Objetivos, Estratégias E Plano De Ação Conectados - Fator Crítico Para O Sucesso Da Empresa
Objetivos, estratégias e plano de ação conectados - Fator crítico para o sucesso da empresa
Toda indústria independente de tamanho ou segmento funciona como se fosse um “ecossistema” formado por clientes, parceiros e fornecedores cuja relação transacional, de compra e venda, determina a dinâmica deste “pequeno mundo” particular no qual a empresa está inserida.
Quem escolhe o fator crítico que determinará o sucesso ou fracasso da empresa é o cliente, não posturas calcificadas de gestores egocêntricos.
Para aumentar suas chances de sucesso nesta relação de troca, a empresa deve compreender profundamente quais os fatores mandatórios aos quais estará subordinada no seu dia-a-dia.
É obrigação do gestor compreender e principalmente agir conforme estes fatores, repetindo, que serão críticos para o sucesso da empresa. Vale relembrar que estes fatores foram impostos, de forma impiedosa e inegociável, por seus clientes sejam eles empresas ou pessoas.
O princípio mais básico a ser obrigatoriamente seguido na elaboração do "plano de negócios" é o da lei da oferta e demanda, correspondente ao segmento em que a empresa escolheu atuar.
Exemplo:
· Presença regional
· Entrega em 24horas
· Comércio eletrônico
· Pessoal técnico certificado
· Linha de crédito e prazo de pagamento flexíveis
· Portfólio de produtos compreensível
· Preço mais do que justo, competitivo!
Uma medida econômica, visto que a empresa vive de resultados e não de entusiasmo, é sempre perguntar para seu “marketeiro” de plantão “PARA QUE?” está investindo dinheiro nesta ou naquela ação de marketing. Certifique-se de que a resposta seja SIM para as três questões abaixo:
1. A ação de marketing está ligada a uma estratégia?
2. A estratégia está ligada a um objetivo?
3. Ambos, objetivo e estratégia, contribuem para missão e visão da empresa?
"Marketing é matemática, não esoterismo , portanto não existe investimento em marketing. Contabilmente marketing é uma despesa, então se certifique que há uma receita como contrapartida independente dos "fantásticos, bem articulados e entusiasmados" argumentos que normalmente seu "marketeiro" ou agência apresentarão para justificar a “grana".
"Keep it simple and stupid."
Apesar desta frase constatar o óbvio, a experiência tem mostrado que a grande maioria das empresas não possui "objetivos nem estratégias", suas ações de marketing formam um conjunto disforme que, como o próprio nome a caracteriza - disforme, não serão compreendidas pelo cliente.
Como diz sabiamente um amigo: “Empresas que não têm um plano, não vendem nada. Elas são compradas por seus clientes que as sangram até sua morte”.
Exija de seu "marketeiro"...
Uma maneira prática de entender o valor agregado no marketing se dá por um conjunto de ações que seguem um plano coerente e consistente que influencia as relações de oferta e demanda dentro do “ecossistema” em que sua empresa atua.
Se seu "marketeiro" não tem tal plano, você não tem um "marketeiro", portanto contrate um imediatamente! Sem ele, não tem perigo de sua empresa dar certo!
TRÊS PASSOS PARA UM PLANO DE MARKETING EFICAZ
1) PRIMEIRO PASSO – “OS OBJETIVOS, que determinam o foco”
Os objetivos da empresa determinam seu foco e devem ser perseguidos por todos: diretores, gerentes e funcionários. Também devem ser reforçados regularmente por meio do salário dos colaboradores que devem estar atrelados aos resultados. (veja conceito SMART mais adiante neste texto.)
Os objetivos, assim como suas métricas, devem ser curtos e claros, além disso, refletir no mínimo em quatro perspectivas: financeira, do cliente, dos processos internos e da organização.
Objetivo 1 : faturar em 2007 - US$1.000M com margem de 10% (financeiro)
Objetivo 2: aumentar o reconhecimento da marca acima de 80% (cliente )
Objetivo 3 : alcançar excelência operacional nos processos internos de marketing, fornecedor, desenvolvimento de produtos, logística, programas socioambientais ...
Objetivo 4: atrair e reter talentos
2) SEGUNDO PASSO – “AS ESTRATÉGIAS, que determinam o que fazer ”
Para cada objetivo existem estratégias “organicamente” relacionadas, que devem também ser curtas e bem definidas. As estratégias ainda não significam o “como fazer”, e sim “o que fazer”.
Objetivo 1 : faturar em 2007 - US$1.000M com margem de 10%
· Estratégia 1.1: crescer em 30% no primeiro trimestre o número de clientes novos.
· Estratégia 1.2: aumentar, no ano, o ticket médio em 10% na base de clientes ativos.
· Estratégia 1.3: conquistar pelo menos dois novos mercados.
Objetivo 2: aumentar o reconhecimento da marca acima de 80% (cliente )
· Objetivo 2.1: manter índice de satisfação dos clientes acima de 90%.
· Objetivo 2.2: lançar nova campanha de comunicação com alcance de no mínimo 80% do público alvo.
Objetivo 3: alcançar excelência operacional nos processos internos de marketing, fornecedor, desenvolvimento de produtos, logística, programas socioambientais
· Estratégia 3.1: processo de logística deve atender em 90% o “nível de serviço”
· Estratégia 3.2: aumentar o portfólio de produtos e serviços. Lançar dois novos produtos no ano.
· Estratégia 3. 3: certificar 20 lideres em 6Sigma.
3) TERCEIRO PASSO – “As AÇÕES, que determinam o como fazer”.
Por sua vez, o plano de ações está relacionado às estratégias e estas, sim, explicam "como fazer". Na escolha das ações devem se levar em consideração duas variáveis. Primeiro, afinidade, e em seguida, dispersão. Estas variáveis ajudam a maximizar o "retorno sobre investimento" de um plano de ações. Quanto maior a afinidade com o público e menor a dispersão, maior a probabilidade de impactar o cliente de forma efetiva.
Objetivo 1 : faturar em 2007 - US$1.000M com margem de 10%
Estratégia 1.1: crescer em 30% o número de clientes novos por trimestre
. Ação 1.1.1 : telemarketing ativo promovendo descontos especiais para experimentação de novos clientes.
. Ação 1.1.2: email marketing promovendo descontos especiais para primeira compra.
. Ação 1.1.3: promover eventos regionais.
. Ação 1.1.4: participar de feiras.
Estratégia 1.2: aumentar o ticket médio em 10% na base de clientes ativa no ano.
· Ação 1.2.1: promover bundles entre produtos da mesma família.
· Ação 1.2.2: aumento de crédito dos clientes ativos.
· Ação 1.2.3: lançar programas de afinidade.
CONCEITO SMART (Peter Druker, The Practical Managment, 1954)
Basicamente, o gerenciamento por objetivos serve para direcionar o que cada colaborador da empresa deve "entregar" na forma de resultado concreto, portanto, é usado para medir sua performance.
Neste processo, o gerente tem a função de “cascatear” os objetivos pela organização e esclarecer qualquer dúvida sobre estratégias, metas e prazos. Além disso, o gerente deve eliminar barreiras para facilitar a execução assegurando que cada colaborador tome suas próprias decisões e encontre o melhor caminho para “entregar” seus resultados.
Conceito SMART: sugere que as estratégias sejam:
eSpecíficas
Mensuráveis
Factíveis (Achiveable)
Realísticas
Tempo definido para execução
(Artigonal SC #386728)
Este trabalho propõe-se a identificar e analisar as características da captação de recursos e da estrutura organizacional do Terceiro Setor. Foi realizado um estudo teórico, buscando-se na literatura temas como terceiro setor, marketing em empresas sem fins lucrativos e a captação de recursos. Os estudos indicam a presença de características estruturais semelhantes entre organizações sem fins lucrativos e organizações estatais e privadas, destacando-se o planejamento e a necessidade de recursos.
Estratégia de comunicação tem por objetivo comunicar de forma clara e compreensiva a proposta de valor da empresa, ou seja, “o que” a empresa, por meio de seus produtos e serviços, tem para oferecer ao seu público-alvo (clientes).
A prática do Marketing de Relacionamento exige capacitação e treinamento dentro da organização. Muitas empresas têm buscado a aplicação do Marketing de Relacionamento sem a devida preparação não gerando os resultados esperados. Apesar das várias maneiras de se preparar para o processo de aproximação dos clientes, várias empresas não obtêm resultados por desconhecerem os caminhos necessários. Acima de tudo, o foco no relacionamento com os clientes passa por todos os setores de uma empresa.
A escolha do tema abordado no presente artigo se procedeu a partir da observação da crescente da necessidade que as empresas possuem, atualmente, em captar novos clientes e da dificuldade em mantê-los como parceiros de seus negócios, sejam produtos ou serviços oferecidos. Nesse sentido, este estudo tem como objetivo principal apresentar a verdadeira eficácia do marketing de relacionamento, como ferramenta estratégica empresarial, na obtenção melhores níveis de competitividade, demonstrando a sua importância também como forma de reter os clientes e/ou consumidores para as organizações. Este artigo pretende demonstrar a importância que o marketing de relacionamento possui para a melhoria dos resultados das organizações e da otimização de suas atividades.
TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA CONSTRUIR UM PLANO DE MARKETING E COMUNICAÇÃO EFICAZ Estratégia de comunicação tem por objetivo comunicar de forma clara e compreensiva a proposta de valor da empresa, ou seja, "o que" a empresa, por meio de seus produtos e serviços, tem para oferecer ao seu público-alvo (clientes). A estratégia de comunicação também deve telegrafar o posicionamento da empresa. Uma combinação entre: a) a identidade da empresa; b) imagem que a empresa tem perante o mercado; e...
O artigo “Licenciamento e Marcas Próprias: Armas da Inteligência” explora a importância de tais institutos como ferramentas de combate à pirataria, onde prioriza-se medidas de cunho “intelectual” no enfrentamento do problema. O artigo é uma continuação do “As Duas Faces do Avanço Intelectual”.
A forma de gerenciamento das academias de ginástica, as quais Toscano (2001) conceitua como centros de atividades físicas onde se prestam serviços de avaliação, prescrição e orientação de exercícios físicos, sob supervisão direta de profissionais de educação física, sofreu alterações ao longo dos tempos. Cada vez mais acirrada a concorrência, devido ao acelerado fenômeno da globalização, porém em alguns momentos podendo diferir de empresa para empresa seguindo os objetivos.
Para identificar a importância do pleno entendimento do processo de desenvolvimento de produtos, escolheram-se as sandálias havaianas, desde os três níveis do produto : Benefício Central, Produto Básico e Ampliado; até as Fases do Ciclo de Vida : Fase de Introdução, Fase de Crescimento e Fase de Maturidade.
Parece brincadeira, mas é muito sério! Responda-me com toda sinceridade: como está a apresentação da sua empresa? Como sua empresa se apresenta diante do seu público? Antes que me responda, vamos fazer algumas considerações: Você é um empreendedor ou empresário? Existe alguma diferença entre um e outro? Ao meu ver sim! E muitas.
Finalmente, Uma Maneira 100% Comprovada De aperecer nas primeiras pagina dos principais mecanismos de busca em 2 semanas.
Uma pesquisa confirma que a principal causa da perda de negócios e oportunidades pelas empresas é a insatisfação dos clientes com o atendimento incorreto.
A Conax apresentou um crescimento contínuo do mercado em 2009 cultivando 15% do mercado de DVB global e assinando a maioria dos contratos globais - pela quinta vez.
Respondam rapidamente: O que é Marketing? Bem! Antes que saiam correndo em busca de respostas difíceis, com termos técnicos totalmente incompreensíveis para a maioria das pessoas e que os "gurus de plantão" adoram utiliza-las, talvez com a intenção de demonstrar seus conhecimentos adquiridos em salas de aulas lotadas de alguma universidade, fazendo com que as pessoas acreditem que realmente trata-se de algo difícil de ser compreendido e aplicado, vamos considerar...
Grupo Padrão contrata duas profissionais para sua equipe
Conteúdo completo, fácil navegação e newsletter diária estão entre as novidades
O IBOPE Inteligência acaba de divulgar os mais recentes números da pesquisa Tendências Imobiliárias, que avalia a intenção de aquisição de imóveis e perfil dos compradores em São Paulo e no Rio de Janeiro.
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O sucesso de sua empresa depende de líderes que “constroem valor para o futuro da organização ao mesmo tempo que executam os objetivos de curto prazo”. Observe este enorme desafio por quatro perspectivas.
Coletar, organizar e refletir sobre as variáveis controláveis e não controláveis que afetam o ambiente de negócio é fundamental para garantir consistência, coerência e finalmente credibilidade para: 1) planejamento estratégico, 2) previsão de vendas e 3) orçamento. Não vá para “guerra” sem estas três ferramentas!
Se seu cliente não te entende, acredite: o problema está na sua empresa! Construir, manter e organizar famílias de produtos e serviços que tenham perfeita afinidade e sintonia com as necessidades do cliente é o grande desafio da empresa. Infelizmente para aquelas que de forma ilusória acreditam que alcançaram tal estado de maturidade, eis a má noticia: não é o suficiente. Uma boa marca se faz através de clientes continuamente satisfeitos.
O líder tem o poder, materializado na forma de atitude, de levar as pessoas a lugares que elas jamais chegariam sozinhas. Identifique os líderes na sua empresa, perguntando-se: - Se eu tivesse que ir pra guerra, quem da empresa eu levaria comigo? Dependendo da resposta você sairia vivo da guerra, já que estaria cercado de pessoas extraordinárias. Caso contrário...
Não importa a temperatura do mercado, elaborar um orçamento cuidadoso é uma atitude prudente que premia o gestor competente que trabalha de forma assertiva pela perpetuação da empresa.
Empresas falham por muitos motivos, mas principalmente por três e, definitivamente, por um único motivo que é absolutamente controlável. Confira quais são neste artigo.
Em tempos de crise uma atitude otimista pode fazer uma diferença brutal no futuro da empresa. Esqueça qualquer teoria e afaste-se dos pessimistas. No entanto, aposte na sensibilidade de gestores empreendedores que quando apoiados num planejamento estratégico e de marketing compreensível podem mudar o destino da empresa, que passa a ter grandes chances de atropelar seus concorrentes num vôo sem escalas para a liderança do mercado que atuam.

