradas em si, são também a principal causa de revoltas e conflitos sociais. Pesquisas de opinião em vários países mostram que temas ligados à discriminação racial, xenofobia e outras formas de intolerância predominam entre as preocupações públicas hoje. Há uma grande responsabilidade moral de todos os participantes em fazer com que esta Conferência tenha êxito. Depende apenas de todos nós assegurar que tiraremos proveito desta oportunidade e que produziremos um resultado prático, com uma ação orientada, que responda a estas preocupações. Nós devemos isto especialmente às gerações mais jovens, que correm o risco de crescer num mundo cuja população aumenta num ritmo sem precedentes.

Combater o Racismo como Prevenção

        Eu enfatizo mais particularmente o papel que o combate ao racismo pode ter na prevenção de conflitos, reduzindo tensões raciais e étnicas e apontando para o respeito pelas diferenças. A prevenção foi o tema do meu relatório para a 56ª sessão da Comissão de Direitos Humanos. Eu dispensei uma atenção especial à prevenção porque sinto que a importância de se desenvolver estratégias preventivas não foi ainda completamente compreendida pelos governos.

         Quanto mais se observam as situações de conflitos, mais possível se torna compreender que, em primeiro lugar, as oportunidades cruciais para evitar que conflitos ocorram continuam sendo desperdiçadas e, em segundo lugar, os fracassos na prevenção de conflitos acarretam imensos custos. Ainda assim, a tendência de reagir ao invés de antecipar – ainda que em face das poderosas evidências dos riscos em se retardar uma ação – continua apresentando resultados óbvios o bastante para não serem notados.

         Ao confrontar o racismo e a xenofobia, nós estaremos combatendo as forças que constituem a base de quase todos os conflitos. Eu peço aos ativistas que mantenham o foco nas vantagens preventivas da luta contra o racismo e a xenofobia, durante a preparação e a realização da Conferência Mundial.

O Racismo no mundo moderno

        Se nossa intenção é ter uma Conferência produtiva, nós devemos acima de tudo entender e acreditar completamente na natureza e extensão do racismo no mundo moderno. Eu creio que para a Conferência Mundial ser relevante, ela deve apontar para a natureza mutante do racismo e suas causas, além de confrontar as complexas formas de intolerância e preconceito que existem no mundo contemporâneo.

       O foco principal das duas últimas Conferências Mundiais da ONU contra o Racismo foi a luta contra o apartheid. Um esforço que teve praticamente uma adesão universal. Mesmo com o êxito alcançado na extinção do apartheid, tornou-se ainda mais aparente o fato de que o racismo, a discriminação, a xenofobia e o preconceito são fenômenos mundiais, mais enraizados e perniciosos do que se supunha. O genocídio em Ruanda e a limpeza étnica na ex-Iugoslávia aproximaram de nós os extremos a que tal intolerância pode conduzir em nosso tempo. A esperança de que as lições do Holocausto eliminariam tais crimes terríveis para sempre não se mostra sequer um pouco próxima de se concretizar.

       O nome desta Conferência Mundial abarca outras formas de racismo e preconceito em nosso mundo moderno, como a xenofobia em todas as suas manifestações; como o anti-semitismo; a negrophobia; a discriminação contra povos indígenas, migrantes, refugiados, outros povos deslocados de suas localidades de origem e as comunidades minoritárias, tais como Roma e Sinti. Há ainda numerosos exemplos de discriminação com base na religião ou status social.

         Um bom começo seria o reconhecimento de que nenhuma sociedade está livre do racismo. A tendência em discriminar contra nossos pares humanos com base em raça ou outras diferenças não está confinada neste ou naquele país ou continente. Como Martin Luther King recomendou:

Temos o desafio de trabalhar em todo o mundo com a imbatível determinação de erradicar os últimos vestígios do racismo, cujas garras brutais não conhecem fronteiras geográficas.

          Em segundo lugar, devemos reconhecer que as existências de leis e de monitoramentos de acordos não são suficientes. A Comissão para Eliminação da Discriminação Racial é o mais antigo tratado da ONU a monitorar os grupos e, junto com os mecanismos estabelecidos pelas Comissões e Sub-Comissão de Direitos Humanos, tem trabalhado longa e arduamente para erradicar o racismo. Apesar disso e, apesar de duas Conferências Mundiais e de três décadas internacionais de combate ao racismo, o problema permanece ainda bastante vivo. As formas mais explícitas de racismo têm sido consideradas crimes, mas a discriminação persiste em múltiplas formas, frequentemente de maneira sutil e sistemática. Na verdade, para julgar a partir de atitudes racistas diante de freqüentes elaborações de medidas contra a discriminação, teríamos que admitir que as ações contra o racismo contabilizadas, na melhor das hipóteses, alcançaram resultados limitados.

         A tarefa que temos diante de nós é elaborar estratégias inovadoras no combate ao racismo.

O apartheid

         O termo apartheid se refere a uma política racial implantada na África do Sul. De acordo com esse regime, a minoria branca, os únicos com direito a voto, detinha todo poder político e econômico no país, enquanto à imensa maioria negra restava a obrigação de obedecer rigorosamente à legislação separatista.

          A política de segregação racial foi oficializada em 1948, com a chegada do Novo Partido Nacional (NNP) ao poder. O apartheid não permitia o acesso dos negros às urnas e os proibia de adquirir terras na maior parte do país, obrigando-os a viver em zonas residenciais segregadas, uma espécie de confinamento geográfico. Casamentos e relações sexuais entre pessoas de diferentes etnias também eram proibidos.

       A oposição a o apartheid teve início de forma mais intensa na década de 1950, quando o Congresso Nacional Africano (CNA), organização negra criada em 1912, lançou uma desobediência civil. Em 1960, a polícia matou 67 negros que participavam de uma manifestação. O Massacre de Sharpeville, como ficou conhecido, provocou protestos em diversas partes do mundo. Como consequência, a CNA foi declarada ilegal e seu líder, Nelson Mandela, foi preso em 1962 e condenado à prisão perpétua.

     "Apartheid (significa "vidas separadas" em africano) era um regime segregacionista que negava aos negros da África do Sul os direitos sociais, econômicos e políticos. Embora a segregação existisse na África do Sul desde o século 17, quando a região foi colonizada por ingleses e holandeses, o termo passou a ser usado legalmente em 1948. No regime do apartheid o governo era controlado pelos brancos de origem européia (holandeses e ingleses), que criavam leis e governavam apenas para os interesses dos brancos. Aos negros eram impostas várias leis, regras e sistemas de controles sociais. Entre as principais leis do apartheid, podemos citar:

- Proibição de casamentos entre brancos e negros - 1949.
- Obrigação de declaração de registro de cor para todos sul-afriacanos (branco, negro ou mestiço) - 1950.
- Proibição de circulação de negros em determinadas áreas das cidades - 1950
- Determinação e criação dos bantustões (bairros só para negros) - 1951
- Proibição de negros no uso de determinadas instalações públicas (bebedouros, banheiros públicos) - 1953
- Criação de um sistema diferenciado de educação para as crianças dos bantustões - 1953
Este sistema vigorou até o ano de 1990, quando o presidente sul-africano tomou várias medidas e colocou fim ao apartheid.  Entre estas medidas estava a libertação de Nelson Mandela, preso desde 1964 por lutar com o regime de segregação. Em 1994, Mandela assumiu a presidência da África do Sul, tornando-se o primeiro presidente negro do país.'

                                          IV– Metodologia

Este trabalho teve como base a pesquisa qualitativa e quantitativa, foram realizados a partir de leituras de gráficos realizados durante as aulas, com os alunos do ensino fundamental, onde foi aplicada com a seguinte pergunta:

-Você acha que, no Brasil, existe preconceito racial?

Através da leitura de gráficos sobre a discriminação, eles desenvolveram um texto dissertativo sobre o tema estudado.

O procedimento de pesquisa prevê o aluno como elemento que faz parte da situação em estudo: O racismo e a indiscriminação contra a cor negra e o apartheid.

Os alunos pesquisaram o que é o apartheid, e a sobre a conferencia internacional contra o racismo. Após as pesquisas eles elaboraram um texto dissertativo sobre o seguinte tema:

Qual é a mensagem que a declaração internacional contra o racismo procura transmitir aos povos?

Pesquisando sobre esses temas os alunos mostraram a participação através de um mural confeccionado por eles. Apresentaram uma peça teatral: Nega Fulô e fizeram um desfile de moda sempre enfatizando a beleza e a nobreza da raça Negra.

              VI- Conclusão

          Este projeto contribuiu para a formação da personalidade dos alunos, à medida que os inseriram positivamente em um grupo de estudo ou de trabalho. Como também aprenderam o significado das coisas que poderiam ser imaginadas por eles.  Criaram  analogias que tornaram produtoras de linguagens, criadoras de convenções, capacitando para serem submetidas a regras e dar explicações que favoreçam a sua integração num mundo social bastante complexo cheio de diferença.

           Por meio deste trabalho procuramos incentivar as exposições de idéias do aluno, partindo do conhecimento que ele já tem sobre o mundo e sobre alguns fenômenos, para progredirem em direção de um saber cientifico sistematizado, o qual devera subsidiar nas tomadas de decisões com relação aos problemas que surgirão diariamente. Para chegarem à consciência critica que é ao mesmo tempo desafiadora e transformadora, são imprescindíveis o dialogo critico, a fala e a consciência aprimorada de fatos que poderão surgir ao longo de sua existência.

       No entanto o que mais nos chamou atenção foi à frase criada pelos alunos do 9º ano que foi a seguinte frase: "Precisamos conviver com as diferenças, mas que diferença? Se por dentro somos todos iguais, chega de preconceito!"

Referências Bibliográficas

*VyGOTSKY, Leontiev, Luria. - Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. SP, Icone, 1988

*Português Linguagem (Willian Roberto Cereja, Thereza Cochar Magalhães, Alet, Katia `P.G. Sances, Sebastião Andreu)

*Sociedade e Espaço Geografia geral e do Brasil (J. WILLIAM  VESENTINI) Ed. Ática 2005

 * Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR)

Plano Nacional da Igualdade Racial (PLANAPIR)

*Internet. (Construir Noticia- 20/09/2010)

Avaliar artigo
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 0 Voto(s)
    Feedback
    Imprimir
    Re-Publicar
    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/linguas-artigos/o-preconceito-e-o-racismo-5524316.html

    Palavras-chave do artigo:

    preconceito

    ,

    racismo e a discriminacao

    Comentar sobre o artigo

    Valdeck Almeida de Jesus

    Remonta os primórdios a diferenciação e a discriminação racial. Ao longo dos anos, no processo evolutivo da vida, observou-se que a questão racial sempre provocou discussões na sociedade. O continente africano foi esquecido à própria sorte e o povo de África foi escravizado pela Inglaterra, Portugal, Brasil e outros países por muitos séculos.

    Por: Valdeck Almeida de Jesusl Finançasl 23/05/2009 lAcessos: 1,468
    Italo Batista

    O presente trabalho tem como objetivo analisar, por categorias, preconceitos e discriminações contidas no gênero Piada sobre nordestinos. As piadas, embora pareçam neutras, reforçam uma séria de ideologias, de um sujeito discursivo que revela como as vozes de uma determinada cultura vêem os nordestinos brasileiros, é o que Fernandes (2007) chama de heterogeneidade. As análises...

    Por: Italo Batistal Educação> Línguasl 23/06/2011 lAcessos: 1,240

    O presente artigo consiste na apresentação do resultado de estudos e intervenção pedagógica que analisa o uso de expressões e piadas relacionadas às populações negras como expressão naturalizada do preconceito racial no interior da escola e na sociedade. A finalidade deste texto é estabelecer a relação entre as teorias norteadoras do estudo, com o modo do povo brasileiro se perceber racista e preconceituoso, identificando causas, efeitos e seqüelas, buscando o entendimento por meio de reflexões.

    Por: DAVI SAMUELl Educação> Ensino Superiorl 12/07/2011 lAcessos: 2,269
    celiana lucia

    Ete artigo é um resultado de uma pesquisa realizada em dois colegios estaduais de londrina-parana sobre o comportamento das crianças e adolescentes diante das tensoes raciais existentes dentro do ambiente escolar.

    Por: celiana lucial Educaçãol 05/10/2009 lAcessos: 881
    marlucia pontes gomes de jesus

    O artigo apresenta as opiniões de várias personalidades sobre o Parecer CNE/CEB nº. 15/ 2010 que dá "orientações para que a Secretaria de Educação do Distrito Federal se abstenha de utilizar material que não se coadune com as políticas públicas para uma educação antirracista", para, em seguida, apresentar os fundamentos em que o Conselho Nacional de Educação se baseou na elaboração do documento. Critica veementemente as pessoas e grupos que expressaram opiniõs sem conhecer o teor do documento.

    Por: marlucia pontes gomes de jesusl Educaçãol 25/03/2011 lAcessos: 1,597

    Este artigo pretender discutir cotas raciais no Brasil, frente aos desafios estabelecidos pelo mito de origem da mestiçagem. Bem como as principais teorias da igualdade, com o propósito de testar a constitucionalidade das cotas raciais nas universidades brasileiras. Serão também discutida a efetividade das cotas raciais, usando como paradigma os casos da sociedade americana, que foi precursora nas questões ligadas às ações afirmativas. Não obstante, serão demonstradas diferenças entre discrimina

    Por: André Godinho Cunhal Direitol 06/12/2013 lAcessos: 104
    Adomair O. Ogunbiyi

    Estudo de Caso sobre o Conselho Municipal das Populações Afrodescendentes (COMAFRO) com enfoque nas políticas públicas e na gestão democrática. O artigo analisa como se dão as políticas públicas relativas à população afro-brasileira nas áreas da educação e da saúde, dentro do escopo de políticas universalistas da Gestão Pública Municipal, de São Luís, Maranhão – Brasil, durante o período de 2004 a 2008, cotejando-as com as propostas oriundas de uma instituição de controle social como o Conselho

    Por: Adomair O. Ogunbiyil Negócios> Gestãol 22/07/2011 lAcessos: 976
    Marcos Paterra

    Pardo no Brasil é a miscigenação de cores seja africana ou indígena, em outras palavras é uma versão de mulato ou caboclo; Em um País que não tem bairros exclusivos para negros ( ou qualquer outra raça), que não possui os temidos Ku Klux Klan , e se avaliarmos bem os "pardos" são a grande maioria em nosso País, poderiam os mais ingênuos achar que não há racismo no Brasil.

    Por: Marcos Paterral Religião & Esoterismo> Meditaçãol 05/08/2011 lAcessos: 148

    A atual política educacional brasileira orienta em superar o preconceito, a discriminação e o racismo que ainda imperam nas instituições de ensino. Dessa forma, as Leis 10.639/03 e 11.645/08 que incluem o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena propõem que se acabe com os estigmas que negros e indígenas ainda sofrem. Dessa forma, se pretende, através desse artigo, refletir sobre as imagens dos negros contidos nos livros didáticos e paradidáticos.

    Por: JOANA PESSOA CARVALHOl Educação> Educação Infantill 28/05/2013 lAcessos: 182

    Assim como no Brasil, existem gírias também nos países hispanofalantes, estas gírias, identificam a cada cultura e povo por isso podemos dizer que existem tantas gírias como grupos sociais. Vamos conhecer algumas das que são mais faladas caso você queira viajar a um destes países e se sentir como local. No Brasil, as pessoas gostam de usar a palavra "legal" para descrever coisas ou pessoas que são boas, interessantes ou divertidas , mas como se diria "legal" em outros países?

    Por: MariaSl Educação> Línguasl 17/10/2014
    Edjar Dias de Vasconcelos

    Como entender o livro fundamental de Bobbio: Democracia a Liberalismo econômico. A primeira acepção a ser entendida, o Estado atual surgiu heuristicamente da necessidade de limitar o poder e, do mesmo modo, a estrutura do domínio do Estado Político.

    Por: Edjar Dias de Vasconcelosl Educação> Línguasl 13/10/2014 lAcessos: 17

    O presente artigo foi desenvolvido para apresentar uma proposta de atividade para o ensino da língua inglesa em uma turma de 5° série de jovens e adultos (EJA). Será mostrada, em forma de experiência, como os alunos em diversas idades do EJA acolhem tal proposta, visto que o ensino de língua inglesa, geralmente, é visto por esses alunos como uma "cobrança" curricular. Utilizou- se para dar suporte teórico ao nosso trabalho, as pesquisas/textos desenvolvidos pelos autores - SCHüTZ(2007), RICHARDS

    Por: Thayane Maytchele Verissimol Educação> Línguasl 11/10/2014
    Zilda Ap. S. Guerrero

    O presente trabalho prima em oferecer o prazer da leitura, segundo o estilo leitor, a reflexão e discussão sobre o que os estudantes precisam aprender, sobre a importância dos gêneros textuais existentes no universo cultural em material impresso ou midiático. Oferecer-lhes autonomia e confiança em produção de argumentações com propriedade discursiva.

    Por: Zilda Ap. S. Guerrerol Educação> Línguasl 10/10/2014

    RESUMO O Presente artigo tem como objetivo mostrar que a Interação verbal acontece a qualquer tempo, não apenas nos diálogos face a face, ou seja, não apenas com palavras propriamente ditas, mas também através de gestos, para isso, falar-se-á um pouco sobre Dialogismo, Polifonia e Heterogeneidade, que estão presentes na interação verbal, a fim de entender melhor o tema acima mencionado, que a propósito encontra-se no livro "Marxismo e Filosofia da Linguagem" escrito por Mikail Bakhtin.

    Por: Fernandal Educação> Línguasl 08/10/2014

    1- Estabeleça metas alcançáveis Não adianta querer ficar fluente em italiano em 1 mês se você tem 2 horas de aula de italiano por semana. Estabeleça uma meta que possa alcançar, como obter um nível básico de italiano em 1 mês, e depois vá aumentando, assim você não ficará frustrado e se desmotivará já no primeiro mês de aulas de italiano.

    Por: MariaSl Educação> Línguasl 07/10/2014

    A motivação em sala de aula faz-se necessária, pois é imprescindível ao professor estar à procura de situações que motivem seus alunos, esforçando-se para que não desanimem. Este artigo apresenta os tipos de motivação, fazendo uma diferenciação entre eles. Em seguida, dá-se um enfoque à motivação em sala de aula, falando das dificuldades dos docentes no desenvolvimento de seu trabalho e indicando algumas formas de atuação que poderão ser adotadas pelos professores.

    Por: Fernandal Educação> Línguasl 07/10/2014

    Aprender uma língua estrangeira não é tão fácil assim. Além de ter que decorar um monte de regras gramaticais e vocabulário novo, na hora de falar, tem que tomar cuidado para não soltar um dos famosos "falsos cognatos" ou "falsos amigos" – palavras parecidas em duas línguas, mas com significado diferente. Mas fica tranquilo que nós vamos te ensinar como evitar os mais falsos cognatos em espanhol.

    Por: MariaSl Educação> Línguasl 02/10/2014

    O Dia do Trabalhador Este dia é especialmente importante, porque é nessa data que lembramos o esforço humano para modificar a natureza e explorá-la para o progresso da humanidade.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educaçãol 30/11/2013 lAcessos: 27

    As drogas ameaçam a vida de nossos filhos, causam ruptura em nossas escolas e desagregam famílias. As drogas são todas as substâncias que introduzidas no organismo de um ser vivo, modifica uma ou mais de suas funções. Ela pode ser classificada em psicotrópica ou entorpecente.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Línguasl 30/11/2013 lAcessos: 36

    A ética no serviço público deve disseminar essa cultura ética de como se proceder com a coisa pública, até chegarmos a ponto, de não termos mais necessidade de serem utilizados elementos legais para moldar ou fiscalizar as ações dos serviços públicos numa transparência tal que haja confiança e qualidade no seu bojo, como elemento básico de desenvolvimento político, econômico e social, gerando o retorno desejado dos nossos impostos.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Negócios> Administraçãol 29/10/2012 lAcessos: 245

    As drogas ameaçam a vida de nossos filhos, causam ruptura em nossas escolas e desagregam famílias. As drogas são todas as substâncias que introduzidas no organismo de um ser vivo, modifica uma ou mais de suas funções. Ela pode ser classificada em psicotrópica ou entorpecente. Dentro de um contexto legal, a droga pode ser lícita, quando seu consumo é permitido pela lei; e ilícita, quando o seu consumo é proibido por lei.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Línguasl 29/10/2012 lAcessos: 114

    Os estudos recentes têm mostrado que as atividades lúdicas são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento infantil, porque para a criança não há atividade mais completa do que o brincar. A proposta da escola lúdica ainda é um desafio. Temos a certeza de que um dia será para o aluno um centro de convivência e de busca de conhecimento, um lugar onde ele pode viver os momentos mais felizes de sua vida. Pela brincadeira, ela é introduzida no meio social do adulto, constituindo-se no modo de assim

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educaçãol 15/10/2012 lAcessos: 286

    Antes do advento do Sistema Único de Saúde (SUS), a atuação do Ministério da Saúde se resumia às atividades de promoção de saúde e prevenção de doenças (por exemplo, vacinação), realizadas em caráter universal, e à assistência médico-hospitalar para poucas doenças; servia aos indigentes, ou seja, a quem não tinha acesso ao atendimento pelo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Ensino Superiorl 15/10/2012 lAcessos: 2,072

    O Hino Nacional Brasileiro precisa e deve ser trabalhado constantemente com os alunos. É natural ouvirmos falar de pessoas com certa formação que, no entanto, não conseguem cantar o Hino por completo ou sequer compreender o sentido. Não podemos generalizar, mas é sabido que a letra merece atenção e interpretação a fim de ser compreendida e o ato de cantar o Hino consiga ir além do simples gesto mecânico de todos os dias na escola.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educação> Línguasl 15/10/2012 lAcessos: 927

    Resumo: Para muitos brasileiros, os índios são seres exóticos, naturais e livres, ligados a tempos e espaços geográficos distantes. A maioria da população de nosso país desconhece as condições de vida dos povos indígenas, os problemas com que se defrontam ou o porquê de lutarem para preservar sua identidade sociocultural.

    Por: Marta Nunes e Sirleide Carvalhol Educaçãol 15/10/2012 lAcessos: 105
    Perfil do Autor
    Categorias de Artigos
    Quantcast