A ANTIARTE COM MUITO ALARDE PORÉM SEM CONTEÚDO
A preocupação em mudar os os suportes tradicionais da arte foi uma maneira que a grande maioria dos artistas plásticos optaram para serem chamados de contemporâneos, com isto abriu-se precedente para o surgimento do objeto/arte e uma avassaladora "experimentação de dizeres".
No início da década de 70 surgiram materiais como o acrílico, entre os diversos que a industria oferecia. Foi sem dúvida, um dos preferidos de todos os artistas,inclusive seduzindo àqueles que já estavam legitimados no Circuito da arte.
O Dada, a Antiarte, já tinham fincado desde os primórdios do séc XX conceitos que levariam a nova ocupação do espaço, surgia uma liberdade condizente com a anunciação da técnologia.
Marcel Duchamp após concluir que não seria um bom pintor resolveu filosofar através da arte. Da mesma forma que seu predecessor Andy Wahrol, este com uma significativa produção por vários atelieres utilizou-se de construções já conhecidas na arte como: a fotografia, a tela, etc. Ambos sabiam o quanto o campo das artes plásticas poderia ser invadido por "teórias" principalmente Duchamp que fez seu nome dentro deste objetivo - especulações para obtenção de lucro fácil e imediato diante de uma sociedade instável onde a dinâmica da vida era perceptiva por todos.
Era o descatar da linguagem para compor um sistema onde a expressiviadade era, justamente não possuir linguagem, em suma:cada obra teria uma linguagem onde o domínio dos meios materiais e intrumentais não seriam necessários. Aboliria-se a técnica, o estudo específico da tarefa artistica em prol da utilização de meios fáceis - o dizer de cada um sem maiores compromissos,o cotidiano. Era a anunciação do que viria.
O Objeto surge com a intenção correta, há registros de boas composições incluisive no objet trouvé surrealista,porém o Surrealismo que fez rupturas com a arte se expandiu para vários campos como a literatura, o teatro, o cinema,etc. O manifesto surrealista de André Breton ativou o pensamento, seduziu intelectuais entre eles Max Ernest, Dali, Bunuel.
De fato o " momento atual" começa nos anos 80 segue pelo séc XXI. As regras foram abolidas, não há parâmetros, o "descontruir" é a bola da vez,a imaginística desvairada e subjetiva se instala no processo de "criação"- a meta é o imediatismo e o ganho fácil, principalmente pelos intermediários da arte Recentemente, incluso em projeto de pesquisa nos arredores de New York constatei a total passividade do espectador diante da chamada "arte contemporanea". Achavam bom,mais não sabiam o porquê, na verdade tinham receio de serem excluídos por afirmar que não entediam o que estava vendo era confessar o despreparo segundo eles em relação à compreenção da arte. Um dos espaços abrigava várias bicicletas desmontadas e suas peças ocupavam aleatóriamente a galeria.Suspensa em um trapézio uma "atriz" balançava-se lendo trechos de filósofos gregos. Ficou claríssimo nos subssídios colhidos na pesquisa que os presentes não interagiam com a "idéia" proposta ou seja não compreendiam o que estavam vendo. Eram passivos.
Alguns afirmam que Marcel Duchamp, também se inspirou nos cubistas.ao contrário desta afirmação, a partir domomento que o artista pode mandar executar a obra desconhecendo o processo artístico significa que não hove interação com a arte.Ser novo não é ser alienado e a experiência e os questionamentos no processo da tarefa artística são vitais. Conhecer a "teória do caos"por ouvir falar,não dá respaldo para ter total désdem com a vida e a natureza. É ser sim um ser caótico.
Bill Harp 29 de maio de 2010 , New York -Trad ução: Justinée Jeff
Perguntas e Respostas
Palavras-chave do artigo:
arte
O presente artigo tem o objetivo de analisar o cotidiano das aulas de Artes numa Escola da na Rede Municipal de Serra. A pesquisa se constituiu na analise das atividades docentes e referências bibliográficas. No entanto possui caráter teórico –empírico com vistas a demonstrar e analisar a realidade do cotidiano das aulas de artes na escola.
Este texto é uma resenha feita a partir do texto "O Universo das Artes", o qual trata das relações entre arte e técnica, arte e ser humano e indústria cultural.
A divergência jurisprudencial acerca do delito de peculato previsto no art. 312 do código penal. O entendimento consolidado nos tribunais, incluindo os tribunais superiores. A visão doutrinária. Conclusões.
O presente texto trás a historicidade da cultura dentro do âmbito das artes. Seu conceito empregado como sentido tecnológico de interação entre o público e a arte; Sua jornada surgida na aurora da humanidade; Como a sua tecnologia irá se comportar diante da interação arte e publico, tal como a localização do artista nesse processo.
Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar e discutir como a Arte tem contribuído de forma relevante para o processo de ensino e da aprendizagem dos alunos da educação básica, e de como através da educação estética se pode construir interfaces, com outras áreas do conhecimento. Pode-se afirmar que através da quebra do conceito que Arte está isolada de outros saberes tradicionais, e que trabalhar a Arte de forma articulada com outras disciplinas, viabiliza um novo modelo de aprendizagem menos
Desde a época em que habitava as cavernas, o ser humano vem manipulando cores, formas, gestos, espaços, sons, silêncios, superfícies, movimentos, luzes etc, com a intenção de dar sentido a algo, de comunicar-se com os outros.A comunicação entre as pessoas e as leituras de mundo não se dão apenas por meio da palavra como também pela arte.
NUNES, Jorge Ramos, aluno do primeiro semestre do Curso de Teatro da Universidade de Brasília – UnB. O Universo das Artes é o terceiro capítulo do livro Convite a Filosofia de Marilena de Souza Chauí, publicado 2000, pela Editora Ática, São Paulo. Em o Universo das Artes, Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa, apresenta a arte de uma maneira ampla, detalhando exatamente o que é arte relacionada com a sociedade, a cultura, a religião, a técnica, filosofia, a natureza, e outros assuntos.
1.RESUMO A Pesquisa segue caminhos, que passam por estudos na área da História e da Crítica a arte sobre as Intervenções Urbanas. Visa mostrar o nascimento da instalação como forma de expressão em termos globais e no Brasil. A transitoriedade no tempo e a descontinuidade no espaço, freqüentes nos projetos contemporâneos, características das instalações que se popularizam nos anos 60 e 70, até chegar a questões que estão presentes nas instalações urbanas e nos objetos expandidos q
A Semana de Arte Moderna ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo, em 1922, tendo como objetivo mostrar as novas tendências artísticas que já vigoravam na Europa. Esta nova forma de expressão não foi compreendida pela elite paulista, que era influenciada pelas formas estéticas européias mais conservadoras. O idealizador deste evento artístico e cultural foi o pintor Di Cavalcanti.
A Arte e a Religião são o religare do homem como ser cultural.
As Igrejas-empresas de hoje, com seu luxo, convencem qualquer pessoa. O templo é espaçoso e moderno, equipado com três grandes telões e os mais modernos sistemas de som e iluminação para a apresentação de peças de teatro e musicais.
O que uma mulher é capaz de fazer quando é abandonada pelo homem que ama? Pode uma criança ser inocente e vilã ao mesmo tempo? Qual a capacidade de um homem preconceituoso e intolerante para infligir o mal? O que há por trás das intenções de cada pessoa, em seus sorrisos e palavras?
A FALA REGIONAL EM " A ENXADA A MULHER QUE VENCEU O PROPRIO DESTINO", tem como foco de estudo a análise da oralidade nordestina que compõe a obra literária do escritor também nordestino Euclides Neto. Demostrando a saga de Albertina, uma mulher que ainda na infância teve de migrar para a cidade de Jequié, já que as terras onde vivia com sua família foram vendidas para grandes latifundiários. Passa por muita fome e humilhação de todo o tipo com seus quinze filhos.
A língua portuguesa é derivada da língua latina na modalidade vulgar, esse artigo compõe uma pequena análise sobre o percurso histórico do português do período colonial até os dias atuais.
"Mesmo assim, aquele beijo (que beijo!) ficou marcado para sempre... Ele resistiu às intempéries do tempo, às crises sentimentais e aos excessos que, passado o fogo do primeiro round, sucumbem à indiferença do dia após..."
Antes de falarmos da língua portuguesa propriamente dita, falaremos um pouco do indo-europeu. O indo-europeu não é uma língua, como podemos dizer, atestada, pois não existe nenhum documento escrito que prove que ele tenha existido.
Polêmicas divulgadas na imprensa no decorrer do ano de 1922, quando um pequeno grupo de artistas e escritores, liderados por Oswald de Andrade e Mário de Andrade, difamava as nossas glórias artísticas ditas de "praça pública", em razão da imitação servil, ou, como era alardeado, da "cópia sem coragem e sem talento".
"Desistindo de montar um enredo em função de pessoas, Aluísio atinou com a fórmula que se ajustava ao seu talento: ateve-se à seqüência de descrições muito precisas, onde cenas coletivas e tipos psicologicamente primários fazem, no conjunto, do cortiço a personagem mais convincente do nosso romance naturalista." (Cf. Prof. Alfredo Bosi).
Abordagem sobre uma nova postura na literatura, seus novos desáfios, principalmente em se libertar de normas. A necessidade de um duplo manejo para poder mostrar a sua verdadeira individualidade.


Comments on this article