COESÃO E COERÊNCIA

25/05/2010 • Por • 4,234 Acessos

                                            RESUMEN

 

Cohesión y coherencia no son explorado satisfactoriamente, tampoco en clases de lengua portuguesa. ES comum oir referencias muy vagas sobre cohesión y coherencia que constituyen um terreno vacio, para donde vamos echando todo lo que no sabemos expliacar bien. Delante de um texto medio malo, no muy bien formulado, no muy claro, recorremos a um área general sin contornos donde cabe y se acomoda todo. Ahi decímos: falta de cohesión, o El texto no tiene coherencia. Más falta cohesión, exatamente donde? Que tipo de recurso falta? Si um texto no tiene cohesión es por que Le está faltando que? El propósito de este artículo es fijar algumas nociones básicas acerca de La propiedad textual de La cohesión y de su relación com La coherencia, com objetivo de desenvolver nuestra competencia com mas relevância, consistencia y adequación. Eso contribuirá para que todo lector  comprenda que hacer com su texto, artículado, encadenado, coheso y coherente.

 

Palabras clave: Textual. Lengua. Competencia.  

INTRODUÇAO

 

A importância é mostrar o papel de cada um desses mecanismos não só para a leitura e a compreensão de textos como também para sua produção. A coerência, manistada em grande parte do nível macrotextual, é o resultado da possibilidade de se estabelecer alguma forma de relação entre os elementos do texto. E a coesão, manifestada no nível microtextual, se refere ao modo como os vocábulos, por meio de uma sequência para estudarmos a problemática da textualidade, os requisitos de que dispomos a fim de sabermos se nosso texto é mesmo texto: A repetição, a progressão a não-contradição e a relação.

 

1.HISTÓRIA DA COESÃO E COERÊNCIA

 

Para Haliday e Hasan, tudo é coesão: pelo menos, em seu livro cohesión in English(1976), em apenas pouquisimas passagens eles falam em coerência. Por outro lado, Charolles(1978), linguista Europeu que propôs algumas regras da coerência, o faz sem se referir a questão da coesão, embora inclua, entre as regras da coerência, determinações que coincidem claramente como alguns dos recursos coesivos apontados por outros autores.

Ou seja, parece mais produtivo não se prender a essas diferenciações entre propriedades tão interligadas e tão intercondicionantes. Cuidemos, isso sim, para que façam sentido as coisas que dizemos escrevemos. Não é que as duas propriedades se confundam, no sentido de que não se possa defini-las. O que não é possível, ou, pelos menos não parece muito produtivo, é que queiramos demarcar com precisão onde acaba um e começa o outro. Por sinal, são muitas as coisas que, em linguagem, não se pode chegar a delimitações rígidas.

Mediante Charolles há necessidades de uma certa "ordem" quanto uma combinação de uma frase. Assim, tal ordem aparece na língua sob a forma de prescrições imperativas e implícitas, a partir das quais os falantes podem conhecer uma, frase como pertencendo ou não a sua consciência intuitiva e uma pratica imediata dessas prescrições. 

Acontece que tais princípios, validos para frase, se aplicam também ao texto. Ou seja, assim como um conjunto qualquer de palavras constitui uma frase, um conjunto qualquer de frases não constitui um texto em termos gerais, essa norma é comum a todos os membros de uma comunidade lingüísticos e constitui a competência textual dos falantes dessas comunidades.

Numa comunidade lingüística, os sujeitos tenham o domínio dessas regras da boa forma da frase do texto. Vale à pena, ainda trazer uma linha de considerações: a que diz respeito a aspectos do texto como um todo e aspectos relativos em alguma parte do texto. Este ponto está na raiz de uma indagação maior: existe um texto totalmente ou globalmente coerente? O que existe, por vezes são incoerências pontuais, elas podem atingir a coerência global?

Torna- se necessário fazer- se uma distrição de coerência a macroestrutura ou uma coerência macroestrutural ou pontual, ambas correspondendo a dois níveis distintos de organização, O primeiro, o global conforme as relações que se estabelecem entre as sequências maiores do texto da forma a lhe conferir unidades. O segundo, o local, conforme as relações que se estabelecem entre palavras em contexto de proximidade ou entre frase sucessivamente ordenadas da sequência textual.

De acordo com posicionamento de Charolles, onde ele não diferencia fundamentalmente as regras da macrocoerencia, já que são aquelas da microcoerencia do texto, embora se possa reconhecer que há certas restrições que aparecem preferencialmente no âmbito da macroestrutura. Por exemplo. O que significa dizer, pontuais podem, em alguns casos, atingir a coerência global do texto.

Do ponto de vista estritamente linguístico constitui uma peça com muito sentido; do ponto de vista das pretensões interativas, constitui uma peça com sentido é capaz de provocar admiração e gosto estético.

 

1.1.1           As metarregras de coerência ditadas por Charolles

 

 

1.1.1.1     1º Metarregra da repetição

 

Para que um texto seja (microestruturalmente) coerente é preciso que ele comporte em seu desenvolvimento restrita recorrência.

 

Falar em "elementos de recorrências" é tocar na questão dos diferentes tipos de retomadas, ou os diferentes modos de voltar a uma parte anterior do texto para estabelecer com ela um tipo qualquer de ligação.

 

Neste sentido esta claro que se trata aqui daquela relação coesiva que chamamos de reiteraçãoCharolles chama de ‘repetição', segundo Charolles, esta primeira regra cobre a idéia intuitiva que acerca de um texto coerente, a saber: seu caráter seqüenciado; seu desenvolvimento homogêneo continuo; ausência de ruptura.

 

1.1.1.2      2º Meterregra da Progressão

 

Para que um texto seja insento microestruturalmente ou macroestruturalmente coerente é preciso que seu desenvolvimento contenha elementos semânticos constantemente renovados.

Essa segunda regra completa primeiro, já que ela estipula um texto, para ser coerente, não deve repetir indefinidamente(ou circularmente) o mesmo conteúdo. Ou seja, um texto coerente exige progressão semântica. Por outras palavras: a produção de um texto coerente supõe equilíbrio entre continuidade temática e progressão semântica.

 

1.1.1.3       3º Metarregra da Não-Contradição    

 

Um texto é microestruturalmente ou macroestruturalmente num âmbito para ser coerente é preciso que em seu desenvolvimento não se introduza nenhum elemento semântico que contradiga um conteúdo posto ou pressuposto anteriormente.

Na verdade, existe diferente tipo de contradições, que não vamos, no momento, descriminar. De qualquer forma, vale a pena destacar dos parâmetros para avaliar a natureza das contradições são as pecepções, as crenças que alimentamos e que constituem nosso repertorio de representações do mundo.

 O individuo não inventa livremente suas convicções sobre o estado do mundo; ele as constrói na vivencia com as praticas sociais que realiza; ou seja; ele as constrói no meio em que vive.

 

 

 

 

 

 

1.1.1.4      metarregra da relação

 

O texto microestruturalmente ou macroestruturalmente deverá ser coerente, tornando-se preciso que os fatos que ele expressa esteja relacionado o mundo representado.

Essa metarregra é fundamentalmente pragmática ela estabelece que os indivíduos, os fatos, as ações, as idéias, os acontecimentos ativados em um texto sejam percebidos como congruentes, isto é, guardem algum tipo de ligação.

As metarregras da coerência textual mantêm visíveis ligações com as determinações da coesão. Isto é, elas corroboram os princípios; fundamental de que coesão e coerência são propriedades que conjugam elementos lingüísticos e elementos pragmáticos.

De qualquer forma, um texto é coerente (ou "bem formado"), para um determinado sujeito, numa determinada situação. Nunca no vazio da não identidade ou do desproposito. Por isso, é que o estudo da frase é limitante e não corresponde aos diferentes usos  que fazemos da linguagem verbal.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Nota-se que na escola do ensino fundamental encontra-se muitas dificuldades sobre coesão e coerência nos textos, a capacidade de dizer de maneira simples o complexo é uma das tantas virtudes obras que você esta começando a ler que na maioria das vezes passam de maneira despercebidas sem a menor importância, para os livros de didáticos, e a professora ou professor se quer consegue saber do que se trata no texto.

De fato, é comum que professores e as professoras no ensino fundamental, médio. E também, no nível universitário, assina-se que nas margens de redações ou de trabalhos de corsos expressos como " falta coesão " ou " não tem coerência". É importante afirmar que deveria ser feito para suprir a tal lacuna de coesão e coerência por meio de ensinamentos diversos para que não fosse deixada nenhuma lacuna.

É verificável que hoje ainda exista a carência de livros de orientação específica para professores e alunos do ensino público e privado, que queriam conhecer explicitamente certas questões de linguagem a partir das normas e da ciência.

 

 

REFERÊNCIAS

 

 ANTUNES,Irandé,Lutar com palavras: Coesão e Coerência. São Paulo: parábola editorial,2005.

Metarregra da repetição.

Metarregra da progressão.

Metarregra da não- contradição.

Metarregra da relação.