O Discurso Satírico De Gregório De Matos

Publicado em: 18/04/2010 |Comentário: 0 | Acessos: 3,849 |

No começo dos estudos literários, alguns estudiosos e filósofos acreditavam que a poesia não podia ser engajada, não tem a ver com a realidade. O filosofo Jean-Paul Sartre (2004) defende que a poesia é uma simples combinação de palavras, sonhos (fantasia), afirmando que os poetas são homens que não sabem utilizar a linguagem. Desde muito tempo, a obra poética é estudada, Aristóteles estudava o estético, a forma, o objeto, acreditava que a poesia era uma recriação; Hegel defendia três estágios para compreender a poesia, primeiro representado pela arte, segundo pela religião e terceiro pela filosofia; Croce define poesia como sentimento, sensações.  Todos esses filósofos buscavam caracterizar a obra poética, além disso, é fato que em alguns momentos da história literária, a poesia passou por várias fases.

Sartre, em seu livro O que é Literatura? (2004), traz a abordagem "é vedado ao poeta engajar-se", com a teoria de que os poetas recusam a utilizarem a linguagem, ou rejeitam serem artistas participantes políticos e socialmente, sendo assim, um grande engano. Além disso, os Cânones da Literatura Brasileira, como o romântico baiano Castro Alves (1847 – 1871), o modernista mineiro Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987) e o próprio baiano Gregório de Matos (1636? – 1696), foram observados uma poesia engajada, que fala do OUTRO. Embora cada Cânone tenha seu caráter expressivo, diferenciado, podemos observar Gregório de Matos, que foi o "grande malandro" e o maior poeta do Barroco brasileiro. Além de criticar toda a sociedade da época, políticos e religiosos, o poeta baiano manejou um vocabulário acessível e popular.

 É certo, daí engendrou uma ARTE DE ARMAR, por meio da qual se tornou uma das balizas da Literatura brasileira. Suas obras como via de mão dupla, ora lírica e religiosa ora satírica, reitera o ambivalente convívio entre a formação cosmopolita e a circunstância brasileira. De fato, Gregório parece ter ficado na Literatura brasileira mais como poeta da sátira, do que do lirismo-amoroso e a religiosidade, daí o epíteto BOCA DO INFERNO. Vale lembrar, que só em 1882 Alfredo do Vale Cabral lança o primeiro volume das Obras Poéticas, uma serie de peças satíricas gregorianas.  Assim, ao contrario do que pode pensar o leigo, a sátira não pode ser confundida com a ironia. A primeira consiste na expressão agressiva, ostensiva; já a segunda, numa expressão engenhosa e sutil.

 Para compreendermos a obra de um autor como Gregório de Matos é preciso fazer duas distinções importantes: a do plano da vida e a do plano da obra.  Na primeira, devemos separar os fatos que nos ajudam a entender a sua obra das muitas histórias que corriam sobre ele; na segunda, temos que diferenciar o que foi exercício de uma pratica comum na época e a sua contribuição para o enriquecimento dessa pratica. E segundo Luís Roncari (2002, p: 108) " é preciso identificar o que foi realmente criado por ele e o que copiou ou plagiou de outros, coisa que fazia parte dos costumes da época."

 Sendo assim, o pretendemos com a elaboração deste ensaio sobre O DISCURSO SÁTIRICO DE GREGÓRIO DE MATOS é estudar e analisar criticamente o poema Torna a definir o poeta os maus modos de obrar na governança da Bahia, principalmente naquela universal fome de que padecia a cidade, buscando identificar as marcas satíricas do autor.

 Assim, ao contrario do que se pode pensar, convivem nos poemas gregorianos o mais desenfreado sensualismo e erotismo com a paixão idealizada, a mais furiosa má vontade e um indisfarçável racismo, apresentando simultaneamente como deboche e denuncia, expondo ao ridículo os vícios do seu tempo e fazendo da zombaria uma arma temível contra a desonestidade e a corrupção em todos os aspectos da vida social baiana.

 A produção satírica de Gregório de Matos não foi incomoda apenas para seus contemporâneos, esta parte de sua obra, principalmente em seus momentos mais "fortes", foi muitas vezes censurada e cortada em várias antologias escolares. Portanto, antes da analise do poema gregoriano, Torna a definir o poeta os maus modos de obrar na governança da Bahia, principalmente naquela universal fome de que padecia a cidade, iremos analisar etimologicamente a palavra SÁTIRA e SÁTIRO.

A sátira age sobretudo pela deformação caricatural daquilo que se pretende atacar ou desmoralizar. Contém, com freqüência, uma intenção reformadora, porque o conceito de sátira está ligado ao sentimento de indignação e à vontade de moralizar os costumes. Como elemento motivador da sátira, distingue-se o senso do ridículo, que é a percepção do lado cômico de personagens, situações e idéias. 

 Sátira para Massaud Moiséis, em seu Dicionário de Termos Literários (2004), consiste na "critica das instituições ou pessoas, na censura dos males da sociedade ou dos indivíduos. [...] envolve uma atitude ofensiva, ainda quando dissimulada: o ataque é a sua marca distintiva, a insatisfação perante o estabelecimento, a sua mola básica."

 Na origem, sátira foi um gênero literário fixo, determinado pela estrutura em versos. A partir do Romantismo, a sátira desvinculou-se para sempre da tradição romana que lhe atribuía forma especifica. Desde então, obras diversas do ponto de vista formal podem ser satíricas. Neste sentido, ela passou a ser sobretudo uma atitude de combate assumida por escritores.

 Do nascimento ao apogeu, em Roma, a sátira já estava em essência nos epigramas de poetas gregos, mas só com as comedias de Aristófanes, em que a percepção do ridículo se tornaram mais profunda, os objetivos da sátira enquanto critica de costumes tornaram-se mais evidentes. Não obstante o espírito satírico ter nascido na Grécia, o gênero sátira é de invenção romana.

 Já os sátiros são criaturas cujo corpo era parte humana e parte animal, que aparecem na mitologia de inúmeras culturas. Entre elas estão os sátiros e silenos da mitologia grega, e os faunos, seus correspondentes entre os romanos. Sátiros, na mitologia grega, eram divindades dos bosques, montanhas e regiões agrestes, representados como homens-bodes ou homens-cavalos. Tinham uma longa cauda e o pênis em permanente ereção. Perseguiam as ninfas movidos por desejo sexual insaciável. Com o tempo, o termo sileno passou a designar os sátiros velhos. Personificações da vitalidade animal, os sátiros se distinguiam pela impulsividade, a luxúria e o amor à dança e ao vinho.

 A arte grega imortabilizou os sátiros e, apenas no século IV a. C., cria-se um novo modelo de sátiro, jovem e esbelto, que conservava apenas vagos traços animais. Daí surge a mistura, a efusiva conciliação entre vida/morte, princípio/fim. Sagrado/profano e sublime/grotesco.

Contudo, a função principal da sátira, é a arma de denuncia, de critica a valores e comportamentos prescritos pela sociedade, que se busca derrubar, no intuito do estabelecimento de uma nova ordem. Vê-se, pois, que se trata de um instrumento de denuncia e uma operação seria que desmascara nossos defeitos individuais e sociais.

E é com o estilo satírico que desenvolveremos um estudo mais direcionado a Gregório de Matos, ele que pretendia, através da sátira, manifestar explicitamente o funcionamento dos discursos do poder. Em seus poemas utiliza de elementos como a "malandragem",  "plágio", "imoralidade", "adultério", "inveja", "racismo", "realismo", "furto", "repúdio", "libertinagem" e "promiscuidade". Portanto, partiremos para a análise deste discurso satírico de Gregório de Matos, no seu poema Torna a definir o poeta os maus modos de obrar na governança da Bahia, principalmente naquela universal fome de que padecia a cidade.

 

Que falta nesta cidade?................Verdade (1)
Que mais por sua desonra?...........Honra (2)
Falta mais que se lhe ponha..........Vergonha. (3)

O demo a viver se exponha, (4)
Por mais que a fama a exalta, (5)
numa cidade, onde falta (6)
Verdade, Honra, Vergonha. (7)

Quem a pôs neste socrócio?..........Negócio (8)
Quem causa tal perdição?.............Ambição (9)
E o maior desta loucura?...............Usura. (10)

Notável desventura (11)
de um povo néscio, e sandeu, (12)
que não sabe, que o perdeu (13)
Negócio, Ambição, Usura. (14)

Quais são os seus doces objetos?....Pretos (15)
Tem outros bens mais maciços?.....Mestiços (16)
Quais destes lhe são mais gratos?...Mulatos. (17)

Dou ao demo os insensatos, (18)
dou ao demo a gente asnal, (19)
que estima por cabedal (20)
Pretos, Mestiços, Mulatos. (21)

Quem faz os círios mesquinhos?...Meirinhos (22)
Quem faz as farinhas tardas?.........Guardas (23)
Quem as tem nos aposentos?.........Sargentos. (24)

Os círios lá vêm aos centos, (25)
e a terra fica esfaimando, (26)
porque os vão atravessando (27)
Meirinhos, Guardas, Sargentos. (28)

E que justiça a resguarda?.............Bastarda (29)
É grátis distribuída?......................Vendida (30)
Que tem, que a todos assusta?.......Injusta. (31)

Valha-nos Deus, o que custa, (32)
o que El-Rei nos dá de graça, (33)
que anda a justiça na praça (34)
Bastarda, Vendida, Injusta. (35)

Que vai pela clerezia?..................Simonia (36)
E pelos membros da Igreja?..........Inveja (37)
Cuidei, que mais se lhe punha?.....Unha. (38)

Sazonada caramunha! (39)
enfim que na Santa Sé (40)
o que se pratica, (41)
é Simonia, Inveja, Unha. (42)

E nos frades há manqueiras?.........Freiras (43)
Em que ocupam os serões?............Sermões (44)
Não se ocupam em disputas?.........Putas. (45)

Com palavras dissolutas (46)
me concluís na verdade, (47)
que as lidas todas de um Frade (48)
são Freiras, Sermões, e Putas. (49)

O açúcar já se acabou?..................Baixou (50)
E o dinheiro se extinguiu?.............Subiu (51)
Logo já convalesceu?.....................Morreu. (52)

À Bahia aconteceu (53)
o que a um doente acontece, (54)
cai na cama, o mal lhe cresce, (55)
Baixou, Subiu, e Morreu. (56)

A Câmara não acode?...................Não pode (57)
Pois não tem todo o poder?...........Não quer (58)
É que o governo a convence?........Não vence. (59)

Que haverá que tal pense, (60)
que uma Câmara tão nobre (61)
por ver-se mísera, e pobre (62)
Não pode, não quer, não vence. (63)

(Gregório de Matos¹)

 

Analisar o poema gregoriano exige um olhar critico e observador. É necessário compreender as figuras de linguagem, a mensagem e as formas como as palavras vêm arrumadas no poema. De inicio, o título do poema é instigante, causa no leitor uma estranheza por ser um pouco extenso. Este, porém, revela uma característica única do autor, que vem satirizando de forma aguda o governo estabelecido na Bahia, bem como, as autoridades religiosas, os militares e o "povão" em geral.   

 Neste poema, há uma critica óbvia à promiscuidade e a libertinagem (versos 46 a 49), ao racimo (18 a 21), imoralidade (versos 11 a 14), assim como também, à incompetência e à desonestidade. Por meio de falsas perguntas, para as quais o poeta oferece respostas, Gregório vai decompondo o interior da organização social. Este procedimento parece dar um certo didatismo², reforçado pelo processo de disseminação e recolher, muito comum na poesia barroca. Primeiro, as palavras se disseminam, se dispersam para depois serem recolhidas, reunidas num mesmo verso. Assim, cria-se um tom conclusivo no final das estrofes. Conclusão que abrange desde morais (verdade, honra, vergonha) e abstratos até os motivos concretos da degradação desde valores (negócio, ambição, usura) e seus principais agentes: pretos, mestiços, meirinhos, guardas, etc.

Neste poema, o mundo presente é insatisfatório, corroído pela inversão de valores. O honesto é pobre; o ocioso triunfa; o incompetente manda. O racismo e a libertinagem são representados de maneira inversa: o racismo pela ascensão do negro e a libertinagem pelo declínio do clero. No discurso satírico de Gregório, os termos "negros", "mulata", "puta", "mestiços", etc., aplicam-se também como metáforas estereotipadas, como caracterização pejorativa e insulto.

 Como vemos, do alto da pirâmide social à "rale", dos donos do poder aos mestiços, todos são responsáveis pela universal fome que padecia a Bahia. As estrofes se assemelham do ponto de vista das rimas, quando nos três primeiros versos são rimas horizontais; nos quatro restantes, rimas verticais; e de sua disposição gráfica: estrofes de três versos seguidas de estrofes de quatro versos, sendo o último um conjunto de sete versos que compõe cada esquema duplo de estrofes.       

 

Que falta nesta cidade?................Verdade         Rimas horizontais
Que mais por sua desonra?...........Honra
Falta mais que se lhe ponha..........Vergonha.

O  de mo a  vi  ver  se ex po nha,
Por mais que a fama a exalta,          Rimas verticais (opostas)
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.

 

Em termos de conteúdo, as estrofes também se assemelham: do abstrato para o concreto (verdade, honra, vergonha... negócio, ambição, usura), dos tipos sociais às instituições, do povo néscio a El-Rei, Gregório de matos vai decompondo a organização de uma sociedade barroca baiana. A coloquialidade da linguagem, o uso de termo "de baixo calão", o tom de oralidade e principalmente a arrasadora critica que faz às desigualdades mostra como é forte o discursos satírico de Gregório, um poeta ligado as questões sociais e publicas, que também defende momentos melhores para sua terra, a Bahia.

Portanto, o discurso satírico de Gregório serve para criticar os costumes e preconceitos de uma sociedade e muitas vezes, a critica feita a comportamentos explícitos ou encobertos, pode-se transformar em uma denuncia a atos dissimulados que contrariam a ordem e as normas humanas.

No que se refere à teoria de Sartre (2004), conclui-se que o poeta é engajado sim, e Gregório de Matos e Guerra caminhou por essa linha de engajamento. Por isso mesmo ele foi um homem amado e odiado. Numa antítese tipicamente barroca, ele andou pelas trevas, mas também conheceu a luz, tudo em busca de uma poesia feita para o OUTRO. Assim, fica o mito eternizado e o Cânone brasileiro Gregório de Matos e Guerra.

 

NOTAS:

¹ GUERRA, Gregório de Matos e. Torna a definir o poeta os maus modos de obrar na governança da Bahia, principalmente naquela universal fome de que padecia a cidade. IN: MENDES, Cleise Furtado. Senhora Dona Bahia: poesia satírica de Gregório de Matos. Salvador: EDUFBA,1996. p: 54 e 55.

 ² Capacidade didática; habilidade para o ensino;

 

Referências:

 BOSI, Alfredo. Gregório de Matos. IN: História concisa da literatura brasileira. 41ª Ed. São Paulo: Cutirx, 1994. p: 37 – 41.

 MENDES, Cleise Furtado. Senhora Dona Bahia: poesia satírica de Gregório de Matos. Salvador: EDUFBA,1996.

 MOISÉS, Massaud. Gregório de Matos. IN: História da Literatura Brasileira: das origens ao romantismo. 7ª Ed. São Paulo: Cutrix, V.1, 2001. P: 90 – 110.

 MOISÉS, Massaud. Dicionário de Termos literários. 12ª Ed. São Paulo: Cutrix, 2003.

 RONCARI, Luiz. Gregório de Matos e a poesia da praça. IN: Literatura brasileira: dos primeiros cronistas aos últimos românticos. 2ª Ed. São Paulo: EDUSP, 2002. P: 106 – 147.

 SARTRE, Jean-Paul. Que é Literatura? Trad. De Carlos Felipe Moises. São Paulo: Ática, 2004.

 SPINA, Segismundo. Gregório de Matos. IN: COUTINHO, Afrânio (org.). A literatura no Brasil. 7ª Ed. São Paulo: Global, 2004. p: 115-124.

Sobre Sátira e Sátiro:

 http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/sátiros   retirado no dia 13/12/2009

 http://pt.wikipedia.org/wiki/sátira   retirado no dia 13/12/2009

 

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