Três Livros Na Praça
Eu Ouro Preto
Tópicos de História: Arquitetura, Música, Documento, Conservação
Autor: Públio Athayde
Apresentação:
Este livro congrega seis artigos com uma temática comum apaixonante: Ouro Preto. Os olhos do historiador ouropretano convergem para a paisagem, a arquitetura, a música e o povo desta cidade, para as relações destes elementos nos tempos passado e presente de modo inequivocamente passional, mesmo considerada a abordagem metódica e a pretensa erudição.
A paixão, confessa no primeiro artigo (Eu “Ouro Preto”), se desdobra em considerações topográficas sobre os templos coloniais (Adequação retórico-arquitetônica da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto). A mesma paixão visceral que aguça os ouvidos para sons reais e imaginários (Música colonial, cérebro retórico e êxtase religioso) relê a poesia arcádica situando física e politicamente as referências do poeta detrator (As cartas chilenas: carta terceira, notas de leitura). Ainda com os olhos voltados para o passado, e nada é mais presente no passado que a morte, abstrair de algumas lápides os resquícios das paixões de outras épocas é tarefa inglória e fascinante (Aqui jazem os restos do irmão J.F.C. falleciddo), tanto quanto querer apontar nos requícios já arqueológicos da mineração aurífera (Curral de Pedras: abandono e omissão) as tensões vividas em uma época anterior cujas marcas estão por todo lado, cravadas na essência da brasilidade.
A retórica da história clama em coros dissonantes e cada vagido é repleto de significâncias, todas elas se articulando para dar significado ao que somos. Cada olhar sobre a Ouro Preto de outrora completa a visão que temos de nós mesmos, quer como agentes de uma existência em contínua construção, quer como amantes do pretérito edificado em magnífica herança.
As Quatro Estações
Mimeses
Autor: Públio Athayde
Descrição :
Este trabalho apresenta as mimeses transversais entre duas leituras contemporâneas de duas obras do século XVIII e discute a invenção baseada em emulações sobre As Quatro Estações, de Antonio Vivaldi. O engenho focado é um conjunto pictórico capaz de representar simultaneamente as Quatro Estações como ciclo temporal e metáfora das fases da vida. A composição pictórica integra elementos formais da iconografia antiga a elementos da linguagem plástica contemporânea tendo como referenciais: a iconografia de Cesare Ripa e o trabalho de Amílcar de Castro. A proposta inclui aspectos transdisciplinares entre poesia, a música e a pintura. Uma das leituras, a literária, feita nos últimos anos do século passado, e outra o Programa Iconográfico, mais recente ainda, dos primeiros anos do XXI. Essa sobreposição de mimeses, além da emulação entre artes distintas, compreende a transversalidade da leitura interpretativa. O objetivo do Programa Iconográfico em questão não foi fazer doutrina da percepção sensorial, estética ou intersemiológica. A pretensão foi a da produção artística. Ao cabo do processo, esse livro discute a investigação que resultou na pintura e os resultados dela.
Articulando
Autor: Públio Athayde
Descrição :
Coletânea de artigos. Alguns são artigos leves, outros bem mais profundos. Alguns têm origem em trabalhos acadêmicos e foram simplificados para essa edição, estando disponíveis inclusive pela internet, suas versões completas e anotadas. Há artigos bem recentes e outros de mais de dez anos. Novo livro publicado. Não necessariamente novos textos, pois se trata de uma coletânea de Públio Athayde: "Juntei alguns artigos espalhados (mentira: estavam todos na mesma pasta do computador), selecionei bastante (outra mentira: coloquei tudo que era pertinente) e organizei esse livrinho eletrônico com o que prestava (ou eu pensei assim). O bacana é a facilidade, o baixo custo (zero) e a provisoriedade: tudo pode e vai ser revisado montes de vezes e nunca estará perfeito."
Estes e muitos outros podem ser adquiridos no Clube de Autores.
(Artigonal SC #1509005)
A história de Amélia Sanches Daniel, uma das maiores educadoras do interior paulista...Confira!
O texto, desenvolvido para a disciplina de História Social do Brasil em 2008, divide-se em quatro partes: a primeira faz um resumo breve do conteúdo de Raízes do Brasil, a segunda descreve aspectos da vida pessoal e intelectual de Sérgio Buarque de Holanda, a terceira promove um diálogo com outras obras historiográficas que abordam fundamentos históricos e teóricos do livro e, por fim, na última parte faço uma avaliação pessoal sobre a leitura de Raízes do Brasil.
Breve biografia e obras do autor
Várias são as críticas apontadas para nossas obras literárias. Partindo do pressuposto de que nada é absoluto e que uma crítica realizada de forma errônea pode afastar para sempre nosso leitor, buscamos entender alguns métodos utilizados por nossos críticos para avaliação das mesmas.
Cristina Guedes desenvolve neste artigo ferramentas para o leitor expandir horizontes e ainda mostrar sua grandiosidade diante das adversidades da vida.
Em muitas pesquisas realizadas, a maioria dos seus participantes revela que a intimidade com outros seres humanos é, isoladamente, o aspecto mais gratificante da vida. E qual é o prognóstico do mecanismo de casamento que a despeito dos seus inúmeros modelos, percursos e de, por vezes, estar desacreditado, freqüentemente esteve relacionado ao amor, ao menos para a sociedade ocidental? Será que o amor e os estados a ele relacionados, como a paixão, por exemplo, sempre foram tão valorizados?
Homenagem aos encantos femininos. Poesia dedicada a mulher em sua magnetude. Um dos momentos de maior inspiração do autor.
A criação de um poema imortal se faz com sangue.
“Quando você Sonhar em Ser diferente, pense que sonhar com aquilo que você queria Ser é desperdiçar o que você É”.
"Um vampiro psíquico só fala a verdade quando fala para si mesmo."
Acróstico em homenagem ao inesquecível, talentoso e mui amado amigo, o poeta Rômulo José Ferraz, por sua singular escrita na jornada terrena pessoal, intelectual e humana. Eis o meu louvor!
Uma incursão xamânica, além, muito além...
O presente artigo discute o mito heróico presente no romance Ubirajara, de José de Alencar.
Bom, tratarei sobre o que gosto e vivo.
Pluralismo é um conceito interessante, normalmente restrito a cientistas políticos; de um modo geral, as pessoas expressam as ideias inerentes ao conceito de pluralismo com a palavra democracia. Pluralismo é mais amplo, e compreende a inserção de grupos e pessoas, de formas mais ou menos equalitárias.
Aproveitando a novidade das edições sob demanda, estou publicando bastante. Apresento aqui três dos diversos livros que estou lançando, convido todos a conhecerem esta boa nova.
O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Espera-se que aqui se encontrem algumas indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
Outro livro disponível para compra pelo sistema de impressão sob demanda! Estou preparando para disponibilizar todos meus trabalhos. Com com o apoio de meus leitores, milhares, que se dispuseram a ler meus trabalhos nas versões e-book. Agora eles podem ser impressos!
Não se pode prever, assim de improviso, uma vitória esmagadora da candidata tão somente por estar atrelada firmemente ao líder carismático do PT. Nova vertente inserida no contexto sucessório, a resolução tirada há tempos atrás pelo TSE, a partir da reivindicação de um dos partidos, limita a possibilidade da multiplicidade de coalizões, unificando-as em nível nacional.
Há 30 anos havia ditaduras em praticamente toda a América Latina; há 10 anos a AL era amplamente democrática. Que temos agora? Bolivarismo.
Engraçado como as pessoas “torcem” em política com a mesma irracionalidade que no futebol ou no turfe! A grande confusão está no conceito de vencer a eleição. Uma vitória eleitoral pode ser simplesmente a divulgação de um projeto, a consolidação de um partido, a afirmação de uma ideia.
A taxonomia política é a arte de comparar os políticos a animais, de acordo com seus comportamentos. Os répteis do Senado se dividem em três subordens: sáurios, qulônios e ofídicos com alguns hibridismos e quimeras momentâneas.

