Sobre como usar a tag "nofollow" e a paranóia do Page-Rank

Publicado em: 18/02/2008 |Comentário: 0 | Acessos: 805 |

Publiquei recentemente um artigo no site Artigonal e tive a surpresa de encontrá-lo com os links externos marcados com a tag "nofollow".

Essa constatação irritou-me pois o e-mail promocional da Artigonal mencionava especificamente que "Publicar artigos no nosso site inclui seu perfil completo e link ao seu site, o que lhe dá... a vantagem de links externos para o seu site o que aumenta sua popularidade nos sites de busca".

Entrei em contato com a Artigonal, que prontamente corrigiu o erro e explicou que a decisão, errônea no meu caso, havia sido resultados de problemas com o Google após a publicação de alguns artigos submetidos por autores que conteriam links para sites "ruins".

Eu já gostaria de ter abordado essa questão do nofollow há algum tempo, aproveitei a oportunidade para compilar na resposta à Artigonal minhas principais constatações e pesquisas sobre o assunto e reproduzir o e-mail nesta postagem.

Aproveito para agradecer a Ronit Rozen, que em nome da Artigonal resolveu a questão de forma rápida e eficiente. Segue o e-mail:

"Ronit,

A providência necessária é apagar os artigos com links para sites "furados" e, em caso de reincidência, banir o autor do sistema.

Acompanhei toda a discussão sobre o "nofollow" desde o começo, no site oficial do Google e os intermináveis bate-bocas no blog do Matt Cutts.

Essa tag - Matt Cutts e o time do Google chamam-na de "tag", embora admitam que não é - foi criada com o objetivo específico de evitar que certos conteúdos fossem indexados pelos buscadores. O exemplo típico são páginas para acesso exclusivo de usuários cadastrados.


Criou-se um cavalo de batalha em torno do dessa "tag" porque Mr. Cutts resolveu definir como "spam" os links patrocinados que "transmitem page-rank" do site de origem para o site do patrocinador, e exigiu que os webmasters informassem ao Google usando a tag "nofollow" nesses links.

Veio a atualização de page-rank de outubro de 2007 e meio-mundo atribuiu as quedas no "page-rank de barra de ferramentas" a supostas penalizações por links patrocinados.

E aí, começou a paranóia. Todo mundo adicionando nofollow a todos os links, indiscriminadamente.

Acontece que os fatos disseram outra coisa:

1 - O Google não admitiu oficialmente que as mudanças de page-rank tenham sido conseqüência da ausência de nofollow em links patrocinados. Aliás, o Google não admite oficialmente coisa alguma que possa dar um pista sobre seu precioso algoritmo. Isso foi inferência da imprensa especializada diante da reação histérica da indústria de SEO;

2 - A revisão de Page-Rank de janeiro restituiu muitos dos valores anteriores à revisão de outubro;

3 - Todos os meus blogs e sites tiveram aumento de Page-Rank em ambas as revisões, sem apresentar mudanças significativas nos links in e outbound;

4 - Esse aumento de page-rank não provocou crescimento de audiência fora dos padrão que os sites já vinham apresentando. O caso mais peculiar foi o do blog SEO Notícias e Artigos, lançado em dezembro/2007, cujo page-rank saltou de
5 - Também não houve mudanças siginficativas nas posições de meus sites nas páginas de resultados para as palavras-chaves que defino como alvos.

É, portanto, uma grande bobagem, um mito supersticioso sem fundamento, essa epidemia de "nofollow" que contamina a web.

O fato é que a web é uma teia indexada por robôs que rastejam através de sua estrutura de links.

Se todo mundo começar a adicionar "nofollow" preventivamente a todos os links externos de seus sites, por medo de "perder page-rank", em breve não haverá o que indexar. A web voltaria a ser um grande diretório em que a navegação só seria possível via Google AdSense.

Isso é bobagem, um tiro nos pés.

Ninguém deve adicionar um link para um site pornô ou de softwares piratas e vírus e esperar boas posições em sites de busca.

Fora esse caso, a "democratic nature of the web" exige que os webmasters adicionem links para conteúdos de que gostam e em que confiam.

E o Page-Rank, que não é tão estúpido quantoAl pensa a indústria do SEO, reflete exatamente isso."

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    Fonte do artigo: http://www.artigonal.com/marketing-na-internet-artigos/sobre-como-usar-a-tag-nofollow-e-a-paranoia-do-page-rank-336465.html

    Palavras-chave do artigo:

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    Nesta semana gostaria de falar um pouco sobre a função do marketing digital e dar algumas dicas para quem pretende entrar na área. São oportunidades que podem fazer de você um profissional autônomo bem sucedido, ou ser empregado em uma grande empresa. Tudo através do trabalho de otimização de site. Em um primeiro momento, falando em questão salarial, pode até saltar aos olhos dos mais empolgados, já que a faixa chega a R$ 17 mil.

    Por: Michel Oliveiral Internet> Marketing na Internetl 07/05/2012 lAcessos: 13
    Alex Oliveira

    O máximo que o SEO (otimização de sites) pode fazer é aumentar a visibilidade do seu site. Aparecer na primeira página do Google para uma palavra-chave não é garantia de vendas.

    Por: Alex Oliveiral Internet> SEO e SEMl 19/03/2009 lAcessos: 236
    Alex Oliveira

    Preste atenção: o Google leva o visitante diretamente à página web que contém as palavras digitadas pelo internauta. Os buscadores não querem saber se essa página está no topo, no meio ou na base de sua "pirâmide". Se tem as palavras, é para lá que o link na página de resultados vai apontar. Então, por que você ainda não começou a "pensar fora da pirâmide"?

    Por: Alex Oliveiral Internet> Marketing na Internetl 21/07/2008 lAcessos: 351
    Alex Oliveira

    Nada como ver números reais para entender porque se fala tanto em SEO e Mídias Sociais na atualidade;

    Por: Alex Oliveiral Internet> Marketing na Internetl 05/05/2008 lAcessos: 665
    Alex Oliveira

    Uma discussão sobre a formação de mitos no mercado de SEO e como produzir conhecimento realmente útil a longo prazo.

    Por: Alex Oliveiral Internet> Marketing na Internetl 05/05/2008 lAcessos: 1,330 lComentário: 2
    Alex Oliveira

    É preciso superar a mentalidade de que SEO é simples manipulação de palavras-chaves e encarar o fato de que, sem criação de popularidade de links, não há otimização.

    Por: Alex Oliveiral Internet> SEO e SEMl 13/03/2008 lAcessos: 287 lComentário: 1
    Alex Oliveira

    Um primeiro exercício de análise das redes sociais como ferramenta de marketing a partir do caso do blog de celebridades "Topada nas estrelas".

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