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Peças De Teatro Infantis

Por: João do Rozario Lima Ranking do Autor Ouro Autor nos TOP 100 | Publicado em: 08-04-2008 | Comentários: 0 | Acessos: 815 | Avaliação:  (848) Ranking do Artigo Prata Artigo nos TOP 100 (?)

OS ANIMAIS E A PESTE

O REI LEÃO: A turma lá do céu deve estar muito irritada com a gente para nos mandar um castigo deste.

A CORUJA: O que você acha que podemos fazer?

O REI LEÃO: Vamos tentar reconquistar a confiança de Deus oferecendo-lhe um sacrifício.

O CHACAL: E quem, deve ser sacrificar majestade?

O REI LEÃO: Aquele que, na sua vida cometeu mais erros.

A CORUJA: Como faremos isto majestade?

O REI LEÃO: Cada um de nós deverá publicamente tudo que fez de errado.

A TARTARUGA: E quem vai começar?

O REI LEÃO: Começarei por mim.

O REI LEÃO: Sou guloso e devorei muitos carneiros.

A RAPOSA: Isso não foi erro majestade, são inúteis.

O TIGRE: Também errei, comi carneiros e pessoas que andavam na floresta.

A RAPOSA: O senhor fez uma boa ação impedindo que eles destruíssem a floresta.

O URSO: também devorei muitos homens.

A RAPOSA: O que isso companheiro, não fez mais que sua obrigação, defendendo nossos direitos.

O BURRO: Meu erro foi comer verdura da horta do convento.

TODOS OS ANIMAIS: Que horror, onde se viu isto, comer as verduras, isto é um pecado mortal.

O REI LEÃO: Foi por sua culpa que os animais estão morrendo.

A TARTARUGA: O que devemos fazer com ele majestade? Qual o castigo?

O REI LEÃO: Vou ter de consultar o Júri.

O REI LEÃO: Qual a punição deve aplicar ao burro senhores Jurados.

O JURI: Majestade. Um pecado desta dimensão, a única punição deverá ser a morte.

O REI LEÃO: Muito bem pessoal, então que o burro morra.

BURRO: Más, majestade, vocês comeram carneiros, homens e outros animais, e eu só comi alguns pés de verduras?

O REI LEÃO: Não interessa aqui quem determina quem vai morrer ou viver sou eu.
A RAPOSA: É isto ai majestade, errou tem que pagar.

A ASSEMBLÉIA DOS RATOS:

O GATO PERCIVAL: Bem pessoal já estou na idade de me casar, vou sair para procurar uma noiva.

OS RATOS: devemos bolar uma estratégia para tira este gato assassino do nosso caminho.

O RATO JUNIOR: Bem, companheiros, acho que deveríamos consultar alguém mais experiente, alguém que já passou por isto antes.

O RATO FREDERICO: Olhe, meu avô é aposentado dos exércitos dos ratos e já participou de várias guerras contra gatos assassinos.

O RATO JUNIOR: ótima idéia Frederico, Vamos falar com seu avô.

OS RATOS: Boa noite senhor.

AVÔ DE FREDERICO: Boa noite crianças. O que desejam?

OS RATOS: Há senhor, soubemos que tem muita experiências em combate de guerra contra gatos e viemos para nos instruir.

AVÔ DE FREDERICO: Verdade crianças, mas já estou velho, não agüento mais brigar.

OS RATOS: Está bem senhor, só queremos conselho.

AVÔ DE FREDERICO: Bem isto eu posso fazer.

AVÔ DE FREDERICO: Pois bem contem o que querem que eu diga?

OS RATOS: Bem senhor, apareceu um gato assassino em nossa comunidade e está tirando nosso sossego.

AVÔ DE FREDERICO: É pelo que fiquei sabendo ele sempre ataca de surpresa.

JUNIOR: Ele sempre chega quando estamos despercebidos e pega e devora um de nossos irmãos.

MARQUINHOS: Tenho uma idéia.

JUNIOR: qual a idéia cabeças oca?

MRQUINHOS: Não me chame de cabeça oca, se não eu quebro sua cara.

AVÔ DE FREDERICO: Tenham clama criança, não devemos brigar uns com os outros, nosso inimigo é o gato Percival.

AVÔ DE FREDERICO: Fale Marquinhos, qual o seu plano?

MARQUINHOS: E se alguém amarrar um sininho no rabo dele.

AVÔ DE FREDERICO: Seria uma ótima idéia, más quem faria isto? Você?

OS RATOS: Eu não: Eu não: Eu não: Eu não: Eu não: Eu não: Eu não: Eu não:

AVÔ DE FREDERICO: Bem pessoal esta idéia está descartada, vamos partir para outra.

PERCIVAL: Hoje estou muito feliz, procuro uma bela gata para casar, se encontrar um rato deixarei o ir.

PERCIVAL: E daí gatinha estou procurando uma noiva, quer me dar a honra?

AGATA FLORINDA: Sai pra lá seu grosso, acha mesmo que quero um estúpido igual a você?

PERCIVAL: Puxa vida, as gatinhas não querem saber de mim, vou tentar mais uma vez.

PERCIVAL: E daí gatinha, o que achou do Percival quer ser minha namorada?

A GATA JULIANA: Sai de mim cafona, gosto de gato inteligente e educado, bicho horrível.

PERCIVAL: Vou voltar pra minha toca e devorar todos aqueles ratos imbecis.

AVÔ DE FREDERICO: Bem crianças acho que a melhor forma de livrar-se deste gato é fazer uma armadilha.

JUNIOR: Que tipo de armadilha? E depois de pegarmos ele o que faremos?

AVÔ DE FREDERICO: Calma menino, uma coisa de cada vês. Primeiro vamos pegar ele e depois decidimos o que fazer.

AVÔ DE FREDERICO: Bem crianças vamos armar uma rede e apanhar o bichano.

FREDERICO: E como ele cairá na armadilha?

AVÔ DE FREDERICO: Bem crianças, para isso um de vocês deverá servir de isca.

FREDERICO: Mas, vovô ele não vai devorar quem estiver lá?

AVÔ DE FREDERICO: Não, nada disso, quando ele chegar perto da isca, cairá na armadilha.

OS RATOS: É isso ai, vamos acabar com este gato.

JUNIOR: Sendo assim eu topo ser a isca.

OS RATOS: Vamos construir a armadilha.

AVÔ DE FREDERICO: Bem crianças a armadilha está pronta é só esperar.

PERCIVAL: Miauuuuu....miauuuuuuuu.....miauuuuuuuu.Malditos ratos, eu saio da qui e devoro vocês.

OS RATOS: Não sai mesmo, você vai ficar ai até a aprender.

PERCIVAL: Estou com fome e sede, por favor, solte-me, prometo que não vou fazer mal a vocês.

OS RATOS: Percival é difícil, nós não confiamos em você, você nos persegue desde que chegou aqui neste bairro.

PERCIVAL: Mas agora aprendi a lição, vou comer somente comida que os humanos comem.

OS RATOS: Está bem Percival só soltamos você se você aceitar cortar suas unhas.

PERCIVAL: Está bem aceito, podem cortar.

FREDERICO: Aqui está à tesoura, vamos cortar.

PERCIVAL: Ai minhas unhas ficaram feias, mais está bem amigos vou cumprir com minha palavra até mais.

OS RATOS: E daí Percival, como está a vida de gato doméstico?

OS RATOS: Está ótima, não tenho que sair a noite para caçar, é só dormir. Obrigado amigos.

O BURRO INSATISFEITO

LAVRADOR: SEU ANTÔNIO: Já estou cansado de carregar verduras para a cidade, vou comprar um animal.

VENDEDOR DE ANIMAIS: SEU CARLOS: Olá seu Antonio, tenho um ótimo burro para lhe vender.

SEU ANTÔNIO: É mesmo, vamos ver o burro.

SEU CARLOS: Ai está ele, é forte, agüenta carga.

SEU ANTÔNIO: Gostei do burro. Quanto quer por ele?

SEU CARLOS: Bom, faço uma troca, você me traga dez sacas de milho e o burro é seu ok.

SEU ANTÔNIO: Está bem, negocio feito.

SEU ANTÔNIO: Vamos burro, vou tratar você muito bem, vou dar um lugar para você morar e bastante capim verdinho.
BURRO: Fazer o que, burro nasceu pra sofrer.

SEU ANTÔNIO: Graças a Deus agora vou descansar um pouco, não vou mais precisar carregar as verduras até a cidade.

BURRO: É você descansa e eu carrego as cargas, que vida.

SEU ANTÔNIO: Ai amigo, chegamos, aqui é sua casa e ai está sua comida.

SEU ANTÔNIO: Levanta burro, vamos para a cidade levar as verduras para a feira.

BURRO: Ai, que infeliz que sou! Tenho que acordar todos os dias cedo para carregar verduras. Ai que triste sorte a minha!

DONA SORTE: Oi burro! Estou com pena de você,vou arrumar outro trabalho para você.

BURRO: Que bom dona sorte, eu já não agüento mais esta vida.

DONA SORTE: Burro este é seu trabalho você vai ficar aqui dentro vigiado estes couros.

BURRO: Só isso dona sorte, que legal.

DONA SORTE: Adeus burro, bom trabalho.

BURRO: Já não agüento mais ficar preso neste lugar escuro e fedendo a couro. Antes era melhor.

BURRO: Dona sorte por favor tenha piedade de mim me ajude.

DONA SORTE: Oi burro! Chamou-me.

BURRO: Sim dona sorte é que não estou agüentando este cheiro de couro e esta escuridão.

DONA SORTE: Bem burro vou arrumar outro serviço para você em uma carvoaria no ar livre, ok.

BURRO: Que sacos pesados, não estou agüentando esta vida, que sofrimento. Antes era bem melhor.

DONA SORTE: Ó! Burro tolo, já perdi a paciência com você. Você pensa que é o único ser do mundo que tem problema?

BURRO: Por favor, tenha misericórdia de mim dona sorte.

DONA SORTE Agora se vire, tenho pedidos muito mais grandes para atender.

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João do Rozario LimaPerfil o autor:

João do Rozario Lima. Filho de Athaydes Martins de Lima e Zita do Rozario Lima. Nasceu e São Gabriel da Palha no Estado do Espirito Santo. Graduado em Pedagogia e Pós Graduado em Psicopedagogia Clinica e Institucional. Atua como Professor das Séries Iniciais no Municipio de Seringueiras no Estado de Rondonia. telefone 069 3623 3196.

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