A Oficina De Quadrinhos De Ceilândia-Df

Publicado em: 07/01/2010 |Comentário: 1 | Acessos: 902 |

 

Foi criada a partir da monografia de Mauro César Bandeira de Oliveira " A importancia das histórias em quadrinhos para a educação" em 2007 na UnB, Bandeira assistiu a aula da professora Selma Regina Nunes Oliveira, no curso de verão a Disciplina introdução à historias em quadrinhos como aluno Ouvinte criou duas histórias em quadrinhos "O Cão da Arvores" e "anjos Drogados" depois da conclusão dessa disciplina. Mauro Cesar Bandeira ainda tentou implantar uma oficina de Quadrinhos no Paranoa-DF no Cepep em parceria com o projeto Genpex, mas tal parceria não conseguiu criar a oficina de Quadrinhos do Paranoa e tal projeto ficou arquivado. Depois houve a tentativa de criar uma oficina de quadrinhos na Papelaria Risk de Ceilandia Centro, também o projeto não vingou. A esperança da realização do projeto só se confirmou em 7 de Junho de 2oo9 quando o projeto Oficina de Quadrinhos de Ceilândia teve sua primeira aula na Biblioteca pública de Ceilandia Carlos Drummond de Andrade.[[Ficheiro:[[Ficheiro:Exemplo.jpg]

Quadrinhos podem ajudar na Educação

As histórias em quadrinhos reúnem elementos que podem se distanciar da linguagem formal, mas podem contribuir e muito para o hábito de leitura. Na contramão de pais e professores com preconceito de oferecer a alternativa de texto e arte às crianças, profissionais defendem a utilização do quadrinho para a educação.

"As histórias em quadrinhos possuem diferentes possibilidades pedagógicas, mas professores e pais têm restrições com essa arte", comenta o professor Mauro César Bandeira, que conclui o curso de Artes Plásticas da UnB (Universidade de Brasília) apresentando um trabalho sobre a importância das histórias na educação.

DISCUSSÃO A monografia resultou em um trabalho social em biblioteca pública da cidade de Ceilândia (DF), que fica a cerca de 60 quilômetros de Brasília. A ação dobrou a frequência de crianças e jovens na instituição.

O projeto de Bandeira propõe a discussão acerca do desenvolvimento da disciplina de criação em arte sequencial por meio da história em quadrinhos com tiras, charges, cartoons e vinhetas no currículo dos estudantes de nível médio das escolas do País e dos cursos de graduação em artes visuais, design e comunicação nas universidades do Brasil.

OBSERVAÇÃO O professor observou a aplicação de tiras e histórias em quadrinhos em projetos voltados à Educação em países como Estados Unidos e Peru. "A ideia era atrair o público até a biblioteca e deixá-los à vontade, depois eles passaram a produzir quadrinhos e até formatar revistas", conta Bandeira. O projeto começou no ano passado e é realizado na cidade até os dias atuais.

Com a experiência, o professor percebeu o interesse das pessoas nesse tipo de leitura, e como ela incentivava as crianças a procurarem alternativas de textos.

"Nas histórias em quadrinhos é possível fazer sugestões de emoções, a criança se sente imersa no conteúdo, o que pode estimular o seu processo de aprendizagem. Ao ler matérias sobre disciplinas difíceis, como Matemática ou Física, algumas pessoas não compreendem o conteúdo, isso porque aquelas informações não significam nada para a vida delas; o quadrinho causa envolvimento", ressalta.

A proposta do professor é a de criação de histórias em quadrinhos que possam ensinar crianças e adolescentes. "Usando imagens e textos, as pessoas têm mais recursos para captar as informações. O diferencial das histórias de quadrinhos é que as pessoas não se sentem obrigadas a aprender quando estão lendo um material do tipo; o nosso cérebro não cria dificuldades, na verdade, cria um interesse em saber o final da história."

EM ARAÇATUBA Na cidade, a Biblioteca Pública Rubens do Amaral já contou com alguns exemplares em histórias em quadrinhos na sua secção de Literatura Infanto-Juvenil. Mas hoje já não há mais opções.

De acordo com o secretário de Cultura, Hélio Consolaro, não há registros de solicitações de revistas de histórias em quadrinhos na instituição. Ao tomar conhecimento do projeto realizado em Ceilândia, ele não descartou a possibilidade de avaliação de projeto que oferece à população oferta de obras deste tipo.

Orientação é a chave para melhor aproveitamento das tirinhas

O trabalho do graduando rendeu um projeto de inclusão social na biblioteca Carlos Drummond de Andrade, em Ceilândia Norte. Professor, Mauro César Bandeira propôs à diretora da biblioteca a criação de uma oficina de quadrinhos para crianças e jovens da região a fim de desenvolver um trabalho social durante o tempo ocioso. A idéia surgiu porque o graduando percebeu a ausência de atividades educacionais que incentivassem crianças e jovens de Ceilândia. “No início achei que o projeto seria inviável“, afirma Honorita Luzia Barbosa. “Comentei com minha família e os meus netos mostraram tanto interesse que resolvitestar“, conta a diretora.

Honorita diz que a biblioteca ficou mais conhecida depois da inclusão do projeto. “As estatísticas provam que a freqüência dobrou depois da inclusão da oficina“, afirma Honorita. “É muito gratificante ver a biblioteca lotada de crianças e jovens“, comemora.

A oficina funciona aos sábados, das 8h às 12h, e conta com oito professores de quadrinhos. O sucesso foi tão grande que toda a família participa. Atualmente o projeto atende a 140 pessoas, entre crianças, jovens e adultos. “A oficina incentiva crianças e jovens nos estudos“, garante Mauro. “Os quadrinhos auxiliam na memorização do conteúdo escolar“, confirma.

Todo o trabalho desenvolvido durante o projeto fica exposto no saguão da biblioteca. Para comemorar o aniversário de 14 anos da instituição, a diretora está preparando uma exposição com todos os quadrinhos desenvolvidos durante o projeto. “Teremos uma grande festa regada a quadrinhos e atividades para todos“, entusiasma-se a diretora.

Administração dá o seu apoio

O projeto conta com o apoio da Administração de Ceilândia, que doa todo material utilizado na oficina. Lápis de cor, papel, caneta nanquim, CDs, DVDs e quadros foram cedidos para o projeto.

“A oficina tira as crianças das ruas e da ociosidade, além de reduzir a criminalidade“, acredita o administrador Leonardo Moraes.

 

“São talentos escondidos por falta de oportunidade que precisamos despertar“, defende Moraes, que atua em 89 escolas públicas de Ceilândia com 88 mil alunos.

O baixo custo do projeto chama a atenção. “Investimos apenas R$ 1.500 e o retorno não tem preço“, diz o administrador. “O que não for gasto em oportunidades para as crianças e jovens será gasto em segurança pública no futuro“, acredita.

E a oficina já colhe bons frutos. Grandes empresas do mercado já estão de olho no trabalho das crianças e dos jovens. “Alguns têm futuro garantido no mercado de trabalho“, assegura Moraes. “Uma grande empresa da capital pretende fazer um campeonato com os participantes e aproveitar os melhores talentos“, adianta o administrador.

Os participantes da oficina estão elaborando uma revista para a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). A idéia é mostrar a importância da água em Sobradinho por meio dos quadrinhos. “Ficamos lisonjeados com o convite”, conta o colaborador do projeto, Anderson Costa. “A revista vai incentivar ainda mais os participantes“, aposta.

Outro apoio que o projeto recebe é da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, que doou uma mala de gibis para a oficina. “Os gibis servem de inspiração para o projeto“, acredita Costa. “Deles os alunos tiram idéias e desenvolvem a criatividade“, enfatiza o colaborador.

 

Na dúvida de oferecer ou não uma história em quadrinhos aos filhos ou alunos, os responsáveis devem analisar a mensagem e figuras.

"Da mesma forma que precisamos tomar cuidado com o conteúdo da internet, televisão e filmes, também precisamos estar atentos ao material dos quadrinhos, assim como os dos livros", adverte a psicopedagoga Ana Lúcia de Arruda Ramos, de Araçatuba.

POSITIVA A profissional vê como positiva a aplicação dos quadrinhos em ações pedagógicas, desde que o material seja avaliado com critério e acompanhamento. Ela lembra que já ouviu críticas sobre a utilização de linguagem popular, regionalizada, nos quadrinhos do Chico Bento, por exemplo. O personagem de Maurício de Sousa não esconde nem tem vergonha da sua caipirice.

"Neste caso, além de se preocupar com a palavra, o interessante é conversar com a criança sobre todo o universo daquele texto; mostrar que existe uma forma de linguagem oral, que é diferente da escrita, que pode mudar de região para região", ensina.

Tal tipo de orientação pode aumentar o nível cultural da criança, aquilo que Ana Lúcia chama de "leitura de mundo".

"Ela passa a ter mais elementos que os que estão nos textos; buscam por informações", frisa.Ela lembra que há no mercado obras em quadrinhos que resumem clássicos literários consagrados, como do escritor Willian Shakespeare.

"O quadrinho é um meio de criar leitores e direcionar a outras alternativas."

Araújo, o que levou as HQ para a Universidade

Já que hoje falamos em quadrinhos, um registro: entre os dias 19 a 22 de junho, no auditório do Museu de Arte Contemporânea, em São Paulo, o gaúcho Francisco H. Araújo dará um curso intitulado "Leitura Crítica de Histórias em Quadrinhos - Os Super Heróis Hoje".

Araújo foi o primeiro professor a levar as histórias em quadrinhos como matéria regular num curso superior no Brasil. Em 1971, residindo em Brasília, conseguiu extrapolar sua cadeira de Literatura Brasileira para arte dos quadrinhos, que acabou entrando no curriculum do curso de Comunicação. Naquele mesmo ano, a nosso convite, veio a Curitiba para orientar um pioneiro curso de introdução às histórias em quadrinhos, realizado quando o antigo Departamento de Relações Públicas e Promoções da Prefeitura de Curitiba, na primeira administração do arquiteto Jaime Lerner (que sempre foi um apaixonado por quadrinhos), começava a desenvolver uma programação que resultaria na criação da Fundação Cultural.

Depois de voltar ao Rio Grande do Sul, como professor da Universidade do Vale dos Sinos, Araújo é hoje pesquisador do programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, trabalhando sobre a obra de Lee Falk ("Mandrake" e "Fantasma"). Araújo, embora não tendo ainda publicado nenhum livro sobre quadrinhos, é respeitado internacionalmente por suas pesquisas neste campo, hoje com intensa cobertura, mas que até os anos 70 era visto preconceituosamente, combatido por pais e professores

A revitalização da produção de histórias em quadrinhos do Distrito Federal a principio parecia uma tarefa facil, mas não é, seria necessário um esforço fenomenal para que isso acontecesse, a começar pela falta de incentivo do governo e dos próprios quadrinistas muitos deles não sabem trabalhar em equipe e só pensam em publicar algumas histórias para ficarem conhecidos em seus círculos de amizades.

Mas trabalhando dessa forma não almejam produzir histórias em quadrinhos periodicamente e atrasam muito o processo de produção de uma hq, deve se descobrir um jeito de superar essa lentidão por parte de alguns quadrinistas, agindo sem entusiasmo na produção das hqs acaba por não colaborar para o a renovação da industria de quadrinhos no DF.

Há também uma certa concorrência entre os autores de fanzine que acaba por ser prejudicial para o plano de ressurgimento da cultura de criação de gibis, mas o publico mesmo que reduzido tem interesse de conhecer a produção local de histórias do Distrito Federal, o projeto em si poderá contar com o apoio da universidade e algumas agencias de pesquisa, agora o espaço poderá ser cedido pelo governo ou os interessados nesse projeto.

Por mais que se lute na execução do projeto de ensinar como fazer histórias em quadrinhos mais problemas vão surgindo e que precisam ser solucionados, a principio deveria ser feito algumas alterações e ter um empenho maior na produção, mais o que importa agora é a aceleração da produção dos hqs e os idealizadores do projeto colocarem a mão na massa para que sirva de exemplo para os futuros colaboradores desse projeto de produção de hqs.

O DF necessita desse espaço de cultura para dar oportunidade para os jovens se interessem pela arte seqüencial, é preciso implantar o mais rápido possível uma alternativa de ensino para as novas gerações que vão surgindo, existe uma critica muito grande sobre os quadrinhos dizendo que eles alienam os jovens, mas a produção de HQs pode servir como um espelho para eles mesmos, a industria de quadrinhos se apoiará firmemente nesses novos talentos que irão surgir a partir dessas oficinas e para isso é necessário seria dedicação enquanto alguns alunos de artes, comunicação ou desenho industrial que são bons desenhistas em histórias em quadrinhos mas que não ensinam em oficinas em quadrinhos a tecnica da arte sequencial, muitos jovens vão se perdendo nas drogas e se envolvem com o crime, temos que oferecer as oficinas de quadrinho urgentemente para resgatar os jovens desse mundo da marginalidade mas para isso aconteça é necessário uma união verdadeira entre os quadrinistas.

É muito triste ver como é que esse mundo é aqui no DF, as pessoas acham que ser bem sucedido é passar em uma universidade publica e passar em um concurso publico, porque vivemos num mundo materialista e individualista, muitos universitários não querem oferecer nada em troca para a sociedade que financiou seus estudos nessas universidades publicas, a uma ingratidão muito forte entre os universitarios, será que vamos resgatar a nossa juventude que hoje está sem perspectivas, é necessário nós os universitários, nos empenharmos por um mundo melhor e uma sociedade mais justa.

A ideia de criar uma oficina de quadrinhos pode parecer como algo surrealista e utópico mais na verdade, As cidades da periferia de Brasília vão ser tornar um celeiro fecundo de novos autores de histórias em quadrinhos, a universidade tem que ir avançar nessas cidades esquecidas pelo poder publico; há uma interesse muito grande dos jovens universitários em aprender essas técnicas da arte sequencial. E o Distrito Federal poderá ser conhecido no cenário nacional como nova opção de historias em quadrinhos sendo também um cenário ideal pra essas novas produções.

TÉCNICAS Para Ana Lúcia, além de ampliar as possibilidades de conhecimento e proporcionar contato com a língua, os quadrinhos ajudam os estudantes a perceberem as diferentes técnicas de redação e diferentes recursos de linguagem, como onomatopeias, tão próprias dos quadrinhos.

Bibliografia

Fonte: http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?112610

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário_Discussão:Maurobandeira"

 

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    Fonte do Artigo no Artigonal.com: http://www.artigonal.com/literatura-artigos/a-oficina-de-quadrinhos-de-ceilandia-df-1682053.html

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    mauro cesar bandeira

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    danilo 04/03/2011
    poh nois prucura uma coisa e vem outra q merda porra.
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