Abolição Da Escravatura

Publicado em: 12/05/2008 | Comentário: 15 | Acessos: 19,499 |

Em 1865, quando os Estados Unidos da América, aboliu a escravidão, o Brasil, passou a ser o único país americano que ainda tinha escravos.

Já desde 1850, havia pressões para que o Brasil acabasse com a escravidão. Com a promulgação da Lei Eusébio de Queiroz, ficou definitivamente proibido o tráfego de navios negreiros, embarcações que traziam escravos da África para o Brasil, os negros eram trazidos presos nos porões das embarcações, acondicionados como animais.

Depois, na realidade vinte e um anos depois, em 1871, a Lei do Ventre Livre, declarava livre todo negro nascido no Brasil, filho de escravas. Esta Lei já foi um avanço, pois, como eram raros os escravos que chegavam à velhice, dentro de 30 anos, quase não haveria escravos no Brasil. Isso criaria um problema para os “senhores”, donos de empresas e fazendas, os negros que fossem nascidos a partir daquela data e quando chegassem à idade de trabalho, não poderiam ser usados como escravo, isso implantava uma nova ordem de coisas, mas os negros teriam que sofrer ainda por algum tempo.

A Princesa Izabel, era muito humanitária e em 1885, assinou a Lei dos Sexagenários, Lei Saraiva-Cotegipe, que libertava todos os escravos que tivessem mais de 60 anos de idade, antes os escravos trabalhavam até morrer.

A aprovação da Lei do Ventre Livre e da Lei dos Sexagenários criou o clima que propiciou e culminou com a total abolição da escravatura, no dia 13 de maio de 1888, pela Princesa Izabel, que governava o Brasil, no lugar de D. Pedro II, que viajara para a Europa.

Os fazendeiros, usineiros, cafeicultores, comerciantes e “senhores” em geral, sentiram-se prejudicados com a abolição da escravatura, tendo inclusive, alguns, entrado na Justiça contra o governo, no sentido de serem ressarcidos de seus “prejuízos”, com o pagamento de salários que agora tinham que fazer a seus “ex” escravos.

Claro que os negros, libertos, eram relegados a viver parcamente, na pobreza, pois, não tinham nenhuma propriedade ou economia, alguns tentaram a sorte nos garimpos e florestas do interior do Brasil, muitos tiveram sorte e retornaram ricos, outros continuaram vivendo nas fazendas, trabalhando para seus antigos patrões e recebendo os salários, que eram gastos com a sua subsistência, pois, tudo passou a ser cobrado deles.

Os que optaram por viver nas cidades, aglomeraram-se em pequenas comunidades e faziam todo tipo de trabalho, gerando o que hoje se conhece por periferia. Os negros, foram a grande força de trabalho do Brasil desde o seu descobrimento, chegaram a ser a maioria da população em certa época e a grande miscigenação de raças criou o que é o Brasil de hoje, uma saudável grande mistura de raças e tons.

Na realidade, quase não há no Brasil, pessoas que não tenham em sua família ou árvore genealógica, a presença de um negro.

Muito se fala, sobre discriminação racial no Brasil. Na realidade isso pouco existe, está apenas na cabeça de algumas pessoas. Se tomarmos por base o que sofreram os negros dos Estados Unidos, que por muito tempo viveram segregados, mesmo depois da abolição da escravidão naquele país, onde havia coisas para brancos e coisas para negros. Isso no Brasil não acontece, a população branca, convive, pacificamente, com os irmãos negros, claro que há algumas diferenças, mas que são administradas “sem ou com pouca contenda”.

A abolição da escravatura deu liberdade às pessoas da raça Negra, isso era absolutamente desnecessário, pois, ninguém tem que dar liberdade a ninguém, todos nascemos livres, dentro de nossas culturas, o que se praticou com a captura e transporte de seres humanos da raça negra para seu uso em trabalhos em outras terras, foi um crime, imperdoável, um crime contra a humanidade, idéia de pessoas intolerantes, ambiciosas e inescrupulosas. A idéia da escravidão de pessoas data de muitos séculos, quando pessoas da mesma “cor”, eram usadas como escravos, como no caso dos faraós, que conquistavam terras e usavam seus semelhantes “brancos”, como escravos.

Hoje, não temos mais escravidão no Brasil. Esta é uma frase correta só até certo ponto. No Brasil atual, somos escravos, todos nós, negros, amarelos, brancos, verdes, vermelhos, laranjas e etc.

Faça para você mesmo alguns questionamentos:

Os salários que pagam aos “trabalhadores” brancos ou negros são decentes e satisfatórios?

As condições sanitárias e de saúde no Brasil, são coerentes ou vivemos ainda sanitariamente, como nos tempos da escravidão, quando os escravos viviam em senzalas? Hoje temos as favelas.

A Educação em nosso país é algo presente em nossas vidas, nossas escolas e professores são decentes e competentes, temos pela Educação a chance de uma vida melhor, independente de raça ou cor ou ainda somos analfabetos como eram mantidos os escravos?

É possível ao nosso trabalhador, de qualquer raça, prosperar e ter uma vida melhor e mais digna com seu trabalho ou continuamos ainda, trabalhando apenas para sustentar uma elite que domina a tudo e a todos, como era no tempo da escravidão?

É o Brasil de hoje, menos corrupto, menos politiqueiro do que era no tempo do Império ou vivemos ainda subjugados pela vontade dos políticos que espoliam os cofres públicos, legislam em causa própria, locupletam-se do poder e escravizam eleitores e trabalhadores?

Será mesmo que houve a abolição da escravatura no Brasil? Seremos nós, brasileiros, de todas as raças, cores e credos, livres? Temos nós exercido como cidadãos e seres humanos os direitos a nós conferidos pelas Leis de Deus e dos Homens?

A resposta para estas perguntas é clara, não.

O brasileiro, não vive uma vida e plena liberdade, nem pessoal, nem cultural, somos escravos de políticos, traficantes, vigaristas, governantes e de potências estrangeiras que nos usam para aumentar seus já enormes patrimônios, sobrando para nós, apenas, o “sagrado” “direito de cumprir com nossos deveres”.

Não se preocupem aqueles que se acharem oprimidos por causa de sua raça. Hoje, não há libertos, há apenas mais escravos.

(Artigonal SC #411944)

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    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/literatura-artigos/abolicao-da-escravatura-411944.html

    Palavras-chave do artigo:

    escravidão

    ,

    cidadão

    Suzana J. de Oliveira Carmo

    O texto trata da escravidão sob um enfoque atual, correlacionando-a à globalização. Demonstra que a escravidão de hoje não é marcada pelo confinamento, e sim pela desvalorização do homem.

    Por: Suzana J. de Oliveira Carmol Direito> Doutrinal 19/07/2008 lAcessos: 5,291 lComentário: 1

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    Por: LITO NUNES FERNANDESl Notícias & Sociedade> Polítical 02/08/2010 lAcessos: 562
    Jader Gauer

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    Por: Jader Gauerl Notícias & Sociedadel 16/01/2010 lAcessos: 18
    Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souza

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    Por: Mario Fernando Calheiros Barbosa de Souzal Educação> Ensino Superiorl 22/08/2009 lAcessos: 2,686 lComentário: 1
    Jose Evaristo de Souza Neto

    O objeto do presente estudo são as possíveis comparações entre o regime escravocrata e a linha administrativa adotada pelas empresas contemporâneas. A pesquisa teve o cunho de apontar indícios de uma forma de escravidão tácita no ambiente interno das organizações. Analisou-se o período escravocrata, até a chegada das empresas estruturadas de forma administrativa e burocrática. As duas fases foram pesquisadas para que se pudesse verificar a hipótese de que as organizações precisam melhorar...

    Por: Jose Evaristo de Souza Netol Notícias & Sociedade> Cotidianol 27/06/2008 lAcessos: 3,354
    Maria Graziele Bernardi

    A Importancia da Constituição de 1824, no protecionismo do Direito do indviduo foi sem dúvida de grande contribuição, sua duração foi de 65 anos, o sistema de governo foi o imperio, no ultimo ano do fim de sua vigencia, foi declarada a lei Áurea, é evidente que sob a luz da ordem Social e Econômica, foi de grande importância jurídica e desenvolvimento para uma construcao de um Estado nacional.

    Por: Maria Graziele Bernardil Carreiral 07/01/2009 lAcessos: 6,235 lComentário: 2
    Mathias Gonzalez

    Muitos ficaram contentes pelos americanos terem escolhido Barack Obama como presidente dos EUA. Outros ainda mais felizes por ele ser negro, pertencente a um grupo de pessoas que durante muitos séculos foi discriminado, rejeitado, afastado e até impedido de viver dignamente naquele país. A escolha de Obama é uma correção histórica do povo americano, que ainda tardiamente reconhece que um indíviduo merece ser considerado por seu intelecto, seu caráter e sua moral, jamais pela cor da sua pele.

    Por: Mathias Gonzalezl Notícias & Sociedade> Cotidianol 06/11/2008 lAcessos: 577 lComentário: 4
    Rackel F F Tambara

    Quando externamos uma opinião que nos veio à tona e não temos na ponta da língua um arsenal lógico para explicar como chegamos àquela conclusão, ficamos numa encruzilhada se atribuirmos à intuição, apenas. Não há tempo para pesquisar no arquivo morto da memória e instantaneamente produzir uma resposta capaz de satisfazer o interlocutor. Só sabemos que ela existe e está lá, enclausurada no nosso cérebro, mas não temos como traduzir e transmitir a outrem.

    Por: Rackel F F Tambaral Literatural 30/08/2010 lAcessos: 229

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    Por: Fábio Santosl Literatural 23/08/2010 lAcessos: 1,226

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    Por: Fábio Santosl Literatural 23/08/2010 lAcessos: 1,523
    Bia Senday

    Após leitura e análise da vida e obra destes dois escritores, e surpreendentes poetas brasileiros, percebemos a vida em comum de ambos. Tanto Castro Alves, como Manuel Bandeira sofriam do mesmo mal – a tuberculose. Assim, também, Ambos escreveram sobre uma certa mulher por nome Teresa. Semelhanças? Ambos os poemas registram três momentos entre o poeta e sua Teresa; ambos apresentam Teresa em diferentes situações de sua vida.

    Por: Bia Sendayl Literatural 20/08/2010 lAcessos: 687
    Bia Senday

    Fernando Antônio Nogueira Pessoa nasceu em Lisboa em 13/06/1888 e, ao lado de Camões, é considerado um dos poetas mais importantes da Literatura Portuguesa. O poeta destacou-se não só por assimilar de modo magistral o seu passado lírico, integrando na sua obra traços grandiosos de Camões, como também, refletiu nela as enormes turbulências humanas vividas pela Europa, em particular, Portugal, no início do século passado.

    Por: Bia Sendayl Literatural 20/08/2010 lAcessos: 396
    Bia Senday

    A produção do contista Machado de Assis se inicia em 1858 (com Três tesouros perdidos) e estende-se aos inícios do século XX, com a produção de quase 300 contos, publicados nos jornais e revistas da época. "O conto se tornou em suas mãos matéria dúctil, com fisionomia reconhecível, na qual [...] exercia a magia encantatória de suas variações sobre o tema predileto: a humanidade com seus vícios intemporais."

    Por: Bia Sendayl Literatural 20/08/2010 lAcessos: 7,977
    Angélica Milano Siqueira Ramos

    Resumo: Os contos de Aleilton Fonseca com sua ênfase em memórias, lembranças e histórias, sua influência no presente e na vida das pessoas envolvidas dos contos são comentadas e analisadas neste artigo, e relacionadas com outras obras da Literatura Brasileira, e textos lidos e discutidos em sala. Este trabalho comenta a postura e o tratamento dispensado a personagem Marta do conto "Jaú dos bois."

    Por: Angélica Milano Siqueira Ramosl Literatural 17/08/2010 lAcessos: 738
    acreucho

    Vivemos num Brasil onde um Quarto Poder, “a bandidagem”, manda mais que o governo

    Por: acreuchol Notícias & Sociedade> Cotidianol 05/05/2009 lAcessos: 316 lComentário: 1
    acreucho

    Tanto o Senado como a Câmara nos ultimos dias tem realmente mostrado estar perdidos em suas funções, mergulhados num mar de corrupção, falta de ética e mau uso do dinheiro público

    Por: acreuchol Notícias & Sociedade> Polítical 26/04/2009 lAcessos: 157
    acreucho

    Duas cidades do interior paulista adotaram uma espécie de "toque de recolher" para crianças e adolescentes sob a justificativa de tentar reduzir a criminalidade. Em Ilha Solteira e Itapura, no noroeste do Estado, menores de 13 anos podem ficar na rua até as 20h30. Adolescentes de 13 e 14 anos, até as 22h. Para quem tem 16 e 17 anos, o limite é 23h. Menores de 15 anos estão proibidos de frequentar LAN houses.

    Por: acreuchol Educaçãol 22/04/2009 lAcessos: 2,812 lComentário: 5
    acreucho

    Motorista que bebe, não é a mesma coisa eu motorista bêbado.

    Por: acreuchol Notícias & Sociedade> Cotidianol 27/06/2008 lAcessos: 2,478 lComentário: 1
    acreucho

    “Poder de compra”. Desde quando R$ 80,00 dá “poder de compra” a alguém? Pode servir pra tomar uma cachaça pra afogar as mágoas.

    Por: acreuchol Notícias & Sociedade> Polítical 26/06/2008 lAcessos: 1,159 lComentário: 2
    acreucho

    O que será que o Presidente quis dizer com esta frase?

    Por: acreuchol Notícias & Sociedade> Polítical 24/06/2008 lAcessos: 193
    acreucho

    No caso do frango, ainda conta junto no peso, os miúdos, os pés, a cabeça (que não é usada) e muitas vezes encontramos pedaços de pele que não tem a ver com o frango que se está comprando.

    Por: acreuchol Notícias & Sociedade> Cotidianol 19/06/2008 lAcessos: 129
    acreucho

    Juntou pelas ruas cerca de 40 desocupados pichadores e fez o serviço nas dependências da faculdade, funcionários e seguranças foram desrespeitados e agredidos, o prédio e carros de alunos no estacionamento foram danificados.

    Por: acreuchol Notícias & Sociedade> Cotidianol 15/06/2008 lAcessos: 940

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    Comments on this article

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    1. Edson E Jesus 17/06/2008
    Puxa, poucas vezes li tanta bobagem num artigo só e tamanha falta de conhecimento, tanto da história quando do nosso país e do mundo.
    Para começar, Princesa Isabel, se escreve com “S” e não com “Z”.
    Quando foi feita a lei do ventre livre o Brasil (1871) era o único pais independente a ter escravos (Porto Rico e Cuba ainda eram colônias espanholas), mais de 6 anos após a abolição nos EUA, o México já havia abolido em 1829 e todos os nossos vizinhos na década de 50 do mesmo século.
    E a lei do sexagenário? Obra de uma Princesa humanitária que resolveu conceder a liberdade a todos os escravos com mais de 60 anos, só para registrar a expectativa de vida para um homem livre e de posses naquela época era de +- 40 anos, imagine a de uma escravo, portanto nem o senhor de escravo conseguia chegara aos 60 anos, o escravo então...
    Na década de 50 do século XIX a expectativa de vida em Londres, então maior e mais rica cidade do mundo era de 40 anos.
    Irei responder aos seus questionamento:
    Um negro ganha em média metade do salário de uma branco, portanto se um trabalhador branco ganha mal...
    Os negros e pardos respondem por quase 70% dos moradores de baixa renda, vivendo sem tratamento de esgotos ou condições sanitárias satisfatórias.
    Que a educação é algo presente em nosso pais, não tenho duvidas, mas que as escolas publicas são descente..Você está de brincadeira.
    Dos brasileiro que estudam nos melhores colégios e universidades (publicas principalmente) os negros e pardos representa por volta de 5%...Então...
    Gosta de ler e escrever como entusiasta é maravilhoso, mas entender a história é algo imprescindível.
    Edson
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    2. acreucho 18/06/2008
    Acreucho: Edson, recebi com apreço o seu comentário, pois, sejam quais forem, sempre aprecio as críticas que fazem sobre as coisas que escrevo. Se eu tivesse somente comentários elogiosos, me tornaria um escritor medíocre e cheio de defeitos. Através das críticas procuro aprimorar sempre as minhas idéias e os meus escritos. Como fui criticado, resolvi criticar.
    Estou intercalando comentários em seu comentário, pra poder discutir melhor os assuntos. Vamos lá...
    Edson: Puxa, (não seria Poxa!?)poucas vezes li tanta bobagem (não seria tantas bobagens?) num artigo só e tamanha falta de conhecimento, tanto da história quando (não seria quanto?) do nosso país e do mundo.
    Para começar, Princesa Isabel, se escreve com “S” e não com “Z”.
    Acreucho: “Meu caro Edson, nomes próprios não precisam necessariamente ser escritos com esta ou aquela letra, existe Isabel e Izabel, mas agradeço a sua preciosa correção.”
    Edson: Quando foi feita a lei do ventre livre o Brasil (1871) era o único pais (não seria país?) independente a ter escravos (Porto Rico e Cuba ainda eram colônias espanholas), mais de 6 anos após a abolição nos EUA, o México já havia abolido em 1829 e todos os nossos vizinhos na década de 50 do mesmo século.
    Acreucho: Aqui, sinceramente não entendi a sua crítica... Em 1888 o Brasil era o único país das Américas que ainda tinha escravos.
    Edson: E a lei do sexagenário? Obra de uma Princesa humanitária que resolveu conceder a liberdade a todos os escravos com mais de 60 anos, só para registrar a expectativa de vida para um homem livre e de posses naquela época era de +- 40 anos, imagine a de uma (não seria um?) escravo, portanto nem o senhor de escravo conseguia chegara (não seria chegar?) aos 60 anos, o escravo então...
    Acreucho: “O negro, é muito mais saudável e de compleição muito mais forte do que os da raça branca, isso até hoje, naqueles tempos, então, que os brancos viviam na ociosidade, havia sim, escravos velhos, mas isso não importa. Para as Leis que havia naqueles tempos, que beneficiavam somente aos da raça branca, alguém que fizesse qualquer coisa pelos negros, poderia sim, ser considerado “humanitário” e a Princesa Isabel, era uma pessoa de bons princípios, pelo menos é o que narra a história.”
    Edson: Na década de 50 do século XIX a expectativa de vida em Londres, então maior e mais rica cidade do mundo era de 40 anos.
    Irei responder aos seus questionamento: (não seriam questionamentos?)
    Um negro ganha em média metade do salário de uma (não será um?) branco, portanto se um trabalhador branco ganha mal...
    Os negros e pardos respondem por quase 70% dos moradores de baixa renda, vivendo sem tratamento de esgotos ou condições sanitárias satisfatórias.
    Que a educação é algo presente em nosso pais (não seria país, Brasil?), não tenho duvidas (não seria dúvidas), mas que as escolas publicas são descente (não seria decentes?)..Você está de brincadeira.
    Acreucho: A Educação em nosso país é algo presente em nossas vidas? Nossas escolas e professores são decentes e competentes? Temos pela Educação a chance de uma vida melhor, independente de raça ou cor ou ainda somos analfabetos como eram mantidos os escravos?
    Pronto Edson, acho que por um problema de pontuação e tamanho dos períodos, ficou difícil pra você entender o que eu queria dizer, mas agora, melhor pontuado e com frases menores, tenho certeza que entenderá.
    Edson: Dos brasileiro (não seria brasileiros?)que estudam nos melhores colégios e universidades (publicas (não seria públicas) principalmente) os negros e pardos representa (não seria representam?)por volta de 5%...Então...
    Acreucho: Sou e acho que você também é contra as tais “cotas” nas universidades, qualquer pessoa inteligente será, elas são discriminatórias, se apenas 5% dos negros e pardos têm acesso ao estudo, este é um problema que o governo deverá tentar equalizar e é em razão da enorme desigualdade social existente neste país.
    Edson: Gosta (não seria gostar?) de ler e escrever como entusiasta é maravilhoso, mas entender a história é algo imprescindível.
    Acreucho: Edson para se entender a história e escrever sobre ela, é também necessário saber interpretar os textos que lemos e ter conhecimento de português e de digitação. Você corrigiu o que você achava serem os meus erros, com um texto cheio dos “seus” erros. Existe uma máxima que gosto muito: Um erro não conserta o outro...
    Outra coisa, pela maneira como você se expressa sobre os negros e brancos, acho que você é negro e preconceituoso ainda por cima. Somos todos, brancos, negros, amarelos, cor de rosa, vermelhos, verdes, seres humanos, filhos de Deus.
    Antes de pisar no rabo dos outros, recolha o seu... Um abraço
    Acreucho: Edson, você tem um site ou blog, onde coloca seus artigos? Se tem, gostaria de apreciá-los, quanto aos meus, é só procurar no Google por “acreucho”.
    0
    3. Gabriella 03/12/2008
    E foi legal
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    4. sads 19/04/2009
    Olá Acreucho!
    Ao invés de vc ficar corrigindo os erros de edson, vc deveria olhar para a periferia do lugar onde vc mora, acho que sua realidade é diferente da deles, e mais, só quem é negro e pobre é que sofre na pele a discriminação racial, institucional, e moral. e nao vc , um branco.
    0
    5. acreucho 21/04/2009
    Ao Sads, que comentou meu artigo, está você completamente enganado a respeito da realidade. Seria impossível para mim, "dar uma olhada na periferia". Isso seria impossível, pois, moro aqui em Rio Branco no Acre, onde termina a periferia da cidade e estou acostumado a conviver com a pobreza e com a falta de interesse público em Saúde, Educação e Segurança. Quanto a sua observação "um branco". E daí? Sou branco, voce possivelmente é negro, somos pessoas iguais, de carne, osso, sentimentos e direitos constitucionais idênticos. Um fraterno abraço de quem não precisa ir na periferia, pois, já vive nela.
    0
    6. francyelle 06/05/2009
    EU ACHEI O SEU ARTIGO MUITO EDUCATIVO PARABÉNS.
    0
    7. ítalo 14/05/2009
    eu não gostava da escravatura pois o humanos erão tratados de gato e sapato e tambem como trouxas.
    0
    8. natalice 15/05/2009
    oi como vai vç
    0
    9. Fernanda Gomes 11/07/2009
    Adorei a sua matéria, foi clara e objetiva. Gostaria de ler outros trabalhos seus sobre esse assunto.
    Lamento por algumas pessoas, que não são capazes de entender o objetivo dessa mátéria, por isso preferem se prender a possíveis erros ortográficos.
    Parabéns!!!!
    Sou sua fã agora.
    0
    10. erinalda 25/08/2009
    pessimo
    0
    11. THAIS 25/08/2009
    oh Jesus!
    A princesa Isabel era humanitária ou o Brasil já tava sofrendo pressão demais para abolir a escravidão e se adaptar ao novo sistema, o capitalismo? A mão-de-obra tinha de ser livre e assalariada para consumir! ESCRAVO NÃO COMPRAVA...

    Ora bolas! Aquela lei não foi humanitária... Ela por acaso assinou a carteira de trabalho dos escravos?
    0
    12. samantha 28/10/2009
    adorei essa historia e muito legal interecante mande um conmentario para mim falando.eu vi ai uma tal de erinalda e o comentario dela foi:pessimo eu nao acho que foi pessimo e uma"coisa"interecante.
    0
    13. maira 10/11/2009
    foi super legal a história.bjs
    1
    14. bruna 11/05/2010
    nosssaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    0
    15. julia 13/05/2010
    nao te enteressa nada meu só sei que eu esou com pressa porque sao 7:18 da noite e eu preciso fazer o meu trabalho para 6:00 da manhã ..... ai que raivaa
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