Marketing Ambiental: Uma Análise Da Capacidade De Influência Na Decisão De Compra Do Consumidor Final

Publicado em: 16/12/2008 | Comentário: 0 | Acessos: 2,646

1 Introdução



O século XXI tem sido marcado por uma evolução ambiental, pois trata-se da fonte de matéria prima que atende uma crescente demanda, sendo de bens duráveis e não duráveis devido ao fator de  consumismo das sociedades.  O Brasil, por exemplo, possui relevância na dinâmica populacional e que vem passando por mudanças no seu perfil, sendo em atitudes e expectativas. Deve-se ressaltar que este crescimento não se dá de forma igualitária e não beneficia uniformemente todas as categorias de bens e serviços, até porque, existe o fator sócio-econômico que define o poder de compra do consumidor. Mediante tal situação, torna-se fatídico o surgimento de novas categorias como reflexos das mudanças nas atitudes e expectativas do consumidor, e com isso, muitas marcas de produtos de consumo poderão perder espaço se não souberem interpretar e acompanhar as mudanças de um novo mundo (GRACIOSO, 2007).


Uma das mudanças abordadas no cenário atual mundial é a contínua preocupação com a condição ambiental do planeta, isto demonstrado quase que automaticamente pelos meios de comunicação e mídia em geral, além é claro de abordagens sistemáticas nos sistemas de ensino em geral e este, mesmo que de forma empírica, já se encontra num processo de mudança de postura sendo que a questão ambiental é responsabilidade social e que todos os ramos da sociedade como governo, associações, sindicatos, civis e empresas têm responsabilidade sobre ela (PEREIRA, 2004).


Como prova desta responsabilidade, a economia por muitos anos condicionou o meio ambiente, visto que é deste que é retirado praticamente toda matéria prima que move uma sociedade, mas, no entanto, hoje é o meio ambiente que vem condicionando o mercado e a economia em geral (COMUNE, 1993). Diante do exposto, é natural que o ser humano (consumidor) se atente a tal situação e é justamente no mercado desta nova realidade percebida que algumas empresas têm procurado explorar, uma situação global, mas que representa aos mais atentos oportunidades de negócios, ou seja, o marketing ambiental.


Pereira (2004, p.3) afirma que:                                   


Qualidade não é apenas diferencial competitivo, é obrigação. Conquistar a fidelidade dos clientes está cada vez mais difícil, obrigando empresas a diversificarem seus produtos e serviços, com marketing personalizado, estando a preocupação ambiental definitivamente inserida nos processos, produtos e serviços.



Muitas das empresas, diante deste novo cenário, estão preocupadas com a sua imagem junto ao mercado consumidor e uma das formas de demonstrar essa preocupação é abordar temáticas sócio-ambientais, o que vem ganhando destaque semelhante ao das estratégias para atingir objetivos econômicos. Assim sendo, este trabalho objetivou efetuar um balanço direcionado pelas variáveis sócio-econômicas de consumidores dentro de uma nova realidade associada à percepção de novos valores de empresas que produzem, mas ao mesmo tempo se preocupam com os impactos ambientais gerados e constituem formas alternativas nessa conduta, isto de forma a verificar se esta nova conduta adotada por algumas empresas influencia na decisão de compra do consumidor final.



2 MARKETING



Marketing corresponde a um processo administrativo e social pelo qual indivíduos e organizações obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação e troca de valor com os outros. Então, marketing é entendido como o processo pelo qual as empresas criam valor para os clientes e constroem fortes relacionamentos com eles para capturar seu valor em troca (KOTLER, 1999). Para a AMA (American Marketing Association - Nova definição de 2005), Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado.


Com base nas definições anteriores percebe-se que o marketing representa uma estratégia institucional e que busca uma aproximação com o consumidor de forma a fortalecer uma relação comercial. A questão é, como encontrar soluções que favoreçam tal? Sabe-se que o ponto de partida são os indicativos que o mercado proporciona, logicamente aproveitando questões situacionais e que sejam de fácil percepção para o consumidor, este que, de forma teórica, se mostra casa vez mais atento a suas necessidades, desejos.


 Marketing é mais do que uma forma de sentir o mercado e adaptar produtos ou serviços, é um compromisso com a busca da melhoria da qualidade de vida das pessoas, e, portanto, o sentido do marketing baseia-se na busca de soluções racionais para o problema de tornar competitivos produtos que de uma forma dou de outra terão que incorporar no preço os custos ecológicos, o que cria a necessidade do entendimento dos problemas ambientais, que acabarão levando de qualquer forma a mudança de comportamento dos consumidores, das empresas e conseqüentemente do próprio marketing (COBRA, 1992).


Diante deste novo cenário mundial faz-se necessário entender o mercado, e para tanto, entender os clientes. Assim, algumas definições importantíssimas no mercado devem ser interpretadas como exemplo, as necessidades humanas que muito das vezes representam situações de privação percebida e, dentre estas, algumas necessidades básicas sendo físicas, de alimentação, vestuário, abrigo, necessidades sociais e etc. Estas condicionantes são apenas elementos básicos da condição humana e passíves de serem exploradas (KOTLER, 1999).


Outra situação importante a ser observada nos competitivos mercados consumidores é a demanda, esta que é apoiada pelo poder de compra, ou seja, associada a desejos e recursos. Os desejos; caracterizados como a forma que as necessidades humanas assumem quando são moldadas pela cultura e pela personalidade individual. Estes são compartilhados por uma sociedade e são descritos em termos de objetos que satisfarão as necessidades. Considerando seus desejos e recursos, as pessoas demandam produtos com benefícios que lhes darão melhor conjunto de valor e satisfação.


Os clientes são passíveis de valor e satisfação com produtos. A questão é que geralmente existe uma grande quantidade de produtos e serviços capazes de satisfazer uma determinada necessidade do cliente. Os clientes formam expectativas em relação ao valor e a satisfação. O mercado é o conjunto de compradores potenciais de um produto que compartilham de desejos ou uma necessidade, associada a uma satisfação (KOTLER, 1999).


                                



2.1 O marketing ambiental



            A Lei 6.938/81 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente) define e considera o que se entende por meio ambiente, considerando-o “o conjunto de condições, leis, influencias e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.


Tal definição é ampla, uma vez que a legislação generaliza a tudo que possua vida, mas a figura humana não é citada explicitadamente. No caráter estritamente econômico, o homem aparece à parte do meio ambiente, como se o mesmo não fosse parte constituinte do mesmo, uma visão similar ao Marxismo capitalista, como aglutinação de capital e o meio ambiente expresso como fonte geradora de matéria-prima inesgotável (CRUZ, 2007).


Sabe-se que esta visão já foi abdicada e a problemática ambiental, principalmente no que diz respeito à escassez de recursos naturais, vem contribuindo para uma nova filosofia de sobrevivência mundial e daí, surge à preocupação de governantes e empresas de vários setores em torno de alternativas que conduzam ao uso racional dos recursos naturais de forma sustentável. A cultura dos povos está ligada diretamente ao comportamento de sua população, seja por valores, crenças, hábitos, comunicação etc, portanto ela é aprendida em sua essência e atua condicionalmente na conduta de compreender o comportamento do consumidor no ato da compra e consumo de produtos e serviços (ENGEL et.al, 2000). A questão ambiental vem acumulando valores expressivos no cotidiano das pessoas e utilizar produtos que não agridem diretamente o meio ambiente já é uma realidade em vários setores da economia mundial tais como a utilização de papel reciclado, minimização do uso de madeiras, o incentivo de compra para produtos que ao serem desprezados na natureza não contaminam o solo, a água e o ar e esse apelo das empresas, ressoa como um suspiro para salvar o planeta e ao mesmo tempo alavancar suas vendas com produtos certificados de normas internacionais de não agressão ao meio ambiente.


 Para as empresas que assumem cuidados para com o meio ambiente significa hoje maior competitividade, seja esta para atrair consumidores internos, mais e consciente, seja para adequar as especificações de mercado com maiores exigências ambientais, tendo em vista em alguns casos, as exportações (CASTRO, 1996).


O marketing ambiental consiste em todas as atividades designadas para gerar e facilitar qualquer troca com o objetivo de satisfazer os desejos ou necessidades humanas, desde que a satisfação dessas necessidades e desejos ocorram com um mínimo de impacto prejudicial sobre o meio ambiente (DIAS, 2007).


Empresas que preocupam com o meio ambiente vêem intensificando suas estratégias de marketing ambiental visando uma melhor maneira de atingir seus objetivos, além dos incentivos fiscais elas tem outros interesses comuns que é o reconhecimento do consumidor de uma empresa amiga do meio ambiente, que não pensa somente no lucro insaciável de seus executivos, mas sim na auto-sustentação de sua produtividade sem depender diretamente da natureza.  Essa conscientização abre uma discussão ampla para a sociedade sobre “porque muitas empresas não seguem esse mesmo exemplo”? Esta questão emblemática diferencia e atua como um divisor de águas para o consumidor no ato da compra.


              Hoje, todos os ramos de atividades de uma sociedade trabalham com o lema ambiental de preservar para as gerações futuras, e este lema pode representar, mesmo que de forma intrínseca, uma satisfação ou mesmo, uma necessidade. Sabe-se que a questão ambiental implica diretamente no social, na economia e etc. e o marketing ambiental pode representar uma tentativa de aproximação do homem (consumidor) com a empresa, utilizando-se como viés, a demonstração de sensibilização/preocupação a natureza (ENGEL, 2000).


Grandes empresas estão cada vez mais envolvidas com esse projeto de conscientização através de programas ambientais e sociais. Dentre algumas pode-se citar a Vale, Fundação Bradesco, Ypê, Petrobrás, Natura e outras que estão explorando essa possibilidade, transmitem a seus consumidores a importância de se preservar e apoiar projetos de grande alcance com laços de fraternidade e cidadania.


Tal estratégia pode significar uma tentativa de sustentação de imagem, fazendo com que o cliente tenha fácil acesso a produtos aumentando sua demanda. O ser humano é passível de crença, de luta, e isto por razões diversas pelo que acredita dia-a-dia. De certa forma, a tecnologia, o mundo moderno, faz com que os homens se tornem monólogos, provocando uma diminuição das relações sociais, ou seja, dialoga-se menos e não se interage com a sociedade (SANTOS, 1997). Ao desenvolver estratégias de marketing, precisa-se diagnosticar quais peculiaridades as pessoas têm calcadas na razão, no intelecto, na comparação de lucros e perdas, nos processos de aprendizagem e generalização. Um dos princípios do marketing é fazer com que o consumidor obtenha satisfação na aquisição de produtos, ou seja, benefícios e prazer; e perante isso, surge uma necessidade de se estabelecer variedades que atendam aos diversos tipos de consumidores (KOTLER, 1999).


Sabe-se que em uma rede de lojas sempre haverá variações demográficas em termos de renda, sexo, idade, etc. dos consumidores que estarão fazendo suas compras em cada uma destas. A variedade e o sortimento, então, podem ser diferentes para cada uma das lojas de uma rede, seja em termos de com quais categorias trabalhar, que faixas de preço de produtos devem ser vendidos ou mesmo quais cores, estilos e tamanhos são mais apropriados para os públicos-alvos. Além da simples exposição, é necessário planejar as exposições mais qualificadas, ou merchandising, o que nada mais é do que ações de marketing. O varejo preocupa-se com a necessidade dos clientes e geralmente prepara as lojas de acordo com o perfil de seus consumidores (GRACIOSO, 2007).




3 Metodologia



A objetivo de uma pesquisa é suscitar respostas para questões mediante aplicação de métodos científicos, e desta forma, os processos estatísticos permitem obter de conjuntos complexos, representações simples e constatar se essas verificações simplificadas têm relações entre si. Assim, o método estatístico significa redução de fenômenos sociológicos, políticos, econômicos e etc. a termos quantitativos e esta manipulação permite comprovar as relações dos fenômenos entre si e obter generalizações sobre sua natureza, ocorrência ou significado (LAKATOS, 2006).


Uma pesquisa pode ser efetuada verificando a freqüência com que determinado item ou fenômeno é relacionado com a resposta, enfim, o número de vezes que a variável testada aparece na pesquisa. Portanto, o referido estudo caracteriza-se como um estudo de caso baseado na metodologia quantitativa com aplicação de questionários estruturados a uma amostragem pré-definida abordando variáveis sócio-econômicas de forma a traçar o perfil dos clientes que são influenciados pelo marketing ambiental e daqueles que não os são e o porquê não (TRUJILLO, 1974).


A amostragem trabalhada neste estudo foi definida de acordo com a região administrativa Leste da Cidade de Belo Horizonte/MG. Optou-se por trabalhar nesta regional por se tratar de uma região diversificada em se tratando de classes sociais segundo dados do IBGE (Censo Demográfico do ano de 2000). A amostragem foi definida trabalhando com uma margem e segurança de 94% e desvio padrão igual a 1,96. Portanto, foram necessários 266 questionários (anexo A) de pesquisa estruturados aplicados a consumidores finais em supermercados ente os dias 04 à 11 do mês de Outubro de 2008 (STEVENSON, 1981).



4 Resultados



A coleta dos dados para este estudo se deu no mês de outubro de 2008, sendo os entrevistados abordados de forma aleatória, desde de que obtivessem idade acima de 15 anos. Da tabulação e organização dos dados coletados através dos questionários, foram ressaltadas informações que permitem evidenciar o perfil sócio-econômico dos entrevistados. Neste caso, no que se refere ao sexo dos entrevistados, sobressaiu-se o público feminino com 62,2% da amostragem, ficando o público masculino com 33,8%. O percentual feminino evidencia o poder de decisão na aquisição de produtos do cotidiano, uma vez que tal pesquisa se passou em supermercados.


Na faixa etária dos entrevistados, predominaram aqueles com idade acima de 51 anos, como se verifica na figura 01 abaixo, seguidos do público entre 41 a 50 anos com 19,5%. A escolaridade (figura 02) estabeleceu-se com o público de 2º grau completo, seguido do público com 3º grau incompleto representado 16,9% e as pessoas de nível superior completo, com 15,8%.






 
 
 
 
 
 


 
 



 


 






Figura 01: Faixa etária da amostragem


Fonte: Pesquisa de campo, 2008.







 
 






Figura 02: Escolaridade da amostragem


Fonte: Pesquisa de campo, 2008.







 



 














 


No que tange a renda familiar dos entrevistados, ressalta-se aqueles com maiores percentuais sendo público de 2 à 5 salários mínimos (mês), atingindo um percentual de 42,9%, seguidos pelo público com renda mensal familiar de 5 à 7 salários mínimos (19,5%). O público com renda de 1 à 2 salários mínimos atingiu 12% dos pesquisados.   

Dentre as informações suscitadas, procurou-se também investigar a freqüência com que os entrevistados vão aos supermercados e a grande maioria respondeu que freqüentemente, atingindo um percentual de 46,6%, seguidos de raramente com 25,6% e por último, aqueles que vão diariamente, correspondendo a 27,8%.


            Traçado o perfil socioeconômico da amostragem, verifica-se agora o acesso do marketing ambiental ou ecológico aos mesmos. Os resultados evidenciam que esta área ainda é pouco explorada ou divulgada pelas empresas, uma vez que os resultados demonstram que 59,4% (tabela 01) dos entrevistados nunca ouviram falar a respeito de tal assunto.








Tabela 01


Freqüência de conhecimento do marketing ambiental e fonte de acesso à informação









Onde o sr(a) se lembra de já ter visto propagandas de produtos de consumo direcionadas à questão ambiental ? 1º opção




Total






Não se aplica/desconhece marketing ambiental




TV




Rádio




Revistas / jornais




Internet




loja carrefour




Na faculdade


/escola






O sr(a)  já ouviu falar sobre marketing (propaganda) ambiental em produtos do uso do cotidiano?




Sim




0




25,2%




1,5%




8,6%




3,0%




0,4%




1,9%




40,6%






Não




59,4%




0




0




0




0




0




0




59,4%






Total




59,4%




25,2%




1,5%




8,6%




3,0%




0,4%




1,9%




100,0%















Fonte: Pesquisa de campo, 2008.







 





            Os dados da tabela acima evidenciam que a abordagem ambiental nos produtos de consumo diário ainda necessitam de um amplo caminho a ser percorrido, visto isso que, de acordo com a própria AMA (2005) define que o marketing é um conjunto de processos que evolvem a criação e a comunicação. No quesito comunicação, os dados revelam que o meio mais eficaz é a TV seguida dos jornais e revistas no sentido da divulgação, evidenciando que o marketing é uma forma de sentir o mercado e adaptar produtos ou serviços de forma a tornar os produtos que fazem uso do marketing ambiental competitivos.


            Dentre o percentual de entrevistados que menciona já ter ouvido falar sobre marketing ambiental, os resultados que mais se evidenciaram foram os produtos de limpeza da marca Ypê como detergente (13,5%) e o sabão com 5,3%.  Outras empresas que fazem uso deste recurso (marketing ambiental), também foram mencionadas na pesquisa como a Vale (mineradora) com 3,4%, bancos como Bradesco (1,9%) e Brasil com 0,4%, Natura (cosméticos) com 1,9% e a Faber Castel com 1,1%.


            Como já mencionado, a questão ambiental vem ganhando destaque no cenário nacional e mundial, restando saber se o propósito do marketing ambiental de fato sensibiliza as pessoas, ou seja, o cidadão consumidor. O marketing é entendido como o processo pelo qual as empresas criam valor para os clientes e constroem fortes relacionamentos com eles para capturar seu valor em troca (KOTLER, 1999). Neste sentido, os resultados apontam para um resultado positivo como se pode averiguar na tabela 02 abaixo.


Tabela 02


Freqüência da sensibilização do marketing ambiental










As empresas que promovem a preocupação com o meio ambiente na produção de seus produtos, sensibiliza o sr.(a)?




Total






Sim




Não






Porquê?




Porque temos de cuidar do meio ambiente (equilíbrio do planeta)




15,4%




0,0%




15,4%






Para diminuir o impacto ambiental




3,0%




0,0%




3,0%






Importante este tipo de preocupação pelas empresas




6,8%




0,0%




6,8%






Porque as empresas pensam no futuro do planeta (preservação)




21,8%




0,0%




21,8%






Não presta atenção nestas coisas




0,0%




2,6%




2,6%






Preocupação com o bem estar de todos (responsabilidade social)




5,3%




0,4%




5,6%






Preservação é responsabilidade de todos




9,4%




1,1%




10,5%






Assunto pouco divulgado




0,0%




2,6%




2,6%






Por causa do aquecimento global e outras catástrofes




0,8%




0,0%




0,8%






Não sabe se é verdade




0,4%




1,1%




1,5%






È obrigação das empresas




0,4%




2,3%




2,6%






As vezes é mais caro e não pode comprar




0,4%




0,0%




0,4%






Forma de melhorar a venda (consumo)




0,4%




1,9%




2,3%






Para melhorar nosso ar




0,4%




0,0%




0,4%






Falando do assunto as pessoas acabam se comovendo




3,8%




0,0%




3,8%






Pura propaganda/demagogia




1,1%




3,8%




4,9%






Nem todas as empresas são verdadeiras




0,4%




0,4%




0,8%






Fazem a propaganda e não usam embalagens recicláveis




0,0%




0,8%




0,8%






Modismo




0,4%




1,1%




1,5%






Não sabe




1,9%




0,4%




2,3%






Não respondeu




6,8%




3,0%




9,8%






Total




78,6%




21,4%




100,0%
















Fonte: Pesquisa de campo, 2008.







 





Dentre os resultados observa-se que aquelas empresas que fazem uso do marketing ambiental conseguem uma maior aproximação com os clientes, mas destaca-se também que parte da amostragem considera o assunto pouco divulgado. Interessante ressaltar que parte desta mesma amostragem possui senso ambiental crítico, pois consideram que cuidar do meio ambiente é obrigação de todos, ou seja, não colocando as empresas como “á parte do ambiente”, mas sim como constituintes do mesmo, portanto, passíveis de responsabilidades igualitárias.


Como já mencionado, o marketing ambiental busca estimular o consumidor no intuito de facilitar a troca (produto) no sentido de atender os desejos ou necessidades humanas, mas que isso ocorra com o mínimo de impacto ao meio ambiente (DIAS, 2007).  O resultados deste estudo evidenciam tal questão, perguntado aos entrevistados se no ato da compra de algum produto, o marketing ou a propaganda ambiental (preocupação ambiental demonstrada pela empresa) influencia na sua decisão de compra, 47,7% disseram que sim. Agora, cabe ressaltar que mais da metade dos entrevistados (52,3%) disseram que não, o que deixa claro que este ramo ainda necessita de uma ampla progressão.


Como de uma forma geral os percentuais acima não possuem uma discrepância elevada, é possível verificar um certo equilíbrio nas opiniões quando do marketing ambiental poder ou não influenciar na decisão de compra mesmo estratificando por renda, idade e faixa salarial (tabelas em anexo (B)).


Por outro lado, o sentido de minimização de impactos ambientais trabalhado pelas empresas atrai ou sensibiliza os consumidores, pois perguntado aos entrevistados se as empresas que utilizam somente matéria prima certificada como, por exemplo, o "selo verde" teria maior credibilidade do mesmo no ato da compra de seus produtos, 67,3% disseram que sim, com 32,7% respondendo que não.



5 Conclusão



Os resultados num sentido amplo demonstram que o “marketing ambiental” é percebido de uma forma pouco expressiva pelo cidadão consumidor, tanto que a maioria dos entrevistados desconhecem ou nunca ouviram falar sobre o marketing ambiental, o que serve de alerta para aquelas empresas que fazem uso ou das que pretendem fazer uso do marketing ambiental. O meio de acesso ou, forma de propaganda mais eficaz de mensagens atreladas a produtos de consumo com a questão ambiental é a televisão seguida de informações impressas em jornais e revistas. A Tv por ser hoje um bem de consumo de fácil acesso à toda população e a propaganda impressa, por ser relativamente de médio custo.


Os pontos positivos ressaltadas nesta pesquisa enfatizam que a preocupação ambiental por parte das empresas, mesmo que sob forma de marketing, sensibilizam boa parte dos consumidores, principalmente aquelas empresas que fizerem uso de matéria prima certificada, como exemplo, ser certificada com o “selo verde”, uma espécie de autorização dos órgãos ambientais.


Este fator poderia de certa forma servir como diferencial para empresas, ou seja, explorar a questão da certificação, pois muitos daqueles que não se mostram sensibilizados com a propaganda das empresas, atribuem a “questão ambiental” como de responsabilidade de todos os setores da sociedade ou então convivem com a desconfiança popular considerando as propagandas neste sentido como demagogia ou pura estratégia de marketing para impulsionar as vendas.


Esta desconfiança juntamente com a falta de informações a respeito de tal é refletida diretamente na percepção dos consumidores, pois a maioria dos entrevistados não se sensibilizam apenas com o marketing, mas se este tiver atrelado a uma autorização de órgãos ambientais, esta aceitação sobe consideravelmente. De uma forma geral, este estudo evidenciou que boa parte dos entrevistados não se reconhecem como parte integrante do ambiente, ou seja,   possuem uma visão de caráter estritamente econômico, uma visão momentânea, locacional. Esta dissonância perceptiva é um ponto a ser fortemente trabalhado pelo marketing ambiental, pois tais fatores correspondem a peculiaridades das pessoas e que boa parte são fundadas na razão, no intelecto e na comparação.










6 Referências



AMA (American Marketing Association). Disponível em <www.marketingpower.com> Acesso em 30/06/2008.



CASTRO, Newton. A questão ambiental: o que todo empresário precisa saber. Brasília: SEBRAE, 1996.



COBRA, Marcos. Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 1999.



CRUZ, L. C. Valoração Ambiental do Parque Municipal das Mangabeiras, BH, MG. Dissertação de mestrado. FEAD-Minas.2007. Impresso.



DIAS, Reinaldo. Marketing Ambiental: Ética, responsabilidade social e competitividade nos negócios. São Paulo: Atlas, 2007.



ENGEL, J. F.; BLACKWELL, R. D.; MINIARD, P. W. Comportamento do Consumidor. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.



GRACIOSO, Francisco. Marketing estratégico: planejamento orientado para o mercado. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2007..



Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo Demográfico do ano 2000. Disponível em <www.ibge.gov.br>. Acesso em 07/08/2008.



KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999..



LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa: Planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2006.



Lei 6.938/81 - Lei da Política Nacional do Meio Ambiente          



MAY, Peter H. / SERÔA da MOTTA, Ronaldo (Organizadores). Valorando a Natureza – Análise Econômica para o Desenvolvimento Sustentável. Capitulo 4 - COMUNE, A. E. Meio ambiente, economia e economistas / Uma breve discussão. Editora Campus, Rio de Janeiro, 1993.



PEREIRA, R. S. Marketing Ambiental. Congresso Brasileiro de Administração, 2004. Artigo impresso, página 3.



SANTOS, Milton. Pensando o espaço do homem. São Paulo: Hucitec, 1997.



STEVENSON, William J. Estatística Aplicada a Administração.  Editora Harbra, São Paulo, 1981



TRUJILLO, Alfonso F. Metodologia da ciência. 3. ed. Rio de Janeiro: Kennedy, 1974.


























Anexo A – Questionário aplicado












Bom dia/tarde/noite. Meu nome é ...... , estou efetuando uma pesquisa de cunho científico para um curso de pós graduação.  Gostaria de lhe fazer algumas perguntas, é possível?








 



 




 




Questionário número: ______________                   Data:________________


01 - Nome do pesquisador: ____________________________________________________________


02 - Nome do entrevistado: ____________________________________________________________


03 - Sexo do entrevistado.


01-Masculino              02-Feminino                                                                                                               (     )


04 - Qual a sua faixa etária?


01 - 15 a 20 anos





02 - 21 a 25 anos


03 - 26 a 30 anos


04 - 31 a 35 anos


05 - 36 a 40 anos


06 - 41 a 50 anos


07 - Acima de 51 anos                                      (     )





05- Escolaridade:





01 - Analfabeto


02 - 1ª a 4ª série incompleto


03 - 1ª a  4ª série completo


04 - 5ª a 8ª série incompleto


05 - 5ª a 8ª série completo


06 - 2º Grau incompleto


07 - 2ª Grau completo


08 - 3º Grau incompleto           


09 - 3º Grau completo


10 - Pós-graduado


11 - Não respondeu                                          (     )





06- Qual a renda total das pessoas que moram na sua casa, somando a sua e a de todos os outros considerando todas as fontes de renda como salários, horas extras, pensões, aposentadorias, etc? (Não inclui empregados domésticos)






01- Até ½ (sm)                              


02- De ½ até 1 (sm)                    


03- De 1 até 2 (sm)                      


04- De 2  até 5 (sm)                    


05- De 5  até 7 (sm)


06- De 7  até 10 (sm)


07- De 10 até 20 (sm)


08- Não sabe


09- Não respondeu                                           (     )






07 - Com que freqüência o sr.a vai ao supermercado?





01 - Diariamente


02 - Freqüentemente


03 - Raramente


04 - Nunca


05 - Não sabe


06- Não respondeu                                           (     )






08 - O sr(a)  já ouviu falar sobre marketing (propaganda) ambiental em produtos do uso do cotidiano?





01 – Sim


02 – Não                                                          (     )






09 – Onde o sr(a)  se lembra de já ter visto propagandas de produtos de consumo direcionadas à questão ambiental ?





01-   TV


02-   Rádio


03-   Revistas, jornais.                                  (     )                                                                 


      04 - Outros:___________ 






10 – Se caso já tenho ouvido falar, poderia citar algum produto?





01- Detergente (ypê)                (    )


02 - Sabão (ypê)                       (    )


03 - Mineradoras (vale)           (    )


04 – Banco (Bradesco)                                     (     )


05 – Outro: _________________                     (     )


80 – Não se lembra                                           (     )





11 – As empresas que promovem a preocupação com o meio ambiente na produção de seus produtos, sensibiliza o sr.a?


01 – Sim                                                                        02 – Não                                                           (     )


11 – Porquê?


___________________________________________________________________________________






12 - No ato da compra de algum produto, o marketing ou a propaganda ambiental (preocupação ambiental demonstrada pela empresa) influencia na sua decisão de compra?






01 – Sim


02 – Não                                                        (      )






13 – As empresas que utilizam somente matéria prima certificada como por exemplo o “selo verde”  teria maior credibilidade do  sr(a). no ato da compra de seus produtos?




01 – Sim                                                                        02 - Não                                                (     )

















Anexo B


Tabelas estratificas por renda, escolaridade e faixa etária.








Anexo B1


No ato da compra de algum produto, o marketing ou a propaganda ambiental (preocupação ambiental demonstrada pela empresa) influencia na sua decisão de compra?




Total






Sim




Não






Qual a renda total das pessoas que moram na sua casa, somando a sua e a de todos os outros considerando todas as fontes de renda como salários, horas extras, pensões, aposentadorias, etc? (Não inclui empregados domésticos)




De ½ até 1 (sm)




1,5%




0,8%




2,3%






De 1 até 2 (sm)




4,1%




7,9%




12,0%






De 2  até 5 (sm)




21,8%




21,1%




42,9%






De 5  até 7 (sm)




9,4%




10,2%




19,5%






De 7  até 10 (sm)




3,8%




5,3%




9,0%






De 10 até 20 (sm)




2,6%




1,9%




4,5%






Não sabe




3,4%




3,8%




7,1%






Não respondeu




1,1%




1,5%




2,6%






Total




47,7%




52,3%




100,0%






Anexo B2


No ato da compra de algum produto, o marketing ou a propaganda ambiental (preocupação ambiental demonstrada pela empresa) influencia na sua decisão de compra?




Total






Sim




Não






Escolaridade




Analfabeto




0,8%




0,4%




1,1%






1ª a 4ª série incompleto







0,8%




0,8%






1ª a  4ª série completo




1,9%




1,5%




3,4%






5ª a 8ª série incompleto




1,5%




3,0%




4,5%






5ª a 8ª série completo




6,0%




1,1%




7,1%






2º Grau incompleto




2,6%




5,3%




7,9%






2ª Grau completo




16,2%




22,9%




39,1%






3º Grau incompleto




8,3%




8,6%




16,9%






3º Grau completo




8,3%




7,5%




15,8%






Pós-graduado




2,3%




1,1%




3,4%






Total




47,7%




52,3%




100,0%






Anexo B3


No ato da compra de algum produto, o marketing ou a propaganda ambiental (preocupação ambiental demonstrada pela empresa) influencia na sua decisão de compra?




Total






Sim




Não






Qual a sua faixa etária?




15 a 20 anos




4,9%




6,4%




11,3%






21 a 25 anos




6,4%




9,4%




15,8%






26 a 30 anos




6,0%




9,0%




15,0%






31 a 35 anos




4,5%




4,5%




9,0%






36 a 40 anos




4,9%




4,1%




9,0%






41 a 50 anos




11,3%




8,3%




19,5%






Acima de 51 anos




9,8%




10,5%




20,3%






Total




47,7%




52,3%




100,0%






(Artigonal SC #686991)

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    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/marketing-artigos/marketing-ambiental-uma-analise-da-capacidade-de-influencia-na-decisao-de-compra-do-consumidor-final-686991.html

    Palavras-chave do artigo:

    Percepção

    ,

    Comportamento do consumidor

    ,

    Marketing ambiental

    Olimpio Araujo Junior

    Para entender como as marcas e as grifes influenciam a decisão de compra é essencial que o profissional de marketing compreenda o comportamento do consumidor em relação a produtos e serviços. Segundo Everardo Rocha, o consumo é um sistema simbólico que articula coisas e seres humanos e, como tal, uma forma privilegiada de ler o mundo que nos cerca. Através dele a cultura expressa princípios, estilos de vida, ideais, categorias, identidades sociais e projetos coletivos. Ele é um dos grandes inven

    Por: Olimpio Araujo Junior l Marketing l 03/04/2009 l Acessos: 2,553
    IDERLAN SOARES DO NASCIMENTO

    Este artigo aborda o comportamento do consumidor. Aqui mostra-se algumas teorias capazes de identificar a forma de comportamento de compra do cliente.

    Por: IDERLAN SOARES DO NASCIMENTO l Negócios & Admin. > Gestão l 24/09/2008 l Acessos: 32,848 l Comentário: 6

    As pessoas vêm, a cada momento, exercendo seu papel de consumidor. Neste sentido, o seu comportamento de compra tem exercido influência direta nas estratégias e táticas de marketing. A cada momento, ações de atração, retenção e fidelização são exigidas para a continuação do sucesso. Este trabalho visa estabelecer uma visão sobre os principais conceitos que permitem o desenvolvimento de ações acertadas para a obtenção dos resultados.

    Por: Mariana Duarte l Negócios & Admin. > Administração l 13/11/2008 l Acessos: 10,346 l Comentário: 1

    Mostra como o comportamento de compra do consumidor da classe “C” está fortemente influenciado pela tecnologia virtual e a internet. Apresenta uma fonte de dados de como os turboconsumidores se comportam no cenário de compra de um mercado cada vez mais dinâmico e mostra como eles são fortemente influenciados pelos diversos fatores sociais, políticos, econômicos e culturais. O acesso à internet e a web 2.0 trouxeram ao mkt o desafio criar estratégias de divulgação dos produtos para a classe C.

    Por: Rogério Ávila de Araujo l Marketing l 01/12/2008 l Acessos: 495
    Nayara Barbosa Soares Souto

    O que se pode perceber nos novos dias é que o marketing interno é um forte instrumento de mudança e motivação e uma estratégia eficaz para o alcance de objetivos corporativos, com reflexos diretos no aprimoramento da qualidade de relacionamentos da organização. É interessante observar que quando a empresa desenvolve adequadamente o conceito de marketing interno, um dos primeiros reflexos observados como melhoria efetiva não se situa no interior da organização, mas sim em seu exterior, nas relaçõ

    Por: Nayara Barbosa Soares Souto l Negócios & Admin. > Gestão l 27/10/2008 l Acessos: 13,209 l Comentário: 2

    A prática do Marketing de Relacionamento exige capacitação e treinamento dentro da organização. Muitas empresas têm buscado a aplicação do Marketing de Relacionamento sem a devida preparação não gerando os resultados esperados. Apesar das várias maneiras de se preparar para o processo de aproximação dos clientes, várias empresas não obtêm resultados por desconhecerem os caminhos necessários. Acima de tudo, o foco no relacionamento com os clientes passa por todos os setores de uma empresa.

    Por: HERBERT LOPES DA SILVA l Marketing l 16/11/2008 l Acessos: 1,764
    Antomar Marins e Silva

    Como a área de Marketing da empresa pode associar-se a Qualidade para aumentar a competitividade da organização.

    Por: Antomar Marins e Silva l Marketing l 09/01/2009 l Acessos: 1,624
    Marco Antonio Meira

    Parece brincadeira, mas é muito sério! Responda-me com toda sinceridade: como está a apresentação da sua empresa? Como sua empresa se apresenta diante do seu público? Antes que me responda, vamos fazer algumas considerações: Você é um empreendedor ou empresário? Existe alguma diferença entre um e outro? Ao meu ver sim! E muitas.

    Por: Marco Antonio Meira l Marketing l 15/03/2010 l Acessos: 10
    Gabriel Monteiro

    Finalmente, Uma Maneira 100% Comprovada De aperecer nas primeiras pagina dos principais mecanismos de busca em 2 semanas.

    Por: Gabriel Monteiro l Marketing l 09/03/2010 l Acessos: 35
    Palestras de Vendas - Palestrante Prof. Menegatti

    Uma pesquisa confirma que a principal causa da perda de negócios e oportunidades pelas empresas é a insatisfação dos clientes com o atendimento incorreto.

    Por: Palestras de Vendas - Palestrante Prof. Menegatti l Marketing l 08/03/2010 l Acessos: 24

    A Conax apresentou um crescimento contínuo do mercado em 2009 cultivando 15% do mercado de DVB global e assinando a maioria dos contratos globais - pela quinta vez.

    Por: Market Wire l Marketing l 04/03/2010 l Acessos: 12
    Marco Antonio Meira

    Respondam rapidamente: O que é Marketing? Bem! Antes que saiam correndo em busca de respostas difíceis, com termos técnicos totalmente incompreensíveis para a maioria das pessoas e que os "gurus de plantão" adoram utiliza-las, talvez com a intenção de demonstrar seus conhecimentos adquiridos em salas de aulas lotadas de alguma universidade, fazendo com que as pessoas acreditem que realmente trata-se de algo difícil de ser compreendido e aplicado, vamos considerar...

    Por: Marco Antonio Meira l Marketing l 01/03/2010 l Acessos: 85

    Grupo Padrão contrata duas profissionais para sua equipe

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    Conteúdo completo, fácil navegação e newsletter diária estão entre as novidades

    Por: Polyanna Rocha l Marketing l 22/02/2010 l Acessos: 24
    Helio Korehisa

    O IBOPE Inteligência acaba de divulgar os mais recentes números da pesquisa Tendências Imobiliárias, que avalia a intenção de aquisição de imóveis e perfil dos compradores em São Paulo e no Rio de Janeiro.

    Por: Helio Korehisa l Marketing l 21/02/2010 l Acessos: 26
    Júlio César Carvalho

    O presente estudo teve por objetivo analisar se o marketing ambiental pode ser decisivo no processo de escolha do consumidor final no ato da aquisição de produtos/serviços de alguma empresa que se utiliza dessas questões. Foram aplicados 266 questionários, distribuídos entre os dias 4 e 11 do mês de outubro de 2008. Os resultados demonstram o pouco conhecimento por parte dos entrevistados no que diz respeito a marketing ambiental e, conseqüentemente, não influenciando uma parcela significativa de consumidores. Os resultados evidenciam um vasto caminho a ser percorrido para atingir uma maior parcela da população. Uma das estratégias primordiais de ação seria o uso de propagandas atreladas a autorização (certificação) de órgãos ambientais, o que na percepção dos entrevistados soa como credibilidade.

    Por: Júlio César Carvalho l Marketing l 16/12/2008 l Acessos: 2,646

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